Raquel Anderson: E amanhã começamos o desafio Persevere — um desafio de 40 dias que vai motivá-la a permanecer firme nas promessas do Senhor e na comunhão com o Pai.
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Não importa quantos bons programas uma igreja tenha, ela ainda precisa de avivamento. Aqui está Byron Paulus citando J. Edwin Orr.
Byron Paulus: “O avivamento, de acordo com os registros, enche as escolas dominicais, lota as igrejas, levanta evangelistas, chama pastores, recruta missionários, traz recursos, restaura famílias e liberta de vícios.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, coautora de Buscando a Deus, na voz de Renata Santos.
Nas últimas semanas, Nancy tem despertado em nós um chamado a orar por um avivamento. Hoje …
Raquel Anderson: E amanhã começamos o desafio Persevere — um desafio de 40 dias que vai motivá-la a permanecer firme nas promessas do Senhor e na comunhão com o Pai.
Visite o nosso site, ou clique aqui no link da transcrição, para ser adicionada ao grupo de WhatsApp e receber mensagens diárias de encorajamento a “Permanecer”.
Não importa quantos bons programas uma igreja tenha, ela ainda precisa de avivamento. Aqui está Byron Paulus citando J. Edwin Orr.
Byron Paulus: “O avivamento, de acordo com os registros, enche as escolas dominicais, lota as igrejas, levanta evangelistas, chama pastores, recruta missionários, traz recursos, restaura famílias e liberta de vícios.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, coautora de Buscando a Deus, na voz de Renata Santos.
Nas últimas semanas, Nancy tem despertado em nós um chamado a orar por um avivamento. Hoje é o último episódio da série O Clamor dos Cativos.
Temos tido o prazer de receber Byron Paulus durante esta série. Ele e Nancy serviram juntos por muitos anos em um ministério chamado Life Action. Hoje, Byron lidera o OneCry, uma organização dedicada a buscar o Senhor por avivamento em nossa nação e ao redor do mundo. Nancy vai conversar sobre avivamento com alguém que o experimentou em primeira mão.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Byron, você e eu tivemos o privilégio de servir juntamente com outros membros da equipe por muitos anos neste ministério de avivamento, crendo juntos que Deus enviaria, em nossos dias, um novo despertar, um novo mover do Espírito de Deus, um derramar do Seu Espírito em nossa terra.
Eu sei que uma das coisas que têm motivado nós dois nessa área é conhecer o que Deus fez no passado e saber como Ele derramou o Seu Espírito em outras épocas. E é impossível ler esses relatos sem que o coração fique sedento e faminto. Você diz: “Senhor, faça isso novamente.”
Byron: Servindo juntos todos esses anos, acho que uma das coisas que nos mantém firmes no ministério de avivamento são essas histórias do que Deus fez ao longo da história.
Nancy: E não apenas coisas comuns — extraordinárias. Não é essa uma palavra que marca o avivamento?
Byron: Acho que foi Richard Owen Roberts quem definiu avivamento como “um movimento extraordinário de Deus que produz resultados extraordinários”. Ele é um historiador bem conhecido em Chicago. Lembro-me, Nancy, ao pensar em alguns aspectos históricos — os aspectos extraordinários — de ter feito algo que nunca havia feito antes.
Algumas eleições atrás, fui votar antecipadamente. Depois viajei para a Nova Inglaterra e, no dia anterior à eleição, sentei-me em Northampton, Massachusetts, e orei: “Senhor, faça isso novamente”, sabendo que a verdadeira solução não estava na Casa Branca, mas na casa de Deus, na igreja.
Nancy: E, claro, Northampton, Massachusetts, é um lugar significativo na história do avivamento.
Byron: Sem dúvida! Foi lá que Jonathan Edwards pregou aquele famoso sermão, Pecadores nas Mãos de um Deus Irado, que realmente deu início ao Primeiro Grande Despertamento. Quando terminei de orar naquele dia, algo me marcou profundamente. Um dos relatos dizia que não havia restado um único incrédulo naquela comunidade depois do que Deus fez no avivamento.
Nancy: Uau.
Byron: Não pude deixar de pensar. . .
Nancy: Diga isso novamente!
