Raquel Anderson: Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Como se sentir segura quando o mundo ao seu redor está constantemente mudando e super instável?
Primeiro, quero lembrar você de que, como ministério, o Senhor é a nossa segurança. Vamos falar sobre isso hoje no Aviva Nossos Corações.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Nancy continua na série Lições da vida de Josué. Hoje entramos na Parte 5: Celebrando a vitória.
Você pode acessar no nosso site todos os episódios anteriores desta série caso tenha perdido algum dos episódios, ou queira compartilhar com alguém. Visite o nosso site avivanossoscoracoes.com.
Nancy: Uma das coisas que aprendi a amar sobre ser filha de Deus ao longo dos anos são os cânticos e hinos que fazem parte da nossa fé, os cânticos e …
Raquel Anderson: Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Como se sentir segura quando o mundo ao seu redor está constantemente mudando e super instável?
Primeiro, quero lembrar você de que, como ministério, o Senhor é a nossa segurança. Vamos falar sobre isso hoje no Aviva Nossos Corações.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Nancy continua na série Lições da vida de Josué. Hoje entramos na Parte 5: Celebrando a vitória.
Você pode acessar no nosso site todos os episódios anteriores desta série caso tenha perdido algum dos episódios, ou queira compartilhar com alguém. Visite o nosso site avivanossoscoracoes.com.
Nancy: Uma das coisas que aprendi a amar sobre ser filha de Deus ao longo dos anos são os cânticos e hinos que fazem parte da nossa fé, os cânticos e hinos pelos quais declaramos nossa fé e pelos quais somos instruídas nos caminhos de Deus.
Eu não sou uma exímia cantora — qualquer pessoa que já se sentou ao meu lado na igreja pode confirmar isso. Aprendi a tocar piano, mas a minha preferência sempre foi de ser a acompanhante dos corais, não cantora, porque quando eu canto, o que sai mais parece um barulho ao Senhor do que um canto jubiloso.
Mas quando estou sozinha, muitas vezes canto ao Senhor, e mesmo na igreja realmente não me importo como minha voz soa, porque amo elevar ao Senhor aqueles cânticos que testemunham quem Ele é, o que Ele fez e o que Ele significa para nós.
Quero fazer aqui um pequeno parêntese em nosso estudo da vida de Josué para olhar um incidente na vida de Moisés que certamente impactou Josué. Moisés foi o predecessor de Josué. Encontramos nas Escrituras três referências a Moisés cantando ou escrevendo cânticos ao Senhor.
O primeiro, você se lembra, está em Êxodo capítulo 15, logo depois que os filhos de Israel foram libertos do Egito. Eles passaram pelo Mar Vermelho e estavam seguros do outro lado. O exército egípcio havia sido afogado no Mar Vermelho, e lemos em Êxodo 15, começando no versículo 1:
Então Moisés e os filhos de Israel entoaram este cântico ao Senhor: Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. O Senhor é a minha força e o meu cântico; ele se tornou a minha salvação. Este é o meu Deus; portanto, eu o louvarei; ele é o Deus de meu pai; por isso, o exaltarei. (vv. 1–2)
Ele continua pelos primeiros dezoito versículos deste capítulo cantando o cântico juntamente com os filhos de Israel. É um cântico de celebração, um hino de louvor. É um cântico de salvação, e ele celebra a derrota dos adversários de Deus. No versículo seguinte ele diz: “O SENHOR é homem de guerra.”
Essa é uma das estrofes. Ele celebra o amor da aliança de Deus por Seu povo, que Ele redimiu da escravidão e da morte, e na parte final desse hino de louvor Moisés olha com expectativa para o dia em que o povo de Deus entrará e tomará posse da Terra Prometida.
Assim vemos o cântico de Moisés em Êxodo 15.
Depois vemos o cântico em Deuteronômio 32, que vamos observar hoje e amanhã, um cântico não de salvação, mas de santificação, quando Moisés ensina este cântico aos filhos de Israel quarenta anos depois de terem saído do Egito e exatamente quando estão próximos a entrar na Terra Prometida.
