Raquel Anderson: Por que o nosso mundo está tão cheio de conflitos? Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: O pecado separou cada ser humano de Deus, e nos tornou incapazes de refletir a Sua imagem conforme fomos criadas para fazer. Então, onde está a esperança? A única esperança para o pecado, a única esperança de cura das consequências do pecado em nossas próprias vidas e em nossos relacionamentos como homens e mulheres está no Evangelho, o Evangelho de Cristo.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta, na voz de Renata Santos.
Há quatorze anos, o Dr. John Piper dirigiu-se a mais de 6 mil mulheres na primeira conferência Mulher Verdadeira ’08. Ele mencionou que elas teriam a oportunidade de assinar o Manifesto da Mulher Verdadeira.
…Raquel Anderson: Por que o nosso mundo está tão cheio de conflitos? Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: O pecado separou cada ser humano de Deus, e nos tornou incapazes de refletir a Sua imagem conforme fomos criadas para fazer. Então, onde está a esperança? A única esperança para o pecado, a única esperança de cura das consequências do pecado em nossas próprias vidas e em nossos relacionamentos como homens e mulheres está no Evangelho, o Evangelho de Cristo.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta, na voz de Renata Santos.
Há quatorze anos, o Dr. John Piper dirigiu-se a mais de 6 mil mulheres na primeira conferência Mulher Verdadeira ’08. Ele mencionou que elas teriam a oportunidade de assinar o Manifesto da Mulher Verdadeira.
Dr. John Piper: Eu o li mais de uma vez e o considero um documento fiel, claro, verdadeiro, sábio e, de fato magnífico. Seria algo incrível se centenas de milhares de mulheres na América assinassem de coração o Manifesto da Mulher Verdadeira.
Raquel: Poucos dias depois, aquelas 6 mil mulheres tiveram a oportunidade de afirmar esse documento e incluir seus nomes nele. Você pode fazer a mesma coisa em avivanossoscoracoes.com. Aqui está Nancy, dando continuidade à série Fundamentos do Manifesto da Mulher Verdadeira.
Nancy: Se você já construiu uma casa, ou se já morou em uma, você sabe da importância de ter um fundamento sólido. Se o fundamento não for bem feito, a estrutura ficará comprometida. Ficará instável e vulnerável. O fundamento não é algo que você vê, exibe com orgulho ou tira fotos, mas é de fato extremamente importante.
Conforme nos debruçamos sobre o Manifesto da Mulher Verdadeira, dedicamos um tempo nesta primeira parte da série para examinar várias declarações fundamentais de crença. Já examinamos as duas primeiras declarações fundamentais, declarações de crença do Manifesto da Mulher Verdadeira.
A primeira:
Cremos que Deus é o soberano Senhor do universo e o Criador da vida, e que todas as coisas criadas existem para Seu prazer e glória.
Depois, a segunda declaração fundamental:
Cremos que a criação da humanidade em homens e mulheres foi um elemento proposital e magnífico do plano sábio de Deus, e que homens e mulheres foram criados para refletir a imagem de Deus de maneiras complementares e distintas.
Falamos sobre o design criado por Deus: santo, bom, abençoado. O propósito de Deus é que homens e mulheres sejam iguais como pessoas, em valor e em dignidade; que deve haver respeito, honra e consideração mútuos; intimidade no casamento. Tudo isso faz parte do design criado por Deus para homens e mulheres. E esse design é bom, magnífico e puro. Mas, a realidade que temos hoje ao nosso redor está muito distante daquele belo quadro.
Como passamos daquele design belo, impressionante e magnífico de Gênesis 1 e 2 ao cenário que vemos hoje entre homens e mulheres, com questões desviantes de gênero e sexualidade, algumas das quais são indizíveis?
Pois bem, é aqui que chegamos à terceira declaração fundamental do Manifesto da Mulher Verdadeira. Deixe-me lê-la para você, e então vamos analisá-la. Ela se inicia com: “Cremos que o pecado. . .”. Temos que falar sobre o pecado porque ele entra em cena aqui e corrompe tudo.
Cremos que o pecado separou todos os seres humanos de Deus, impedindo-nos de refletir Sua imagem como fomos criados para fazer. Nossa única esperança de salvação e restauração depende de nos arrependermos de nossos pecados e confiarmos em Cristo, que viveu de modo santo e puro, morreu em nosso lugar e ressuscitou dos mortos.
Agora, vamos voltar a Gênesis capítulos 2 e 3 para dar um contexto a essa declaração.
Gênesis 2 e 3 — falamos sobre Gênesis 1 no último podcast, como Deus criou homem e mulher à Sua imagem. Ele olhou para o que havia feito e “eis que era muito bom”. Não vamos analisar estes dois capítulos em sua totalidade, mas deixe-me apenas selecionar alguns versículos que dão uma visão geral do que aconteceu.
