Raquel Anderson: Josué foi chamado por Deus para agir. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Você deve lutar a batalha. Você deve mortificar as obras da carne. Você deve desenvolver a sua salvação. Você deve apagar a memória de Amaleque. Você tem responsabilidade nessa batalha. Você não pode simplesmente dizer: “Ah, vou ficar aqui sentada esperando que Deus vença todos esses inimigos na minha vida.” Você precisa lutar.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Desde a semana passada, temos observado a vida de um homem comum que foi usado por Deus. Nancy continua a série Lições da Vida de Josué (Parte 1): Aprendendo a Vencer com Josué.
Passamos uma semana importante aprendendo sobre a vida de Josué, vendo como ele iniciou sua liderança entre o povo de Israel. Sua necessidade de Deus era grande, …
Raquel Anderson: Josué foi chamado por Deus para agir. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Você deve lutar a batalha. Você deve mortificar as obras da carne. Você deve desenvolver a sua salvação. Você deve apagar a memória de Amaleque. Você tem responsabilidade nessa batalha. Você não pode simplesmente dizer: “Ah, vou ficar aqui sentada esperando que Deus vença todos esses inimigos na minha vida.” Você precisa lutar.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Desde a semana passada, temos observado a vida de um homem comum que foi usado por Deus. Nancy continua a série Lições da Vida de Josué (Parte 1): Aprendendo a Vencer com Josué.
Passamos uma semana importante aprendendo sobre a vida de Josué, vendo como ele iniciou sua liderança entre o povo de Israel. Sua necessidade de Deus era grande, e sua obediência o levou à ação.
Nancy: Pense em uma ocasião em que você viu um time esportivo derrotar um adversário muito forte para vencer um campeonato nacional. O que acontece depois? Ou o que acontece quando um exército vence uma batalha decisiva contra o inimigo? O que vem a seguir?
Nós celebramos! Há uma festa da vitória. Você já viu imagens de celebrações de vitória, seja após a conquista da Copa do Mundo ou após uma vitória militar. Lembro-me de fotos do Dia da Vitória na Europa, em 1945, em Nova York, com multidões nas ruas comemorando.
Honramos os heróis. Há discursos, desfiles, reportagens nos jornais, entrevistas. Medalhas podem ser entregues especialmente quando o vencedor era o azarão, como foi o caso da batalha que estamos estudando em Êxodo capítulo 17, quando os israelitas lutaram contra os amalequitas. Os israelitas eram os mais fracos, mas Deus lhes concedeu uma grande vitória pelo Seu poder.
Lemos sobre isso em Êxodo 17.13: “E Josué destruiu os amalequitas a fio de espada.”
Dissemos no episódio anterior que a palavra destruiu significa que ele os aniquilou! Foi uma vitória decisiva. Então, o que acontece depois da batalha?
É interessante que, ao entrarmos nesse texto, não vemos nenhuma recepção triunfal para Josué. Nenhuma volta da vitória! Está claro que Josué liderou as tropas e que houve uma grande vitória, mas não vemos o tipo de celebração ou exaltação dos heróis que talvez esperássemos.
Josué sabia que não podia levar o crédito por essa vitória. Vimos anteriormente nesta série que Josué não tinha experiência, não havia sido testado, nunca havia liderado uma batalha antes. Esta é a primeira vez que o nome de Josué aparece nas Escrituras.
Moisés era o líder. Mas Moisés disse a Josué: “Vá e lute nessa batalha.”
Josué não estava equipado, nem preparado, nem qualificado. Ele era apenas um aprendiz. Estava em treinamento. E, na euforia dessa vitória extraordinária, ele sabia que dependia de um poder muito maior do que o seu próprio. Ele foi apenas um instrumento usado por Deus.
Ele não foi o conquistador. Ele não foi o herói da história. E não estava em posição de buscar ou receber crédito pelo que Deus havia feito. Da mesma forma, Moisés também não buscou nem recebeu crédito pelo que Deus havia feito.
Não vemos, nesse relato, Moisés ou Josué fazendo alarde sobre o papel que tiveram nessa batalha — o quanto trabalharam, o quanto se cansaram, o quanto Deus os usou. Esses homens se apresentam como exemplos de serviço e liderança humildes, centrados em Deus.
Essa não era a história de Moisés. Essa não era a história de Josué. Essa não era a vitória deles. Essa era a história de Deus. Essa era a vitória de Deus. E, ao meditar nesse texto, pensei: quantas vezes busquei ou aceitei elogios por vitórias conquistadas, elogios que pertenciam legitimamente ao Senhor?