Vamos olhar esse cântico com mais detalhes, mas antes disso vemos outro cântico de Moisés no último livro da Bíblia, Apocalipse capítulo 15. Na verdade, ele é chamado de o Cântico de Moisés e o Cântico do Cordeiro.
Este é um dueto que, de alguma maneira, Moisés e Jesus cantam juntos. Eles o compuseram juntos, e ele é cantado por aqueles que venceram a besta. É cantado imediatamente antes da ira e do julgamento final de Deus serem derramados sobre a terra, e esse cântico não é um cântico de salvação nem de santificação, mas um cântico da consumação do plano eterno de Deus.
No Cântico de Moisés e do Cordeiro, em Apocalipse 15, celebramos nossa redenção final e eterna e o triunfo definitivo de Deus sobre todos os Seus inimigos.
Assim lemos em Apocalipse 15:3–4:
E entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: "Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações! Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo. Por isso, todas as nações virão e se prostrarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.
Nesse cântico ele celebra a consumação dos séculos. Assim temos Moisés cantando cânticos e ensinando hinos que refletem a primeira parte da nossa fé quando entramos na salvação, depois aquela longa parte da nossa fé enquanto estamos aqui na terra, que é a nossa santificação, enquanto aprendemos a lutar contra nossos inimigos espirituais e aprendemos o que significa ser o povo santo de Deus, e então aquele cântico da consumação final do plano de Deus.
São cânticos que Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, nos forneceu para nos acompanhar em cada parte da nossa caminhada e fé cristã.
Agora voltemos ao cântico de Moisés no livro de Deuteronômio. O cântico em si está em Deuteronômio 32, mas se você voltar para Deuteronômio 31 verá o contexto deste hino específico de louvor, este cântico de Moisés.
Deuteronômio 31:16:
O Senhor disse a Moisés: ‘Eis que em breve você vai morrer...’
Escrevam para vocês este cântico [então Deus disse a Moisés para escrever este cântico] e tratem de ensiná-lo aos filhos de Israel. Ponham este cântico na boca de cada um deles, para que me seja por testemunha contra os filhos de Israel...
Quando eu tiver introduzido o meu povo na terra que mana leite e mel, a qual, sob juramento, prometi aos pais deles, e eles tiverem comido, se fartado e engordado, [quando estiverem prósperos, quando estiverem satisfeitos, Deus diz] então eles se voltarão para outros deuses, os servirão e me desprezarão, anulando a minha aliança. E, quando muitos males e angústias os tiverem alcançado, [isto é, a disciplina que será resultado de abandonarem Deus, Deus diz] este cântico será minha testemunha contra eles, pois os descendentes deles sempre o trarão na boca. (Deuteronômio 31:16, 19–21)
Não é verdade que as crianças podem lembrar facilmente de cânticos? Elas podem cantar comerciais. Podem cantar pequenas melodias. Podem cantar músicas populares que ouvem no rádio. Aprendem muito rapidamente, e mesmo como adultos, às vezes aprendemos coisas mais rapidamente quando aprendemos com música.
Temos música para aprender o alfabeto cantando, também usamos uma canção para aprender o nomes dos livros da Bíblia. E Deus diz: “Aqui está um cântico que quero que você conheça. Ensine-o aos filhos de Israel. Coloque-o em suas bocas, e anos a partir de agora, quando eles tiverem se desviado e tiverem se esquecido de quem lhes deu esta terra, eles ainda se lembrarão, mesmo nas gerações futuras, das palavras deste cântico, e ele será uma testemunha contra eles. Eles passarão este cântico para seus filhos para lembrá-los do caráter de Deus, da aliança de Deus, dos caminhos de Deus, e este cântico será uma testemunha contra eles no dia em que abandonarem o Senhor.”
Versículo 22 (ainda em Deuteronômio 31): “Assim, naquele mesmo dia, Moisés escreveu este cântico e o ensinou aos filhos de Israel.”
Versículo 30: “Então Moisés pronunciou, integralmente, as palavras deste cântico aos ouvidos de toda a congregação de Israel.”
