Nancy DeMoss Wolgemuth: Não sei como poderemos ter o coração de Jesus sem ter um coração que chora.
Raquel Anderson: Quando você olha para a dor no mundo e para o pecado no seu próprio coração, você se comove e chora? Nancy DeMoss Wolgemuth diz que geralmente não nos comovemos o suficiente.
Nancy: Eu olho para isso e digo: “Senhor, o Senhor por favor mude o meu coração.” Não podemos fazer isso sozinhas. “Deus, eu quero que o Senhor me dê o coração de Cristo.”
Raquel: Você está ouvindo o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Quebrantar-se, na voz de Renata Santos.
Nancy: Ao longo dos anos, eu tenho tido o compromisso — e realmente feito um esforço — de não ensinar além do que seja realidade em minha própria vida, ou pelo menos algo que tenha me comprometido a caminhar nessa …
Nancy DeMoss Wolgemuth: Não sei como poderemos ter o coração de Jesus sem ter um coração que chora.
Raquel Anderson: Quando você olha para a dor no mundo e para o pecado no seu próprio coração, você se comove e chora? Nancy DeMoss Wolgemuth diz que geralmente não nos comovemos o suficiente.
Nancy: Eu olho para isso e digo: “Senhor, o Senhor por favor mude o meu coração.” Não podemos fazer isso sozinhas. “Deus, eu quero que o Senhor me dê o coração de Cristo.”
Raquel: Você está ouvindo o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Quebrantar-se, na voz de Renata Santos.
Nancy: Ao longo dos anos, eu tenho tido o compromisso — e realmente feito um esforço — de não ensinar além do que seja realidade em minha própria vida, ou pelo menos algo que tenha me comprometido a caminhar nessa direção.
Ocasionalmente, chegamos a um tema — e hoje é um desses dias — em que fico hesitante em ensinar, porque sei que aquilo que estou ensinando está muito além do que estou vivendo.
Raquel: Nancy continua a série O Clamor dos Cativos.
Nancy: Estamos no Salmo 126. Eu até pularia isso, mas não dá para ensinar essa passagem e ignorar este versículo. Temos falado sobre o custo de semear. Salmo 126.5: “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.” Primeiro, o custo da semeadura: semeamos com lágrimas. Depois, a certeza da colheita: colheremos com alegria.
Temos falado disso na esfera espiritual, seja você como mãe ou no ministério, no contexto da igreja local, enquanto investimos na vida de outras pessoas. Queremos ver Deus enviar avivamento. Existe um preço, e parte desse preço mencionado nessa passagem são as lágrimas.
Falamos ontem sobre alguns tipos diferentes de lágrimas. Primeiro, as lágrimas da labuta, do esforço, da perseverança, da paciência — como uma mãe em trabalho de parto para dar à luz um filho. Esse é um tipo de choro. O apóstolo Paulo disse que, quando ministrou em Éfeso, “durante três anos, noite e dia, não cessei de admoestar com lágrimas” (Atos 20.31). Havia um profundo zelo em seu ministério.
Depois falamos das lágrimas de confissão, lágrimas de contrição pelo nosso próprio pecado e pela nossa condição espiritual. Houve momentos em minha vida em que tive lágrimas de esforço enquanto me preparava para ensinar. Talvez na noite anterior a uma gravação, quando nada parecia se encaixar, e eu estava desesperada, em lágrimas.
Eu conheço, em certa medida, as lágrimas de confissão e contrição pelo meu próprio pecado — não com a frequência que eu gostaria ou que deveria ser, mas já experimentei isso. Porém, algo que experimentei muito pouco (e ao meditar nessa passagem tenho pedido a Deus que me dê mais) é um terceiro tipo de lágrimas que quero abordar hoje: lágrimas de compaixão e preocupação pela condição espiritual dos outros.
Falamos sobre lágrimas de confissão pelo nosso próprio pecado; agora estamos falando sobre lágrimas de compaixão e preocupação pela condição espiritual dos outros. Hoje, enquanto me preparava para ensinar essa passagem — que venho estudando há anos — muitos textos das Escrituras vieram à minha mente que falam sobre chorar em favor de outras pessoas.
Eu não sou uma pessoa que chora facilmente. Sei que algumas pessoas choram mais naturalmente e outras menos. Algumas pessoas parecem ter os olhos sempre cheios de lágrimas, e eu gosto de estar perto delas porque têm um coração sensível. Quando estou com elas, penso: “Senhor, eu preciso mais disso.” É assim que me sinto ao ler essa passagem.
Gostaria de citar alguns versículos que têm falado comigo e ver o que eles dizem a você.
Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes. (Sl. 12.5–6)
Quando digo “o profeta chorão”, em quem você pensa? Jeremias. Lemos Jeremias e Lamentações e vemos ali um homem que realmente sabia chorar pela condição espiritual dos outros. O peso e o anseio que ele carregava. Ele escreveu um livro chamado Lamentações — um livro de lamento.
Hoje sabemos pouco sobre lamentar, sobre entristecer-se e chorar, não apenas pelos nossos pecados, mas também pelas necessidades espirituais dos outros. Em Lamentações 2.19 ele diz:
Levante-se e clame de noite, no princípio das vigílias. Derrame, como água, o coração diante do Senhor; levante a ele as mãos, pela vida de seus filhinhos, que desfalecem de fome nas esquinas de todas as ruas.
Deus havia dito que o juízo viria, que Jerusalém seria destruída e o povo levado ao cativeiro. Jeremias clama ao Senhor com lágrimas, súplica e fervor pela vida das crianças que morreriam de fome. Há aqui compaixão, ternura, preocupação.
Depois, em Lamentações 3.48–49:
Dos meus olhos correm rios de lágrimas, por causa da destruição da filha do meu povo. Os meus olhos choram, não cessam, e não há descanso, até que o SENHOR atenda e veja lá do céu.
Era um homem tão sobrecarregado que as lágrimas fluíam continuamente por causa da condição espiritual do seu povo.
Em Jeremias 9, ele diz: “Chamem carpideiras. . . mandem procurar mulheres hábeis. “Era uma referência às mulheres que choravam nos funerais. Ele usa essa imagem dizendo:
Considerem e chamem carpideiras, para que venham. . . Que elas se apressem e levantem sobre nós o seu lamento, para que os nossos olhos se desfaçam em lágrimas, e as nossas pálpebras destilem água. (vv. 17–18)
Talvez, ao vê-las chorar, o povo fosse despertado a chorar pela condição espiritual do povo de Deus.
Bem, não foi apenas Jeremias que teve esse tipo de compaixão. Claro, sabemos que o Senhor Jesus também tinha. Você se lembra de ver o coração de Cristo em Lucas capítulo 19? Diz: “Quando Jesus ia chegando a Jerusalém. . .” (v. 41). Isso aconteceu pouco antes de Ele ir para a Sua morte. Ele proclama ser o Salvador, o Redentor. Ele é o dom de Deus, o Messias, para salvá-los dos seus pecados. Mas eles não entendem. Eles O rejeitaram.
Ele não está tão preocupado com o impacto disso sobre Ele mesmo, mas com o impacto sobre eles — e sobre todo o plano de Deus, o Seu plano redentor. Diz: “Quando Jesus ia chegando a Jerusalém, vendo a cidade, chorou por ela.” (Lc. 19.41)
Se você olhar para essa palavra “chorar”, há diferentes tipos de choro. Às vezes apenas uma lágrima caindo do seu olho ou seus olhos ficam marejados ou úmidos e talvez se encham de lágrimas. Esse não é o tipo de choro de que está falando aqui.
Essa palavra, “Jesus chorou sobre a cidade”, significa “soluçar, lamentar em alta voz, uma expressão alta de tristeza, especialmente em luto pelos mortos.” Jesus olhou para aquela cidade, e Ele viu aquelas pessoas que estavam espiritualmente mortas. O povo escolhido de Deus. Sião, a Cidade de Deus. E isso partiu o Seu coração. Ele chorou sobre a cidade.
Eu não sei como podemos ter o coração de Jesus sem ter um coração que chora. Eu olho para isso e digo: “Senhor, Tu tens que mudar o meu coração.” Eu sei que não podemos fazer isso por nós mesmas. “Deus, eu quero que Tu me dês o coração de Cristo.”
O apóstolo Paulo tinha o coração de Cristo. Nós pensamos em Paulo como um pregador duro e um tipo de homem severo. Eu não sei qual é a sua imagem dele, mas talvez você pense no apóstolo Paulo e trema um pouco. Porém, ele era um homem com um coração muito terno. Ele disse em Romanos capítulo 9: “Tenho grande tristeza e contínua dor no meu coração.” (Rm. 9.2, parafraseado)
Por quê? Ele tinha um peso no coração por seus compatriotas judeus. Ele disse: “Eu estaria disposto a ser eu mesmo condenado eternamente se isso pudesse ajudar vocês a terem salvação. Eu quero que vocês creiam. Eu carrego esse fardo contínuo no meu coração.” (Rm. 9.23, parafraseado)
Ele disse aos coríntios em 2 Coríntios 2. . . Ele está falando sobre uma carta anterior que havia escrito a eles, na qual precisou admoestá-los, repreendê-los, discipliná-los sobre uma questão na igreja em que havia pecado que não estava sendo tratado à maneira de Deus, e as pessoas estavam fazendo pouco caso do pecado. Eles não estavam lidando com isso. Então ele havia escrito anteriormente uma carta bastante severa a eles.
