Raquel Anderson: A Bíblia nos diz que Josué recebeu uma mensagem incrível de Deus. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Deus disse: “Eu coloquei diante de vocês esta terra de bondade e abundância, esta terra que mana leite e mel. Ela é de vocês. Sim, haverá algumas batalhas. Sim, haverá dificuldades, mas Eu vou com vocês. Eu conquistarei os inimigos. Eu farei os muros caírem.”
E anos depois, vemos isso acontecer em Jericó. Deus diz: “Eu farei isso, mas se vocês não acreditarem em mim, vocês nunca entrarão nessa terra da promessa.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Deixe Deus escrever a sua história na voz de Renata Santos.
Às vezes você será tentada a agir ou pensar como se não acreditasse em Deus. Esses momentos são muito importantes porque outras pessoas estão observando você. Elas querem …
Raquel Anderson: A Bíblia nos diz que Josué recebeu uma mensagem incrível de Deus. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Deus disse: “Eu coloquei diante de vocês esta terra de bondade e abundância, esta terra que mana leite e mel. Ela é de vocês. Sim, haverá algumas batalhas. Sim, haverá dificuldades, mas Eu vou com vocês. Eu conquistarei os inimigos. Eu farei os muros caírem.”
E anos depois, vemos isso acontecer em Jericó. Deus diz: “Eu farei isso, mas se vocês não acreditarem em mim, vocês nunca entrarão nessa terra da promessa.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Deixe Deus escrever a sua história na voz de Renata Santos.
Às vezes você será tentada a agir ou pensar como se não acreditasse em Deus. Esses momentos são muito importantes porque outras pessoas estão observando você. Elas querem saber se a sua crença é consistente com a sua vida.
Nancy vai mostrar a você como agir de acordo com o que você crê enquanto continua a série Lições da vida de Josué (Parte 3): Confiando em Deus pela terra prometida.
Nancy: O antigo pregador, Charles Haddon Spurgeon, disse: “Alguns consideram uma coisa pequena que um cristão seja perturbado por dúvidas e medos, mas Deus não pensa assim.”
Continuamos a história dos filhos de Israel à beira da fronteira sul da terra prometida, onde Deus está pronto para enviá-los para a conquista. Mas em vez de reagirem com fé, eles reagem com incredulidade e medo. À medida que continuamos nesta história hoje em Números capítulo 14, veremos as consequências da incredulidade deles.
Você se lembra de que os doze espias tinham voltado de examinar a terra. Dez deles tinham dado um relatório negativo sobre a terra: “Há gigantes na terra. Não podemos entrar e conquistá-la.” (Nm 13.31–33)
E então temos Josué e Calebe dizendo: “Mas Deus está conosco. Podemos entrar.” (Nm 13.30)
Então você tem o relatório da maioria e o relatório da minoria — a maioria agindo com base no medo, e a minoria, Josué e Calebe, agindo com base na fé.
Então chegamos ao versículo 10 de Números 14.
Apesar disso, toda a congregação disse que Josué e Calebe deviam ser apedrejados; porém a glória do Senhor apareceu na tenda do encontro a todos os filhos de Israel. O Senhor disse a Moisés: ‘Até quando este povo me provocará e até quando não crerá em mim, apesar de todos os sinais que fiz no meio dele? Vou feri-lo com pestilência e deserdá-lo; e farei de você [Moisés] povo maior e mais forte do que este.’ (vv. 10–11)
Então Deus ameaça destruir toda a raça desses judeus e deserdar os filhos de Israel e começar tudo de novo com Moisés. Então nos versículos 13–19 você tem a resposta de Moisés a Deus enquanto ele intercede, suplica em favor do povo.
Ele sabia que eles tinham pecado. Ele sabia que mereciam ser deserdados do plano de Deus, mas Moisés era zeloso pela reputação de Deus entre as nações pagãs. Ele estava preocupado com como os cananeus e todos os outros habitantes da terra reagiriam quando ouvissem a notícia de que Deus havia destruído o Seu povo escolhido.