Gênesis 2, a partir do versículo 16: “E o Senhor Deus ordenou ao homem” — e você pode questionar: “Que direito Deus tem de fazer isso?” Obviamente Ele nos criou, Ele é o Senhor soberano.
E o Senhor Deus ordenou ao homem:— De toda árvore do jardim você pode comer livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal você não deve comer; porque, no dia em que dela comer, você certamente morrerá. (vv. 16–17)
Deus diz: “Aqui estão algumas coisas que você pode fazer e aqui está uma coisa que você não pode fazer”. Há uma lei estabelecida e essa lei existe para o próprio bem do homem. Deus impõe essa restrição para abençoar o homem, para sua proteção, para que ele pudesse desfrutar de intimidade com Deus e com sua esposa, para sua alegria, para o cumprimento do propósito de Sua criação.
Então, temos a criação do homem; temos Deus estabelecendo os parâmetros dentro dos quais o homem, que foi projetado e criado por Deus, deve funcionar. E chegamos ao capítulo 3 e vemos a mulher primeiro, seguida pelo homem, assinando sua declaração de independência. Ela e seu marido rejeitaram o direito de Deus de estabelecer a lei, rejeitaram a autoridade de Deus. Eles transgrediram a Sua lei.
Gênesis 3, versículo 6: “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer. . .” Qual árvore? A árvore do conhecimento do bem e do mal. E o que Deus havia dito sobre aquela árvore? “Não comam dela.”
“Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer” — sabendo que Deus havia dito: “Não importa a aparência dela, não coma” — “e que era agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento. . .” Você percebe a tentação operando aqui?
“Não coma.”
“Mas parece tão bom. É tão desejável. Eu não posso ser feliz se não tiver aquele pedaço de. . . seja lá o que for.”
“Tomou do seu fruto e comeu.” Isso se chama pecado. Isso se chama rebelião. Isso se chama: “Eu farei do meu jeito”. “E deu também ao marido, e ele comeu” (v. 6)
Assim, agora temos uma mulher caída e um homem caído vivendo juntos como marido e mulher no jardim.
Algumas das consequências foram imediatas. Por exemplo, vemos no versículo 7 que o que antes era consciência da presença de Deus por parte deles, foi substituída agora por culpa e vergonha.
Versículo 7: “Então os olhos de ambos se abriram, e percebendo que estavam nus. . .”
Então o que eles fizeram diante dessa culpa e vergonha, dessa percepção de que algo mudou, de que algo está errado? Eles fizeram duas coisas que nós também estamos propensas a fazer quando pecamos. Primeiro, tentaram remediar a situação por conta própria, à parte de Deus.
Versículo 7: “Costuraram folhas de figueira e fizeram cintas para si”.
“Vamos encontrar uma solução. Vamos consertar as coisas, melhorar a situação. Nós nos salvaremos”, diz o Manifesto Humanista. Eles tentaram remediar a situação por conta própria.
E, em segundo lugar, eles se esconderam.
Versículo 8: “Ao ouvirem a voz do Senhor Deus, que andava no jardim quando soprava o vento suave da tarde, o homem e a sua mulher se esconderam da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim”.
Aqui temos o medo, à medida que esse casal é exposto. A intimidade deles com Deus é quebrada. Eles não estão mais diante de Deus, nus e sem se envergonharem. Eles estão se escondendo atrás dos arbustos, de Deus, vestidos, envolvidos nessas roupas caseiras que montaram com folhas de figueira. Eles estão se escondendo; estão expostos; a intimidade foi quebrada. Estão separados de Deus.
E o que eles não podem ver, mas aprendemos à medida que as Escrituras se revelam, é que a imagem de Deus na qual haviam sido criados agora está maculada. A imagem, o reflexo, a representação de Deus que foram feitos para ser, foi distorcida. A bênção sobre a qual lemos em Gênesis 1 é substituída por uma maldição. Homens e mulheres que foram criados para viver para sempre. . . agora a morte entra no mundo.
Mas no versículo seguinte, versículo 9, vemos a surpreendente misericórdia e graça de Deus. “E o Senhor Deus chamou o homem e lhe perguntou: ‘Onde você está?’” Deus diz: “Adão, saia do seu esconderijo. Você não precisa se esconder. Sim, você pecou, e sim, haverá consequências” — e veremos isso — “e, sim, você precisa de um Salvador”.
Mas o fato de Deus ter chamado o homem e perguntado: “Onde você está?” não é uma expressão extraordinária da misericórdia e da graça de Deus? Ele poderia tê-los eliminado sem dizer mais nada. Ele havia dito: “No dia em que pecares, certamente morrerás”.
