Raquel Anderson: Você já se perguntou o que será necessário para mudar o rumo da nossa nação? Dan Jarvis diz que cada um de nós precisa ver a mudança começar bem perto de casa.
Dan Jarvis: A transformação nacional não acontece a menos que você se transforme. Podemos postar no blog, comentar nas redes sociais, compartilhar o meme mais recente, ficar com raiva do próximo político ou participar da próxima manifestação. Nada disso vai resultar em mudança nacional se você não estiver disposto a mudar. . . e se eu não estiver disposto a mudar.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Estamos em época de eleições e precisamos estar centradas na Palavra de Deus para conseguir lidar bem com tantas incertezas no nosso mundo.
Nancy escreveu um livro chamado “O céu reina” que vai …
Raquel Anderson: Você já se perguntou o que será necessário para mudar o rumo da nossa nação? Dan Jarvis diz que cada um de nós precisa ver a mudança começar bem perto de casa.
Dan Jarvis: A transformação nacional não acontece a menos que você se transforme. Podemos postar no blog, comentar nas redes sociais, compartilhar o meme mais recente, ficar com raiva do próximo político ou participar da próxima manifestação. Nada disso vai resultar em mudança nacional se você não estiver disposto a mudar. . . e se eu não estiver disposto a mudar.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Estamos em época de eleições e precisamos estar centradas na Palavra de Deus para conseguir lidar bem com tantas incertezas no nosso mundo.
Nancy escreveu um livro chamado “O céu reina” que vai te ajudar a ter uma perspectiva de paz e certeza de que qualquer que seja o resultado das eleições, o Senhor ainda está no controle.
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Nancy DeMoss Wolgemuth: Então, o que torna uma nação grande? É uma economia forte? Poder militar? Inovação? Empregos? Educação? O que é? Essa pergunta tem surgido bastante neste ano eleitoral, e muitas pessoas têm expressado muitas opiniões. Mas o que a Bíblia diz?
Não muito tempo atrás, ouvi vários amigos elogiando muito uma mensagem que tinham ouvido do nosso amigo Dan Jarvis, em uma igreja local aqui da nossa região. Dan foi à Palavra de Deus para ver o que ela tem a dizer sobre o que torna uma nação grande. Eu quis que ele compartilhasse essa mensagem com o público do Aviva Nossos Corações.
Tanto nos Estados Unidos como no Brasil, estamos nos preparando para votar em uma eleição que tem sido maluca e cheia de reviravoltas. Então achei que este seria um bom momento para parar e alinhar nossa mente com a verdade da Palavra de Deus e com o Seu plano para as nações, e obter uma perspectiva piedosa sobre essa pergunta: “O que realmente torna uma nação grande?”
Dan Jarvis trabalha no ministério Life Action, a organização-mãe do Aviva Nossos Corações. Ele também é pastor de uma igreja, perto da nossa sede em Michigan. Vamos ouvir.
Dan: Hoje estamos começando uma série de três partes sobre o que significa ser uma nação humilde. A Bíblia diz (e eu realmente creio nisso de todo o coração) que a humildade é o que torna qualquer nação grande. Isso, claro, também vale para indivíduos.
Grandeza não é uma questão de quanto dinheiro você consegue acumular, nem de quanto poder você tem, nem de quanto consegue influenciar pessoas, nem de quão famoso você se torna. Grandeza é uma questão do que Deus pensa a seu respeito. Quando Deus o exalta, quando Deus o levanta, aí sim você é verdadeiramente grande.
Provérbios 29.23 diz que o orgulho termina em humilhação, enquanto a humildade traz honra. . . humilhação versus humildade. . . essa é a escolha que cada um de nós precisa fazer, e que toda nação precisa fazer. Quero levá-lo na Bíblia a Daniel, capítulo 5, a um império de muito tempo atrás, onde o orgulho era um problema. Mesmo achando que estavam firmes, eles caíram — e caíram muito rapidamente.
Daniel 5.1–2 diz:
O rei Belsazar deu um grande banquete a mil homens importantes do seu reino e bebeu vinho na presença deles. Enquanto Belsazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata que Nabucodonosor, o seu pai, havia tirado do templo de Jerusalém, para que ele, os homens importantes do reino e as mulheres e concubinas do rei os usassem para beber vinho.