Ele não poderia escrevê-lo, publicá-lo, imprimi-lo e distribuí-lo em um livro de cânticos ou colocá-lo em uma apresentação projetada diante da congregação, então Moisés falou as palavras deste cântico para a congregação — talvez o tenha cantado, não sabemos. Ele lhes ensinou as palavras até que pudessem dizê-las, até que pudessem cantar este cântico por si mesmos.
No capítulo 32, versículo 44 de Deuteronômio, no final deste cântico, vemos que Josué se juntou a Moisés no ensino do cântico. Josué seria o sucessor de Moisés. Eles estavam naquele momento de transição, passando o bastão da liderança de Moisés para a liderança de Josué, e em Deuteronômio 32:44 lemos:
Moisés veio e falou todas as palavras deste cântico aos ouvidos do povo, ele e Josué, filho de Num.
Moisés sabia que iria morrer, e queria ter certeza de que o líder que o seguiria conhecia esse cântico e estava envolvido em ensiná-lo e passá-lo ao povo.
Vamos olhar o cântico em si começando no capítulo 32, versículo 1.
Nos versículos 1 e 2 temos a introdução do cântico:
Inclinem os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca. Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a relva e como gotas de água sobre a erva.
Moisés percebe que, se o povo receber sua instrução, suas palavras — as palavras de Deus por meio dele — serão como chuva para suas almas.
Queremos chuva para ver as coisas crescerem, e como sabemos, é a chuva que pode fazer as plantas crescerem e florescerem. E Moisés diz: “Minhas palavras em seus ouvidos serão como chuva em seus corações. Farão vocês crescer espiritualmente e florescer.”
Então temos vários temas e estrofes ao longo deste cântico. Vamos observar o primeiro hoje e depois vários outros no próximo episódio, mas o primeiro tema, a primeira estrofe, é sobre o nome e o caráter de Deus.
Veja o versículo 3: “Porque proclamarei o nome do SENHOR. Louvem a grandeza do nosso Deus!”
No versículo 4 ele menciona um dos nomes de Deus, que vamos desenvolver com mais detalhes daqui a alguns momentos. Ele diz que Deus é a Rocha — “Eis a Rocha” — esse é um de Seus nomes. Se você ler todo este cântico de Moisés, o que não faremos hoje, verá que há cinco referências a Deus como a Rocha. Repetidas vezes, esse é um dos temas deste cântico — Deus é a Rocha — e o restante deste versículo lista algumas das características de Deus como a Rocha de Israel.
Ele é a Rocha — versículo 4 — “Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo. Deus é fidelidade, e nele não há injustiça; é justo e reto.
Todas essas coisas descrevem a Rocha de Israel.
Há outros nomes e características de Deus que você encontrará ao longo deste cântico. Por exemplo, versículo 6: “Não é ele o Pai de vocês, que os adquiriu, que os fez e estabeleceu?”
Versículo 8: Deus é chamado de “o Altíssimo”.
Versículo 39: “Vejam, agora, que eu, sim, eu sou Ele, e que não há nenhum deus além de mim.”
Enquanto você estuda este cântico por conta própria, procure coisas que falam sobre o nome de Deus, o caráter de Deus.
Mas eu queria voltar ao versículo 4 e àquele nome: “a Rocha” — Deus, que é a nossa Rocha.
No versículo 15, Ele é chamado de a Rocha da nossa salvação.
Quero meditar por alguns momentos com você nesse nome — Deus, que é a nossa Rocha.
Essa palavra “rocha”, dizem os estudiosos, pode vir de uma palavra-raiz que significa “montanha”. Você pode imaginar essa grande montanha, essa grande rocha. Ela é substancial; é firme; não se move.
O nome que diz que Deus é a nossa Rocha significa que:
- Ele é um refúgio confiável.
- Podemos contar com Ele.
- Podemos depender dEle.
- Ele é estável.
- Ele é permanente.
- Ele é fiel.
Chamar Deus de “a Rocha” significava, para os judeus do passado, que Deus é diferente de todas as outras divindades que eram adoradas por outros povos, porque os outros deuses pagãos geralmente não eram firmes nem estáveis. Pelo contrário, eram imprevisíveis. Mudavam frequentemente. Muitos desses deuses pagãos eram imorais. Não eram fiéis, santos e verdadeiros. Mas Moisés diz acerca de Deus: “Deus não faz mal algum.” Isso faz parte do fato de Ele ser a Rocha. Ele não faz mal algum.