Deus é um Deus redentor. Ele inicia a reconciliação, e ali temos o primeiro vislumbre do primeiro ponto do Evangelho. Ele é um Deus que inicia a reconciliação e a redenção.
Nesta passagem também vemos a santidade e a justiça de Deus. Vemos que o pecado tem consequências, e vemos o desenrolar de uma punição para a serpente, para a mulher e para o homem.
É interessante — e não temos tempo para analisar isso aqui — mas há uma diferença entre a punição que a mulher recebe e a penalidade que o homem recebe. Penso que, ao estudar o texto, você perceberá que as diferentes punições que eles receberam apontam para os seus respectivos designs, missão, chamado e funções criados por Deus. A esfera em que foram criados para servir ao Senhor é a mesma em que foram distintamente impactados pelo pecado como mulher e como homem.
A mulher, que foi tirada do próprio corpo do marido — sendo assim, uma criatura relacional de maneira diferente do que o homem era — enfrentaria lutas como esposa e mãe. Veja o versículo 16 do capítulo 3:
E à mulher ele disse: ‘Aumentarei em muito os seus sofrimentos na gravidez; com dor você dará à luz filhos. O seu desejo será para o seu marido, e ele a governará.’
Agora, sem fazer uma exegese dessa passagem — já fizemos isso em outras séries — você vê que a mulher experimenta dor ao dar à luz e disfunção relacional como resultado do seu pecado. O homem, que foi feito do pó da terra, lutaria em seu papel como provedor. Versículo 17:
E a Adão disse: ‘Por ter dado ouvidos à voz de sua mulher e comido da árvore que eu havia ordenado que não comesse, maldita é a terra por sua causa; em fadigas você obterá dela o sustento durante os dias de sua vida. Ela produzirá também espinhos e ervas daninhas, e você comerá a erva do campo. No suor do seu rosto você comerá o seu pão, até que volte à terra, pois dela você foi formado; porque você é pó, e ao pó voltará.' (vv. 17–19)
O pecado tem efeitos devastadores sobre todos os aspectos da criação de Deus, e vemos que tanto o homem quanto a mulher deveriam experimentar dor como consequência do pecado. O mundo, o diabo e a nossa carne nos dizem: “Faça do seu jeito, você será feliz”. Foi exatamente o que Eva pensou. Era desejável; era agradável. Era algo de que ela precisava para tornar-se sábia. Ela pensou que isso a faria feliz, mas em vez disso trouxe dor.
O pecado sempre, em última análise, traz dor. Lembre-se disso toda vez que você tiver um bebê. Esta é a consequência do pecado. Note que ter bebês não é a consequência do pecado, mas sim a dor que acompanha. Lembre-se disso quando você tiver que arrancar o sustento da terra. É um trabalho árduo. Quando a vida se torna difícil; quando as disfunções relacionais se tornam a norma, lembre-se: Esta é a consequência do pecado.
Mas em nenhum lugar os efeitos devastadores do pecado são mais evidentes do que no relacionamento entre homem e mulher. Em Gênesis 3, temos a semente plantada — ou seja, o pecado — da qual nasceu uma colheita desastrosa e devastadora. O relacionamento entre homens e mulheres foi criado para funcionar em complementaridade, para que se respeitassem, honrassem, desfrutassem, se comunicassem e amassem mutuamente, como acontece dentro da própria Trindade. Agora eles estão em desacordo, em guerra um com o outro.
Lembre-se disso da próxima vez que você tiver uma discussão com seu marido. Este é o resultado do pecado.
Lembre-se, também, de que seu marido não é o inimigo. Os homens não são o problema, senhoras — e se eu estivesse me dirigindo aos homens, o que não é o caso, eu diria: “Homens, as mulheres não são o problema”.
Qual é o problema? O problema não são os homens ou o que eles fizeram às mulheres ou as mulheres ou o que elas fizeram aos homens. O problema é o pecado e o que ele fez a todos nós. Não se trata apenas do pecado do seu marido ou do pecado dos homens, trata-se do nosso pecado como mulheres, do seu pecado como esposa. Se você é uma mulher casada, você é uma pecadora casada com um pecador. Se você é um homem casado ouvindo este podcast, você é um pecador casado com uma pecadora. Se você é uma mulher solteira, você é uma pecadora vivendo em um mundo de homens e mulheres pecadores.
O pecado tira a beleza e a grandeza da criação de Deus e a torna feia e distorcida. Então, não fique culpando os homens que fazem parte de sua vida pelo que eles fizeram, por mais hediondo que possa ter sido em alguns casos, e eu sei que estou falando com algumas mulheres que foram grandemente prejudicadas por homens, e provavelmente o contrário também poderia ser dito; mas não coloque a culpa aí. Lembre-se, de que somos criaturas caídas vivendo a partir de uma imagem de Deus distorcida, maculada.
