Raquel Anderson: Espero que você já tenha se inscrito no desafio Persevere — um desafio de 40 dias que vai motivá-la a permanecer firme nas promessas do Senhor e na comunhão com o Pai.
Fortaleza é ter coragem diante da dor, força no meio da adversidade e a capacidade de perseverar sob pressão. Mas esse tipo de firmeza que precisamos para seguir a Jesus não vem da nossa força de vontade nem da nossa própria capacidade — vem da graça de Deus derramada sobre a nossa vida.
Neste desafio de 40 dias, você será convidada a depender de Cristo para tudo e a cultivar confiança, clareza, calma, comunhão e coragem — tudo o que é necessário para permanecer firme em meio às tempestades da vida.
O desafio começa no dia primeiro de Julho! Visite o nosso site e se inscreva para entrar no grupo de Whatsapp para …
Raquel Anderson: Espero que você já tenha se inscrito no desafio Persevere — um desafio de 40 dias que vai motivá-la a permanecer firme nas promessas do Senhor e na comunhão com o Pai.
Fortaleza é ter coragem diante da dor, força no meio da adversidade e a capacidade de perseverar sob pressão. Mas esse tipo de firmeza que precisamos para seguir a Jesus não vem da nossa força de vontade nem da nossa própria capacidade — vem da graça de Deus derramada sobre a nossa vida.
Neste desafio de 40 dias, você será convidada a depender de Cristo para tudo e a cultivar confiança, clareza, calma, comunhão e coragem — tudo o que é necessário para permanecer firme em meio às tempestades da vida.
O desafio começa no dia primeiro de Julho! Visite o nosso site e se inscreva para entrar no grupo de Whatsapp para este desafio. Não fique de fora desta bênção!
Em um casamento, todos gostam quando a noiva aparece. Nancy DeMoss Wolgemuth diz que a Igreja, a Noiva de Cristo, pode chamar a atenção das pessoas da mesma maneira.
Nancy DeMoss Wolgemuth: É isso que acontece em tempos de avivamento. O mundo vê uma Noiva apaixonada, novamente apaixonada por Jesus, e o mundo diz: “Nós queremos conhecê-Lo. Onde Ele está?”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mulheres atraentes adornadas por Cristo, na voz de Renata Santos.
Vamos continuar a série O Clamor dos Cativos. Ao longo da última semana e meia, passamos a valorizar de forma renovada o significado das lágrimas, de chorar diante de Deus para que venha o avivamento.
Hoje vamos falar sobre os resultados desse tipo de choro: grande alegria. Aqui está Nancy.
Nancy: No último episódio, falamos sobre semear com lágrimas e colher com alegria. Falamos sobre lágrimas que precisamos estar dispostas a derramar — lágrimas de trabalho, perseverança e esforço para ver a obra de Deus nascer na vida daqueles que amamos. Falamos sobre lágrimas de confissão e contrição pelos nossos próprios pecados, entristecendo-nos, lamentando e chorando pelo nosso pecado e pela forma como Deus o vê.
Depois falamos sobre um terceiro tipo de lágrimas. São lágrimas que, honestamente, não conheço muito pela minha própria experiência, mas que quero que Deus me conceda: lágrimas de compaixão e preocupação pela condição espiritual dos outros.
Quando encerramos o episódio de ontem, orando por avivamento, e eu levantei os olhos ao final, havia mulheres por toda a sala com lágrimas nos olhos. Deus estava colocando algo em seus corações para crer que Ele pode agir com avivamento em nossos dias.
Deus não pretende nos avivar apenas para que possamos desfrutar disso. Deus quer que sejamos instrumentos que Ele possa usar para levar avivamento à vida de outras pessoas. Penso em como Deus tem usado mulheres na missão e no ministério do avivamento.
Temos mencionado nesta série o Avivamento de Lewis, em 1949. Você sabe como aquele avivamento começou? No conselho soberano de Deus, só Ele sabe. Mas, pelo que foi registrado, havia duas mulheres idosas, duas irmãs, em cujos corações Deus colocou um chamado intenso por avivamento.