Byron: Não havia um único adulto incrédulo naquela comunidade, simplesmente como resultado do que Deus estava fazendo no coração do Seu povo.
Nancy: Tente imaginar isso. Estou tentando imaginar uma comunidade inteira onde cada adulto chega à fé em Cristo. Isso é extraordinário.
Byron: A população era de cerca de 1.200 pessoas na época. Pelo menos 1.200 adultos vieram a Cristo ou tornaram-se cristãos. E quando pensamos em comunidades maiores. . . No dia seguinte, eu estava em Newburyport, Massachusetts, uma pequena cidade turística. Debaixo do púlpito da Old Presbyterian Church onde George Whitefield está enterrado, outra grande voz do Primeiro Grande Despertamento.
Então me sentei ali e orei: “Senhor, faça isso novamente.” Enquanto dirigia de volta para Boston para pegar o voo naquela noite, algo me ocorreu. Dizem que a população de Boston naquela época era de 12 mil pessoas, e em certa ocasião 15 mil compareceram para ouvir George Whitefield pregar o Evangelho — sem promoção, sem propaganda, sem publicidade — apenas pelo mover de Deus no coração das pessoas.
Nancy: Em uma cidade de 12 mil habitantes, 15 mil pessoas vieram para o culto?
Byron: Nós moramos perto de Chicago. Imagine uma população de sete milhões. Seria como nove ou dez milhões se reunindo para ouvir o Evangelho. Hoje não conseguimos nem imaginar isso. Mas é o mesmo Deus que agiu naquela época e que pode agir poderosamente hoje em nossas comunidades e cidades.
Acho que já falamos muitas vezes sobre o Segundo Grande Despertamento, quando havia aqueles evangelistas preparados para compartilhar o Evangelho em pequenos barcos, porque grandes navios traziam imigrantes do mundo todo.
Quando esses navios se aproximavam da costa, a convicção de Deus era tão intensa que enviavam esses evangelistas para dentro dos navios para levar pessoas a Cristo antes mesmo de chegarem à terra firme.
Nancy: Uau. E hoje, em uma sociedade tão secular, dizemos: “As pessoas não têm interesse em Deus.” Mas quando o temor de Deus cai sobre uma comunidade, é o Espírito de Deus quem faz essa obra no coração das pessoas. Nós não podemos produzir isso.
Byron: Não, nós não podemos. Ele pode fazer o que nós jamais conseguiríamos realizar em todos os anos de ministério e tentativas, e é isso que eu chamo de: o avivamento. Deus faz, nesses breves momentos, o que nós não conseguimos fazer em todos os nossos esforços e anos e até décadas combinadas.
E, Nancy, você se lembrará de parte da história até mesmo do ministério em que estivemos envolvidos, de que estivemos em um campus certa vez de, suponho, alguns milhares de estudantes. . .
Nancy: Campus universitário cristão. . .
Byron: . . .Estávamos em um campus certa vez com alguns milhares de estudantes, um campus universitário cristão, e Deus estava agindo no coração dos cristãos. Logo Deus trouxe um espírito de arrependimento, o dom do arrependimento do qual as Escrituras nos falam. A convicção era intensa. Foi um daqueles momentos em que Deus se agradou em abrir as janelas do céu, como Isaías diz, e derramar o Seu Espírito. (Is. 44.3)
Mesmo enquanto nossa equipe e os pregadores e os líderes e facilitadores estavam fora do campus, Deus estava no campus. Havia professores que não conseguiam nem dar suas aulas porque estavam sendo tomados pela convicção de Deus, e alunos estavam chorando. Em um período de dois ou três dias, a maior parte disso fora de qualquer contexto de reunião, houve mais de quatrocentos alunos que entraram no reino e que vieram a Cristo.
Nancy: E provavelmente eram jovens que haviam professado conhecer o Senhor, muitos deles, eu imagino.
Byron: Eu acho que muitos deles sim, e cresceram em lares cristãos. Mas, como em muitas de nossas igrejas, alguns estimam que até cinquenta por cento dos que estão hoje em nossas igrejas estão perdidos.
Eu acho que muitos deles fizeram profissões de fé, como eu fiz, quando criança, e na verdade não vieram a Cristo até serem confrontados com aquele senso poderoso, convincente e avassalador da presença de Deus no meio deles.
