Dia 3: Ele dá paz
Raquel Anderson: Se todo mundo está procurando paz, por que às vezes é tão difícil encontrá-la? Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth falando sobre a única verdadeira fonte de paz: o próprio Deus.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Essa paz — a paz de Deus — guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus. É como uma fortaleza. Um lugar onde ninguém mais pode entrar. Nada consegue perturbar você ou vencê-la ali. É o olho do furacão. É uma guarita ao redor da nossa mente e das nossas emoções.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de A Sós com Deus, na voz de Renata Santos.
Você poderia olhar para a Coreia do Norte, Iraque e até mesmo dentro das fronteiras dos Estados Unidos e se perguntar: “Será que esta terra algum dia verá paz?” Mas a verdade é que o …
Raquel Anderson: Se todo mundo está procurando paz, por que às vezes é tão difícil encontrá-la? Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth falando sobre a única verdadeira fonte de paz: o próprio Deus.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Essa paz — a paz de Deus — guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus. É como uma fortaleza. Um lugar onde ninguém mais pode entrar. Nada consegue perturbar você ou vencê-la ali. É o olho do furacão. É uma guarita ao redor da nossa mente e das nossas emoções.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de A Sós com Deus, na voz de Renata Santos.
Você poderia olhar para a Coreia do Norte, Iraque e até mesmo dentro das fronteiras dos Estados Unidos e se perguntar: “Será que esta terra algum dia verá paz?” Mas a verdade é que o conflito não marca apenas as nações do mundo. Você o vê também em lares e em corações. Nancy vai mostrar a você a única fonte verdadeira de paz, continuando a série O Senhor Te Abençoe e Te Guarde.
Nancy: Eu acredito que uma das qualidades e dons que o mundo mais procura hoje é paz. Quando eu converso com mulheres, vejo um grande anseio por paz. Elas querem paz no coração. Querem paz no lar. Querem paz nos relacionamentos. Querem que o mundo ao redor seja um lugar mais pacífico, e não tão estressante.
É impressionante tentarmos encontrar paz em tantos lugares, e ainda assim ela parece escapar da maioria das pessoas. Se você observar as pessoas à sua volta — a maioria de nós, e eu tenho que me incluir nisso muitas vezes — não pensa em muitas pessoas como pessoas pacíficas, especialmente neste mundo tão caótico, apressado, estressado e cheio de relacionamentos destruídos em que vivemos.
Ao chegar a esta bênção e oração sacerdotal em Números 6, chegamos agora a uma oração — um pedido, uma petição — pela paz de Deus. Eu fico tão feliz que isso foi incluído, porque é uma das coisas de que mais precisamos. É uma das coisas que mais desejamos. E porque esse pedido faz parte de uma oração pela bênção do Senhor, vemos a verdadeira fonte da paz: o Deus dessa oração — o Deus da bênção — é o Deus de toda paz.
Temos procurado essa paz em todos os lugares errados, sem sucesso. Mas quando chegamos a essa oração, descobrimos que o Deus desta oração é a fonte da paz verdadeira. Temos observado esta bênção sacerdotal em Números 6. Vamos lê-la para colocarmos este pedido em contexto. Números 6.24: “O Senhor te abençoe e te guarde.” É uma oração por proteção — proteção do mal, proteção do maligno. Deus é nosso guarda.
Depois vimos na última sessão que é um pedido pela presença de Deus: “O SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre vocês. . . o SENHOR sobre vocês levante o seu rosto” (vv. 25–26). “Senhor, queremos o Teu sorriso. Queremos o Teu prazer. Queremos a Tua presença em nossas vidas.”
Depois vimos o pedido por perdão do pecado. “Senhor, seja gracioso para conosco” (parafraseado). “Precisamos da Tua graça quando vemos tudo o que a luz do Teu rosto revela em nós. Dá-nos o Teu perdão.”
Então chegamos à última frase do versículo 26: “E [que o Senhor] lhes dê a paz.” O Senhor te abençoe. O Senhor te dê paz.
Essa é a palavra shalom em hebraico. Era usada como uma forma comum de saudação. Shalom! O Senhor te abençoe. Paz para você. É uma palavra que fala de bem-estar, de contentamento. Uma palavra que fala de saúde, segurança, tranquilidade, amizade, paz com Deus, paz com as pessoas, paz aqui na terra e paz com o céu. Uma palavra de integralidade.