Elas estavam na casa dos oitenta anos, se não me engano. Peggy era cega. Sua irmã, Christine, era debilitada pela artrite. Elas nem sequer podiam sair de casa para frequentar a igreja da vila. Viviam confinadas em casa, mas sabiam que a condição espiritual do povo de Deus era lamentável. As pessoas sabiam muito sobre Deus, mas não havia poder, nem vida, nem realidade do Espírito, nem a presença de Deus. Os jovens não tinham interesse pelas coisas espirituais e estavam deixando a igreja.
Era, de certa forma, muito parecido com o que vemos hoje em tantas comunidades. Mas aquelas mulheres conheciam a Deus. Elas se apegaram a Deus e jamais imaginaram que um dia estaríamos falando delas aqui no Aviva Nossos Corações.
Nunca imaginaram que seus nomes seriam registrados na história. Eram apenas duas mulheres comuns, limitadas, fisicamente frágeis, que conheciam a Deus e sabiam como buscá-Lo. Sabiam orar, e não sabiam o que mais fazer além de orar.
Então começaram a orar, a clamar a Deus, a suplicar que Ele viesse agir em sua vila e em sua ilha pelo poder do Seu Espírito. Enquanto oravam, Deus colocou em seus corações a certeza de que Ele iria agir. Elas não sabiam como nem o que aconteceria, mas Deus lhes deu fé para crer que Ele agiria.
Uma das coisas que sentiram que deveriam fazer foi procurar os líderes espirituais da igreja da vila e compartilhar com eles o que Deus havia colocado em seus corações, incentivando-os a começar a orar por avivamento.
E Deus tocou o coração daqueles homens. Os presbíteros e líderes da igreja em Barvas, na ilha de Lewis, não eram ministros em tempo integral. Tinham trabalhos seculares durante o dia e, à noite, depois do trabalho, se reuniam.
Eles se encontravam em um celeiro, entre montes de feno, e oravam durante a noite inteira até as primeiras horas da manhã — todas as segundas, quartas e sextas-feiras — não por uma semana, mas por dezoito meses!
E durante dezoito meses não viram nenhuma evidência de que Deus estivesse fazendo algo. Quando leio essa história, penso — mesmo enquanto conto — que não conheço nada desse tipo de vida de oração. Não conheço esse tipo de esforço, esse semear com lágrimas. Muitas vezes, se Deus não faz algo imediatamente, desistimos e passamos para outra coisa.
Mas não aquelas mulheres, nem aqueles homens. Eles esperaram, clamaram a Deus. E, resumindo a história, Deus agiu. Deus trouxe Duncan Campbell, já mencionado nesta série, e derramou Seu Espírito.
Deus acendeu o fogo. Fez os leitos secos dos rios transbordarem. Fez o deserto florescer. Enviou um extraordinário derramamento do Seu Espírito sobre jovens, idosos e toda aquela região, alcançando as terras altas da Escócia — ainda hoje lembrado como um grande avivamento.
Onde tudo começou, humanamente falando? No coração de duas mulheres dispostas a semear com lágrimas. Não seria maravilhoso se Deus levantasse outras Peggy e Christine Smith para crer e orar?
Hoje encontro mulheres cujos filhos já saíram de casa, ou que estão numa fase mais avançada da vida, mais limitadas fisicamente. Precisamos dessas mulheres orando, ensinando-nos a orar, chorando diante do Senhor e clamando a Deus.
A maioria dessas mulheres nunca terá seus nomes registrados nos livros de história aqui na terra. Mas quando chegarmos ao céu, creio que muito do crédito será dado a elas. Deus dirá: “Vocês estavam pregando, escrevendo livros, fazendo programas, mas eu estava ouvindo as orações daquela senhora.”
