Raquel Anderson: Pais de filhos pródigos muitas vezes precisam tomar cuidado com suas palavras quando estão interagindo com seus filhos que se desviaram. Aqui está Mary Kassian.
Mary Kassian: Você morde a língua com frequência — exceto quando está de joelhos em oração, e esse é o momento em que você não deve morder a língua. Você derrama o seu coração e suplica ao Deus do céu que envie Seus mensageiros para a vida do seu filho ou filha.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as Mulheres Acreditam e a Verdade que as Liberta, na voz de Renata Santos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: É realmente interessante observar como as pessoas se relacionam com aquelas de quem discordam — seja pessoalmente ou nas redes sociais.
Por exemplo, alguém pode estar abrindo o coração sobre determinado assunto, e …
Raquel Anderson: Pais de filhos pródigos muitas vezes precisam tomar cuidado com suas palavras quando estão interagindo com seus filhos que se desviaram. Aqui está Mary Kassian.
Mary Kassian: Você morde a língua com frequência — exceto quando está de joelhos em oração, e esse é o momento em que você não deve morder a língua. Você derrama o seu coração e suplica ao Deus do céu que envie Seus mensageiros para a vida do seu filho ou filha.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as Mulheres Acreditam e a Verdade que as Liberta, na voz de Renata Santos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: É realmente interessante observar como as pessoas se relacionam com aquelas de quem discordam — seja pessoalmente ou nas redes sociais.
Por exemplo, alguém pode estar abrindo o coração sobre determinado assunto, e outra pessoa entra apenas para apontar um erro gramatical.
Ou talvez você ouça outra pessoa dizendo algo doutrinariamente incorreto, e o seu impulso seja corrigir aquele pensamento errado ali mesmo, na hora.
Por outro lado, talvez você evite completamente debates nas redes sociais porque eles são contenciosos demais.
Bem, hoje não vamos falar sobre redes sociais — não diretamente. Mas vamos considerar um tema importante: como nós, como seguidoras de Jesus, tratamos as outras pessoas, como respondemos a elas.
Não muito tempo atrás, Bob Lepine sentou-se com Mary Kassian para conversar exatamente sobre isso. Ambos são amigos meus há muitos anos e têm ajudado o Aviva Nossos Corações de muitas maneiras. Bob serve em nosso conselho consultivo desde 2001. E Mary tem falado em todos os eventos Mulher Verdadeira desde 2008.
Então, vamos ouvir essa conversa e, enquanto ouvimos, vamos pedir ao Espírito que sonde nossos corações e nos mostre qualquer área em que precisemos da ajuda dele para fazer um pequeno ajuste de rota.
Aqui está Bob Lepine conversando com Mary Kassian.
Bob Lepine: Uma das coisas em que tenho pensado muito nos últimos anos é a declaração em João 1.14, onde João diz: “Vimos a Sua glória, glória como do unigênito do Pai. . .” E então diz: “. . .cheio de graça e de verdade”.
E eu pensei: “Jesus era cheio de graça e era cheio de verdade”.
A maioria de nós tende a inclinar-se para uma direção ou para outra. Em vez de sermos cheios das duas coisas, tendemos a ser ou cheios de verdade e com pouca graça, ou cheios de graça e com pouca verdade.
No mundo de hoje, como podemos estar plenamente comprometidos com a verdade e, ao mesmo tempo, demonstrar graça em nossos relacionamentos uns com os outros?
Mary: Acho que um dos maiores desafios do nosso mundo é manter esse equilíbrio, vivendo em um mundo onde há tanta confusão e tanta pressão para aceitar tudo. Acho que Cristo trilhou esse caminho por nós. Ele nos mostrou o que significa ser cheio de graça e cheio de verdade.
São as duas coisas juntas, não uma ou outra. Não graça no sentido de “eu aceito tudo”. E, na nossa cultura, muitas vezes aceitar significa aprovar. Acho que há uma distinção sutil aí.
Acho que Cristo mostrou que é possível aceitar pessoas que vivem estilos de vida pecaminosos sem aprovar esse estilo de vida. Então, penso que é importante entendermos que ser cheio de graça e ser cheio de aceitação não equivale a aprovação.