E entendemos que esses utensílios representavam algo. Representavam uma rebelião contra Deus — trazer esses objetos sagrados do templo de Jerusalém e, intencionalmente, desafiar Deus, colocar-se diante dele com orgulho.
Então trouxeram os utensílios de ouro, que haviam sido tirados do templo da Casa de Deus em Jerusalém. Beberam o vinho e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra. No mesmo instante, apareceram uns dedos de mão humana, que começaram a escrever na parede caiada do palácio real, no lugar iluminado pelo candelabro; e o rei via os dedos que estavam escrevendo. Então o semblante do rei empalideceu, e os seus pensamentos o deixaram perturbado; as suas pernas bambearam, e os seus joelhos batiam um no outro.
O rei ordenou, em voz alta, que fossem chamados os encantadores, os caldeus e os feiticeiros. O rei disse aos sábios da Babilônia: — Aquele que ler o que está escrito na parede e me declarar a sua interpretação será vestido de púrpura, receberá uma corrente de ouro para pôr no pescoço e será o terceiro homem mais importante do meu reino. Então entraram todos os sábios do rei, mas não puderam ler o que estava escrito na parede, nem revelar ao rei a sua interpretação. (vv. 1–7)
Todos estavam igualmente amedrontados — não apenas pelo que a mão havia escrito, mas também pelo fato de estarem decepcionando o rei e não conseguirem interpretar a mensagem.
Então, as Escrituras nos dizem que a rainha-mãe se lembrou de que, muito tempo antes, havia no reino um homem chamado Daniel, que havia aconselhado Nabucodonosor em questões assim e tinha uma ligação especial com Deus. Chamaram Daniel e o trouxeram. O versículo 13 nos diz:
Então Daniel foi levado à presença do rei. O rei falou com Daniel e lhe perguntou:
— Você é aquele Daniel, dos exilados de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá? Tenho ouvido dizer a seu respeito que o espírito dos deuses está em você, e que em você se acham luz, inteligência e excelente sabedoria. Acabam de ser trazidos à minha presença os sábios e os encantadores, para lerem o que está escrito na parede e me darem a sua interpretação. Mas eles não puderam dar a interpretação dessas palavras.
Então Daniel respondeu e disse na presença do rei:
— O senhor pode ficar com os seus presentes e dar as suas recompensas a outra pessoa. No entanto, vou ler para o rei o que está escrito na parede e lhe darei a interpretação. Ó rei, o Deus Altíssimo deu o reino a Nabucodonosor, seu pai, bem como grandeza, glória e majestade. Por causa da grandeza que lhe deu, pessoas de todos os povos, nações e línguas tremiam e temiam diante dele. Matava a quem queria e a quem queria deixava com vida; exaltava uns e humilhava outros.
Mas, quando o coração dele se elevou, e o seu espírito se tornou orgulhoso e arrogante, foi derrubado do seu trono real e perdeu toda a sua glória. Foi expulso do meio dos filhos dos homens, o seu coração foi feito semelhante ao dos animais, e passou a morar com os jumentos selvagens. . . até que reconheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer.
— E o senhor, rei Belsazar, que é filho de Nabucodonosor, não humilhou o seu coração, mesmo sabendo de tudo isso. Pelo contrário, se levantou contra o Senhor do céu, mandando trazer os utensílios do templo dele, para que o senhor, ó rei, as suas mulheres e concubinas, juntamente com os homens importantes do reino, bebessem vinho neles. Além disso, o senhor deu louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não veem, não ouvem e não sabem nada. Mas o senhor não deu glória a Deus, em cuja mão estão a sua vida e todos os seus caminhos. É por isso que ele enviou aquela mão que escreveu na parede.
E o que está escrito é isto: Mene, Mene, Tequel e Parsim. Esta é a interpretação daquilo:
Mene: Deus contou os dias do seu reinado, ó rei, e pôs um fim nele.
Tequel: Você foi pesado na balança e achado em falta.
Peres: O seu reino foi dividido e entregue aos medos e aos persas. (vv. 13-15, 17-28)
Nada disso era uma profecia futura. Era algo imediato! Naquele exato momento, o reino estava sendo tirado das mãos dele. Belsazar não tinha ideia de como isso aconteceria.
Mas não era uma advertência do tipo: “Se você não consertar o que está errado, algo ruim vai acontecer.” Não. A escrita na parede dizia: “O momento acabou. É isso. Seu reino está sendo tirado de você. . . agora!”
