Raquel Anderson: Imagine um prisioneiro que vê a porta da sua cela finalmente se abrir e diz: “Hum, acho que prefiro continuar preso.” Parece ridículo, mas quando se trata do cativeiro do pecado, algumas pessoas fazem exatamente isso. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: O pecado oferece prazer por um tempo, e algumas de nós preferem permanecer no cativeiro a ter a liberdade da obediência.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, coautora de Mulher: Design Divino - sua verdadeira feminilidade, na voz de Renata Santos.
Muitas pessoas acordam em uma casa confortável, em um bairro tranquilo, entram em um bom carro e correm para mais um dia buscando uma carreira de sucesso. Parece que está tudo sob controle, mas elas podem estar em uma séria escravidão.
Nancy vai mostrar como encontrar a verdadeira liberdade. Esta é a série …
Raquel Anderson: Imagine um prisioneiro que vê a porta da sua cela finalmente se abrir e diz: “Hum, acho que prefiro continuar preso.” Parece ridículo, mas quando se trata do cativeiro do pecado, algumas pessoas fazem exatamente isso. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: O pecado oferece prazer por um tempo, e algumas de nós preferem permanecer no cativeiro a ter a liberdade da obediência.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, coautora de Mulher: Design Divino - sua verdadeira feminilidade, na voz de Renata Santos.
Muitas pessoas acordam em uma casa confortável, em um bairro tranquilo, entram em um bom carro e correm para mais um dia buscando uma carreira de sucesso. Parece que está tudo sob controle, mas elas podem estar em uma séria escravidão.
Nancy vai mostrar como encontrar a verdadeira liberdade. Esta é a série O Clamor dos Cativos. Caso tenha perdido algum episódio anterior ou queira acompanhar esta série com uma amiga, visite nosso site e acesse a aba de podcasts, avivanossoscoracoes.com.
Nancy: Como você sabe, se segue o Aviva Nossos Corações há algum tempo, Deus colocou um forte peso em meu coração para ver o que chamamos de avivamento, o que os historiadores chamaram de avivamento — ver isso acontecer no coração do povo de Deus.
Por isso sinto alegria em poder ensinar esta série a partir do Salmo 126, que acredito ser uma das grandes passagens bíblicas sobre avivamento.
A palavra “avivamento” não aparece neste salmo, mas o que é descrito é um retrato do que acontece quando Deus aviva o Seu povo.
Espero que você tenha acompanhado conosco. Se não acompanhou, ainda dá tempo de pegar sua Bíblia e abrir no Salmo 126 — são apenas seis versículos — e estamos dedicando quase duas semanas para este capítulo. Há tantas riquezas, tantos tesouros nessa passagem.
Passamos os últimos dias analisando os três primeiros versículos, onde o povo de Deus se lembra do que Deus fez no passado. Eles oferecem louvor pelo passado, pela forma como Deus libertou Seu povo do cativeiro. Provavelmente estavam pensando diretamente na saída do cativeiro babilônico, quando retornaram à sua terra e voltaram a ser um povo livre, podendo reconstruir sua nação.
Que retrato isso é da salvação, quando Deus nos liberta de Satanás e do pecado, da escravidão do pecado, mas também um retrato do que acontece quando Deus aviva o Seu povo, libertando-nos das faixas do túmulo de que falamos anteriormente nesta série — aquelas que Lázaro ainda tinha quando saiu do sepulcro! Ele estava vivo, mas ainda preso.
Quando o povo de Deus é liberto da escravidão do pecado, do eu e deste mundo, há uma alegria que é fruto disso. Vimos o tema da alegria ao longo deste salmo — alegria, contentamento e cânticos como expressão de pessoas que foram libertas. Esses são os três primeiros versículos do Salmo 126.
Agora chegamos ao versículo 4, que é como o ponto central deste salmo. Aqui o povo de Deus não está lembrando, mas pedindo. É aqui que está a petição, a oração por avivamento. Eles fazem um apelo com base no que Deus fez no passado e pedem que Deus faça algo no presente.