Então, versículo 14, Moisés diz a Deus:
Eles ouviram [isto é, as outras nações ouviram] que tu, ó Senhor, estás no meio deste povo, que face a face, ó Senhor, lhes apareces, tua nuvem está sobre eles e vais adiante deles numa coluna de nuvem, de dia, e, numa coluna de fogo, de noite.
A notícia se espalhou. Agora ele diz no versículo 15:
Se matares este povo. . . as nações, que antes ouviram a tua fama, dirão: "Visto que o Senhor não conseguiu fazer este povo entrar na terra que lhe prometeu com juramento, matou-os no deserto. (vv. 15-16)
Ele diz: “Deus, eles pensarão mal do Senhor. Não permita que isso aconteça.” Então Moisés suplica a Deus que perdoe o Seu povo culpado. E em Sua incrível misericórdia, Deus concorda em perdoar o povo, embora as consequências à incredulidade sejam severas.
Continue no versículo 22. Deus diz a Moisés:
Nenhum dos homens que viram a minha glória e os prodígios que fiz no Egito e no deserto e, mesmo assim me puseram à prova já dez vezes e não obedeceram à minha voz, nenhum deles verá a terra que, com juramento, prometi a seus pais. (vv. 22–23)
Agora eles estão bem à beira da terra, e Deus diz: “Eles não vão atravessar a linha.” Eles não vão entrar. “E nenhum daqueles que Me desprezaram a verá.”
Olhe para o versículo 28:
Tão certo como eu vivo, diz o Senhor, vou tratar vocês [isto é, todo esse povo murmurador, queixoso, reclamador] de acordo com o que falaram aos meus ouvidos.
Vocês disseram que vamos morrer aqui? Versículo 29:
Neste deserto, cairá o cadáver de vocês — de todos vocês que foram contados no censo, de vinte anos para cima, e que murmuraram contra mim. Vocês não entrarão na terra na qual jurei que os faria habitar, com a exceção de Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num. (vv. 29–30)
Os dois que creram em mim, eles verão a terra. O restante, toda a geração adulta, de vinte anos para cima, morrerá no deserto.
Versículo 31, vocês disseram que Eu havia trazido seus filhos aqui para matá-los?
Mas os seus filhos, dos quais vocês dizem que serão por presa, esses eu farei entrar nela; e eles conhecerão a terra que vocês desprezaram. Porém, quanto a vocês, o seu cadáver cairá neste deserto. Os filhos de vocês serão pastores neste deserto durante quarenta anos e levarão sobre si as infidelidades de vocês, até que o cadáver de vocês se consuma neste deserto.
Segundo o número dos dias em que vocês espiaram a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, vocês levarão sobre si as suas iniquidades durante quarenta anos e terão experiência do meu desagrado. (vv. 31–34)
Lembre-se de que Josué e Calebe tinham dito que “o Senhor se deleita em nós; Ele nos levará para esta terra"? O povo rejeitou Deus, e Deus disse: “Agora vocês conhecerão o Meu desagrado.”
Eu, o Senhor, falei. Assim farei a toda esta má congregação, que se levantou contra mim; neste deserto, se consumirão e aí morrerão. (v. 35)
Onde Deus pretendia que Seu povo morresse finalmente? Na Terra Prometida. E, em vez disso, onde eles morreriam? No deserto. Não é uma coisa pequena, como Charles Spurgeon nos lembrou, ver a glória de Deus e os sinais que Ele fez por nós ao longo do caminho e então colocá-Lo à prova e não obedecer à Sua voz.
E nesta situação, apenas aqueles que escolheram crer em Deus sobreviveram à provação. Versículo 37, os homens, os dez espias que trouxeram um mau relatório da terra — o que aconteceu com eles? Eles morreram de praga diante do Senhor. Aqueles que haviam dito: “Não podemos entrar. Nós morreremos se entrarmos.”