As Escrituras continuam dizendo, no versículo 29, que:
Então Belsazar mandou que vestissem Daniel de púrpura, que lhe pusessem uma corrente de ouro no pescoço, e que proclamassem que passaria a ser o terceiro no governo do seu reino. (v. 29)
Mas não creio que essa posição tenha significado muita coisa, por causa do que o versículo seguinte diz:
Naquela mesma noite, Belsazar, rei dos caldeus, foi morto. E Dario, o medo, se apoderou do reino, quando tinha mais ou menos sessenta e dois anos de idade. (vv. 30-31)
Enquanto Belsazar promovia essa grande festa para desafiar Deus — uma festa baseada no orgulho e na sensação de invencibilidade, achando que podia fazer o que quisesse e que não precisava ouvir Deus —, do lado de fora dos muros da cidade, o exército medo-persa estava se reunindo.
Havia um cerco prolongado, uma guerra longa, e o reino da Babilônia vinha perdendo território aos poucos. Agora, os exércitos inimigos cercavam a cidade. Mas os muros eram tão altos — suas defesas eram consideradas impenetráveis — que ainda havia confiança de que nada poderia atingi-los, a ponto de poderem dar uma festa sem se preocupar com o que acontecia do lado de fora.
O exército persa elaborou uma estratégia para desviar o rio Eufrates. Ao reduzir o nível da água, isso permitiu que o exército marchasse para dentro da cidade sem resistência, destruísse a cidade e matasse o rei.
Foi o orgulho de Belsazar que levou à sua queda. Certamente aquela cidade poderia ter se defendido, mas eles não estavam atentos. Estavam confiantes demais no que haviam construído. Confiantes de que podiam se colocar diante de Deus e de qualquer exército do mundo e fazer o que bem entendessem — sem qualquer referência à humildade. Mas naquele momento, caíram: Mene, mene, tequel, parsim. A escrita na parede apareceu, e o reino chegou ao fim. Por quê? Não foi por falta de recursos financeiros. Não foi um problema político. Nem mesmo foi um problema militar. O problema foi o orgulho!
O orgulho derrubou um dos impérios mais poderosos da história mundial. Veja, toda vez que nos levantamos em orgulho, nos colocamos contra Deus. Tiago 4.6 diz: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.”
Toda nação tem uma escolha, e cada um de nós também tem. Podemos estar do lado que recebe a graça de Deus, ao nos humilharmos diante dele, reconhecendo nossa necessidade, apresentando-nos não exigindo nossa própria vontade, nem buscando nossa própria glória, nem tentando acumular para nosso próprio benefício; mas, ao contrário, colocando-nos diante dele como servos humildes, com um coração quebrantado e um espírito disposto. Quando fazemos isso, Deus nos concede graça; Ele derrama Seu favor sobre nós. E qualquer nação que escolha se humilhar diante de Deus pode experimentar essa bênção e favor.
Mas, assim que nosso coração se exalta em orgulho, seguimos o mesmo caminho que o império babilônico seguiu há tanto tempo.
- Nenhuma nação é imune a isso.
- Nenhuma igreja é imune a isso.
- Nenhuma pessoa é imune a isso.
O orgulho sempre resulta em queda. A humildade é o que leva à exaltação aos olhos de Deus e à honra.
Tenho pensado no que isso significa para mim. Vivo nos Estados Unidos, e, quando olho para a nação em que vivo, vejo claramente um afastamento da humildade e uma inclinação para o orgulho. As pessoas falam em tornar a América grande, maior ou grande novamente, mas estão seguindo o caminho errado.
A grandeza é uma questão de humildade. Se realmente queremos ser grandes, precisamos nos humilhar diante de Deus. Precisamos nos ajoelhar em Sua presença, orar, buscar a Sua face, afastar-nos do mal e nos render a Ele.
Pessoalmente, não tenho controle sobre o que acontece no país. E, na verdade, meu círculo de influência — minha família, meus filhos, meu lar, a igreja que frequento, as pessoas com quem trabalho — é um círculo bem pequeno em comparação com uma nação inteira, um povo inteiro.
Mas sei que a mudança nacional precisa começar com a mudança pessoal. Se não quero que minha nação siga o caminho que a Babilônia seguiu, não posso necessariamente consertar o que acontece no governo ou na mídia, mas posso olhar para o meu próprio coração. Posso pedir a Deus que me examine, que arranque qualquer vestígio de orgulho que ainda exista, que me mantenha em humildade e dependência dele.