Estou em uma posição de ministério em que as pessoas frequentemente me agradecem pelo ministério. Dizem: “Este livro que você escreveu. . .” ou “Esta mensagem que você pregou. . .” ou “Este episódio específico do Aviva Nossos Corações. . . tocou meu coração. Deus usou isso para mudar minha vida.”
Normalmente respondo: “Foi Deus. Sou muito grata pela maneira como Deus usou o ministério em sua vida.” Mas Deus sabe quantas vezes, em meu coração, eu roubei a glória e desfrutei demais de receber algum crédito para mim mesma, quando sei que, se parasse para pensar, isso não pode ser explicado por algo que eu fiz. Foi a vitória de Deus. É a história de Deus. Eu sou apenas um instrumento, apenas uma participante do que Deus está fazendo.
Chegamos, então, ao final desse relato. Passamos vários dias nesta história de Êxodo capítulo 17, e quero ver como eles celebraram essa vitória sobre os amalequitas. Eles o fizeram estabelecendo dois memoriais.
Ao longo da vida de Josué vê-se a importância dos memoriais. Memoriais são lembretes visíveis e tangíveis das obras de Deus.
Passei pelos relatos do Antigo Testamento — Êxodo, Números, Deuteronômio e o livro de Josué — e marquei esses memoriais na minha Bíblia com um “M” maiúsculo dentro de um quadrado, na margem, para poder identificá-los facilmente. E este é o primeiro desses memoriais.
Ao final dessa vitória, Moisés estabeleceu dois memoriais — lembretes do que Deus havia feito naquele dia. O primeiro aparece no versículo 14:
Então o Senhor disse a Moisés: ‘Escreva isto para memória num livro e repita-o a Josué, porque eu vou apagar totalmente a memória dos amalequitas da face da terra.’
Por instrução de Deus, Moisés registrou esse acontecimento — toda a batalha — em um livro. E leu esse relato a Josué, juntamente com a promessa de Deus de exterminar os amalequitas.
Essas eram coisas que Josué precisaria lembrar — verdades que seriam importantes anos depois, quando ele estivesse lutando outras batalhas. E penso em como Deus tem usado o registro escrito como memorial também em minha própria vida.
Tenho feito isso de forma intermitente ao longo dos anos. Não há nada na Bíblia que diga que você precisa manter um diário ou como ele deve ser. Mas descobri que há um grande benefício em usar um diário como memorial — um memorial das obras de Deus, dos Seus atos, das Suas vitórias, das Suas palavras; do que Deus fez na minha vida, no nosso ministério, na minha família e na vida de outras pessoas ao meu redor.
Um diário se torna um registro da fidelidade de Deus. E tem valor a longo prazo. Ele nos ajuda a lembrar no futuro. Talvez quando estivermos desanimadas ou não estivermos enxergando a mão de Deus em nossas vidas, podemos voltar a esses memoriais registrados e nos lembrar da fidelidade de Deus, lembrar do que Ele fez.
Muitas vezes fui encorajada ao reler memoriais que escrevi em anos passados. Isso se torna um encorajamento diante de batalhas futuras. Não sei por que, mas a batalha que estamos enfrentando no momento sempre parece tão grande, tão esmagadora, tão difícil.
Vejo isso na minha própria vida e no ministério. Repetidas vezes nos deparamos com o inimigo, por assim dizer, e fico apavorada! Digo: “Não sei como posso enfrentar isso. O inimigo é grande demais. Este pecado é muito difícil para mim,” ou “Esta situação é desafiadora demais.”
Então abro meus memoriais, meus diários antigos, e leio sobre batalhas passadas, confrontos anteriores com o inimigo que pareciam tão esmagadores. E vejo como Deus interveio. Meu coração se anima, minha fé é fortalecida, e eu digo: “Deus foi fiel no passado. Deus será fiel comigo hoje.”
Sou lembrada de que não existe inimigo que Deus não possa vencer. Sou lembrada de que não luto essa batalha com minha própria força, mas que é Deus quem me sustenta. É Deus quem vai conquistar a vitória, e eu dependo dele.
Esses registros não se tornam apenas memoriais para nós, mas também para a próxima geração — memoriais para seus filhos. Quarenta anos depois, Josué se tornou o líder do povo de Deus. Ele tinha esse memorial, esse relato escrito, para lembrá-lo — ao entrar em Canaã décadas depois — da primeira batalha que havia enfrentado.
