Raquel Anderson: Às vezes parece que se dá mais atenção aos programas e eventos da igreja do que a sermos quem Deus quer que sejamos? Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Algumas de nossas igrejas hoje estão tão entusiasmadas em levar pessoas perdidas a Jesus — como todos nós deveríamos estar — mas estão tentando levar pessoas perdidas a um Jesus que pessoas perdidas não conseguem ver na igreja.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Render-se completamente diante de Deus, na voz de Renata Santos.
Qual é a melhor maneira de mostrar ao mundo o que sua igreja está fazendo? Talvez você possa fazer anúncios no Google, contratar uma agência de marketing digital ou fazer pesquisas de mercado. Mas quando Deus visita o Seu povo em avivamento, Ele não precisa de nenhuma dessas estratégias para chamar a …
Raquel Anderson: Às vezes parece que se dá mais atenção aos programas e eventos da igreja do que a sermos quem Deus quer que sejamos? Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Algumas de nossas igrejas hoje estão tão entusiasmadas em levar pessoas perdidas a Jesus — como todos nós deveríamos estar — mas estão tentando levar pessoas perdidas a um Jesus que pessoas perdidas não conseguem ver na igreja.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Render-se completamente diante de Deus, na voz de Renata Santos.
Qual é a melhor maneira de mostrar ao mundo o que sua igreja está fazendo? Talvez você possa fazer anúncios no Google, contratar uma agência de marketing digital ou fazer pesquisas de mercado. Mas quando Deus visita o Seu povo em avivamento, Ele não precisa de nenhuma dessas estratégias para chamar a atenção do mundo.
Aqui está Nancy para falar mais sobre isso na série O Clamor dos Cativos.
Nancy: Chegamos hoje a uma parte do Salmo 126 que descreve algo que é super difícil de imaginar acontecendo em nossos dias; mas já aconteceu antes, e pode acontecer novamente. Quero pintar um quadro para você e dar uma visão do que Deus pode fazer quando envia avivamento ao coração do Seu povo.
Temos observado o Salmo 126, que naturalmente se divide em três partes: passado, presente e futuro. Ainda estamos nos versículos 1–3, onde o povo de Deus relembra o que Ele fez no passado ao libertá-los do cativeiro (provavelmente o cativeiro babilônico), quando muitos retornaram à sua terra e oferecem louvor a Deus pelo que Ele fez.
Salmo 126.1: “Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião [quando Deus nos libertou], ficamos como quem sonha” — uma referência ao decreto do rei Ciro que permitiu o retorno à sua terra.
Então o versículo 2 diz: “[Como aqueles que foram libertos] Então a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo.”
E aqui vem a parte que considero impressionante, a segunda metade do versículo 2: “Então entre as nações se dizia. . .” Algumas Bíblias dizem “entre os povos” ou “entre os gentios”. Isso se refere às nações ímpias, pagãs, incrédulas.
“Então entre as nações se dizia: ‘Grandes coisas o Senhor tem feito por eles.’” As nações perdidas do mundo pararam, prestaram atenção e reconheceram a grande obra que Deus havia feito no coração do Seu povo.
Você consegue imaginar isso hoje? Pessoas que não adoram a Deus — a cultura ao nosso redor, pessoas distantes de Deus, que não têm respeito por Ele — conseguirem ver algo tão evidente, tão marcante, tão claramente sobrenatural no povo de Deus que fossem obrigadas a dizer: “Deus fez grandes coisas por eles”? “De fato, grandes coisas o Senhor fez por nós; por isso, estamos alegres.” (v. 3)
Temos falado sobre o futuro do avivamento, e nas últimas sessões vimos que alegria e contentamento são frutos de Deus agindo no coração do Seu povo e libertando-o.
Mas agora vemos que, quando Deus se move em avivamento, seja num coração ou muitos, na sua igreja, no seu lar, na sua comunidade, os incrédulos são compelidos a levar Deus a sério. Quando o povo de Deus vive como povo de Deus, quando experimenta a plenitude daquilo para o qual foi chamado, o mundo incrédulo percebe e presta atenção. “Então entre as nações se dizia: "Grandes coisas o Senhor tem feito por eles."