Eu estava meditando sobre esse termo “a Rocha”. Há uma corporação, uma empresa que me veio à mente que usou uma rocha em sua propaganda. Era uma companhia de seguros conhecida — veja, era fácil associar o nome daquela companhia com a rocha — e o lema deles ao longo dos anos tem sido “Nossa companhia oferece um serviço sólido como uma rocha”. Sólido como uma rocha — é isso que Deus é — sólido como uma rocha.
Encontrei na internet a imagem de um anúncio daquela companhia de página inteira numa revista em abril de 1921.
O título, a legenda desse anúncio era: Nossa companhia tem a força de Gibraltar — sob a sombra protetora da rocha. A ideia era: se você tem seguro daquela companhia, se investir com eles, seu investimento será estável; será sólido; será seguro. Você estará segura; terá a força da rocha à sua disposição.
Na verdade, o texto daquele anúncio dizia — esta é uma parte do que dizia: “A rocha é um símbolo de segurança, de centenas de milhões de dólares mantidos com segurança como proteção para quinze milhões de lares. Sob a sombra protetora da rocha há escolas, casas, parques, ferrovias e fazendas”, e todas essas diferentes coisas estavam na imagem — seguras sob a rocha.
Por mais de um século, aquela companhia foi uma das instituições mais respeitadas dos Estados Unidos. Então, em 1981, ela comprou uma outra empresa. Esta outra empresa era uma firma financeira que havia sido manchada por um escândalo após o outro. A nova empresa passou a ser uma “fusão” e bilhões de dólares começaram a entrar de novos investidores em todo o país que queriam colocar suas economias em investimentos sólidos como uma rocha.
O que essas pessoas não sabiam era que a confiança delas estava sendo traída no que desde então foi chamado de o escândalo mais destrutivo da história de Wall Street.
Kurt Eichenwald foi um premiado repórter do The New York Times que investigou a história e, finalmente, escreveu um livro chamado A serpente na rocha.
Encontrei algo sobre esse livro. A editora tem esta descrição do livro. Diz:
Enquanto corretores promoviam negócios financeiramente frágeis de parcerias limitadas como se fossem investimentos seguros e sólidos, desde aposentados idosos até investidores sofisticados estavam sendo enganados, com centenas de milhares deles perdendo suas casas, seus fundos de aposentadoria ou grandes partes de suas economias. Enquanto isso, executivos da “fusão” e seus colegas estavam desfrutando de luxuosas férias com festas, presentes pessoais exorbitantes e viagens de negócios a bordo de navios como o QE2, tudo pago com o capital dos investidores que lhes havia sido confiado.
Foi um escândalo enorme. As pessoas haviam investido na rocha. Pensavam que seu investimento estava seguro. Pensavam que era estável. Pensavam que a empresa era sólida — e tinha sido por anos — mas provou ser um investimento instável.
Quando lemos o cântico de Moisés em Deuteronômio 32 e dizemos: Deus é a nossa “Rocha, Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo. Deus é fidelidade, e nele não há injustiça; é justo e reto.”, não é apenas propaganda. Não é apenas por alguns anos, ou cem anos. É para sempre, por toda a eternidade. No cântico de Moisés vemos a importância de confiar nossas vidas aos cuidados da única Rocha que é verdadeiramente confiável — Jeová, nosso Refúgio.
Também vemos nesse cântico a tolice de procurar qualquer outra coisa ou qualquer outra pessoa para segurança. Todos aqueles investidores daquela fusão de empresas aprenderam isso da maneira mais difícil. E, porque as pessoas são pecadoras e este mundo é caído e corrupto, há outras empresas que provaram ser firmas financeiras cujos investimentos não eram seguros. Existem muitas outras coisas nas quais colocamos nossa confiança e nossa segurança que, no final, nos decepcionam.
Colocamos nossa confiança em pessoas. Colocamos nossa confiança em nossa saúde, em nosso ambiente, em nossas casas, em nosso trabalho, em nossos amigos, em nós mesmas, e mais cedo ou mais tarde todas essas coisas se mostrarão não confiáveis. Não podemos confiar nelas.