Os israelitas que seriam os guerreiros quando Josué entrasse em Canaã quarenta anos depois eram crianças, jovens ou ainda nem tinham nascido no dia dessa batalha. Esse memorial serviria como lembrança para eles no futuro.
Seus registros podem se tornar memoriais para seus filhos e netos, ajudando você a contar a eles o que Deus fez. Seus filhos precisam conhecer as histórias de como Deus agiu em sua vida, de como Ele foi fiel. Essas histórias os sustentarão, os treinarão, os desafiarão e os encorajarão nas batalhas da próxima geração.
O primeiro memorial foi um livro. O segundo aparece no versículo 15: “E Moisés edificou um altar e lhe deu o nome de O Senhor É Minha Bandeira” (Êx. 17.15). Algumas traduções trazem a expressão hebraica Jeová-Nissi, que significa “o Senhor é o meu estandarte”.
Moisés não apenas registrou o acontecimento em um livro, mas também construiu um altar — um altar para adoração, um altar para proclamar que não fomos nós que vencemos essa batalha. Foi o Senhor quem venceu. As tropas de Israel lutaram sob a Sua bandeira, sob Sua liderança. Por isso, o altar recebeu o nome de Jeová-Nissi, o Senhor é o nosso estandarte.
A palavra estandarte é um termo que pode significar “bandeira” ou “pavilhão”. Um dicionário bíblico explica assim:
O estandarte de uma força militar é algo importante e precioso para os seus soldados. Ele identifica a tropa que representa. Está sempre erguido para que todos o vejam. Marca o ponto de reunião dos soldados que ele representa. Vai à frente deles na marcha para a batalha. É rapidamente levantado novamente quando o soldado que o carrega cai no meio do combate. Vai à frente deles no desfile quando retornam vitoriosos.
Ele os lembra a quem pertencem, por quem estão lutando, a quem estão ligados. O estandarte entra na batalha com eles, permanece com eles durante a batalha e sai da batalha, sendo erguido bem alto quando eles entram no desfile da vitória.
Jeová-Nissi: O Senhor é o nosso estandarte. O levantar do cajado de Deus na mão de Moisés simbolizava a presença de Deus, o poder de Deus. Esse era o estandarte sob o qual Josué e as tropas de Israel lutaram e venceram essa batalha. Por isso, eles precisavam ter cuidado de dar a glória e o louvor a Deus. Foi por essa razão que construíram aquele altar e o chamaram de Jeová-Nissi.
Cristo é o nosso estandarte. Ele é o nosso Jeová-Nissi. Ele é o ponto de reunião do Seu povo. É debaixo do Seu estandarte que nos reunimos, e é em Seu nome e pelo Seu poder que travamos a guerra espiritual. É debaixo do Seu nome e pelo Seu poder que somos vitoriosas sobre o pecado e sobre todo inimigo espiritual.
Então o Senhor disse a Moisés:— Escreva isto para memória num livro e repita-o a Josué, porque eu vou apagar totalmente a memória dos amalequitas da face da terra. E Moisés edificou um altar e lhe deu o nome de O Senhor É Minha Bandeira. E disse: — Porque o Senhor jurou, haverá guerra do Senhor contra os amalequitas de geração em geração.
Há muito conteúdo nesses últimos versículos. E, na verdade, a tradução em inglês varia de versão para versão. Os estudiosos e comentaristas concordam que esta é uma passagem difícil de traduzir com precisão, de compreender exatamente o que o hebraico está dizendo aqui. Mas creio que há algumas coisas que ficam claras.
“O Senhor fará guerra contra Amaleque de geração em geração.” Temos dito ao longo desta série que Amaleque é um tipo, nas Escrituras, de todas as forças do mal que se levantam contra Deus. Somos lembradas de que estamos em uma batalha contínua contra os inimigos de Deus.
Esses inimigos são inimigos muito pessoais — o diabo, a nossa própria carne, o pecado que habita em nós. Com que frequência percebemos: “Estou em uma batalha, e ela está acontecendo dentro de mim. Ninguém mais consegue ver essa batalha, mas eu sei que ela está em curso, a batalha entre a minha carne e o Espírito de Deus. E eu sei o que Deus deseja que eu faça, mas a carne está guerreando contra o Espírito”.
Esse é Amaleque que habita dentro de nós. Há Satanás, como um leão que ruge, procurando a quem devorar. Há o sistema do mundo que se opõe a Deus. Satanás usa poderes e autoridades deste mundo, forças de maldade e trevas em regiões elevadas.