“Senhor, vimos o que o Senhor fez antes. Vimos como foi quando o Senhor libertou o Seu povo, quando lhes deu alegria e contentamento, e as nações ao redor olharam e disseram: ‘Deus está ali. O Senhor fez grandes coisas por eles.’ Mas para algumas de nós isso é apenas uma lembrança.”
Algumas de nós conseguem lembrar de um tempo em que Deus se moveu em nossa vida, em nossa família ou em nossa igreja. E foi maravilhoso. Ele nos libertou da amargura. Tivemos a consciência limpa. Lidamos com algo do passado. Um relacionamento foi restaurado. Talvez Deus tenha se movido de forma doce em avivamento na sua igreja, e você olha para trás e pensa: foi maravilhoso. Talvez tenha sido há três anos ou há trinta e três anos.
É possível que você tenha voltado a algumas áreas de cativeiro, porque é nossa tendência, enquanto estamos nesta carne, retroceder, voltar ao cativeiro. Por isso o salmista orou no Salmo 85: “Será que não tornarás a vivificar-nos, para que em ti se alegre o teu povo?” Precisamos disso repetidas vezes — do mover renovado do Espírito de Deus em nosso coração.
O salmista ora no versículo 4 do Salmo 126: “Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe.” Traga de volta nossa restauração. Ele está dizendo: “Não estamos satisfeitos apenas com misericórdias passadas. Precisamos de um novo avivamento.”
Novo avivamento — você está vivendo em avivamento hoje, ou o seu coração precisa ser avivado novamente? Eu não sei quanto a você, mas o meu coração precisa ser avivado repetidas vezes. Às vezes volto e leio antigos diários e vejo como Deus me libertou em determinada área. Então percebo que voltei ao mesmo cativeiro e preciso novamente que Deus restaure minha liberdade.
Observe que essa oração, no versículo 4, é dirigida ao Senhor. Você pode dizer: “Isso é óbvio.” Mas é impressionante quantas pessoas procuramos em busca de solução antes de irmos ao Senhor. Essa oração é dirigida a Ele. Busque a Ele. “Restaura, Senhor, a nossa sorte.” Ninguém pode fazer o que Ele pode fazer.
Há questões em sua família, em sua igreja, em relacionamentos, nas quais somente Deus pode agir. Dependemos dele.
Percebo também que essa é uma oração sincera. Ele diz: “Ó Senhor.” Gosto dessa expressão, “ó”. Especialmente no Antigo Testamento, ela expressa intensidade, urgência, desespero, anseio.
Acho que esse “ó” está faltando em muitas de nossas orações hoje. Sei que falta em muitas das minhas. Às vezes oro de forma tão rotineira.
Enquanto meditava neste salmo, pensei: onde está o “ó” nas minhas orações? Quero ver Deus agir, mas estou desesperada para ver Deus agir? “Restaura, Senhor, a nossa sorte.” Ó Senhor, precisamos que o Senhor faça isso.
Também é uma oração focada. Ele está dizendo: “É disso que precisamos.” Não está se contentando com coisas menores. Há muitas coisas que poderíamos pedir ao Senhor, e devemos apresentar nossos pedidos a Ele. Mas aqui ele diz: “Senhor, o que eu quero é que o Senhor restaure a nossa sorte, que liberte o Seu povo.”
Ao ler essa passagem, fica claro que quem ora deseja ser liberto. Não está satisfeito com a situação atual. Está dizendo: “Não podemos continuar assim. Isso importa.” É uma oração focada.
Observe o motivo da oração. O que eles estão pedindo a Deus com tanto desespero, intensidade e urgência? É uma oração por libertação do cativeiro, uma oração por livramento da escravidão.
E quando você faz uma oração assim, isso significa reconhecer que existe uma necessidade. Significa admitir que nem tudo está bem. Se você acha que sua vida está bem, que está vivendo uma vida cristã aceitável — não tão boa quanto a de alguns, mas melhor que a de outros, se você está contente com onde está, você nunca fará uma oração assim.