Creio que há alguns passos que qualquer um de nós pode dar se quisermos caminhar pela estrada da humildade, em vez de seguir o caminho da humilhação no fim (que pode até ter uma glória temporária, mas termina em humilhação). Se quisermos trilhar o caminho da humildade e admitir desde já o que ficará claramente provado na eternidade — que ninguém pode se opor a Deus —, há algumas coisas que podemos fazer.
Primeiro, podemos centralizar nossa vida em Cristo, e não neste mundo. Quando pensamos no significado da nossa vida e no que tudo o que fazemos diariamente realmente representa, não se trata de quanto conseguimos obter, de quão bem nos sentimos, de quanto prosperamos ou mesmo de quanta liberdade temos.
No fim das contas, nossa cidadania não é deste mundo, e o propósito da nossa vida não é definido pelo que acontece debaixo do sol. Em vez disso, olhamos para o céu. Olhamos para Cristo e mantemos nossos olhos fixos nele.
E creio que, aconteça o que acontecer — à medida que os governos deste mundo se levantam e caem, à medida que ouvimos falar de guerras e rumores de guerras —, se mantivermos nossos olhos fixos em Cristo, no fim estaremos do lado certo.
Outra coisa que eu creio que precisamos fazer em um mundo que parece entender totalmente errado o que é grandeza é esta: precisamos estar dispostos a amar profundamente as pessoas, mesmo que elas nos odeiem de forma cruel. Jesus disse para não nos surpreendermos se o mundo nos odiar.
Se você for uma voz de humildade, se for uma voz do Evangelho, se for uma voz de luz e de verdade, as pessoas que estão firmadas no orgulho vão se opor a você de forma violenta. Elas vão odiar o que você diz e aquilo que você representa.
Podemos esperar por isso. Mas, quando isso acontecer, não podemos deixar que o nosso coração se endureça. Em vez disso, precisamos nos posicionar em amor, reconhecendo que todas essas pessoas que se opõem a nós — o problema delas também não está apenas neste mundo — o problema delas é com Deus.
Elas foram criadas para ter um relacionamento com Deus, mas, por causa do orgulho e do coração endurecido, estão perdendo isso. Por isso, nós as olhamos com compaixão e com amor e estendemos a elas o mesmo tipo de graça e compaixão que Jesus estendeu a nós.
Outra coisa que considero importante, quer você ache ou não que a cultura em que vive está caminhando como a Babilônia, é perceber que uma virada nacional não acontece se você não mudar.
Podemos postar em nossos blogs, comentar nas redes sociais, compartilhar o meme mais recente, ficar irados com o próximo político ou participar da próxima manifestação, mas nada disso vai resultar em mudança nacional se você não estiver disposto a mudar e se eu não estiver disposto a mudar.
É por isso que, acredito eu, o chamado ao arrependimento na Bíblia é tão pessoal. Mesmo quando um profeta se levantava corajosamente diante, por exemplo, do povo de Israel ou da nação de Edom, e declarava que eles precisavam se arrepender, a aplicação não era simplesmente que precisavam aprovar um decreto governamental ou necessariamente trocar de líderes (embora isso às vezes não seja uma má ideia). A questão central era que eles precisavam se ajoelhar diante de Deus em humildade e se afastar do pecado.
E se você e eu estivermos dispostos a fazer isso, se estivermos dispostos a dizer: “Senhor, eu não sei o que vai acontecer com o mundo em que vivo ou com a nação em que vivo, mas, em vez de apontar o dedo para todo mundo, Senhor, eu quero que o Senhor coloque o Seu dedo em mim. Quero que o Senhor comece a Sua obra de avivamento, transformação e renovação no meu coração.” Não é apenas olhar para os políticos que supostamente me representam e dizer: “Nossa, eles deveriam fazer tudo diferente.”
E nem é olhar para o meu marido ou para a minha esposa, ou para os meus filhos, ou para o meu pastor, e dizer: “Se eles se acertassem, então voltaríamos ao caminho certo!” Não. “Senhor, não é o meu irmão ou a minha irmã que precisam de oração — sou eu que preciso!”