Satanás está sempre em ação neste sistema mundial, buscando destruir Deus. E Deus diz: “Estarei em guerra contra Amaleque (contra todas as forças do mal) de geração em geração.” (Êx. 17.16, paráfrase)
Às vezes, parece que estamos numa guerra perdida. Às vezes, sentimos que as forças de Deus estão sendo esmagadas, vencidas, destruídas. Podemos olhar ao redor em nossa cultura e parece que a onda do mal é imensa. Podemos olhar ao redor em nossa situação nacional e ver o mal triunfando — em momentos de eleições, em momentos em que pessoas são colocadas no comando de diferentes áreas de nossa cultura e sociedade. Dizemos: "Parece que nações más, governantes maus estão vencendo". Às vezes, como povo de Deus, podemos ser tentados a desesperar, a nos desanimar.
Mas esta passagem nos lembra que Deus ainda está na batalha, que Ele ainda é o nosso estandarte e que Ele prometeu apagar a memória de Amaleque de debaixo do céu, que estamos do lado vencedor.
Houve momentos nesta batalha contra Amaleque em que Amaleque pareceu prevalecer. Lembre-se de que toda vez que as mãos de Moisés caíam, Amaleque prevalecia. Amaleque é forte. Amaleque é poderoso. Mas Amaleque não é páreo para Jeová.
Se você é uma filha de Deus lutando com Ele. . . agora, não estamos falando de lutar com armas físicas. Não estamos falando de lutar com ódio ou raiva, ou de marchar nas ruas. Estamos falando de uma batalha espiritual, de armas espirituais e de guerra espiritual, mas você pode ter certeza de que está do lado vencedor.
Deus disse: “Eu apagarei a memória de Amaleque” (v. 14). Isso nos lembra que não podemos nos dar ao luxo de fazer uma trégua com nossos inimigos espirituais. Deus quer que eles sejam eliminados. Precisamos concordar com Deus em não dar lugar à nossa carne, em não dar lugar ao inimigo, a Satanás, em não dar lugar ao pensamento mundano em nossas mentes e em nossos corações.
Não podemos controlar o que o resto do mundo faz, mas podemos dizer: “Deus, Tu és vitorioso no meu coração, e eu não vou fazer tréguas com o inimigo. Não estou disposta a coexistir com Amaleque na minha vida.” Eu vejo Amaleque entrando e lutando no meu coração. Vejo questões de pecado, pecados recorrentes, pecados persistentes com os quais eu luto na minha própria vida, mas não vou parar de lutar. Porque Deus diz: “Eu quero apagá-lo.”
O dia está chegando em que estarei diante de Cristo pura, livre da presença do pecado, livre da batalha contra o pecado. Até lá, não vou simplesmente me deitar e dizer: “Tudo bem. Vamos deixar um pouquinho de Amaleque aqui no meu coração.” Eu vou continuar lutando.
Há dias em que eu perco, e há dias em que Amaleque prevalece. Mas vou continuar lutando, porque Deus diz: “Terei guerra contra Amaleque de geração em geração. Não pare de lutar, porque eu vou apagá-lo.” (paráfrase)
Preciso lidar com esses inimigos: o eu, o orgulho, a luxúria, a ganância. E, se não estivermos determinadas a exterminá-los, eles continuarão voltando para nos afligir. Mas, enquanto lutamos contra eles, precisamos nos lembrar de que, no fim, todo inimigo de Deus será eliminado, apagado.
Ao pensarmos sobre guerra espiritual — lidar com o pecado, com a carne, com Satanás, com este sistema mundano que tem tanto mal — e deixe-me dizer, aliás, que líderes mundiais perversos são apenas fantoches, peões nas mãos de Satanás, que realiza seus propósitos neste mundo por meio deles. Esta não é uma batalha contra carne e sangue.
No seu casamento, se há uma batalha acontecendo, seu marido não é o inimigo. Ele pode estar cedendo terreno a Satanás, ou você pode estar cedendo terreno a Satanás, mas a batalha é nas regiões celestiais. É uma batalha espiritual. Nessa batalha, nós temos responsabilidade, e Deus tem responsabilidade. Esse ponto fica claro nesta passagem de Êxodo 17, especialmente quando a colocamos ao lado de uma passagem paralela no livro de Deuteronômio.
Nesta passagem de Êxodo 17, Deus diz: “Eu vou apagar totalmente a memória dos amalequitas da face da terra.” (v. 14)
Mas quando chegamos a Deuteronômio capítulo 25, onde esse relato é recontado por Moisés anos depois, Moisés o apresenta assim. Moisés diz: “apaguem a memória dos amalequitas da face da terra.” (v. 19)
Em Êxodo, Deus diz: “Eu apagarei a memória de Amaleque.”