Ao entrarmos no cântico de Moisés em Deuteronômio capítulo 32, chegamos aos versículos 37–38, e aqui Deus fala ao Seu povo que tem buscado outras coisas, outras fontes de força e segurança. Então Deus dirá aos Seus filhos:
Onde estão os seus deuses? [onde estão os seus deuses agora?] E a rocha em quem confiavam? Deuses que comiam a gordura de seus sacrifícios e bebiam o vinho de suas libações? Que eles se levantem e os ajudem, para que haja um esconderijo para vocês!
Você contou com seu marido para ser sua rocha fiel e segura? Sim, ele deve ser fiel. Mas você contou com ele para ser sua máxima satisfação e segurança? O que acontece quando ele falha? Você contou com seu trabalho; contou com seus filhos; contou com suas férias; contou com suas contas bancárias; contou com seus amigos. Deixe que eles se levantem agora e a ajudem quando você mais precisa de ajuda. Onde está sua rocha agora?
Se colocarmos nossa confiança e nossa segurança em qualquer coisa ou em qualquer pessoa além de Jeová, a Rocha — com “R” maiúsculo — seremos pessoas inseguras. Mais cedo ou mais tarde ficaremos decepcionadas, porque tudo e todas as pessoas neste planeta — incluindo nós mesmas — nos decepcionarão. Nada pode ser confiado para sempre, exceto o próprio Deus.
- Então, quem é a sua rocha?
- O que é a sua rocha?
- Em quem os seus olhos estão fitos?
- Em que você está confiando?
- Com o que você está contando?
- No que você está se apoiando?
- Onde está a sua segurança?
- Onde você encontra refúgio?
- A sua rocha é confiável?
- A sua âncora vai segurar?
- Você está olhando para Cristo, a Rocha firme?“Somente ponho a minha fé, na graça excelsa de Jesus. A minha fé e o meu amor estão firmados no Senhor”. Somente Cristo, a Rocha firme.
Senhor, oro para que plantes nossos pés e nossos corações firmemente em Cristo, que é a Rocha dos Séculos, a Rocha firme. Obrigada, Senhor, porque Tu és a Rocha firme, permanente, estável e confiável da nossa salvação. O Senhor é firme. O Senhor não muda. Sempre podemos contar Contigo.
E, Senhor, perdoe-nos por buscarmos outras rochas, outras coisas, outras pessoas para nos satisfazer, nos sustentar, nos dar segurança. Obrigada porque Tu nos ensinas, ao longo da vida, que todas essas coisas falharão, para que nossos corações sejam mais uma vez atraídos a se apoiar em Ti.
Que nos lancemos agora, por toda a vida e por toda a eternidade, em Deus, que é a nossa única Rocha.
Nós te bendizemos, ó Deus, Rocha da nossa salvação. Em nome de Jesus, amém.
Raquel: Hoje, Jesus pode ser a Rocha em quem você pode confiar para tudo. Essa mensagem de Nancy DeMoss Wolgemuth faz parte da série Lições da vida de Josué (Parte 5): Celebrando a vitória. Ela está ensinando sobre a vida de Josué em várias séries neste semestre.
Agradecemos as nossas ouvintes por todas as palavras de apoio e carinho durante esta série. Agradecemos por suas orações e apoio financeiro. É através do seu apoio que podemos trazer estudos bíblicos sólidos como este para mulheres ao redor de todo o Brasil.
Visite o nosso site e saiba como fazer a sua doação. E ao fazer uma doação de qualquer valor, enviaremos um livreto digital diretamente ao seu email. Saiba como no avivanossoscoracoes.com/livros.
Ninguém gosta de enfrentar necessidades sérias sem saber como essas necessidades serão supridas. Mas encarar nossas necessidades de frente é, na verdade, algo muito bom.
Nancy: A prosperidade é mais propensa a produzir um espírito de orgulho, e a fome é mais propensa a produzir um espírito de humildade. A progressão natural é que, quando estamos satisfeitas, nossa tendência é esquecer de Deus.
Raquel: Aguardamos você amanhã aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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