Agora, nos próximos dias, vamos caminhar por mais do que a Bíblia diz especificamente às nações — tanto nos tempos bíblicos quanto às nações de hoje. Mas, por hoje, eu me pergunto se você faria uma pausa no que está fazendo e consideraria como seria, para você, humilhar-se. Como seria dar um passo de fé reconhecendo que a sua vida não se resume a confiar no seu próprio entendimento, fazer as coisas do seu jeito e abrir o seu próprio caminho — e depois trazer Deus para acompanhar as suas escolhas?
Como seria viver o tipo de vida para a qual fomos criados, quando nos curvamos diante de Cristo e dizemos: “O Senhor pode ter a minha vontade! O Senhor pode me ter por completo”? Pode ser que, antes mesmo de entrarmos nos detalhes de como são as nações humildes e de como podemos ser agentes de mudança na nação em que vivemos, Deus queira começar uma obra em você — no seu coração — agora mesmo.
Você diria a Ele: “Senhor, eu entrego o meu orgulho — eu o abandono. Em vez de me colocar contra Ti, em oposição a Ti, tentando viver meus próprios sonhos e seguir meus próprios planos, eu simplesmente quero me submeter à Tua liderança”?
Não sei se essa escolha mudaria toda a sua nação, mas mudaria você. Poderia mudar a sua família. E talvez essa mudança produzisse um efeito em cadeia para o bem ao seu redor, quer outras pessoas se arrependam ou não.
Eu sei que quero estar do lado de Deus. Por que não tiramos um tempo para orar e pedir especificamente que Deus nos examine? Pedir que Deus nos humilhe e dar esse primeiro passo em direção a Ele. . . que talvez não seja um passo ousado para frente, mas um passo para baixo, de joelhos.
Senhor, ao longo de toda a história, as nações pensaram ser grandes. Muitas se exaltaram contra Ti e depois caíram. Na verdade, muitas. Nós não somos diferentes delas. Temos a mesma tendência de ver sucesso ao nosso redor e achar que isso acontece por causa de quão grandes fomos — ou de quão grandes somos.
Temos a mesma tendência de viver sem referência à Tua Palavra, de não Te dar a honra e o respeito que Te são devidos. Por isso, Senhor, queremos nos arrepender. Claro que queremos nos curvar diante de Ti e orar para que uma grande obra de humildade comece em nossa nação, mas, Senhor, que o Senhor faça primeiro uma grande obra de humildade em nós.
Sonda-nos, ó Deus. Conhece-nos. Conhece o nosso íntimo. Ajuda-nos a confessar o nosso orgulho e aquelas áreas da nossa vida que têm sido definidas pelo orgulho — talvez por tanto tempo que nem percebemos mais. Ajuda-nos a entrar em uma nova vida contigo — confiando em Ti, apoiando-nos no Teu entendimento, e não no nosso.
Senhor, confiamos nessa promessa de Tiago 4.6, de que o Senhor concede graça aos humildes. Estendemos as mãos a Ti hoje e pedimos essa graça. Obrigada, Senhor, pela misericórdia que o Senhor estendeu a cada uma de nós, pessoalmente.
Oramos para que o Senhor estenda esse mesmo tipo de misericórdia às nações do mundo, que tão desesperadamente precisam dela. Oramos em nome de Jesus, amém.
Nancy: Ouvimos o pastor Dan Jarvis fazendo uma pergunta muito importante: nós, como nação, vamos nos aproximar do Senhor com humildade ou vamos resistir a Ele e enfrentar a humilhação?
Estamos às vésperas de uma grande eleição tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Ao longo desse processo, temos sido lembradas de que nenhum líder humano, nenhum partido político, pode oferecer aquilo de que realmente precisamos como nação. Somente Deus pode suprir as nossas maiores necessidades.
Então, nesta época de eleição, você poderia separar um tempo — onde quer que viva — para clamar ao Senhor com humildade em favor do Brasil? E depois, ore também por outras nações que estejam no seu coração.
Dan Jarvis estará de volta conosco amanhã, continuando a nos mostrar o que significa ser uma nação humilde. Para encerrar nosso tempo juntas nesses dias que antecedem a eleição, vamos orar com Stephen Kendrick. Stephen é um produtor de filmes que ajudou a trazer o filme Quarto de Guerra. O Senhor colocou um peso especial em seu coração em favor da oração.
Então, vamos separar os próximos minutos e clamar juntas — como audiência do Aviva Nossos Corações — neste momento tão crítico. Aqui está Stephen Kendrick.