Agora ele se refere a essa carta, e diz: “Porque lhes escrevi no meio de muitos sofrimentos e angústia de coração, com muitas lágrimas. . .” (2 Co. 2.4). Ele diz: “Eu não escrevi aquela carta de qualquer jeito. Eu não estava bravo com vocês. Eu não estava apenas colocando o dedo na cara de vocês. Eu não estava dificultando as coisas para vocês. Eu estava com o coração partido quando escrevi aquela carta.”
Acho que, a propósito, algumas de vocês têm filhos ou filhas ou amigos ou um pai ou mãe ou alguém que vocês precisam confrontar com a verdade em amor. Uma coisa é simplesmente escrever uma carta rapidamente e dizer: “Você está errado. Você precisa se arrepender.” Outra coisa é escrever esse tipo de carta manchada de lágrimas e estar com o coração partido e dizer: “Eu estou entristecida pelo que você está passando.” Ele disse: “Eu vos escrevi com muita aflição, com angústia de coração, com muitas lágrimas.” Por quê? “Para que vocês saibam o amor abundante que tenho por vocês.” A compaixão dele motivou aquelas lágrimas.
Bem, em épocas de avivamento, uma das coisas que você verá é que as lágrimas fluem livremente dos olhos e dos corações do povo de Deus. Eu citei Jonathan Edwards anteriormente, que foi um dos homens que Deus usou no Primeiro Grande Despertamento, e ele falou sobre uma fase específica de avivamento. Ele disse: “Os cristãos estavam em lágrimas enquanto a palavra era pregada; alguns chorando com tristeza e angústia, outros com alegria e amor, outros com compaixão e preocupação pelas almas de seus vizinhos.”
É um fruto. É um subproduto do avivamento quando Deus faz essa obra em nossos corações. Ele desperta algo em nós. É o coração de Cristo que Ele desperta em nós. A compaixão de Cristo, a ternura de Cristo. Jesus tinha isso. Paulo tinha isso. Jonathan Edwards viu isso no Primeiro Grande Despertamento.
Leonard Ravenhill era um homem que já está com o Senhor há vários anos, mas era um homem de lágrimas. Era um homem com um pulsar e uma paixão para ver Deus enviar avivamento em nossos dias. Ele escreveu um texto chamado Não temos lágrimas pelo avivamento? Ele disse:
O verdadeiro homem de Deus está com o coração doente, entristecido com o mundanismo da Igreja, entristecido com a cegueira da Igreja, entristecido com a corrupção na Igreja, entristecido com a tolerância do pecado na Igreja, entristecido com a falta de oração na Igreja. Ele está perturbado porque a oração corporativa da Igreja já não derruba as fortalezas do diabo.
É esse fardo.
O apóstolo Paulo enviou uma carta, novamente manchada de lágrimas, aos filipenses, e disse: “Tenho-vos dito frequentemente e agora digo até chorando que certos homens são inimigos da cruz de Cristo.” (Fp. 3.18, parafraseado)
Paulo não conseguia falar sobre esse tipo de coisa, não conseguia pensar sobre esse tipo de coisa, não conseguia lidar com esse tipo de questão sem chorar. “Eu vos digo”, até chorando enquanto escreve esta carta. . . Ao ler a carta aos Filipenses, você pensa em Paulo chorando enquanto escreve sobre aqueles que são inimigos da cruz de Cristo que estão plantados dentro da igreja?
- Você se entristece quando vê cristãos apenas cumprindo formalidades, vivendo vidas mundanas, pecaminosas?
- Você se entristece quando vê os chamados cristãos com valores temporais, sem senso de eternidade?
- Você se entristece quando vê casamentos na igreja se desfazendo, cristãos se divorciando de seus cônjuges quando Deus diz que odeia o divórcio?
Então, onde estão as lágrimas na igreja hoje? Se nossos olhos estão secos, será que é porque nossos corações estão secos? Ou talvez, como temos estudado neste salmo, porque a nossa sorte não foi revertida. Talvez ainda estejamos vivendo em alguma área de escravidão e não estejamos livres para deixar Cristo expressar Seu amor, ternura e compaixão por meio de nós.