Observe novamente a progressão — porque frequentemente a invertemos. Primeiro, os cativos foram libertos. Eles foram libertos do seu cativeiro — uma figura da nossa libertação do pecado e da escravidão espiritual. Depois veio a alegria: “Nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo.” E então veio o testemunho ao mundo: “Entre as nações se dizia: "Grandes coisas o Senhor tem feito por eles.’”
Nós queremos fazer o contrário. Muitas igrejas hoje estão tão empenhadas em alcançar pessoas perdidas que tentam levá-las a um Jesus que as pessoas perdidas não conseguem ver na vida dos cristãos. Criamos programas, estratégias, métodos para atrair pessoas, tentando tornar tudo mais atraente para visitantes.
Preciso dizer, no fim das contas, geralmente não é assim que as pessoas perdidas chegam a Jesus. Sabe como elas costumam chegar a Jesus? Elas veem a realidade de Cristo sendo vivida nas pessoas que se dizem cristãs. É assim que tem acontecido historicamente, é assim que tem acontecido nos grandes movimentos evangelísticos que foram eficazes em trazer pessoas a Cristo; tem sido a base da atuação de Deus em Sua Igreja. As pessoas veem a realidade e são atraídas por ela.
O que elas veem? Em primeiro lugar, aprendem sobre o Seu nome e o Seu caráter. “Entre as nações se dizia: "Grandes coisas o Senhor tem feito por eles.’” As nações pagãs, que nem sequer sabiam quem era Deus — adoravam deuses estrangeiros, adoravam deuses falsos —, pararam e disseram: “O Senhor!” Aprenderam algo com o povo de Deus sobre o nome de Deus, o caráter de Deus, a soberania de Deus, o direito de Deus de governar sobre o Seu povo.
Depois, aprendem sobre Sua obra redentora — não apenas quem Ele é, mas o que Ele faz. Como diz Ezequiel 36.36: “Então as nações que tiverem restado ao redor de vocês saberão que eu, o Senhor, reconstruí as cidades destruídas e replantei o que estava abandonado.”
Quando o povo de Deus, a igreja de Deus, a família de Deus é restaurada, é avivada; é reconstruída, aquilo que estava desolado começa a florescer e desabrochar. "Então as nações ao redor de vocês saberão que eu, o Senhor, fiz isso."
Êxodo 7.5, quando o povo se preparava para sair do Egito, Deus disse: “Depois que eu os libertar, os egípcios saberão que eu sou o Senhor.” (paráfrase)
Como eles saberão? Quando virem o Seu poder vivo em nós, não apenas porque lhes dizemos que Cristo é o único caminho para a salvação, mas porque o demonstramos — eles o veem em ação em nossas vidas.
Eu amo aquela passagem em 1 Coríntios 14, onde o apóstolo Paulo fala sobre a igreja funcionando como igreja, pessoas exercendo seus dons espirituais, adorando a Deus, funcionando juntas em amor e união sob o ministério da Palavra, etc. E depois diz: “Quando um homem perdido entrar na sua congregação”, alguém que está buscando, “ele se prostrará com o rosto em terra, adorará a Deus e dirá: Deus está em vocês.” (1 Co. 14.25, paráfrase)
Quando foi a última vez que você viu isso acontecer na igreja? Se pessoas em busca de Deus vêm à sua igreja, o que as atrai? Por que elas vêm? É porque há música e atividades semelhantes às que elas poderiam encontrar no mundo, só que dentro de um prédio de igreja? Ou quando elas entram no culto, quando entram no prédio da igreja, elas sentem, veem e experimentam a santa presença de Deus, e se prostram em convicção?
Elas se arrependem de seus pecados; confessam seus pecados; adoram a Deus e dizem: “Deus está neste lugar. Não consigo fugir da presença de Deus”.