É uma palavra ligada ao relacionamento de aliança de Deus conosco. Ele torna possível que duas partes em guerra — nós e Deus — sejam reconciliadas e tenham paz. Novamente, vemos que Cristo é o cumprimento dessa oração. Ele é a bênção. Ele é a nossa paz. Ele é aquele que veio do céu à terra e deu Sua vida na cruz para fazer a ponte sobre o abismo infinito entre o céu e a terra.
Nós jamais poderíamos nos aproximar de Deus. Jamais poderíamos passar a eternidade na Sua presença. Nossa inclinação ao nascer é contra Deus. Éramos inimigas de Deus. Jesus veio e construiu essa ponte na cruz do Calvário e disse: “Por meio de mim, vocês podem ter paz com Deus.”
Mas Ele não apenas nos dá paz com Deus; Ele também promete que podemos ter a paz de Deus guardando nossos corações e mentes em um mundo conturbado, onde há tão pouca paz.
João 14 me vem à mente, quando Jesus falava aos discípulos pouco antes de ir para a cruz e depois voltar ao céu. Ele tinha vivido com eles três anos de ministério e formado uma amizade profunda e íntima. Agora, Ele tentava ajudá-los a entender por que estava indo embora e que neste mundo eles teriam aflições.
Ele começa em João 14.1, naquele versículo tão conhecido: “Que o coração de vocês não fique angustiado; vocês creem em Deus, creiam também em mim.”
Depois, no versículo 27, Ele lhes dá uma bênção preciosa — um presente — enquanto se prepara para deixar a terra. Ele diz: “Deixo com vocês a paz, a minha paz lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá.” Acho que Ele está dizendo que a paz que o mundo oferece é frágil. Temos acordos de paz, prêmios pela paz, pessoas buscando paz mundial — mas é tudo muito frágil.
Pense no que acontece no Oriente Médio e nas tentativas de promover a paz. As pessoas assinam um acordo e, no dia seguinte, já estão quebrando. Ele diz: “Eu não dou a paz como o mundo dá.” Ele continua: “Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (Jo. 14.27)
O apóstolo Paulo retoma esse mesmo tema em Filipenses 4. Ele fala com pessoas enfrentando crises reais. Ele diz: “Não fiquem preocupados com coisa alguma” (v. 6). Não deixem que nada roube a sua paz.
“Mas,” ele diz, “em tudo, sejam conhecidos diante de Deus os pedidos de vocês. . .” (v. 6). E o que acontece quando fazemos isso? “E a paz de Deus, que excede todo entendimento. . .” (v. 7). É incompreensível.
Quantas vezes já experimentamos isso ao clamar ao Senhor, entregando a Ele nossa dor, nossos pesares, aquilo que nos inquieta? Clamamos, apresentamos nossos pedidos, damos graças — e o que acontece? Uma paz inexplicável.
Eu tive essa paz quando estava sentada no culto memorial poucos dias depois que meu pai se foi para estar com o Senhor. Não significa que houve paz sem lágrimas ou sem um enorme senso de perda, mas junto com a perda, com o luto, com as lágrimas, havia a paz de Deus que não dá para explicar.
“Ela excede todo entendimento”, ele diz, e essa paz de Deus “guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus” (v. 7). É como uma fortaleza. Um lugar onde ninguém mais pode entrar. Nada consegue perturbar você ali. É o olho do furacão. É uma guarita ao redor da mente e das emoções que, de outro modo, estariam tumultuadas.
Então ele continua, no versículo 8: “Tudo o que é verdadeiro, honroso, justo, puro, amável — pensem nessas coisas” (parafraseado). Habitem nessas coisas. Não se fixem nas circunstâncias difíceis. Foquem nas realidades eternas da bondade de Deus, Sua fidelidade, Seu caráter e Seus caminhos. O Deus da paz — ou como Ele é chamado no livro de Hebreus, o Deus de toda paz — estará com você no meio dessas circunstâncias, em toda situação. (Hb. 13.20)
Esse tipo de paz — a paz de Deus — o Deus da paz em nós, é fruto do Espírito, não é? Não é algo que conseguimos naturalmente. Se fôssemos viver no natural, viveríamos em constante turbulência. Mas podemos ter paz — paz com Deus, a paz de Deus e paz com outras pessoas — quando somos cheias do Espírito Santo. O fruto do Espírito é amor, alegria, paz. . . (Gl 5.22)
Se você quer a paz de Deus — seja no seu coração, nos seus relacionamentos, no seu lar — você precisa ser cheia do Espírito de Deus. Quando você é cheia do Espírito, você vive não pela sua própria força, nem pelo seu esforço, nem pela sua energia, mas pelo poder, pela força e pela vida que Ele dá. E você vai ver Deus transformar águas turbulentas em águas tranquilas.