São os heróis anônimos, os intercessores desconhecidos. . . Ó Senhor, levanta-os por meio deste ministério e de outros. Sei que há mulheres ouvindo este programa e Deus está colocando em seus corações o desejo de serem intercessoras. Deus lhes mostrará como orar. Deus lhes dará as lágrimas. Permita-me encerrar esta série com a promessa de Deus em Salmo 126.5:
Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.
Há uma colheita vindo. Falamos sobre o custo de semear, mas agora vemos a certeza da colheita: eles colherão com alegria.
E, para que não haja dúvida, o versículo 6 repete:
Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes.
A certeza da colheita: colherão — os que semeiam com lágrimas.
A propósito, não diz apenas que os que têm lágrimas colherão com alegria. Isso me ocorreu enquanto eu meditava nesta passagem mais cedo. Diz: “Os que semeiam com lágrimas.” Aquele que continuamente sai chorando — não diz que ele voltará com júbilo. Diz: “Aquele que continuamente sai chorando, levando a semente para semear.”
Aqueles que estão saindo, semeando a Palavra de Deus nos corações e nas vidas das pessoas e fazendo isso com lágrimas — lágrimas de compaixão, lágrimas de preocupação, lágrimas de contrição, lágrimas de trabalho e de dor de parto — aqueles que semeiam com lágrimas, esses são os que colherão com alegria.
Não são as nossas lágrimas que trazem de volta a colheita. É a Palavra de Deus. É a verdade da Palavra de Deus. É Cristo, a Palavra viva. É Ele quem traz o avivamento, então nunca podemos dizer: “Ah, eu fui a intercessora. Fui eu quem chorou, e Deus. . .” Não são as nossas lágrimas. É a Palavra de Deus. São as nossas lágrimas que apenas regam aquela semente que foi semeada, e então ela cria raiz e produz fruto.
Os que semeiam com lágrimas colherão com alegria. Eles voltarão com júbilo — aí está essa palavra novamente. Significa entoar cânticos de alegria. Então vemos nesta passagem que a nossa tristeza, as nossas lágrimas, darão lugar à alegria.
Salmo 30.5: “O choro pode durar uma noite.” Pode ser uma longa noite — semanas ou anos de uma noite, décadas. . . O choro pode durar uma noite, mas a manhã vem, e com a manhã vem o quê? Alegria. “A alegria vem pela manhã.”
Essa grande alegria — você lê sobre ela nos livros de história de avivamento e do Segundo Grande Despertamento. Foi dito sobre uma área em particular que havia grande alegria naquela cidade e na região além dela. Pais eram frequentemente vistos regozijando-se por um filho ou uma filha que havia se tornado objeto da graça.
Isso me lembra, a propósito. . . Pais, alguns de vocês estão aflitos por seus filhos. Alguns de vocês têm pequeninos; vocês estão educando-os em casa; tentando ensiná-los nos caminhos de Deus. Vocês os enviam para a escola todos os dias, e estão tão preocupados com o que acontece nos corações deles, com a semente da Palavra de Deus criando raiz em suas vidas. Não desistam!
Alguns de vocês têm adolescentes; alguns têm filhos já crescidos e fora de casa, e eles não estão andando com o Senhor, e vocês ainda estão com o coração pesado. Não desistam! Continuem semeando a Palavra com lágrimas. Deus mostrará quando falar. Deus também mostrará quando ficar em silêncio, mas continuem semeando a semente da Palavra.
Continuem semeando essas orações; continuem semeando essas lágrimas. Não desistam! Sejam mães fiéis com os pequeninos, semeando a Palavra de Deus nos corações dos seus filhinhos. Não deixem que essas crianças cresçam tendo perdido a coisa mais importante.
Ouçam, vocês podem mantê-los vestidos e alimentados e na escola na hora certa e em eventos esportivos e aulas de piano, mas se vocês não têm plantado a Palavra de Deus nas vidas deles, o que vocês terão para mostrar por todo o seu investimento? Sejam fiéis; não desistam! Aqui está uma promessa para o seu futuro: “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão” (Sl. 126.5). Não diz quando; não diz por quanto tempo; não diz exatamente como será a colheita. Mas vocês colherão. Vocês colherão com alegria.