O arrependimento do povo de Deus leva à libertação do cativeiro, leva à alegria e ao júbilo, o que cria um maior impacto, mais eficaz e duradouro no mundo perdido. Veja bem, Deus é um Deus que ama o mundo. Deus é um Deus que se preocupa em que a Sua glória e a Sua salvação sejam vistas, sentidas, conhecidas e experimentadas, não apenas por nós, mas pelo mundo inteiro.
Ele enviou Cristo para as nações. Ele tem um coração voltado para as nações, para todos os povos da Terra e para a glória de Deus — Ele quer ser visto e conhecido, não apenas pelos filhos de Israel no Antigo Testamento. Não era apenas para eles. Deus disse a Abraão: “Eu o abençoarei para que você seja uma bênção. Darei a você uma semente”, a semente é Cristo, “e ele será uma bênção para todas as nações.” (Gn. 12.2-3, paráfrase)
Os judeus se fecharam em seu próprio pequeno claustro religioso e não se importaram muito com o que acontecia com o resto das nações. Não é assim às vezes em nossas igrejas? Estamos satisfeitos com nosso pequeno grupo cristão, mas Deus diz: “Não, eu amo o seu próximo! Eu amo o mundo! Quero mostrar a minha salvação a eles”. Mas como Ele faz isso? Ele faz isso por meio de uma noiva radiante. Ele faz isso através de um corpo vivo que são Suas mãos, Seus pés, Seu coração, Sua boca, aqui neste mundo refletindo Sua beleza.
Quando a igreja não está viva espiritualmente, o mundo mal percebe sua existência — a não ser para zombar. Mas em tempos de avivamento, o mundo não consegue ignorar o que Deus está fazendo. Em tempos de avivamento não precisamos promover a nós mesmas ou nossos ministérios. Não temos que contratar firmas de relações públicas para validar nossa existência ou nossos resultados. Todos sabem que Deus está presente.
Esse é o tipo de ministério, o tipo de igreja, da qual quero fazer parte. O tipo de vida em que as pessoas olham e dizem: “Não há explicação, exceto Deus.”
Quando a ideia surgiu de ter um programa de rádio, eu disse: “Senhor, já existem programas demais. Não precisamos de mais uma professora no rádio.”
Mas sentíamos que o Senhor nos guiava dessa forma, e eu disse: “Senhor, se este é o Teu plano, se este é o Teu agrado, então que unjas este ministério com o poder do Teu Santo Espírito, para que o que fizeres no coração das mulheres a quem ministramos seja tão sobrenatural que seus maridos, seus filhos, suas famílias, suas igrejas, suas comunidades, vejam que Tu estás vivo e outros se convertam e se tornem adoradores porque veem a Tua glória em nós”.
Veja, quando o mundo vir isso, talvez não entenda. Talvez não concorde. Talvez não apoie. Talvez não acredite na nossa mensagem. Talvez não a aprove, mas não poderá negá-la. Terá que recuar em reverência e dizer: “Deus está presente”.
Quando é o poder sobrenatural de Deus sendo visto, sentido e experimentado em Seu povo, então Deus recebe todo o crédito — nenhum instrumento humano. Não é porque este cara é um pregador tão excelente ou porque ele escreveu tantos livros ótimos ou porque ela tem um ministério tão grande ou porque as pessoas são atraídas por essa pessoa por ela ter uma personalidade carismática ou porque ela é uma oradora tão excelente. Não há nada disso.
De fato, no avivamento, Deus frequentemente escolhe e usa os instrumentos mais fracos, inadequados e ineficazes. E essa é uma das bases sobre as quais sinto que me qualifico, porque elevo meu coração e meus olhos ao Senhor tão frequentemente e digo: “Eu não consigo fazer isso.” Eu acredito que isso agrada a Deus. Porque se algo bom ou grandioso entra na vida de alguém como resultado deste ministério, não haverá dúvida de que foi Deus quem fez. E é Deus quem está agindo na vida das pessoas.