Se você chegar ao ponto em que há essa santa insatisfação em seu coração e disser: “Não posso continuar assim. Não me contento em viver esta vida cristã funcional, a margem, esta vida cristã nominal. Quero a verdadeira experiência. Quero viver em liberdade. Quero andar na plenitude do Espírito de Deus”, isso significa que você reconhece que há uma necessidade, que você não está bem.
Penso naquela passagem de Isaías, capítulo 64, que é outra grande oração por avivamento. Já falamos sobre ela neste programa. Quando Isaías faz essa oração, ele diz: “As tuas santas cidades estão desertas; Sião virou um deserto, Jerusalém está arrasada” (v. 10). Isso é honestidade.
Uma das razões pelas quais não oramos com urgência é porque não percebemos quão urgente é nossa necessidade. Não diríamos que nossa vida é um deserto. Talvez algumas pessoas aqui diriam, mas a maioria — vamos à igreja, cumprimos responsabilidades, mas não percebemos que nossa vida pode estar seca, estéril, distante do que Deus deseja.
Quando essa percepção vem, quando você se vê não em comparação com outros cristãos, mas à luz da majestade e da glória de Deus, então você diz: “Senhor, minha vida é um deserto. Não é a vida que Tu deseja que eu tenha. Eu preciso tanto de Ti.” Muitas pessoas pensam que, porque ensino no Aviva Nossos Corações, vivo sempre na plenitude de tudo isso. Posso dizer quantos dias levanto meus olhos ao Senhor e digo: “Senhor, eu sou um desastre”?
Se as pessoas que ouvem o programa Aviva Nossos Corações soubessem das minhas lutas, dos momentos em que me sinto tão apática, tão fria, tão vazia, quando é tão difícil orar. . . bem, Deus sabe. Ele sabe, e continua colocando em meu coração — e sou muito grata por isso — essa santa insatisfação, essa relutância em permanecer nessa situação, esse anseio de prosseguir para conhecê-Lo e ser preenchida por Ele.
Hoje em dia, temos tanta coisa no mundo cristão. Temos grandes conferências, grandes ministérios, livros cristãos campeões de vendas e ministérios na mídia, mas de que adianta se nossos corações estão frios e endurecidos, nossos olhos secos, nossas vidas vazias, nossa adoração sem graça, nossos lares destruídos e nossas igrejas carentes da presença e do poder de Deus? Temos muita atividade, mas pouco poder. É disso que precisamos, e é por isso que o salmista clama: "Senhor, restaura a nossa sorte?"
Quando ele ora por libertação do cativeiro, ele está querendo dizer não apenas que reconhece que tem uma necessidade, mas há um desejo implícito de ser liberto do cativeiro. Eu não quero permanecer aqui. Eu quero ser livre.
Você tem esse desejo? Você realmente tem o desejo de andar na plenitude e na liberdade do Espírito Santo em sua vida, de viver, não na esfera da vida cristã normal onde todo mundo parece viver, mas de viver na esfera do sobrenatural?
Eu sei que muitas de vocês têm. Eu sei que é por isso que vocês estão aqui. Eu sei que é por isso que vocês ouvem este programa — porque há uma fome em tantas de vocês, mas o perigo é que fiquemos contentes em permanecer onde estamos em vez de prosseguir. Não apenas que fiquemos contentes onde estamos, mas podemos até chegar ao ponto em nossa vida em que realmente meio que gostamos de permanecer no cativeiro.
O pecado oferece prazer por um tempo, e algumas de nós preferiríamos permanecer no cativeiro do que ter a liberdade da obediência, porque obedecer a Deus pode ser difícil. Pode ser humilhante. Requer quebrantamento. Requer intencionalidade. Requer esforço, e algumas de nós simplesmente preferiríamos nos deixar levar, mesmo que isso signifique que temos que permanecer em escravidão.