Mas também há a questão da verdade. A verdade é o que nos dá vida. A verdade é o que nos dá identidade. A verdade é o que nos conecta ao nosso Criador. Nosso Criador é cheio de graça e de verdade. E, se deixarmos de lado o aspecto da verdade, erraremos o alvo quanto àquilo para o qual Deus nos criou.
Então, é muito difícil manter essas duas coisas em equilíbrio. Acho que as pessoas tendem a ir para um lado ou para o outro. Inclinam-se para a graça, que vem como aprovação ou como “está tudo bem”. Ou inclinam-se para a verdade, dizendo: “Este é o caminho. Você não está seguindo.” E se tornam pessoas muito duras e julgadoras.
Acho que manter essas duas coisas juntas é extremamente importante. . . especialmente à medida que a nossa cultura se afasta cada vez mais de uma estrutura judaico-cristã.
Bob: Então, em um nível prático, se você tem um amigo ou uma amiga presa em algum tipo de comportamento pecaminoso, talvez não conheça a Cristo, e você pensa: devo dizer algo sobre a embriaguez? Devo dizer algo sobre a imoralidade? Ou devo simplesmente ficar em silêncio, ser gentil e esperar para ver se o assunto surge?
Como discernimos o que o Senhor quer que façamos nessas situações?
Mary: Às vezes é realmente difícil saber. Como reagimos? Como interagimos com essa pessoa? Dizemos algo? Permanecemos em silêncio? Apenas mantemos a paz? Ou amorosamente a confrontamos e dizemos: “Sabe, eu simplesmente não acho que esse seja o melhor estilo de vida para você”?
É difícil saber, mas penso nas palavras de Cristo quando Ele disse que, naquele momento, o Espírito Santo nos guiaria quanto ao que dizer. Acredito que, à medida que caminhamos com Deus e com o Espírito Santo, se o nosso coração estiver correto, se estiver cheio do coração de Cristo, então Ele nos guiará, por meio do Seu Espírito, naquele momento, quanto a falar ou permanecer em silêncio.
Acho que ambas as respostas são necessárias em diferentes momentos. Não existe uma fórmula pronta. “Ah, eu preciso dizer isso”, ou “preciso confrontar”, ou “preciso expor tudo”, ou “preciso permanecer em silêncio”.
Creio que ambas respostas são necessárias, e o Espírito Santo nos guiará no tempo certo, no momento certo, quando estivermos naquela situação, sobre o que dizer.
Bob: Podemos ser ousados e gentis ao mesmo tempo? Podemos ser proféticos e ainda demonstrar amor e graça ao mesmo tempo?
Mary: É totalmente possível ser ousada e gentil ao mesmo tempo, demonstrar graça e bondade e, ainda assim, permanecer firmemente na verdade. Acho que isso é possível. Novamente, Cristo modelou isso.
Vemos isso em todo o Novo Testamento, tanto nos apóstolos quanto na igreja primitiva. Havia bondade e uma disposição amorosa em relação às pessoas e aos outros. E, ao mesmo tempo, havia ousadia ao dizer: “Foi isso que Jesus disse. Foi por isso que Ele se posicionou. Esta é a história do Evangelho.”
E, se amamos as pessoas, como podemos negar isso a elas? Como podemos negar a verdade? Como podemos negar aquilo que lhes trará plenitude e vida e aquilo que teve um impacto tão profundo em nossas próprias vidas?
Bob: Isso é falar a verdade em amor. É para isso que Efésios nos chama.
Alguém me disse certa vez que Jesus, antes de virar as mesas dos cambistas, chorou por Jerusalém. E essa pessoa disse: “Antes de se tornar profético, pergunte a si mesmo: você já chorou pelo que está vendo, ou está apenas chegando com raiva e censura?”
Mary: Acho que o choro anda de mãos dadas com o ser profético. Todos os profetas choraram. Basta olhar para Daniel, Isaías e Jeremias. Aquilo que ouviam do Senhor os fazia chorar pelo povo. Ter um coração rasgado pela compaixão e pelo desejo de que as pessoas se arrependam e vejam a verdade em Cristo.