Em Deuteronômio, Deus diz: “Vocês apagarão a memória de Amaleque.”
Qual é o correto? Os dois. Os dois. Nós lutamos, e Deus luta. Temos Josué no vale. Temos Moisés no monte. Esse é um retrato da responsabilidade humana e da soberania divina. Ambas estão envolvidas no cumprimento da vontade e dos propósitos de Deus.
Precisamos lutar. Somos instruídas a “combater o bom combate da fé” (1 Tm. 6.12). Temos responsabilidade nessa batalha.
O apóstolo diz: “Fazei morrer — mortificai — os feitos do corpo” (Rm. 8.13, paráfrase). Você tem responsabilidade. “Desenvolvam a sua salvação com temor e tremor, disse Paulo aos filipenses. (Fp. 2.12)
Você deve estar na batalha. Deve mortificar as obras da carne. Deve desenvolver a sua salvação. Deve apagar a memória de Amaleque. Você é responsável nessa batalha. Não pode simplesmente dizer: “Ah, vou ficar aqui sentada esperando que Deus vença todos esses inimigos na minha vida.” Você precisa lutar.
Eu não gosto de ser uma guerreira. Não gosto de ser uma batalhadora. Gosto de deixar que outras pessoas lutem as batalhas. Mas Deus diz que, se você é filha de Deus, você está em uma batalha. Você precisa vestir a armadura de Deus e precisa lutar. Mas não lutamos sozinhas, e não lutamos com a nossa própria força. Deus luta por nós. Deus diz: “vou apagar totalmente a memória dos amalequitas da face da terra.”
“Porque Deus é quem efetua em vocês tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fp. 2.13). É o mesmo texto que, pouco antes, diz em Filipenses 2: “Desenvolvam a sua salvação.” Em seguida, ele afirma: “É Deus quem está operando em vocês” (paráfrase). Responsabilidade humana e responsabilidade divina.
A batalha é do Senhor. “A vitória vem do Senhor”, diz Provérbios 21 (v. 31). A vitória final vem de Jeová-Nissi — o Senhor é o nosso estandarte. Assim, lidamos com o inimigo pelo poder de Cristo e pelo poder da Sua cruz.
A cruz é o nosso estandarte, e devemos erguer bem alto o estandarte da Sua cruz e proclamá-Lo ao mundo inteiro; não nos envergonhar da Sua cruz, não nos envergonhar do Seu estandarte, mas levantar bem alto a cruz de Cristo.
Acho que, às vezes, temos vergonha de fazer isso nesta cultura que enfatiza o multiculturalismo, o pluralismo — todas as religiões sendo igualmente válidas, exceto a religião cristã, da qual muitas vezes se diz: “Vocês não têm direitos iguais; todo mundo tem, menos vocês.”
Ouçam, mulheres: somos chamadas a levantar bem alto a cruz de Cristo neste mundo e declarar: Jeová-Nissi, Cristo é a nossa bandeira. A Sua cruz é a nossa bandeira.
Qual é o resultado final? Isaías 11 volta a falar dessa bandeira. Diz: “Naquele dia, a raiz de Jessé. . .” (v. 10). Quem é essa raiz? É Jesus, o Messias. Jesus se levantará como estandarte para os povos. As nações correrão para Ele, e o Seu lugar de descanso será glorioso.
Estamos em uma batalha. Jesus é o nosso estandarte. Erga bem alto a cruz de Cristo, mas saiba que o dia virá em que a glória do Senhor cobrirá a terra como as águas cobrem o mar.
Todo joelho se dobrará, toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Ele se levantará como um estandarte. Todas as nações se reunirão a Ele, e o Seu lugar de descanso será glorioso.
Raquel: Diante de qualquer situação difícil que surja no seu dia, você tem responsabilidade de agir. Mas é Deus quem realiza a obra. Nancy DeMoss Wolgemuth tem nos mostrado o equilíbrio entre as ações que tomamos pela fé e a capacidade final de Deus de agir por nós.
Para viver dessa maneira, você precisa estar conectada ao Senhor todos os dias; ter as prioridades dele em mente; lembrar-se da Sua verdade.
A fé de Josué foi testada enquanto ele estava em um campo de batalha com outros guerreiros. A maioria de nós enfrenta batalhas em um cenário bem diferente, mas ainda assim precisamos permanecer lado a lado enquanto as enfrentamos.
Ouça como mulheres estão apoiando umas às outras enquanto lutam contra diversos tipos de desafios, amanhã, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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