E essa é a certeza da colheita: a colheita. . . “trazendo os seus feixes” (Sl. 126.6). Eu me pergunto: se tivéssemos mais pais semeando, chorando, orando, com corações sinceros — mais esposas semeando, chorando, orando, com corações sinceros — não haveria mais filhos e mais maridos acertando sua vida com Deus?
É muito mais difícil fazer assim, não é? Preferimos enviar um livro, encaminhá-los a um conselheiro. Não estou dizendo que haja algo errado com livros e conselheiros bíblicos, mas quero dizer a você que há um preço a ser pago. Há um custo se você quiser colher, e não há atalhos para isso. É o custo de semear com lágrimas.
Eu ouço mulheres tão sobrecarregadas. . . Elas nos escrevem no Aviva Nossos Corações o tempo todo — e sou tão grata por elas escreverem — mas meu coração se volta para elas enquanto compartilham seu fardo por um marido que não está andando com Deus, seu fardo por uma igreja que está tão seca e estéril, ou seu fardo por seu local de trabalho.
O que esta passagem diz é: “O que podemos fazer a respeito?” Semear com lágrimas. Semear as sementes da Palavra de Deus nessa situação conforme você tiver oportunidade. Semear as sementes de oração nessa situação — com lágrimas, com quebrantamento de coração — e você colherá.
A história do avivamento é a história de pessoas — Peggy Smith e Christine Smith e outras — que semearam com lágrimas e depois colheram com alegria. Lemos esses livros de história, lemos as histórias, e vemos a grande colheita.
Posso garantir a você — posso assegurar a você — que onde quer que tenha havido uma grande colheita, houve alguém, ou houve alguns, que semearam com lágrimas. Houve intercessores, pessoas nos bastidores, pessoas cujos nomes você talvez não leia. Eles semearam com lágrimas, e é por isso que você está vendo uma colheita.
Quando semeamos com lágrimas, há uma colheita: “colherão com alegria.” Novamente, deixe-me referir ao Segundo Grande Despertamento nos anos 1800. Um escritor disse que era surpreendente ver a mudança que ocorreu nessa comunidade em particular em duas semanas. “Os santos estavam cheios de emoções de alegria, e os pecadores compungidos em seu coração, e começaram ansiosamente a perguntar o que deveriam fazer para serem salvos.”
Pessoas querendo conhecer a Cristo. . . Não estamos tendo que sair implorando para que as pessoas venham a Jesus; as pessoas estão vendo a realidade, e Deus está sobrenaturalmente atraindo seus corações. É uma colheita. Posso compartilhar com você que os maiores impulsos missionários e movimentos evangelísticos da história nasceram de épocas de avivamento na Igreja? É verdade.
Também, os maiores movimentos de reforma — muitas das leis contra o trabalho infantil, a Lei Seca, a abolição da escravidão — muitos desses nasceram de movimentos de avivamento na igreja. “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.”
É uma questão de pessoas vindo à fé em Cristo. No grande avivamento de oração da cidade de Nova York, de 1857 a 1858, as pessoas oraram. Elas semearam com lágrimas. Não apenas na cidade de Nova York, mas à medida que aquela reunião de oração cresceu pelo continente, o que aconteceu? Os que semearam com lágrimas colheram com alegria.
Na cidade de Nova York, durante o auge daquele avivamento, houve até 50 mil conversões por semana. Mais de um milhão de pessoas se converteram à fé em Cristo durante aquele grande avivamento. E não houve um grande esforço evangelístico, mas à medida que o povo de Deus semeava com lágrimas — enquanto clamavam a Deus — Deus veio, e Deus se moveu.
Falamos neste programa antes sobre o avivamento galês em 1904 e 1905. Durante aquele avivamento, houve mais de 100 mil conversões em um período de cinco meses.