Stephen Kendrick: Vamos orar em favor do nosso país.
Senhor, nós Te agradecemos pelo Brasil! Agradecemos pelas liberdades de que temos desfrutado. Mas, Senhor, como nação, nos afastamos de Ti. O Senhor vê o pecado que há na Igreja. O Senhor vê como estamos mornos no corpo de Cristo.
O Senhor vê os homens viciados em pornografia dentro de casa. O Senhor vê pastores que não estão pregando a Tua Palavra. O Senhor vê a divisão em nossos casamentos e em nossas famílias. O Senhor vê a nossa falta de oração. O Senhor vê a nossa falta de evangelismo.
Nós oramos, ó Deus, para que o Senhor nos perdoe como país e nos perdoe como Igreja pelos nossos pecados contra Ti! Senhor, como nação, nos afastamos de Ti. Buscamos as respostas dos homens em vez das respostas de Deus. Confiamos em nós mesmos. Fomos orgulhosos. Mas oramos, ó Deus, para que o Senhor nos perdoe por nossos grandes pecados. O Senhor poderia reavivar a Sua Igreja novamente? O Senhor poderia purificar a Sua Igreja novamente?
A Tua Palavra diz que o Senhor está lavando a Sua Noiva, santificando a Sua Noiva. Então, Senhor, faz isso na sua Igreja. Santifica a Tua Noiva. Sabemos que merecemos o Teu juízo, ó Deus, e vemos evidências disso ao nosso redor. Mas oramos para que o Senhor nos conceda arrependimento!
A Tua Palavra diz em 2 Timóteo 2 que o Senhor pode conceder arrependimento. Oramos para que o Senhor nos conceda arrependimento, ó Deus — que não apenas choremos ou confessemos, mas que nos afastemos do pecado e nos voltemos novamente para Ti!
Senhor, Tu és a pérola de grande valor. Tu és o grande tesouro escondido no campo. Somente o Senhor pode nos dar amor, alegria e paz em nossos corações, pelo Teu Espírito Santo. Oro para que nos afastemos das coisas fúteis deste mundo, das coisas que não satisfazem, e nos voltemos novamente para Ti; que a nossa esperança esteja em Ti, que os nossos olhos estejam fixos em Ti.
Senhor, a Tua Palavra diz que à Tua direita há delícias perpetuamente. A Tua Palavra diz que, se nos deleitarmos no Senhor, Ele concederá os desejos do nosso coração. O Senhor é a fonte do amor, da alegria e da paz — nada neste mundo.
Oro para que nos afastemos dos nossos pecados e nos voltemos novamente para Ti; que larguemos a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a soberba da vida, e busquemos o amor do nosso Pai.
Oramos para que o Senhor nos lave e nos transforme. Senhor, reaviva a Tua Igreja. Levanta pastores que proclamem a Tua Palavra, a Tua verdade — todos os domingos — sem pedir desculpas, com ousadia, do púlpito. Que o temor a Deus seja maior do que o temor aos homens. Oramos para que o Senhor encha os pastores com o Teu Espírito Santo quando subirem ao púlpito, e que proclamem a Palavra de Deus sem desculpas, anunciando com clareza e coragem o simples Evangelho do arrependimento.
Senhor, concede-lhes unção e ousadia. Pesa os seus corações. Guia-os, a cada domingo, ao texto específico que o Senhor deseja que proclamem. Oro para que os pastores tenham uma Palavra fresca da Tua parte para suas igrejas a cada domingo.
Pedimos que o Senhor levante homens piedosos nas igrejas. A Tua Palavra diz que os homens precisam se reunir e, sem ira nem dúvida, orar, levantando mãos santas, intercedendo por suas igrejas e pelas nações. Oramos para que o Senhor chame os homens à oração; que eles se arrependam, clamem a Ti, e que o Senhor ouça as suas orações.
O Senhor poderia curar os nossos lares? Poderia restaurar os nossos casamentos? O Senhor deseja que o casamento seja um retrato de Cristo e da Sua Noiva, a Igreja. Senhor, volta o coração dos maridos para as esposas e das esposas para os maridos.
Pai, oramos para que haja perdão. A Tua Palavra diz que, se não perdoarmos os outros, o Senhor não nos perdoará. O Senhor nos ordenou a perdoar aqueles que pecam contra nós. A Tua Palavra diz que, quando estivermos orando, devemos perdoar se tivermos algo contra alguém.