Acredito que, para falarmos à nossa cultura, aos nossos amigos, aos nossos entes queridos e até a pessoas que não conhecemos, é necessário ter um coração quebrantado e sensível diante do Senhor. E, mais importante ainda, porque reconhecemos que nós mesmos estamos na mesma condição, que também precisamos tanto da misericórdia, da redenção e da bondade de Deus. Sem isso, estaríamos perdidos. Creio que precisamos enxergar nosso próprio quebrantamento e ter lágrimas nos olhos pela condição da humanidade, inclusive a nossa, como pessoas quebradas.
Bob: Você encontrou uma maneira de discernir se o seu coração está cheio de julgamento e justiça própria ou se você realmente tem compaixão por quem está falando, para saber onde você está ao se relacionar com alguém?
Mary: Acho que, quando entramos em um relacionamento com a atitude de “eu vou consertar você”, ou “eu tenho o poder de consertar você”, ou ainda “eu tenho as respostas”, então não estamos nos aproximando da maneira correta.
Acho que a forma como o Senhor deseja que nos aproximemos é: “Eu também não tenho as respostas, mas conheço Alguém que tem.” E, nesse sentido de dependência, reconhecer: “Não sou eu. O que estou dizendo é o que Jesus disse, e é onde encontro vida, porque eu também preciso disso.”
Acho importante. Também é importante orar a respeito e pedir orientação ao Espírito Santo. Algo como: “Estou me aproximando com uma atitude de superioridade?” Todos nós temos lutas. O coração é desesperadamente enganoso acima de todas as coisas.
Então, pedir ao Senhor: “O Senhor pode iluminar o meu coração? Pode me mostrar se há alguma atitude de superioridade, orgulho ou senso de que eu estou certa e aquela pessoa está errada?” Aproximar-se com profunda dependência e humildade, reconhecendo que eu também não tenho as respostas. Não sei o que é certo ou errado, e dependo da Palavra de Deus para me instruir e me guiar.
Bob: O lugar onde isso às vezes é mais difícil de praticar é com mães e seus filhos adultos.
Mary: Sim. É difícil como mãe de um filho adulto, porque o seu papel muda. Durante toda a vida, você foi aquela que guiou, instruiu e corrigiu. Mas, quando o filho se torna adulto, ele tem um papel diferente, e você também tem um papel diferente em relação a ele. É uma fase diferente.
Acho que essa é uma mudança difícil, porque, como pais, temos a tendência de intervir e corrigir o filho. Ele não disse “por favor” e “obrigado”. Vamos corrigi-lo.
E esse tipo de comportamento pode continuar na vida adulta e se tornar muito desagradável para o filho que agora é adulto. O relacionamento exige uma mudança em sua natureza e em sua dinâmica, de modo que, em certo sentido, a menos que lhe seja pedido conselho, você não se aproxime pregando para o filho, dando sermões, tentando corrigir ou tentando controlar o comportamento dele.
Porque isso é apropriado quando você é mãe de uma criança pequena; você controla o comportamento dessa criança. Você ensina essa criança no supermercado: “Não é apropriado fazer uma birra e exigir o chocolate na prateleira.” Você ensina essa criança a não ser egoísta. Você exige um certo padrão.
Mas então, à medida que o filho entra na vida adulta, de repente essa responsabilidade muda. Acho que a razão pela qual muitos pais têm dificuldade com filhos adultos que não estão andando com o Senhor e que não estão seguindo os caminhos nos quais foram criados é dupla:
Acho que uma parte está do lado dos pais, quando o pai ou a mãe ainda tem um desejo interno de controlar o comportamento do filho, em vez de conceder essa liberdade.
E acho que também está do lado do filho, porque ele se acostumou a ter os pais tentando controlá-lo, e ainda percebe que, sempre que os pais dizem algo, é isso que estão tentando fazer.
Então, acho que está dos dois lados. Não é um lado ou o outro. Mas penso que às vezes é útil ter uma conversa com o filho e dizer:
“Eu sei que, como sua mãe quando você era pequeno, tentei moldar e controlar o seu comportamento porque essa era a minha responsabilidade. Mas agora quero que você saiba que cumpri a minha responsabilidade, e você tem a liberdade de escolher. Espero que você escolha aquilo que ensinei, mas mesmo que não escolha, eu ainda amo você. Eu oro por você. Eu apoio você. Ainda sou sua mãe, e continuarei presente.”