Cinco anos depois, alguém estava tentando desacreditar o avivamento. A pior coisa que ele pôde dizer foi que, cinco anos depois, apenas oitenta por cento dessas conversões permaneciam firmes. Ah, quem dera pudéssemos ter esse tipo de registro em nossos movimentos evangelísticos hoje!
Deus salva pessoas. “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.”
Nas Hébridas, na ilha de Lewis, durante o Avivamento das Hébridas, diziam que todos estavam pensando na eternidade e na condição de sua alma. “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.”
Em tempos de avivamento, mais pessoas são salvas “acidentalmente” — e coloco isso entre aspas — do que são salvas por todos os nossos esforços combinados à parte do mover do Espírito de Deus em avivamento, porque quando o povo de Deus fica cheio de Deus, as pessoas perdidas percebem.
Permita-me recorrer a uma referência do Antigo Testamento aqui que ilustra isso. No livro de Cantares de Salomão, você tem essa grande história de amor, uma imagem de uma noiva e seu relacionamento com seu noivo. E há um ponto nessa história em que ela perde o senso da presença do seu noivo, e sai para procurá-lo. Ela sai para encontrá-lo, e não consegue encontrá-lo. Ela não sabe onde ele está.
Então ela pergunta a outras pessoas onde ele está: “Vocês viram o meu amado?” E elas dizem a ela: “O que há de tão especial no seu amado? Por que você sente tanta falta dele?” E ela começa a pensar por que ele é tão especial, e se lembra do que a atraiu e a cativou nele, e começa a descrever em grande, específico e radiante detalhe o que ama e aprecia nele.
Quando ela termina suas palavras de louvor ao seu amado, sabe o que suas amigas dizem? “Para onde foi o seu amado, para que o busquemos com você? Queremos conhecê-lo.” (Ct. 5.5–6)
É isso que acontece em tempos de avivamento. O mundo vê uma Noiva apaixonada, novamente apaixonada por Jesus, e o mundo diz: “Queremos conhecê-Lo.” Onde Ele está?” E eles vêm à fé em Jesus Cristo. “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes.” (Sl. 126.5–6)
Você diz: “Quanto tempo é continuamente?” Eu não sei. Vou dizer a você, é pelo menos até que a colheita venha. E isso pode ser questão de semanas, meses ou — mais provavelmente — anos. Você será fiel? Eu estaria disposta a ser fiel se tivesse que semear com lágrimas, ano após ano, sem jamais receber uma colheita — apenas crendo que a Palavra de Deus é verdadeira; que à maneira de Deus, no tempo de Deus, eu colherei com alegria?
Onde Deus está pedindo que você semeie com lágrimas? Pelo seu casamento? Você diz: “Tenho feito isso há anos.” Não pare. “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.”
Deus está pedindo que você semeie com lágrimas em favor de um filho ou filha ou neto que não está andando com Deus? Você diz: “Tenho feito isso há anos! Nada está acontecendo.” Não desista. “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.”
Talvez seja o seu local de trabalho. Você diz: “É um ambiente tão pagão. Eles não têm temor do Senhor naquele lugar.” Isso preocupa você. Você ora, mas nada acontece. Não desista. “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.”
Talvez você esteja sobrecarregada por causa da sua igreja. Ouvimos isso o tempo todo — e é verdade, como Isaías orou em Isaías 64, que Jerusalém é um deserto; é uma desolação (v. 10). Nossas igrejas são um deserto hoje, e eu não digo isso de forma crítica. Eu digo isso com o coração quebrantado. Você diz: “Eu tenho orado, e nada está acontecendo.” É isso que você pensa. É tudo o que você consegue ver. Mas não desista. “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.”