Deixe-me ler para você algumas citações de alguns que participaram daquele avivamento da Ilha de Lewis, que Deus enviou no final da década de 1940. Duncan Campbell foi um dos instrumentos que Deus usou para pregar naquele avivamento, e ele disse:
O avivamento é a ação de Deus entre Seu povo, e uma consciência de Deus tomando posse da comunidade. No avivamento, o temor de Deus se apodera da comunidade, movendo homens e mulheres que até então não tinham interesse pelas coisas espirituais ou a buscarem a Deus. [É essa a marca do sobrenatural.]
Tão tremenda foi essa sensação de consciência de Deus, que conheci homens nos campos, tão dominados que estavam prostrados no chão.
Imagine isso no seu local de trabalho, ou no local de trabalho do seu marido, ou na escola dos seus filhos. Imagine! Foi dito que, durante aqueles dias em Lewis:
Era possível parar qualquer pessoa na rua e perceber que ela estava refletindo sobre Deus e na condição da sua alma. Em questão de dias, em um caso específico, toda a vizinhança foi poderosamente despertada para as realidades eternas.
O trabalho foi em grande parte deixado de lado, à medida que as pessoas passaram a se preocupar com a própria salvação ou com a salvação de amigos e vizinhos. Havia homens clamando a Deus em casas, bares e galpões de tecelagem à beira da estrada. [O poder sobrenatural de Deus operando por meio do Seu povo e atraindo incrédulos a Cristo. Por causa desse sentimento avassalador da presença de Deus].
As igrejas ficavam cheias durante todo o dia e atravessavam a noite, até às cinco e seis horas da manhã.
Cultos longos — quem se importa quando Deus está presente? Pessoas conscientes da presença de Deus: “Então entre as nações se dizia: ‘Grandes coisas o Senhor tem feito por eles.’” (Sl. 126.2)
A qualquer momento, o povo de Deus (isso inclui a nós) está trazendo reprovação ao Seu nome ou glória ao Seu nome em nosso mundo. Em Malaquias capítulo 1: “Mas, desde o nascente do sol até o poente [de leste a oeste], é grande o meu nome entre as nações” (Ml. 1.11). Como isso acontece? Quando o povo de Deus é avivado, quando os cativos são libertos.
Depois há aquela maravilhosa passagem em Zacarias que descreve um dia futuro:
Assim diz o Senhor dos Exércitos:
Ainda virão povos e
moradores de muitas cidades,
e os moradores de uma cidade irão à outra, dizendo:
"Vamos depressa suplicar o favor do SENHOR
e buscar o Senhor dos Exércitos;
eu também irei."
[As pessoas se reunirão e dirão: ‘Vamos buscar o Senhor!’]Muitos povos e nações poderosas
virão a Jerusalém buscar o SENHOR dos Exércitos
e suplicar o favor do SENHOR.Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Naqueles dias, dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, pegarão na borda da roupa de um judeu e lhe dirão: "Queremos ir com vocês [por que], porque ouvimos que Deus está com vocês.” (Zc. 8.20–24)
Pessoas fazendo fila — pessoas estarão esperando para entrar pelas portas das nossas igrejas, quase tropeçando umas nas outras para entrar, quando souberem que Deus está ali. E Deus estar ali não é algo místico. É Deus presente, vivo e ativo em nós, no coração do Seu povo.
Raquel: Enquanto Nancy gravava esta série, ela contou com a presença de Byron e Sue Paulus. Eles são amigos de longa data e antigos colegas de ministério de Nancy. Byron agora lidera um ministério de avivamento chamado OneCry. Aqui está Nancy novamente.
Nancy: Byron, eu sei que, enquanto trabalhamos juntos no ministério de avivamento, tivemos o privilégio de ver Deus fazer coisas incríveis no coração do Seu povo, coisas que impactaram pessoas perdidas na comunidade, pessoas que nem estavam interessadas no que estava acontecendo até ouvirem o que Deus estava fazendo.