Bob: Isso significa que você morde a língua com frequência com seus filhos adultos?
Mary: Sim, você morde a língua com frequência — exceto quando está de joelhos em oração, e esse é o momento em que você não morde a língua. Você derrama o seu coração e suplica ao Deus do céu que envie Seus mensageiros para a vida do seu filho de uma forma que faça sentido para ele, de uma forma que o chame, de uma forma convincente, de uma forma que desperte toda a verdade que você foi guardando nele ao longo dos anos.
Acredito que o Senhor honra essas orações. Acredito que o Senhor realiza uma grande obra na vida dos nossos filhos, mesmo quando não temos consciência do que Ele está fazendo. Então, podemos orar. Podemos orar por amigos. Podemos orar para que pessoas entrem na vida deles. Podemos orar para que mensagens em livros cheguem até eles.
Mas acho que, quando um filho é pródigo, há um momento, como pais, de simplesmente permanecer em silêncio, de não tentar corrigir, mas apenas amar esse filho e orar para que o nosso grande Pai celestial traga Sua correção para a vida dele.
Bob: Vivendo como estamos em uma cultura cada vez mais pós-cristã, há muitos cristãos olhando para a forma como interagimos com a cultura e dizendo: “Ser gentil e amável é uma estratégia falida. Simplesmente não funciona.”
Então a pergunta é: continuamos assim, mesmo que pareça uma estratégia falida, por que o Senhor nos chamou para isso? Ou dizemos: “Precisamos nos levantar”?
Mary: Acho que essa é uma pergunta muito cheia de nuances, porque frequentemente pensamos que gentileza exclui ousadia, que ser gentil é ser retraído e silencioso, morder a língua e não dizer nada, ou não se envolver naquilo em que deveríamos nos envolver, já que vivemos neste mundo. E, como cristãos em uma democracia, também temos a responsabilidade, como cidadãos, de nos expressar dentro do sistema político.
Eu realmente penso que é muito importante ser ousado, mas fazê-lo com graça e gentileza. Existe uma grande diferença entre posicionar-se com ousadia em relação a um conceito, uma ideia, uma escolha moral ou um princípio e falar sobre isso com firmeza ou ser cruel, atacar alguém ou destruir o caráter de uma pessoa.
Acho que o que vemos hoje em nosso discurso político, especialmente no X e em outras redes sociais, é que, em vez de discutir ideias, as pessoas atacam o caráter umas das outras. Então, penso que é importante, como cristãos, nos elevarmos acima disso, não sermos sugados para isso e não retaliarmos quando somos acusados falsamente.
Penso na resposta de Cristo diante de Pilatos. Pilatos disse a Ele: “Estão dizendo todo tipo de coisa sobre você. Estão te acusando. Estão dizendo coisas muito desagradáveis sobre você.” E Cristo não respondeu. Ele simplesmente não respondeu.
Mas respondeu à verdade quando lhe perguntaram: “Você é o Rei dos judeus?” E Ele disse: “Sim.”
Ele respondeu com verdade e respondeu com ousadia. Não recuou em falar a verdade à sua cultura e à sua geração. Mas fez isso sem se preocupar em se defender de ataques pessoais. Ele não estava preocupado em se defender. Apenas disse, em essência: “Não vou jogar esse jogo. Não vou participar desse jogo de ataques pessoais, mas aqui está a verdade, e vocês precisam ouvi-la.”
Bob: Lemos em 1 Pedro 2 que, ao fazer isso, Ele se entregava Àquele que julga com justiça.
Mary: Exatamente. Eu sei que, mesmo no movimento Mulher Verdadeira, estando em uma posição pública e falando sobre temas muito controversos, recebi muitas críticas e ataques. Foi difícil simplesmente não me envolver e dizer: “Senhor, isso é muito cruel e injusto, e nem sequer é verdade. Mas eu confio que o Senhor cuidará disso, e não vou sujar as mãos. Não é para isso que fui chamada.”