Então, Senhor, oro agora para que o Senhor convença os cristãos do pecado da falta de perdão em seus corações. Se há alguém contra quem estamos irados ou amargurados, ajuda-nos a deixar que o Senhor seja o Juiz dessa pessoa e a libertá-la da prisão dentro do nosso coração.
Ajuda-nos a demonstrar a ela a graça que ela não merece, assim como o Senhor nos demonstrou graça em Cristo. A Tua Palavra diz que devemos ser bondosos e compassivos, perdoando uns aos outros, assim como Cristo nos perdoou. Oro para que perdoemos plenamente, de coração, qualquer pessoa que tenha pecado contra nós.
Pai, eu sei que a falta de perdão dá espaço ao inimigo. Sei que ela nos resseca espiritualmente. Sei que ela prejudica a nossa vida de oração. Por isso, oro para que o Senhor nos mostre se há alguém em nossa vida que precisamos perdoar, e que nós, como cristãos em Jesus Cristo, comprados pelo Teu sangue — nós que fomos perdoados pela Tua graça — ofereçamos essa mesma graça àqueles que nos feriram.
Assim, Senhor, agora nós perdoamos aqueles que pecaram contra nós, assim como Jesus nos perdoou. Liberta-nos de toda amargura. Oro para que o Senhor renove espiritualmente as nossas vidas pelo Teu Espírito Santo enquanto perdoamos. Fazemos isso agora, em nome de Jesus.
Pai, oramos em nome de Jesus para que o Senhor una a Sua Igreja. Unimo-nos à oração de Jesus em João 17, para que a Igreja seja um corpo, assim como o Senhor é um. Oramos para que, acima das diferenças raciais e denominacionais, o Senhor una o corpo de Cristo — aqueles que conhecem Jesus como Senhor, aqueles que creem que a Bíblia é a Palavra de Deus.
Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, diz a Tua Palavra. Portanto, Senhor, oramos para que, em torno desses fundamentos, o Senhor una a Sua Igreja, e que juntos, em unidade, busquemos a Tua face com um só coração, uma só voz e uma só mente, para glorificar a Ti — o nosso único Deus.
Pai, oramos para que o Senhor envie o Evangelho às nações. Senhor Jesus, o Senhor disse que o Evangelho seria pregado até os confins da terra. Oramos para fazer parte do cumprimento dessa promessa. Enche-nos com o Teu Espírito Santo e faz de nós testemunhas para as nações.
Onde quer que estejamos, Senhor — em nossos lares, em nossas igrejas, em nossas comunidades — que estejamos proclamando, modelando e vivendo o lindo Evangelho da graça. Usa-nos para levar o Evangelho até os confins da terra.
Usa todos os meios que o Senhor colocou diante de nós. Ajuda-nos a pregar o Evangelho, a orar o Evangelho. Senhor, oramos para que o Senhor use a Internet para proclamar o Evangelho até os confins da terra.
Oramos para que o Senhor use a televisão, os filmes, os livros, a música — todos os meios disponíveis. Que o Evangelho chegue aos confins da terra, e que participemos de levar cada nação, cada tribo e cada língua a conhecer Jesus Cristo como Senhor e Salvador.
Senhor, nós Te amamos. Pai, oramos para que o Senhor convença a Igreja dos seus pecados. Sonda-nos, ó Deus, e conhece o nosso coração; prova-nos e conhece os nossos pensamentos ansiosos; vê se há em nós algum caminho mau e guia-nos pelo caminho eterno.
Oramos para que, pelo poder do Teu Espírito Santo, o Senhor revele aos corações dos cristãos qualquer pecado não confessado. O Senhor já vê tudo. Mesmo quando tentamos esconder, o Senhor já sabe.
Mas o Senhor diz que, se confessarmos os nossos pecados, o Senhor é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça. A Tua Palavra diz que, se afirmarmos que não temos pecado, estamos mentindo — estamos chamando o Senhor de mentiroso.
Mas o Senhor disse que, se confessarmos os nossos pecados, o Senhor é fiel e justo para nos perdoar. Por causa da cruz de Cristo, é justo que o Senhor nos perdoe, porque Ele pagou tudo ali. Oramos para que o Senhor nos perdoe e nos purifique de toda injustiça. Senhor, nós Te amamos hoje. Oro para que o Senhor encoraje a Sua Igreja.