Veja, as lágrimas fluem naturalmente de corações quebrantados e contritos. É isso que você vê em Joel capítulo 2, uma passagem que veio ao meu coração mais cedo nesta manhã. Na verdade, deixe-me pedir que você abra lá, se estiver com sua Bíblia. Joel capítulo 2. Vou ler vários versículos aqui, e isso vai meio que reunir todo esse conceito para nós. Temos também o link de todas as passagens bíblicas aqui na transcrição.
Para te dar um pouco de contexto, Joel vinha falando anteriormente neste capítulo sobre a vinda do Dia do Senhor. É um dia de terrível julgamento. Um dia de destruição e devastação. Então, em resposta a isso, no versículo 12, o Senhor fala ao Seu povo:
Ainda assim, agora mesmo, diz o SENHOR [à luz deste julgamento ameaçado e iminente] "Convertam-se a mim de todo o coração; com jejuns, com choro e com pranto.
Essas são as lágrimas de que falamos na última sessão, as lágrimas de confissão e contrição pelo nosso próprio pecado.
Convertam-se a mim de todo o coração; com jejuns, com choro e com pranto. Rasguem o coração, e não as suas roupas." Convertam-se ao SENHOR, seu Deus, porque ele é bondoso e compassivo, tardio em irar-se e grande em misericórdia, e muda de ideia quanto ao mal que havia anunciado. (vv. 12–13)
Ele é um Deus que quer mostrar misericórdia. Ele Se deleita em mostrar misericórdia. Então venha ao Senhor em quebrantamento e arrependimento.
Quem sabe se ele não se voltará e mudará de ideia, e, ao passar, deixe uma bênção. . . (v. 14)
Deus quer abençoar. Deus quer avivar. Deus quer visitar o Seu povo. Deus quer que sejamos poupadas do julgamento e da ira, então desvie-se dos seus pecados e deixe que isso seja evidente em lágrimas de confissão e contrição.
Então Ele nos chama a chorar não apenas pelos nossos próprios pecados, mas pelos pecados dos outros. Veja o versículo 15:
Toquem a trombeta em Sião, proclamem um santo jejum, convoquem uma reunião solene. [Não ouvimos muito sobre isso hoje porque não queremos fazer nada solene na igreja.] Reúnam o povo, santifiquem a congregação, congreguem os anciãos, reúnam as crianças e os que mamam no peito. Que o noivo saia do seu quarto, e a noiva, dos seus aposentos. (vv. 15–16)
Este é um importante conselho de família sendo convocado aqui. Todos venham: bebês que ainda mamam, casais em lua de mel. Deixem o que estiverem fazendo. Venham a este lugar. Consagrem-se. Isto é sério. Deus quer encontrar-Se conosco. Ele quer que nós nos encontremos com Ele.
Que os sacerdotes, ministros do SENHOR [façam o que?], chorem entre o pórtico e o altar. (v. 17)
Que eles chorem. Você diz: “Bem, isso é para os ministros fazerem.” O que você acha que nós somos? Sacerdotes para Deus. Este é o nosso chamado neste dia.
“Que os sacerdotes” não sejam apenas os pastores de nossas igrejas, mas ministros, servos do Senhor, pois todo cristão é sacerdote para Deus.
Que os sacerdotes, ministros do SENHOR, chorem entre o pórtico e o altar, e orem: "Poupa o teu povo, ó SENHOR, e não faças da tua herança um objeto de deboche e de zombaria entre as nações. Por que hão de dizer entre os povos: ‘Onde está o Deus deles?’ (v. 17)
Você se lembra de que, anteriormente na série, dissemos que quando Deus liberta o Seu povo do cativeiro, as nações dirão: “Grandes coisas o SENHOR tem feito por eles”? (Sl. 126.2). Elas terão uma percepção de Deus, uma consciência da presença de Deus. Mas agora Ele está dizendo que a condição espiritual do povo é tal que as nações estão zombando; estão escarnecendo; estão rindo da Igreja, ou estão dizendo: “Onde está o Deus deles?
Não vejo nenhuma evidência. Por que diriam: Onde está o seu Deus?” Então, o que devemos fazer? Devemos vir e ficar entre o povo — esse é o pórtico, onde o povo fica; e o altar — esse é onde Deus está. Devemos ficar entre eles e dizer: “Ó Senhor, por favor, poupa o Teu povo”, clamando a Deus por misericórdia. “Senhor, não tornes a Tua herança um opróbrio. Queremos que o Teu nome seja glorificado. Queremos que Tu sejas honrado.”
Como devemos fazer essas orações? Com choro, com fervor, por compaixão e preocupação pelo povo de Deus. Você vê, quando rasgamos nossos corações e choramos diante dele, Deus rasgará os céus, e nos visitará com a Sua gloriosa presença.