Deus disse: “Vocês morrerão, mas será pela Minha mão, não pela mão dos cananeus.” Os dez espias que temeram os habitantes da terra e duvidaram do poder de Deus foram consumidos pelo poder de Deus. E você acha que isso não foi uma lição objetiva para os milhões de judeus que estavam vendo isso acontecer?
E versículo 38:
Mas Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, que eram dos homens que foram espiar a terra, sobreviveram.
Tenho meditado nesta passagem, Números 13 e 14, durante grande parte do último ano ou mais. Fiz uma lista aqui enquanto caminhava por esta passagem de características da incredulidade. Ouça e sinta em seu coração como é a incredulidade e o que ela faz. A incredulidade é contagiosa. É infecciosa. Os dez espias eram chefes de suas tribos. Eles eram pessoas influentes. As pessoas os respeitavam, os admiravam. E assim, o povo seguiu seus líderes.
E eu penso como líder, e talvez você como líder de seus filhos ou de algum ministério em que esteja envolvida, no seu local de trabalho como líder, a nossa incredulidade e a nossa rebelião têm consequências sobre aqueles que nos seguem. Nós envenenamos outros com a nossa incredulidade; ela é contagiosa.
A incredulidade é rebelião contra Deus. Ela desobedece à Sua voz. Ela desobedece à Sua Palavra. Medo e rebelião inevitavelmente andam de mãos dadas. E você vê isso nesta passagem. Você vê isso em outras passagens nos Salmos e em Hebreus que fazem referência a esta passagem.
Medo, incredulidade e rebelião são um trio; eles andam juntos. Medo e incredulidade não são apenas uma fraqueza. É rebelião contra Deus. Medo e incredulidade elevam os obstáculos acima de Deus. Os gigantes se tornam maiores do que Deus quando você está andando em incredulidade; enquanto a fé eleva Deus acima dos obstáculos. A incredulidade ignora a presença de Deus, enquanto a fé conta com a presença de Deus. “O Senhor está conosco.” Essa é a palavra da fé.
A incredulidade pode levar à violência. Pode provocar ira. Toda a congregação decidiu apedrejar Josué e Calebe. Você vê o conflito se intensificando e as tensões aumentando nos relacionamentos humanos quando há incredulidade.
Você provavelmente já viu isso acontecer em sua família uma vez ou outra. Talvez não apedrejando uns aos outros com pedras, embora às vezes você pense que, se não segurasse essas crianças, talvez fizessem isso. Mas violência — a ira muitas vezes é resultado de pessoas andando em incredulidade e medo em vez de fé.
A incredulidade ignora, passa por cima e minimiza o que Deus já fez — simplesmente esquece tudo, o que Ele fez, as maneiras como Ele demonstrou Seu poder. A incredulidade convenientemente esquece ou minimiza tudo diante de circunstâncias difíceis.
A incredulidade, de acordo com Números 14.11, é desprezar Deus. Agora, nós não gostamos de pensar nisso dessa maneira. Pensamos no medo apenas como uma fraqueza que você não pode evitar. Mas medo é incredulidade, e Deus diz que incredulidade é desprezá-Lo. A incredulidade desagrada profundamente a Deus.
A incredulidade põe Deus à prova, e a incredulidade pode facilmente se tornar um padrão em nossas vidas. Deus diz: “Dez vezes os filhos de Israel me puseram à prova.”
Se você anda em dúvida e incredulidade e medo em uma área da sua vida, você descobrirá que o medo se intensifica, ele se expande, e começa a paralisar você e a limitar você em outras áreas da sua vida. Torna-se um padrão.
E você provavelmente consegue pensar em algumas pessoas que conhece, talvez alguém em sua família ou alguém em seu círculo de amigas que simplesmente desenvolveu um padrão de olhar para certas circunstâncias através de olhos de incredulidade e medo, em vez de fé. Tornou-se um padrão.