Você viu algo assim acontecer em diferentes reuniões que tivemos em igrejas.
Byron Paulus: Fui muito abençoado por fazer parte disso, e a própria palavra “avivamento” fala comigo no sentido de que ela não existe isoladamente. Sempre há frutos e resultados que refletem um Deus extraordinário, e o evangelismo é um deles.
Na verdade, Bill McLeod, nosso amigo no Canadá, e pastor da igreja onde o avivamento canadense começou nos anos setenta, compartilhou conosco certa vez que, em tempos de evangelismo, os evangelistas buscam os pecadores, mas em tempos de avivamento, os pecadores buscam o Senhor. A presença de Deus, o Seu chamado, o Seu atrair, a convicção e o coração de Deus atraem as pessoas perdidas para Si nesse ambiente de derramamento do Espírito de Deus em avivamento.
Nancy: Estou me lembrando de um tempo no início dos anos setenta, acho que antes mesmo de eu entrar para o ministério, quando Deus se moveu em uma cidade em Indiana. Deus se moveu primeiro na igreja, em algumas igrejas ali, mas o impacto foi realmente sentido na comunidade não alcançada.
Byron: Foi mesmo. Dizem que, se você já provou um derramamento de Deus em avivamento, se já esteve perto do fogo, a fumaça ficará nas nossas roupas para sempre; e naquela comunidade isso é verdade.
Na minha vida, quando olho para trás e vejo a medida, o alcance e a obra impressionante de Deus, não apenas naquela igreja específica, mas como resultado de uma grande reconciliação entre duas grandes igrejas, a presença de Deus simplesmente habitou ali por alguns poucos dias. Foi uma obra fenomenal e inegável do Seu Espírito.
Penso em um vendedor que estava dirigindo de Ohio para aquela cidade em Indiana. Ao chegar à placa de entrada da cidade, durante aqueles dias do mover de Deus e do avivamento, ele foi tão tomado pela convicção de Deus que não conseguiu continuar dirigindo. Disse que encostou o carro na beira da estrada, saiu e ali mesmo, e ajoelhou. E, pelos vinte minutos seguintes, ele confessou áreas de necessidade diante do Senhor e foi atraído a Cristo de uma maneira extraordinária.
Depois desse tempo com o Senhor, entrou na cidade, parou em um posto de gasolina, desceu do carro e perguntou ao frentista, que não era convertido: “Está acontecendo alguma coisa nesta cidade?” E o frentista respondeu: “Você não sabe? Deus está aqui.”
Penso também em um presidente de banco sentado em seu escritório no segundo andar, que não frequentava nenhuma igreja evangélica, não participou de nenhum dos cultos que estavam acontecendo e nem sequer sabia do que estava acontecendo na cidade. Mas, sob a convicção do Espírito de Deus, começou a chorar, saiu para a rua e apenas perguntou: “Há alguém que possa me conduzir a Cristo?”
E alguém o levou ao Senhor enquanto tomavam um chá em um restaurante. E toda a sua família, como vemos em Atos, toda a casa veio a Cristo. Até hoje ele serve ao Senhor em uma área de grande responsabilidade em um importante ministério.
Outro homem de negócios, que também não havia participado de nenhum culto, estava trabalhando quando caiu sob a convicção de Deus durante aqueles dias em que Deus estava se movendo naquela comunidade. Ele foi atraído a Cristo e, pouco tempo depois, estava em ministério vocacional em tempo integral. Sim, é impressionante como Deus vem e se move no coração dos perdidos em meio à manifestação da Sua presença.
Penso que a definição de avivamento de J. I. Packer, que nas últimas semanas tocou profundamente o meu coração, expressa isso muito bem. Ele diz: “Avivamento é Deus acelerando, intensificando e expandindo Sua obra de graça no coração de cada cristão.”
E avivamento é realmente quando Deus acelera aquilo que normalmente levaria anos. O que era mesmo, Nancy, que costumávamos dizer com frequência?