Kim Wagner é uma mulher que tem sido uma querida amiga por vários anos, e temos muito em comum. Deus a tem usado em minha vida de muitas maneiras. Ela tem um coração terno, um coração sensível. Ela tem compaixão e preocupação pelo povo de Deus. Tivemos o privilégio de orar juntas por avivamento na igreja ao longo dos anos. Kim está conosco aqui no estúdio hoje, e eu lhe pedi que encerrasse esta sessão nos conduzindo em oração.
Quero convidar você a unir seu coração enquanto Kim ora. Todas nós queremos orar enquanto ela nos conduz em voz alta. Apenas peça a Deus que nos dê o Seu coração — Seu coração pelo nosso próprio pecado e Seu coração pelo pecado da igreja. Peça a Deus que nos dê aquele coração terno para que possamos semear com lágrimas, a fim de que um dia possamos ter o privilégio de colher com alegria.
Kim, você poderia nos conduzir?
Kim Wagner: [Chorando] Pai, eu quero Te agradecer pela verdade da Tua Palavra que abre nossos olhos para onde estamos e quem Tu és e onde Tu desejas que estejamos. Ó Pai, enquanto Nancy novamente hoje proclamou fielmente a Tua Palavra, meu coração está tão sobrecarregado com a necessidade de a Igreja experimentar verdadeiro avivamento, não apenas falar sobre isso e não apenas ler sobre isso.
Eu sei que há pessoas em outras nações que estão clamando por avivamento para a América. Há cristãos em todo este mundo que estão clamando por avivamento para a América.
Estou tão envergonhada da nossa nação e da igreja evangélica. Como cristã, estou tão envergonhada. É tão difícil pedir que Tu tragas avivamento quando, Senhor, Tu precisas trazer disciplina a nós porque nos afastamos tanto do Teu chamado.
Temo que tenhamos trazido tanta vergonha ao Teu nome porque não refletimos nem nos parecemos com quem Tu és e com quem Tu desejas que sejamos. Pai, eu apenas peço que Tu faças o que for necessário. Eu sei que Tu desejas que o avivamento venha. Tu desejas que Te glorifiquemos. Tu desejas que as nações proclamem que Tu és Deus por causa da obra que estás fazendo na Tua Igreja.
Pai, nós clamamos por isso. Pedimos que Tu faças o que for necessário para nos levar a um lugar de quebrantamento, para nos levar a um lugar onde tenhamos corações ensináveis, responsivos e rendidos a Ti. Abre realmente nossos olhos para a realidade de onde estamos.
Pai, dá-nos fome por avivamento. Eu oro para que Tu levantes cristãos por toda esta nação que estejam intercedendo por avivamento, que estejam clamando a Ti. Pai, por favor, começa. . . que seja hoje mesmo, a partir deste momento, que Tu acendas fogos de fome por avivamento dentro desta própria sala que se espalhem para que Tu sejas glorificado, Pai. Não para que nos sintamos melhor, não para que tenhamos algum tipo de apenas euforia espiritual, mas para que o Teu nome seja conhecido. Que não haja ateus que se assentem e não vejam evidência de Ti.
Ó Deus, nós clamamos. Desejamos que eles vejam e saibam que Tu és real porque Tu, e somente Tu, és Deus. E por favor, se quiseres, usa-nos para transmitir isso e comunicar isso. Por favor, por favor, traz avivamento. Eu peço, Senhor Jesus, por amor do Teu nome e para a Tua glória, amém.
Raquel: Escutamos Kimberly Wagner, que tem um desejo intenso por avivamento. Antes da oração dela, Nancy DeMoss Wolgemuth explicou quão valioso é chorar diante de Deus em oração.
Eu não sei quanto a você, mas às vezes as pessoas tentam evitar lágrimas o máximo possível. O programa de hoje — e toda a série de Nancy — tem nos mostrado que as lágrimas podem ser algo muito bom, especialmente quando são motivadas por compaixão pelos perdidos. Essa mensagem faz parte da série chamada O Clamor dos Cativos.
Bem, temos falado muito sobre chorar por avivamento. No próximo episódio ouviremos sobre os resultados desse choro: a alegria que vem do avivamento.
Nancy: “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Voltarão com alegria.” Então vemos nesta passagem que nossa tristeza, nossas lágrimas darão lugar à alegria.
Salmo 30.5: “O choro pode durar uma noite, mas pela manhã vem. . .” — e com a manhã vem o quê? “Alegria.” A alegria vem pela manhã.
Raquel: Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.