A incredulidade nos impede de experimentar o cumprimento das promessas de Deus. Deus disse: “Eu coloquei diante de vocês esta terra de bondade e abundância, esta terra que mana leite e mel. Ela é de vocês. Sim, haverá algumas batalhas. Sim, haverá algumas dificuldades. Mas Eu vou com vocês. Eu conquistarei os inimigos. Eu farei os muros caírem.” E anos depois vemos isso acontecer em Jericó.
Deus diz: “Eu farei isso, mas se vocês não crerem em Mim, vocês nunca entrarão nessa terra da promessa.” Vocês não experimentarão o cumprimento das bênçãos de Deus e de Suas promessas em suas vidas.
A incredulidade pode ser perdoada, como Deus perdoou o Seu povo, mas ainda haverá consequências. E é possível que você acabe não possuindo tudo o que Deus queria ou pretendia te dar, que na incredulidade você rejeite o melhor de Deus para a sua vida.
Não é que não possa ser perdoado. Não é que você não possa se arrepender, mas pode haver perdas. Pode haver alguns padrões estabelecidos em sua vida com os quais você terá que lidar pelo resto da sua vida. Quando você cede à incredulidade e ao medo, há consequências.
A incredulidade afeta seus filhos. A sua incredulidade, o seu medo terão consequências não apenas sobre você, mas sobre a próxima geração. Eu ouvi na sala, assim como eu tinha lido aquele versículo 33 de Números 14, apenas um gemido interior quando você lê aquelas palavras: “Seus filhos sofrerão por causa da sua infidelidade.”
Mas você não tem visto que isso é verdade, se não na sua própria vida, então na vida de outros que você conhece? E de certa forma toda mãe já viu isso em sua vida. Seus filhos se tornam um reflexo espelhado das suas respostas a Deus. E há momentos em que você anda em incredulidade e medo que, no final, seus filhos acabam experimentando as consequências, sofrendo por causa da sua infidelidade.
Ouça, se você não crer em Deus por sua própria conta, por sua própria causa, você crerá em Deus por causa da próxima geração?
Eu sei que não estou falando apenas com mães, mas com algumas que são solteiras. “Ah, eu não tenho nada com isso!” Ouça, nossas vidas, mesmo como mulheres solteiras, estão estabelecendo um padrão para a próxima geração seguir. Há mulheres mais jovens, nesta sala, no meu local de trabalho, na minha família, na minha esfera de influência que olham para mim e tentam determinar com base no que veem na minha vida: “Será que Deus pode ser confiado?”
Será que elas irão avançar em fé ou andar em incredulidade e medo? Elas estão de olho em mim. A incredulidade afeta não apenas nossas próprias vidas, mas também a próxima geração.
E então a incredulidade nos furta da presença de Deus. Deus diz: “Eu não subirei com vocês para a terra. Se vocês subirem agora, estarão por conta própria.” E lembre-se, alguns deles realmente tentaram subir.
Eles disseram: “Ah, nós entraremos na terra agora.”
Deus diz: “Eu não vou com vocês. Vocês perderam a Minha presença. Eu não vou com vocês para aquele lugar.”
Agora, novamente, dissemos que a cura para a incredulidade é arrependimento e fé. Graças a Deus por Sua misericórdia. Eu compartilhei no episódio anterior um pouco da minha própria jornada em uma crise de fé e uma fase de incredulidade que para mim durou a maior parte de um ano.
Enquanto eu estava passando por isso e saindo disso para o arrependimento e a fé, Deus me levou a esta passagem, Números 13 e 14. Eu estava me preparando para uma série para ensinar sobre a vida de Josué, mas estudando primeiro para a minha própria vida.