Nancy: Acho que outra marca do avivamento é que aqueles que professam ser cristãos em nossas igrejas, mas não têm um relacionamento com Cristo, vêm à fé em Cristo. Vimos isso historicamente; vimos isso dentro do nosso próprio ministério.
Byron: Acho que muitas vezes vemos que, quando esses incrédulos — alguns deles frequentadores de igreja — realmente veem a realidade e a vida de Deus, e a honestidade e a abertura e a transparência e a humildade nos cristãos.
Acho que uma das experiências mais marcantes que já tive neste ministério de avivamento foi muitos anos atrás, quando estávamos realizando — lá em Michigan, no frio de janeiro, se você pode imaginar, época errada do ano para fazer isso — uma conferência para pastores e pastores de jovens e obreiros cristãos.
Começou em uma segunda-feira e terminou na sexta-feira, e eles vieram de todo o país e estiveram ali a semana inteira. Eu estava viajando com uma de nossas equipes itinerantes, e arrumamos tudo na sexta-feira à noite, dirigimos a noite toda de sexta para sábado, o dia todo de sábado, para começar esse período prolongado de duas semanas em uma igreja local em Jacksonville, Flórida, para começar a ajudar aquela igreja a buscar a presença de Deus.
Nunca vou esquecer aquele primeiro domingo de manhã, antes de qualquer mensagem; eu estava em uma sala de oração, uma sala de aconselhamento, e havia um senhor que entrou chorando. Ele disse: “Eu preciso vir a Cristo. Eu preciso ser salvo.” Comecei a abrir a Bíblia para mostrar a ele como vir a Cristo, e era evidente como ele já sabia como, e ele disse: “Não podemos simplesmente orar agora?”
Então nos ajoelhamos, e ele clamou ao Senhor e convidou Cristo para entrar em sua vida, como Senhor e Mestre da sua vida, arrependeu-se dos seus pecados. Levantamo-nos, e ele se virou para mim, estendeu a mão e disse: “Byron, você se lembra de mim?”
Eu disse: “Não.”
Ele disse: “Bem, eu estive na sua conferência esta última semana.”
Nancy: Lá em Michigan?
Byron: Lá em Michigan! Então eu disse: “Bem, você deve morar aqui em Jacksonville e simplesmente decidiu vir ao culto esta manhã.”
E ele disse: “Não, não é isso.”
Então eu disse: “Bem, você é um daqueles que vão para o sul no inverno, visitando, e quis vir.”
E ele disse: “Não, não é isso. Eu moro no norte de Indiana.” E ele disse: “Quando eu vi a realidade de Deus no meio do avivamento e na vida daqueles que estavam encontrando-se com o Senhor. . .”
Nancy: Naquela conferência?
Byron: Na conferência, “. . .eu fiquei sob uma convicção tão intensa.” Ele disse que literalmente, na manhã de sábado, levantou-se e dirigiu ao redor da sua pequena cidade três vezes, começou a ir para o sul, ligou para a esposa e disse: “Estarei em casa em alguns dias. Eu preciso encontrar Jesus.”
Ele dirigiu o dia todo no sábado, a noite toda de sábado para domingo, chegando lá na manhã de domingo. Ele dirigiu cerca de mil milhas para encontrar Jesus Cristo. Agora, você e eu sabemos que ele não precisava dirigir uma única milha para fazer isso. Ele poderia fazer isso no norte de Indiana ou em qualquer lugar. Mas o ponto é que a convicção de Deus era tão intensa. E quando isso acontece, as pessoas estarão dispostas a dirigir mil milhas para encontrar Jesus Cristo.
Nancy: Nós já vimos, em algumas das reuniões em que estivemos envolvidos em igrejas locais, não apenas membros da igreja virem à fé em Cristo, mas membros da equipe da igreja, cônjuges de membros da equipe, diáconos e presbíteros, pessoas que estavam em posições de responsabilidade dentro da vida de uma igreja local e que eram ativas, mas não tinham um relacionamento pessoal com Cristo.
Byron: Acho que você provavelmente se lembra, você pode ter estado lá, Nancy, em Houston, Texas.
Nancy: Sim!
Byron: Lembra disso?
Nancy: Lembro.