Imagine Jesus ao seu lado naquele barco, naquele mar tempestuoso. Quando for o momento, quando for da Sua vontade, Ele vai falar a palavra: “Acalme-se, vento. Aquieta-te.” Mesmo antes das águas se acalmarem, a tempestade ao redor pode continuar, talvez não seja da vontade dele que as ondas se aquietem. As Escrituras dizem: “Ele agita as ondas e Ele as acalma”, mas Ele decide quando e como (Jr. 31.35, parafraseado). Mas mesmo quando as ondas ainda estão batendo, pode haver paz.
Você já reparou que praticamente todas as Epístolas do Novo Testamento começam com uma bênção? Se você pensar nos primeiros versículos da maioria dessas cartas do Novo Testamento, vai lembrar que elas começam com uma saudação — que é uma bênção. E quase sempre usam as palavras graça e paz.
Romanos 1.7: “A todos os amados de Deus que estão em Roma, chamados para ser santos. Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam com vocês.”
1 Coríntios 1.3: “Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam com vocês.”
Quando Paulo faz essas orações e dá essas bênçãos às igrejas para as quais ele está escrevendo, ele está, na verdade, invocando a bênção sacerdotal que temos estudado em Números capítulo 6.
Vamos revisar essa bênção. Deus disse a Moisés: “Fale com Arão e com os seus filhos, dizendo que abençoem os filhos de Israel do seguinte modo: ‘O Senhor os abençoe e os guarde;’” (vv. 23–24). Essa é uma oração pedindo a proteção de Deus. “O Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre você e levante sobre você o Seu rosto” (vv. 25–26, paráfrase). Essa é uma oração pedindo a presença de Deus.
Depois vêm os outros dois pedidos: “O Senhor tenha misericórdia de você” — uma oração pedindo o perdão de Deus — e “O Senhor te dê a paz” (vv. 25–26). Graça e paz. Lembro que Deus nos fez sacerdotes. Essa não é uma bênção que esperamos que outra pessoa ore por nós. Deus nos fez sacerdotes capazes de orar essa bênção sobre outras pessoas.
Mas, antes de podermos proclamar palavras de bênçãos sobre outras pessoas, precisamos recebê-las para nós mesmas. Temos um Sumo Sacerdote no céu, o Senhor Jesus, que orou e está orando essa bênção sobre nós. Ele orou para que o Senhor nos abençoasse e nos guardasse, fizesse resplandecer Seu rosto sobre nós, tivesse misericórdia de nós e nos desse Sua paz. Graça e paz. Elas vêm de Deus. Ele é quem abençoa. Elas chegam até nós por meio de Jesus Cristo, Seu Filho.
Se estamos procurando em pais, em um cônjuge, em filhos, em um trabalho, em uma amiga ou em uma igreja, a fonte final de graça e paz na nossa vida, estamos nos preparando para a decepção. Graça e paz vêm do Senhor.
Quando Deus derrama Sua graça e Sua paz sobre a sua vida, então você vai ter um copo cheio, um tanque cheio, e o transbordar disso vai ministrar graça, paz e bênção às pessoas ao seu redor.
Porém, toda essa bênção, como temos visto, se cumpre no Senhor Jesus. Ele é quem veio a esta terra para nos abençoar. Atos 3 nos diz que Deus O enviou para nos abençoar, afastando cada um de nós dos nossos pecados. Ele é quem nos impede de cair. (v. 26)
Ele é aquele que, de acordo com Hebreus 1, “é o resplendor da glória de Deus” (v. 3). Ele é a imagem do rosto de Deus. Ele é Deus que se tornou visível. Ele é o rosto de Deus brilhando sobre nós.
Ele é quem veio trazer graça e verdade até nós aqui na terra, quando estávamos afastadas de Deus e éramos Suas inimigas. Ele trouxe graça a nós. Ele é o Príncipe da paz. Ele é o Senhor da paz. Ele é o Deus de toda paz.
Então lemos no versículo 27 de Números 6: “Assim, os sacerdotes porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.” Que nome é esse? É o nome de Jesus, o nome que está acima de todo nome.
Jesus veio colocar o nome de Deus sobre nós, marcar-nos como pertencentes a Deus. Na verdade, essa frase, “Assim eles colocarão o Meu nome sobre os israelitas”, nos dá a imagem de uma marca de propriedade. Esse conceito aparece novamente em outros dois lugares-chave das Escrituras.