Enquanto eu lia esta passagem repetidas vezes e via o que Deus pensa sobre a incredulidade, eu tenho que confessar, fiquei entristecida. Meu coração se partiu ao pensar em como eu havia desonrado o Senhor e perdido muito de Sua bênção e de Sua presença em minha vida durante aqueles meses por não estar disposta a andar em fé.
Às vezes essa incredulidade se torna uma zona de conforto para nós. Eu prefiro viver com a minha depressão e o meu desânimo e o meu medo do que me levantar desta cama e avançar em fé. Eu fiquei tão entristecida ao pensar que o meu pecado, ao ler esta passagem, me parecia muito maior do que aquele pecado sobre o qual estávamos lendo aqui que fez uma geração de israelitas morrer no deserto.
Você diz: “Como o seu pecado foi maior do que o deles?” Bem, eles murmuraram naquele incidente por um dia e uma noite. Eu havia murmurado e reclamado e me revolvido em incredulidade e medo durante a maior parte de um ano.
E eu tenho muito mais histórico com Deus do que os filhos de Israel tinham. Eles tinham acabado de sair do Egito há no máximo alguns anos. Eu tenho andado com o Senhor por quase quarenta e cinco anos.
Eu tenho visto Deus agir em meu favor repetidas vezes. Eu conheço o poder de Deus. Eu conheço as promessas de Deus. Eu li a Sua Palavra de capa a capa, repetidas vezes, repetidas vezes, inúmeras vezes ao longo desses anos. Eu tenho todas as razões do mundo para confiar em Deus, mas eu fiz a escolha de andar em incredulidade e medo em vez de fé.
Eu me encontrei dizendo: “Senhor, eu sinto muito, muito mesmo. Por favor, perdoe-me por refletir negativamente sobre o Senhor, por desonrá-lo através da incredulidade.”
Então eu me encontrei incrivelmente grata pela misericórdia de Deus — a misericórdia de Deus, o Seu perdão, o Seu perdão concedido. E diferentemente dos filhos de Israel, a quem Ele disse: “Vocês não entrarão na Terra Prometida. É isso. Eu já cansei. Vocês morrerão no deserto”, Deus não me excluiu da Terra Prometida.
Ele não excluiu você. Enquanto você estiver viva e houver fôlego em seu corpo, ainda há tempo para exercer fé e avançar.
E eu disse: “Oh, Deus, o Senhor é um Deus misericordioso. Obrigada, Senhor.” Eu citei Charles Spurgeon no início deste episódio. Deixe-me continuar lendo o que ele tem a dizer sobre dúvida e incredulidade. Ele disse:
Não pense que é algo pequeno duvidar de Jeová. Lembre-se de que é um pecado, e não um pecado pequeno, mas no mais alto grau criminoso. Os anjos nunca duvidaram dele, nem os demônios também. Nós sozinhos, dentre todos os seres que Deus formou, O desonramos pela incredulidade e manchamos Sua honra pela desconfiança. Que vergonha!
Nosso Deus não merece que suspeitemos dele tão indignamente. Em experiências passadas nós provamos que Ele é verdadeiro e fiel à Sua Palavra. E com tantos exemplos do Seu amor e das Suas bondades que temos recebido e estamos recebendo diariamente de Suas mãos, é vil e indesculpável que permitamos que uma dúvida habite em nosso coração.
Eu digo sim, Ele tem se mostrado fiel e poderoso para mim mais vezes do que posso contar, ao longo de décadas. No entanto, com que frequência eu tenho estado mais focada nos obstáculos e nos problemas do que em Sua presença, Suas promessas e Seu poder?
Com que frequência eu vacilo em incredulidade e medo, meu coração oscilando, escolhendo permanecer nessa zona de conforto da incredulidade em vez de avançar em fé?
Spurgeon diz:
Que, de agora em diante, possamos travar guerra constante contra as dúvidas acerca do nosso Deus e, com uma fé inabalável, crer que aquilo que Ele prometeu, Ele também cumprirá.