Byron: Deus estava operando no coração dos cristãos, a convicção estava se intensificando, Deus estava acelerando o que estava fazendo, e havia um membro da equipe daquela igreja. Frequentemente dizemos que quando Deus está realmente se movendo em avivamento, mais acontecerá fora das paredes da igreja do que dentro delas. Mas aqui está esse membro da equipe dirigindo na rodovia, nas rodovias movimentadas de Houston, e simplesmente caiu sob a convicção de Deus quanto à sua condição de perdido. Ele parou no acostamento e convidou Cristo para entrar em sua vida e veio a Cristo ao longo de uma rodovia em Houston.
Nancy: Uau. E eu conheci a filha dele, aliás, não muito tempo atrás. Pelo que me lembro, ela veio até mim e me contou novamente aquela história. Ela era, não me lembro, jovem, quando o pai dela veio à fé em Cristo durante aquele conjunto de reuniões, e agora ela é uma mulher adulta, próxima geração, buscando e andando com o Senhor como resultado do que Deus fez na vida do pai dela.
Byron: Acho que é simplesmente o transbordar talvez, Nancy, sejam mulheres ou homens ou líderes de igreja. Quando eles se tornam honestos e abertos, há algo nisso — que Deus habita. Lembra em Isaías 57.15 que há realmente dois tipos de pessoas.
Ele habita em dois lugares: Ele habita no céu, o Alto e Sublime. E Ele diz: “Eu habito em um alto e sublime lugar, mas também com o de espírito quebrantado e contrito” (paráfrase).
Eu simplesmente acho que quando as pessoas veem esse quebrantamento e contrição de espírito, o coração arrependido, as pessoas são atraídas. Então o poder de Deus repousa sobre essa pessoa.
Estávamos na Flórida vários anos atrás, e se temos tempo aqui, eu gostaria de ler um relato impressionante de uma mulher que se encontrou com Deus e o fruto e o resultado disso.
Ela havia conhecido o Senhor aos trinta e poucos anos, mas disse que nada jamais havia acontecido em sua vida, além da salvação aos trinta anos, que tivesse tido maior impacto do que quando ela se encontrou com Deus em avivamento. Deus começou a quebrantá-la por causa do seu pecado, e ela se encontrou com o Senhor. Então ela quis compartilhar conosco o fruto nos cinco meses seguintes. Ela disse:
Primeiro, eu parei de fumar após quarenta e três anos fumando, e não usei nenhuma ajuda humana. [O poder da oração em ação.] Segundo, e mais importante, foi a salvação do meu filho. Eu pedi especificamente que meus filhos, Robert e Jeff, viessem a Cristo. [E Jeff foi salvo apenas cinco meses depois que ela se encontrou com o Senhor e foi batizado no Domingo de Páscoa.]
Não consigo descrever a alegria que senti após dezenove anos de orações e lágrimas ao ver essa resposta chegar. Houve toda uma lista de coisas adicionais que começaram a acontecer. [E isso foi entre o Natal e fevereiro na família dela.]
Meu cunhado foi salvo; minha mãe foi salva; minha sobrinha foi salva; meu sobrinho e a esposa dele rededicaram suas vidas. Minha filha rededicou sua vida. O noivo da minha filha foi salvo. A amiga da minha filha foi salva. Minha neta foi salva e batizada.
Meu marido — crescendo espiritualmente. A irmã do noivo da minha filha salva; o filho salvo; a noiva do filho e a filha e o noivo salvos. . .” [E continua.]
Tudo isso porque eu me tornei obediente e me encontrei com Deus em avivamento. A Deus seja a glória; Ele é maravilhoso.
Nancy: Uau. Apenas o transbordar do que Deus faz em um coração avivado e como isso pode impactar tantos outros.
Byron: Você sabe, historicamente, quando pensamos no transbordar de um avivamento, acho que foi no Primeiro Grande Despertamento que dizem que um sexto da população veio a Cristo, em um período muito curto de tempo, talvez três a quatro anos como resultado do fruto do Primeiro Grande Despertamento. Eu estava pensando certa vez: “E se isso acontecesse hoje?”
Nancy: Sabendo que você é um homem que gosta de números, aposto que você se divertiu calculando isso.