O salmista está dizendo: “Eu não estou contente em permanecer como estou. Eu quero prosseguir para um terreno mais alto. Eu quero ser livre. Em todas essas diferentes áreas da minha vida eu quero ser livre.”
Então isso significa uma disposição para ser transformada, não apenas um desejo de ser liberta e tirada do cativeiro, mas uma disposição para que Deus transforme nossos corações. Em resumo, você sabe o que isso significa? Arrependimento. É uma disposição para se arrepender, para se afastar de tudo o que está me impedindo de experimentar essa liberdade.
Raquel: Estamos ouvindo Nancy DeMoss Wolgemuth enquanto ela compartilha percepções baseadas no Salmo 126. Enquanto ela gravava, Byron e Sue Paulus estavam ouvindo. Byron, Sue e Nancy serviram juntos no ministério Life Action por décadas.
Byron agora lidera um ministério de avivamento chamado OneCry. Aqui está Nancy.
Nancy: Eu pedi a Byron para se juntar a nós por alguns minutos aqui no programa de hoje, e Byron, enquanto falamos sobre desespero, sinceridade, desejo e anseio, penso em nossas equipes que estiveram em provavelmente agora milhares de igrejas, e vimos em algumas igrejas um verdadeiro sentimento de anseio e alguns indivíduos nessas igrejas — um verdadeiro sentimento de desespero e anseio. Qual é a diferença que isso faz quando há esse anseio?
Byron Paulus: Eu acho que foi Leonard Ravenhill, Nancy, talvez um dos escritores mais prolíficos e um dos homens de Deus mais apaixonados que já conheci quando se trata de avivamento, que disse uma vez: “Se estivermos dispostos a viver sem avivamento, viveremos.”
Nós entramos em igrejas onde as pessoas simplesmente não estão mais satisfeitas com o status quo. Elas não estão mais dispostas a continuar sem uma visitação de Deus, e Deus começa a fazer algo no coração delas, a despertá-las e a começar a mobilizá-las em oração.
Lembro-me de anos atrás, estávamos em uma igreja bastante grande, e eu estava lá semanas antes, pedindo às pessoas que começassem a buscar o Senhor e a orar.
Cerca de uma semana antes de nossa equipe chegar para esse tempo concentrado e prolongado de busca ao Senhor, eu tinha ouvido que havia reuniões de oração acontecendo naquela igreja no meio da noite. Na verdade, ouvi que estavam acontecendo entre 2 e 3 da manhã.
Nancy: Uau.
Byron: Sabendo que isso era bastante incomum, eu disse: “Preciso descobrir mais sobre isso.” Peguei o telefone, liguei para alguém que eu tinha conhecido lá, e disse: “É verdade que há reuniões de oração acontecendo no meio da noite?”
E ele disse: “Sim, de fato está acontecendo.”
Eu disse: “É mesmo entre 2:00 e 3:00 da manhã?”
Ele disse: “Isso mesmo!”
Então eu imaginei que a próxima pergunta lógica seria: “Alguém está indo?”
Ele disse: “Na verdade, sim.” Eles haviam planejado, antes dessa temporada de buscar o Senhor e chamar as pessoas ao arrependimento, e queriam cobrir tudo em oração.
Então, por duas semanas antes do início desse tempo na igreja deles para buscar o Senhor, havia pessoas orando.
Eles disseram que havia até dez ou quinze casas e cerca de dez ou quinze pessoas em cada casa, noite após noite, entre 2:00 e 3:00 da manhã — clamando a Deus com urgência e intensidade por uma verdadeira visitação do Espírito em sua igreja. Era por volta de 150 ou 200 pessoas que estavam se reunindo. Eles disseram que queriam orar no horário mais sacrificial. Agora, a chave foi que eles foram obedientes à maneira como Deus os guiou.