Seja fiel. Não se canse de fazer o bem. Você colherá se não desistir. A alegria virá; a colheita virá. E assim oramos com o salmista no Salmo 67: “Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o seu rosto” (v. 1). Por que? “Para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação.” (v. 2)
Essa é a colheita: a glória de Deus; a fama do nome de Cristo espalhada pelas nações; o dia em que todo joelho se dobrará, e reis e governantes e nações se voltarão e confessarão Jesus como Senhor. Mulheres, quando vocês oram — quando semeiam com lágrimas — não é apenas por vocês, não é apenas pelo seu casamento, e não é apenas pela sua família ou pela sua igreja. Vocês podem se tornar parte do grande plano redentor de Deus em todo este mundo.
Há partes deste mundo onde Deus quer manifestar a Sua glória onde você nunca poderá pisar, mas você pode orar. Você pode orar pela igreja nesses países. Você pode semear com lágrimas. Ali, apenas você sozinha, na sua casa. . . você pode não conhecer mais ninguém que esteja orando dessa maneira, mas você pode orar. Você pode se apegar a Deus. Você pode ir diante do Seu trono e dizer: “Ó Senhor, eu não sairei. Eu não pararei de semear com lágrimas até que sejamos abençoados ao ver o Senhor conceder uma colheita. Queremos colher com alegria.”
E assim caminhamos por este cântico, o Salmo 126 — o cântico dos peregrinos, o cântico dos filhos de Israel, que cantavam enquanto caminhavam para o templo de Deus. Faça deste o seu cântico. Faça dele a sua oração.
Volte e revise. Se você perdeu algum episódio, visite o nosso site avivanossoscoracoes.com e acesse os episódios anteriores. Caminhe por este salmo; faça dele o seu cântico.
Vamos cantar um cântico de louvor pelas obras passadas de Deus, como este salmo faz nos versículos 1–3. Vamos fazer uma oração fervorosa por libertação da escravidão espiritual para nós mesmas e para outros, como vimos no meio deste salmo. E então, pela fé, tomemos posse da Sua promessa de que um dia colheremos com alegria. Um dia, sem dúvida, voltaremos com júbilo, trazendo conosco os nossos feixes.
E o que faremos com essa colheita? Nós a colocaremos aos pés de Jesus e diremos: “Senhor, é tudo para Ti. É tudo para a Tua glória. Obrigada, Senhor.”
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth está em uma série chamada O clamor dos cativos. Se você perdeu algum programa até agora, não se esqueça de que pode ouvir todos eles ou ler as transcrições no nosso site avivanossoscoracoes.com.
Nancy acabou de lhe dar um desafio. Faça do Salmo 126 um cântico pessoal. Quando você olha para o mundo hoje, não sente que é tempo de clamar?
Enquanto você busca o Senhor por avivamento, o seu coração é movido à compaixão? O meu é, mas com todo o sofrimento e tristeza que vemos no mundo hoje, pode ser difícil saber por onde começar.
Amanhã, ouviremos um homem que conhece o poder do avivamento em primeira mão. O nome dele é Byron Paulus.
Byron Paulus: Estávamos em um campus certa vez com alguns milhares de estudantes, um campus universitário cristão, e Deus estava agindo no coração dos cristãos.
Logo Deus trouxe um espírito de arrependimento, o dom do arrependimento do qual as Escrituras nos falam. A convicção era intensa. Foi um daqueles momentos em que Deus se agradou em abrir as janelas do céu, como Isaías diz, e derramar o Seu Espírito.
Mesmo enquanto nossa equipe e os pregadores e os líderes e facilitadores estavam fora do campus, Deus estava no campus. Havia professores que não conseguiam nem dar suas aulas porque estavam sendo tomados pela convicção de Deus, e alunos estavam chorando.
Em um período de dois ou três dias, a maior parte disso fora de qualquer contexto de reunião, houve mais de quatrocentos alunos que entraram no reino e que vieram a Cristo.
Raquel: Byron Paulus se juntará a nós novamente com algumas histórias incríveis de como Deus se moveu no passado, e vamos orar para que o Senhor aja novamente.
Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.