Acho importante e raro. E penso que essa é mais uma daquelas situações em que buscamos graça e verdade — falar a verdade com ousadia, mas fazê-lo com graça, gentileza e respeito, respeitando também todas as estruturas de autoridade que Deus colocou em nossas vidas.
Então, mesmo quando discordamos das autoridades governamentais, não devemos desrespeitá-las, ou espalhar memes ofensivos ou liderar ataques pessoais. Mas devemos dialogar com ideias, dialogar com a verdade e dizer: “Esta é uma má ideia. Acho que é uma má ideia, e estas são as razões pelas quais penso assim”, em vez de dizer: “Esta é uma pessoa horrível.”
Portanto, essa é uma distinção muito importante, e é essencial lutar com isso, examinar o coração e verificar se entramos nessas situações com humildade e gentileza, mas também com ousadia.
Bob: Em 2 Timóteo 2 está escrito: “O servo do Senhor não deve viver discutindo.”
Mary: Sim.
Bob: Então, como isso orienta nossas conversas?
Mary: Ser contencioso é quando sentimos que precisamos provar que estamos certos e continuamos discutindo e discutindo com a pessoa, usando qualquer recurso disponível para vencer o argumento.
Acho que ser gentil e ser ousado significa falar a verdade sem entrar em ataques, sem entrar nesse vai e volta de “você disse isso. . .”, “mas isso. . .”, “e aquilo. . .”.
Basicamente dizer: “Eu já expressei o que entendo ser verdade à luz da Palavra de Deus, e a sua resposta não é minha responsabilidade. Fiz a minha parte. Fui fiel diante de Deus quanto ao que sei ser verdade ou ao que creio ser verdade com base na Sua Palavra, e não vou entrar nesse jogo de ataques.”
Nancy: Portanto, não é uma coisa ou outra; são as duas coisas. Não é graça ou verdade. Precisamos ser como Jesus, que era perfeitamente cheio tanto de graça quanto de verdade.
Mary Kassian e Bob Lepine nos lembraram que precisamos tanto de uma proclamação ousada da verdade quanto de uma comunicação gentil, compassiva e cheia de graça.
Apreciei o que eles disseram sobre como pais de filhos pródigos precisam de sabedoria do Senhor para saber como se comunicar com seus filhos.
Aqui no Aviva Nossos Corações, frequentemente ouvimos de pais ou avós cujos corações estão quebrantados por causa das escolhas que seus filhos ou netos fizeram.
Uma querida ouvinte de Belém do Pará, nos escreveu não muito tempo atrás e disse o seguinte:
Queridas irmãs do ministério Aviva Nossos Corações,
Com o coração cheio de gratidão, escrevemos para expressar o quanto temos sido abençoadas por meio desse ministério tão precioso.
Em 2024, iniciamos um grupo de mulheres pelo WhatsApp com o propósito de compartilhar os devocionais. Naquele momento, eu estava atravessando uma prova pessoal e senti a necessidade de caminhar de forma intencional ao lado de outras mulheres. Foi então que começamos com o devocional O céu reina, que falou profundamente aos nossos corações — exatamente o que precisávamos ouvir.
O que começou de forma simples, no ambiente virtual, foi crescendo e se fortalecendo. Hoje, além das mensagens compartilhadas, também nos reunimos presencialmente. Juntas, meditamos nos devocionais, compartilhamos testemunhos do que Deus tem falado conosco, e nos dedicamos à oração e ao jejum.
Somos imensamente gratas pelo trabalho que vocês realizam. O ministério tem sido instrumento de Deus para edificação, consolo e fortalecimento espiritual em nossas vidas. Oramos para que o Senhor continue concedendo a vocês forças, recursos e sabedoria, para que essa obra siga alcançando e transformando muitas outras vidas.
Com carinho e gratidão
Bem, meu coração fica aquecido, querida amiga, e minha oração é que você mantenha os olhos fixos em Jesus.
Louvamos a Deus por você que apoia o Aviva Nossos Corações. Por meio de suas contribuições podemos abençoar mulheres em todo o Brasil.
Raquel: Espero que você não perca o episódio de amanhã. Mary Kassian diz que, independentemente do que aconteça no cenário político, podemos ter confiança no rumo da história. . . este mundo não é a nossa casa.
Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.