Eu, pessoalmente, preferiria orar às sete da manhã, mas eles sentiram que era isso que Deus queria que fizessem. Eles obedeceram, e ao olhar para trás para aquele período de tempo — não durou apenas uma semana ou duas semanas, mas três semanas — Deus trabalhou no coração daquelas pessoas. Algumas das obras mais dramáticas, inexplicáveis e extraordinárias de Deus no coração das pessoas e nos casamentos aconteceram. Então sim, há uma relação direta.
Nancy: E você viu, eu me lembro, há alguns anos, quando você estava em uma viagem ao exterior — você viu esse tipo de desespero em uma reunião de oração da qual teve a oportunidade de participar.
Byron: Eu realmente vi, Nancy, e se eu olhar para alguns marcos na minha própria vida, experiências que me transformaram e me convenceram profundamente da minha própria falta de oração, seria a viagem a Singapura. Fui convidado para uma reunião de oração na noite de sexta-feira. Disseram que começaria às 22:00 e terminaria às 6:00 da manhã.
Eu fui e, ao participar, comecei a perceber que não era apenas um acontecimento único em uma noite de sexta-feira — que eles vinham fazendo isso por semanas e mais semanas. O que me impressionou, Nancy, não foi apenas que quarenta ou cinquenta pessoas saíam para orar a noite toda sexta-feira, mas notei que eles oravam muito por avivamento na América.
Quando aquela reunião de oração terminou e eu me encontrei com o líder, eu disse: “Há quanto tempo essa reunião de oração está acontecendo?”
Ele disse: “Por doze anos.”
Eu disse: “Toda sexta-feira à noite por doze anos?”
Ele disse: “Sim, senhor.”
Eu disse: “A noite toda, das 22:00 da noite até as 6:00 da manhã?”
E ele disse: “Sim.”
Eu disse: “Vocês costumam passar tanto tempo clamando ao Senhor por avivamento na América, ou foi só porque havia alguns ocidentais aqui?”
Ele disse: “Ah, não, nós percebemos que se Deus enviar avivamento para a América, isso impactará o mundo.”
Eu voltei e pensei comigo mesmo: “Eu não passo as noites de sexta-feira orando por avivamento.” Então, ao conversar mais um pouco, eu disse: “Por que você faz isso?”
Foi interessante. Ele disse:
Porque eu fiz parte de um avivamento em Nagaland que tocou tanto a minha vida, transformou tanto o nosso coração. Eu vi a glória de Deus. Passarei o resto da minha vida apenas buscando ao Senhor por outra oportunidade de ver Sua glória descer.
Nancy: Eu sei que temos o desejo de ter esse tipo de desespero, e temos mulheres sentadas nesta sala — algumas delas estão dizendo: “Eu gostaria de ter esse tipo de desejo por avivamento.”
Como você acha que se pode cultivar esse tipo de fome e sede e desespero para que Deus se mova? Eu sei que não estamos lá. Queremos estar, mas como você se move nessa direção?
Byron: Bem, Nancy, eu creio no meu coração que, até você enxergar a necessidade, nunca estará realmente motivado a fazer qualquer coisa — para fazer parte da solução. Eu creio que quanto mais nós simplesmente concordarmos, como Davi, até mesmo em seu próprio coração, ele diria: “Eu sou pobre e necessitado.”
Quando temos um vislumbre de Deus e de quem Ele é e de toda a Sua santidade e Sua pureza e Seu poder e Sua força e Sua glória — e como Isaías disse ali em Isaías 6, uma vez que O vemos e nos lembramos dele e dos Seus caminhos, como você está falando nesta série sobre lembrar, então veremos a nós mesmos.
É quando Isaías disse, você se lembra: “Estou perdido. . . sou homem de lábios impuros” (Is. 6.5). Eu creio que parte disso é simplesmente ter um encontro renovado com Deus.
Tenho meditado muito em uma pequena frase lá no Salmo 80, onde o salmista clama: “Dá-me vida, para que eu invoque o Teu nome” (v. 18, parafraseado). Se não experimentarmos vida, não experimentarmos pessoalmente a presença e o poder de Deus em nossa vida, então não invocaremos o Seu nome.