Quando olhamos ao redor, vemos tudo o que está acontecendo em nossa nação. Vemos os problemas econômicos; vemos a divisão racial; vemos os conflitos nas ruas; vemos as brigas que estão acontecendo.
Pai, o Senhor vê a divisão causada pela política. O Senhor vê os problemas do nosso país. Oro para que o Senhor encoraje a Sua Igreja. Senhor, transforma em bem tudo aquilo que o inimigo está tentando usar para o mal.
A Tua Palavra diz que não devemos ser vencidos pelo mal, mas vencer o mal com o bem. Então oro para que, como corpo de Cristo, permaneçamos firmes em quem somos em Jesus, em nossa identidade em Cristo; que o Senhor nos ajude a vestir toda a armadura de Deus, a ser fortes no Senhor e no poder da Sua força; a resistir às mentiras do inimigo e a orar em todo tempo, com toda oração e súplica.
Oro para que nós — o corpo de Cristo — nos unamos, nos levantemos em poder, oremos segundo a Tua vontade e a Tua Palavra, e proclamemos o Evangelho e a Palavra de Deus sem pedir desculpas. Usa-nos para avançar o Teu Reino nesta geração. Oro em nome de Jesus.
Pai, em nome de Jesus, colocamos a eleição diante de Ti. Nossos olhos não estão nos homens nem em partidos políticos. Nossos olhos estão em Ti, Senhor Jesus! A Tua Palavra diz que todo homem e toda mulher comparecerão diante de Ti um dia para serem julgados. Somos responsáveis por como votamos nesta eleição. Oro para que o Senhor conduza os cristãos, pelo Teu Espírito Santo, a orar segundo a Tua Palavra e a votar segundo a Tua Palavra. Ajuda-nos a tirar os olhos dos homens e dos partidos políticos e a fixá-los em Ti.
Oro para que o Senhor una os cristãos em torno da Tua Palavra. A Tua Palavra diz que o Senhor deseja líderes que temam o Teu nome. Por isso, pedimos líderes piedosos em nosso país — no nível local, no nível nacional, no Senado, na Suprema Corte. Dá-nos pessoas que temam o Teu nome e estabelece-as em posições de autoridade.
Assim como o Senhor derrubou Hamã e levantou Mardoqueu, oramos para que o Senhor derrube os “Hamãs” da nossa geração — aqueles que desejam derramar sangue inocente.
Levanta Mardoqueus — homens e mulheres que temam o Teu nome, amem a Tua Palavra e tomem decisões na liderança que Te agradem; homens e mulheres que orem, temam o Teu nome, obedeçam à Tua Palavra e Te honrem no exercício de suas funções.
Senhor, desperta cristãos para concorrerem a cargos públicos. Chama homens e mulheres que têm sido fiéis nos negócios, na família e na igreja para se levantarem como líderes fiéis em nossa nação — no nível local e no nível nacional.
Senhor, ajuda-nos a orar, como cristãos, por aqueles que estão em autoridade sobre nós. A Tua Palavra diz que, antes de tudo, devem ser feitas súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que exercem autoridade, porque é desejo do Senhor que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.
Por isso, colocamos nossos líderes diante de Ti. Pedimos líderes piedosos, mas, independentemente de quem esteja no poder, que os cristãos orem por eles; que o temor de Deus esteja sobre suas decisões; que o Senhor os guie e fortaleça pelo Teu Espírito Santo.
Senhor, sabemos que merecemos o Teu juízo nesta eleição, mas clamamos por misericórdia. Oramos para que nós, como cristãos, nos unamos e votemos segundo a Tua vontade e os Teus caminhos.
Queremos estar diante de Ti e ouvir: “Muito bem!” — por como votamos, como oramos e como vivemos. Senhor, ajuda-nos a agir segundo a Tua Palavra e a Tua vontade. Ao votar, ajuda-nos a não temer os homens nem buscar agradar pessoas, mas a temer a Ti em nossas decisões. Pedimos que o Senhor seja glorificado por meio desta eleição. Independentemente do que aconteça, nossos olhos estão em Ti. Oramos em nome de Jesus, amém.
Raquel: Queridas, compartilhem esta mensagem para que possamos, como corpo de Cristo, estar intercedendo em união pelo nosso querido Brasil.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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Algumas vozes utilizadas neste episódio foram geradas ou aprimoradas com o auxílio de inteligência artificial.