Byron: Eu me diverti, em alguns aspectos, já que minha formação é realmente na área de finanças e negócios. Eu calculei que daria cerca de quarenta ou cinquenta milhões de pessoas que viriam a Cristo hoje, se Deus se movesse como Ele fez naquele Primeiro Grande Despertamento.
Você consegue imaginar o que a Igreja na América poderia fazer hoje com mais cinquenta ou sessenta bilhões de dólares por ano para levar o Evangelho adiante, sem falar de todas as pessoas e seu tempo, e agora. . .
Nancy: E as pessoas que entregariam suas vidas.
Byron: Quando Deus traz um avivamento — ou seja, um mover especial em que as pessoas são despertadas espiritualmente — isso não fica só no coração delas. Esse despertar acaba gerando ação. Muitos dos grandes movimentos missionários que conhecemos surgiram justamente assim: Pessoas tiveram seus corações transformados e renovados por Deus. Passaram a sentir um fardo (um forte senso de responsabilidade e compaixão) por outros, e isso as levou a levar o Evangelho a outros lugares.
Nancy: Eu me lembro que nosso amigo J. Edwin Orr, que agora está com o Senhor, costumava falar sobre todas as coisas que aconteceriam na igreja que queremos ver acontecer. Temos muitas programações, mas o avivamento tem uma maneira de tratar tantas questões diferentes.
Byron: Eu gosto de compartilhar o que ele disse a um grupo de pastores e líderes a respeito disso. Eu leio isso com frequência, e trouxe comigo. Deixe-me apenas ler o fardo e a visão dele e um entendimento dos caminhos de Deus no avivamento. Ele disse:
Certa vez perguntei a uma conferência de pastores, professores, evangelistas e obreiros que especificassem a maior necessidade dos tempos. Um disse: “Certamente a Grande Comissão: evangelizar os que nunca ouviram.” Outro insistiu: “Escola dominical. Se perdermos a próxima geração, perdemos tudo.” Outro respondeu: “O treinamento do ministério.” Ainda outro disse: “Mordomia. A obra do Senhor precisa de dinheiro.” E outro disse: “Combater o vício em drogas, o crime, e assim por diante.”
[Ele perguntou:] Resolver qualquer um desses problemas resolveria os outros? Promovendo a mordomia adequada resolveria o problema do vício em drogas? Encher as escolas dominicais automaticamente recrutaria missionários? Eles concordaram que as necessidades eram separadas, embora relacionadas.
[Então ele disse:] Existe algo que causaria impacto em todos os problemas de uma só vez? Eles acharam que não. Mas sim, existe, ele disse! O avivamento, de acordo com os registros, enche as escolas dominicais, lota as igrejas, levanta evangelistas, chama pastores, recruta missionários, traz recursos financeiros, reúne famílias e liberta de vícios.
Nancy: Uau.
Byron: Portanto, é o único guarda-chuva. Se Deus se movesse hoje, tanto daquilo em que colocamos nosso tempo, esforço e energia seria um subproduto.
Nancy: Você se lembra de um artigo de vários anos atrás sobre a cidade mais gentil da América?
Byron: Lembro, e foi um dos artigos mais fascinantes que já li.
Nancy: Isso realmente mostra o alcance amplo do avivamento, até mesmo em uma comunidade, que diferença pode fazer.
Byron: Realmente mostra, e provavelmente faz uns dez anos agora que o artigo apareceu, mas chamava-se A Cidade Mais Gentil.
O que aconteceu foi que a Universidade da Califórnia decidiu fazer uma pesquisa para descobrir qual era a cidade mais gentil da América. Então eles se vestiam como senhoras idosas para ver se alguém as ajudaria a atravessar a rua, ou deixavam algo cair no chão para ver se alguém pegaria.
Eles visitavam todas as cidades dos Estados Unidos fazendo uma pesquisa, e antes do 11 de Setembro, aliás, disseram que a cidade menos gentil era Nova York. Acho que tudo isso mudou desde então.
Eles descobriram que a cidade mais gentil da América era, na verdade, Rochester, Nova York.
Quando li isso, pensei: Quando você faz uma pesquisa assim, certamente vai descobrir que alguma cidade ficará em primeiro lugar. Pensei: Sim, nossos impostos em ação.