O primeiro é uma profecia em Isaías que fala sobre a restauração de Israel na terra. Diz que, naquele dia, as pessoas dirão: “‘Eu sou do Senhor’, e outra escreverá em sua mão: ‘Do Senhor’” (Is. 44.5). Israel perceberá que pertence a Deus, que foi guardado por Deus e que o nome dele está sobre Israel. Isso fala de um tempo de bênção, quando Israel seria restaurado do cativeiro.
Mas depois, no livro de Apocalipse, vemos outra referência ao nome de Deus sendo colocado sobre Seu povo. Isso será no momento final em que o povo de Deus será reunido ao redor do trono. Lemos em Apocalipse 22 que ali “contemplarão a sua face, e [eu amo isso] na sua testa terão gravado o nome dele” (v. 4). Essa marca — um selo de propriedade.
Eu não sei como isso vai ser nos nossos corpos glorificados no céu. Acho que não podemos nem começar a imaginar. Mas haverá uma marca de propriedade, um selo. Estes são aqueles que pertencem ao Senhor. Lembre-se: isso virá depois de um tempo em que muitos na terra terão recebido em suas testas a marca, o número ou o nome do Anticristo, a Besta.
Mas agora Deus diz: “Para aqueles que perseveraram, que foram guardados, que foram abençoados, que experimentaram minha graça e minha paz, Eu colocarei o meu nome — o nome que está acima de todo nome — em suas testas. Eu os marcarei como meus.” Estamos falando de tinta indelével aqui. “Meus. Minhas!” Deus diz: “Vocês são meus. Eu colocarei meu nome sobre o meu povo.”
Quando chegamos ao último livro da Bíblia, Apocalipse capítulo 22 — o último capítulo — temos um vislumbre desse estado final e abençoado do povo de Deus. A mesma bênção que foi proferida em Números 6: “O Senhor os abençoe e os guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre vocês e tenha misericórdia de vocês; o Senhor sobre vocês levante o seu rosto e lhes dê a paz." (vv. 24–26)
É essa mesma bênção que o apóstolo orou no Novo Testamento: “Graça e paz sejam com vocês”, e o que Jesus disse: “A Minha paz dou a vocês.” Nós experimentamos apenas uma medida dessa bênção deste lado do céu. Mas vivemos com a promessa de que, na plenitude do tempo de Deus, haverá a consumação, a conclusão, o cumprimento total desta bênção.
Isso é anunciado em Apocalipse capítulo 22, em uma linguagem que nos faz lembrar dessa bênção sacerdotal. Em Apocalipse 22.3 lemos: “E já não haverá maldição alguma” (paráfrase). Se não haverá mais maldição, o que haverá? Bênção — bênção eterna, bênção infinita, bênção para sempre.
“Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o adorarão, contemplarão a sua face, e na sua testa terão gravado o nome dele. Então já não haverá noite, e não precisarão de luz de lamparina, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão para todo o sempre.” (vv. 3–5)
Nessa promessa, temos esperança. Temos confiança. Não importa o que você esteja vivendo aqui e agora — não importa o que esteja acontecendo na sua casa, no seu trabalho, no seu mundo, na sua igreja e neste mundo — não importa o que esteja acontecendo! Você tem a promessa da bênção de Deus, da Sua presença, do Seu favor, do Seu rosto, da Sua atenção, do Seu nome, do Seu poder que nos guarda, do Seu agir gracioso conosco e da Sua paz. Ele é a fonte e o meio de toda — toda — toda bênção final.
Deixe-me te abençoar neste momento. “Que o Senhor te abençoe e que o Senhor te guarde. Que o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre você e tenha misericórdia de você. Que o Senhor levante sobre você a luz do Seu rosto, e que o Senhor te dê a Sua paz.” Deus diz que, quando oramos essa oração, Ele promete: “Colocarei o meu nome sobre o meu povo e os abençoarei.” Amém.
Raquel: Na escola, aprendemos que toda carta deve terminar com uma frase como “Atenciosamente” ou “Sinceramente”. O apóstolo Paulo terminava suas cartas com “Graça e paz”.
Espero que você tenha sido abençoada por esta série e encorajada a abençoar os outros através das suas palavras.
Caso queira refletir mais profundamente nesta mensagem, deixamos o link de todos os versículos mencionados neste estudo aqui na transcrição, a qual pode ser acessada no nosso site, avivanosssocoracaoes.com.
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Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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