Lembro-me de que um estudante de seminário pediu para se encontrar comigo uma vez em meu escritório, e ele entrou. Tivemos uma reunião breve — talvez dez ou quinze minutos. Então ele disse: “Podemos orar juntos?”
Eu disse: “Claro, vamos fazer isso.”
Nunca me esquecerei, Nancy. Ele simplesmente se prostrou, deitou-se estendido no chão do meu escritório, e clamou ao Senhor. Ele disse: “Ó Deus, eu quero avivamento mais do que eu quero respirar.”
Eu pensei: Eu não quero isso desse jeito, e Deus usou aquilo para convencer meu coração. Ao conversar com aquele estudante de seminário, ele havia estudado a história do avivamento como você está fazendo agora em suas sessões do Aviva Nossos Corações.
Você está começando a ter um vislumbre de como foi quando Deus visitou antes. Como seria, como está ali nos Salmos, se realmente fôssemos libertos do cativeiro? Isso, eu creio, nos motiva, nos impulsiona e realmente nos constrange a buscá-Lo de todo o nosso coração.
Nancy: Bem, obrigada, Byron. Tem sido um privilégio para mim, por anos, servir com homens e mulheres como Byron e sua esposa, Sue, que têm um coração e uma fome de ver Deus agir.
Ao ouvir esses relatos, espero que Deus esteja te dando um desejo crescente em seu coração de dizer: “Senhor, ‘Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe.’”
Quando voltarmos a nos reunir no Aviva Nossos Corações, retomaremos esse versículo e falaremos sobre o que significa Deus restaurar o nosso cativeiro como as torrentes no sul. Você não vai querer perder a visão que isso nos dá do que Deus quer fazer em nossos dias. Vamos orar.
Ó Senhor, nós clamamos a Ti e dizemos que precisamos de Ti. Precisamos que Tu ajas em nossos dias. Precisamos desesperadamente que Tu ajas, e eu oro para que nos dês um reconhecimento da nossa necessidade em nossas próprias vidas, em nossas famílias, em nossas igrejas.
Dá-nos essa santa insatisfação com o comum de sempre. Vem e visita-nos, Senhor. Vem e liberta os cativos para a Tua glória. Eu oro em nome de Jesus, amém.
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth nos ajudou a ver quão necessitadas somos e quanto precisamos clamar a Deus. Ela esteve acompanhada por Byron Paulus, o diretor executivo do OneCry, um ministério irmão do Aviva Nossos Corações.
Você pôde ouvir programas como o de hoje graças às nossas ouvintes que apoiam financeiramente este ministério. Somos muito gratas pelo seu apoio em tornar essa mensagem possível.
Caso queira se juntar a nós para ajudar mulheres ao redor do mundo a experimentarem verdadeiro avivamento em Cristo, seremos muito gratas por suas orações e apoio financeiro.
Para fazer sua doação, você pode contribuir via Pix. A nossa chave Pix é o e-mail: contato@avivanossoscoracoes.com. Se você quiser conhecer outras formas de doação, acesse www.avivanossoscoracoes.com e clique na aba “Doar”.
Também gostaríamos de convidá-la para participar de um desafio especial de 40 dias que iniciará em Julho: “Persevere — um desafio de força”. É um convite para caminhar juntas, aprendendo a permanecer firmes — com coragem na dor, força nas dificuldades e perseverança em meio à pressão. E o mais lindo é isso: essa força não vem de nós. Ela vem da graça de Deus, derramada sobre a nossa vida, sustentando cada passo.
Vem com a gente? Visite o nosso site e se inscreva para fazer parte do grupo de WhatsApp deste desafio, avivanossocoracoes.com.
Você já orou para que Deus enxugasse suas lágrimas? Nancy diz que precisamos pedir a Deus o tipo certo de lágrimas. Ela explicará mais na próxima semana. Por favor, volte para o Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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