Mas então continuei lendo o artigo e descobri que haviam realizado uma pesquisa semelhante cinquenta anos antes, e cinquenta anos antes a cidade mais gentil da América era Rochester, Nova York. Então ficaram curiosos.
Enviaram todos os pesquisadores de volta a Rochester e vasculharam todos os arquivos nos museus e sociedades históricas, tentando descobrir por que, ao longo de um período de cinquenta anos, Rochester, Nova York, era a cidade mais gentil da América.
Aqui está o que descobriram. Em 1827, Charles Finney estava lá. E Charles Finney liderou uma campanha de avivamento, e Deus se moveu de forma tão poderosa naquela cidade que, desde aquela data até hoje, há mais doações per capita saindo de Rochester, Nova York, do que de qualquer outra cidade da América.
Eu li isso e, você pode se lembrar, corri para casa e peguei minha autobiografia de Finney, e tive que ver se Charles Finney tinha algo a dizer sobre isso. Isso criou tanta esperança em meu coração para comunidades por toda a nossa nação, porque Charles Finney tinha três convites: Nova York, Filadélfia e Rochester.
Nova York e Filadélfia pareciam promissoras, mas Rochester era uma igreja pequena. Havia um grupo de pessoas naquela igreja que tinha um fardo, uma paixão, tinha esperança, tinha fé, de que Deus poderia se mover em sua comunidade.
Então Finney reuniu seus conselheiros, sua equipe e até seus intercessores, e disse: “Para onde devo ir?” E repetidamente eles voltavam e diziam: “Nova York, talvez Filadélfia, mas não Rochester.” Então ele e seu grupo partiram para Nova York.
Mas Finney não conseguiu dormir naquela primeira noite. Deus continuava dizendo: “Rochester, Rochester, Rochester.” Então foi naquela ocasião que, na manhã seguinte, ele reuniu toda a sua equipe e disse: “Estamos mudando de direção. Não vamos para Nova York; vamos para Rochester.”
Nancy: O lugar menos provável.
Byron: O lugar menos provável. A igreja havia se dividido e havia todo tipo de problemas na igreja.
Mas foi naquela ocasião que Deus se moveu de forma tão poderosa, e estamos lendo sobre isso na revista Seleções, acho que 160 anos depois naquela época. Mas você sabe, eu muitas vezes pensei: Onde é aquele próximo lugar improvável?
E, na verdade, não é improvável para Deus. Onde está aquele coração que Deus preparou? O solo de um coração? Neste caso, foi apenas um presbítero e alguns outros que Deus havia preparado com fome e sede e anseio em sua alma por avivamento. Eu me pergunto onde será aquele próximo lugar sobre o qual leremos que é a cidade mais gentil porque Deus se moveu ali em avivamento.
Raquel: Ouvimos o presidente da OneCry, Byron Paulus, em conversa com a nossa apresentadora do Aviva Nossos Corações, Nancy DeMoss Wolgemuth.
Estamos encerrando hoje esta série tão singular. É a primeira vez que ouço a necessidade por avivamento da Igreja ser comparada a cativos esperando para retornar à sua terra natal. Nancy nos mostrou a importância daqueles que choram e oram, como quando sentem saudade de casa.
Caso você tenha perdido algum episódio desta série, visite o nosso site, avivanossoscoracoes.com, e acesse os episódios anteriores. Também compartilhe esta série com amigas e irmãs que você acredita que serão impactadas por ela.
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Acho apropriado que deixemos Nancy orar por nós agora mesmo, para que tenhamos o desejo de clamar por avivamento nas nossas vidas e na Igreja de Cristo.
Nancy: Senhor, não permitas que percamos o impacto do que tens dito e feito em nossos corações neste dia.
Mesmo ao sairmos deste lugar, preserva a semente que foi semeada em nossos corações. Eu oro para que as sementes que plantaste criem raízes e produzam fruto.
Não sabemos se este pode ser o tempo e o lugar e o dia que escolherias para gerar o que pode ser um avivamento genuíno em algum coração, algum lar, alguma igreja representada aqui, ou talvez até mesmo nesta região.
Senhor, cumpre e leva à conclusão tudo o que começaste em nossos corações nestes momentos. Eu oro por amor de Jesus, amém.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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