Deus pode fazer mais em dez segundos da Sua presença manifesta do que em dez anos indo à igreja, participando de séries especiais de reuniões ou qualquer outra coisa, à parte daquele momento divino da Sua presença.
- Ele acelera aquilo que exigiria muitos programas e muito esforço em nossos lares e em nossos próprios corações, até mesmo em disciplinas espirituais; Deus faz isso quase de forma espontânea e repentina.
- Ele intensifica a convicção de Deus em uma comunidade, em uma igreja ou até mesmo em nosso coração individual, a ponto de não conseguirmos escapar do fato de que precisamos dele.
- E depois vem a obra expansiva de Deus, que ultrapassa as paredes das igrejas e até mesmo das comunidades. E, finalmente, um dia, como eu sei que é a sua oração e a nossa oração, uma nação inteira será tomada por essa presença de Deus e pelo avivamento.
Nancy: Ainda ouviremos mais de Byron ao longo desta série, e eu amo ouvir esses relatos. Amo estar presente quando isso acontece. Quero que você possa ver Deus agir dessa maneira na sua igreja, na sua comunidade. Confio que, por meio desta série, Deus moverá o seu coração a orar: “Senhor, já fizeste isso antes. Poderias fazer novamente?”
Raquel: Ouvimos Nancy DeMoss Wolgemuth, junto com Byron Paulus, do ministério OneCry.
Você consegue imaginar como seria se a Igreja não precisasse ir atrás dos pecadores, se os pecadores estivessem vindo ativamente à Igreja por causa do que Deus está fazendo?
No Aviva Nossos Corações, temos paixão por ver Deus despertar a Igreja e mostrar ao mundo o que realmente significa seguir o Senhor. E, como Nancy está prestes a explicar, essa mensagem de liberdade, plenitude e abundância em Cristo está alcançando o mundo todo. Aqui está Nancy.
Nancy: Quero dizer uma palavra especial de agradecimento às nossas ouvintes que apoiam este ministério financeiramente.
Somos um ministério sustentado por ouvintes, e quero que você saiba que o seu apoio está permitindo não apenas que este programa seja transmitido em sua região, mas também, por meio da internet, que alcancemos partes do mundo onde jamais conseguiríamos ministrar de outra forma.
Recebi um e-mail não muito tempo atrás de uma ouvinte que disse: “Leio seus ensinamentos diários do meu computador pessoal na Zâmbia, na África Central.”
Recebemos esse tipo de relato de ouvintes e leitoras que, por meio da internet, conseguem acessar estes ensinamentos. Algumas são missionárias servindo em outras partes do mundo e são muito gratas por terem acesso a esse tipo de ensino. E também mulheres e famílias em partes do mundo onde há acesso restrito ao Evangelho, mas que online, conseguem ser discipuladas, desafiadas em sua fé e ajudadas a crescer até a maturidade espiritual.
Assim, estamos chamando mulheres à liberdade, à plenitude e à abundância em Cristo, não apenas neste país, mas ao redor de todo o mundo.
Quando você contribui para apoiar este ministério, está ajudando a levar a mensagem do Evangelho de Cristo e da Sua verdade que liberta, colaborando para que essa mensagem seja proclamada em todo o mundo. Portanto, à medida que o Senhor tocar o seu coração, você consideraria fazer uma oferta especial para o Aviva Nossos Corações?
Visite o nosso site para saber como pode fazer a sua doação, avivanossoscoracoes.com.
Somente a eternidade revelará quantas mulheres, em diferentes partes do mundo, foram impactadas espiritualmente como resultado do seu investimento. Muito obrigada por fazer parte deste ministério conosco.
Raquel: Sim, muito obrigada mesmo. A sua oferta permitirá que continuemos servindo mulheres em partes do mundo onde talvez nunca imaginaríamos chegar.
Amanhã, descubra por que algumas pessoas se recusam a abraçar a liberdade, mesmo quando estiveram presas e, de repente, veem a porta da cela aberta.
Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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