Como você obtém essa fé inabalável? Você vive na Palavra de Deus, crendo de todo coração que é verdadeira. Você a lê e diz: “Quando a razão e a revelação colidirem, eu ficarei com a revelação. Eu ficarei com o que a Palavra de Deus tem a dizer.”
Quando o meu raciocínio humano natural me disser algo que é contrário à Palavra de Deus, eu rejeitarei a minha razão, se necessário, e ficarei com a Palavra de Deus, ficarei com o que Ele disse que é verdade.
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth tem nos mostrado o perigo da incredulidade. Ela voltará em instantes.
Espero que você aceite a sugestão dela e combata a incredulidade com a Palavra de Deus. Ele fez várias promessas na Bíblia que irão sustentá-la quando você for tentada a duvidar.
Bem, se o medo a impede de viver o melhor de Deus, não perca o programa de amanhã, quando Nancy e algumas amigas falarão de maneira prática sobre avançar em fé, mesmo quando você está com medo.
Agora Nancy volta para encerrar o programa de hoje.
Nancy: Caleb e Josué não haviam lido o resultado da história deles como nós somos capazes de fazer hoje. Portanto, naquele momento de suas vidas, eles não tinham como saber o quanto a resposta deles seria determinante, tanto imediatamente quanto a longo prazo.
Eles simplesmente seguiram e creram em Deus naquele momento, mesmo quando toda a onda da opinião pública e todas as evidências — tudo o que parecia ser verdade — estava indo em uma direção diferente. Eles eram como salmões. Eles nadaram contra a corrente.
A fé de Josué, sua coragem, sua disposição de se posicionar contra a maioria incrédula nessa prova foi uma preparação adicional para o seu chamado final de liderar o povo de Deus para dentro da Terra Prometida. Sua fé e coragem naquele momento foram evidência de sua aptidão para tal papel de liderança, mesmo que ele não recebesse esse manto por mais quarenta anos.
A minha disposição de crer em Deus e de andar em fé agora nas coisas que não parecem ser algo tão grande — essa disposição de andar pela fé é um indicador de onde meu coração estará mais tarde na vida. É um fator determinante na minha utilidade a longo prazo para Deus e para o Seu reino.
Se você tem oito ou dezoito ou vinte e oito ou trinta e oito anos, não pense que as decisões que você toma agora são inconsequentes. Seu caráter está sendo formado; seu coração está sendo revelado. E a maneira como você escolhe exercer fé no Senhor como uma jovem mãe, ou uma jovem solteira, ou uma estudante do ensino médio, é evidência do padrão, da inclinação e da direção da sua vida.
Se você está fazendo escolhas de fé agora, você provavelmente descobrirá que mais tarde na vida você construirá sobre essas escolhas e continuará a andar pela fé. Meu coração e meu caráter — seu coração e seu caráter — estão sendo moldados agora. Eles estão sendo vistos agora em como respondemos às provas e aos desafios nesta estação de nossas vidas.
Eu não posso andar em medo, desobediência ou devoção pela metade a Cristo agora e esperar que um dia, anos a partir de agora, eu seja essa mulher piedosa, corajosa, de fé, ou que eu cumpra o destino que Deus me deu décadas a partir de agora, se eu não estou fazendo agora as escolhas de andar pela fé.
Então, Senhor, eu oro para que, enquanto o Senhor olha para cada um dos nossos corações e nos vê em qualquer estação da vida em que estamos agora, possamos ver o significado, a importância de fazer escolhas agora que honrem o Senhor — de dizer sim, Senhor, eu andarei pela fé — sim, eu sou jovem, mas eu sei que esta escolha importa agora.
Senhor, ajuda-nos a fazer escolhas agora que lançarão um fundamento para uma vida inteira de andar pela fé e cumprir os propósitos para os quais o Senhor nos colocou aqui nesta terra. Faz de nós mulheres que são conhecidas por viver de acordo com as promessas de Deus. Eu oro em nome de Jesus, amém.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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