O pecado separou cada ser humano de Deus e nos tornou incapazes de refletir a Sua imagem conforme fomos criadas para fazer. Então, onde está a esperança? A única esperança para o pecado, a única esperança de cura das consequências do pecado em nossas próprias vidas e em nossos relacionamentos como homens e mulheres está no Evangelho, o Evangelho de Cristo.
Quero olhar para Gênesis 3 nestes momentos restantes para mostrar a você alguns indícios do Evangelho de Cristo nestes capítulos iniciais da Bíblia.
Vimos a misericórdia de Deus ao iniciar a reconciliação com Adão e Eva, mas também vemos a misericórdia e a graça de Deus retratadas de duas outras maneiras nesta passagem. O que realmente temos é a primeira proclamação do Evangelho no Antigo Testamento. É uma proclamação que continuará a se desdobrar ao longo do Antigo Testamento e encontrará seu cumprimento no Novo Testamento.
Mas veja Gênesis capítulo 3, versículo 15, quando Deus fala à serpente que incorpora Satanás. Ele declara: “Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela. Este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar”. Está predito aqui o conflito entre a serpente e sua descendência, e a mulher e sua descendência. E quem é a descendência da mulher? Jesus Cristo.
O cumprimento desta profecia ocorreu na cruz, onde a serpente feriu o calcanhar da descendência da mulher, mas Cristo, a descendência da mulher, desferiu um golpe fatal na cabeça da serpente. Louvado seja Deus? Amém!
Esse é um retrato do Evangelho da graça de Deus ali no versículo 15. Então veja o versículo 21. Aqui vemos a provisão de Deus para cobrir a vergonha e a nudez de Adão e Eva.
Lembre-se de que eles já haviam tentado resolver seu problema e cobrir a sua própria nudez com folhas de figueira. Isso é um retrato de seus próprios esforços para se tornarem justos, para se tornarem aceitáveis, apresentáveis a Deus. Como se dissessem: “Temos que nos esconder. Não podemos falar com Deus. Pecamos; estamos envergonhados; estamos constrangidos”.
Não temos alternativa senão nos esconder até que Deus venha e nos tire do nosso esconderijo, mas não podemos nos vestir e nos apresentar diante de Deus. Nossa própria justiça, tudo o que poderíamos apresentar para recuperar o prazer, o favor de Deus, o relacionamento e a intimidade com Ele, seriam apenas como trapos imundos ou, posso dizer, folhas de figueira baratas. Elas não são suficientes para cobrir a vergonha e a culpa da nossa nudez espiritual.
Então, o que vemos no versículo 21? “O Senhor Deus fez roupas de peles, com as quais vestiu Adão e sua mulher”. Que versículo precioso. Que Deus, o Deus santo e Criador, Soberano do universo cuja lei havia sido desprezada, contra quem Suas criaturas haviam se rebelado, que Ele os chamaria para fora do seu esconderijo e, ainda na mesma conversa em que Ele lhes aplica as consequências do seu pecado, conforme exige a Sua justiça, que Ele ternamente fizesse para o homem e sua mulher vestes de peles e os vestisse? Oh, maravilhosa graça.
E como Ele obteve essas roupas? Bem, animais inocentes tiveram que ser mortos. Houve a necessidade de um sacrifício para fazer roupas para cobrir a nudez deles. Por meio dessa cobertura, Deus nos oferece um retrato do sacrifício que um dia Deus faria de Seu próprio Filho, Jesus Cristo, que assumiria nosso pecado, nossa vergonha sobre Si mesmo, sendo morto como substituto pelos nossos pecados para que pudéssemos ser revestidos com Sua justiça.
Ouça, se você está tentando se vestir espiritualmente, se está tentando lidar com a vergonha, a culpa, a separação de Deus, a intimidade quebrada, os relacionamentos quebrados, os relacionamentos disfuncionais; tentando lidar com as consequências do seu pecado, da queda, da maldição; se você está tentando lidar com isso por meio de sua própria justiça, desista agora. Você jamais terá sucesso.
É por isso que esta parte do Manifesto da Mulher Verdadeira diz:
Nossa única esperança de salvação e restauração depende de nos arrependermos de nossos pecados e confiarmos em Cristo, que viveu de modo santo e puro, morreu em nosso lugar e ressuscitou dos mortos.
Não podemos, de forma alguma, resolver nossos problemas de gênero ou quaisquer outros problemas causados pelo pecado com nossos próprios esforços, isso só é possível por meio de Cristo. Por meio de Cristo, a imagem de Deus que foi quebrada e distorcida pelo pecado pode ser restaurada, e por meio de Cristo podemos experimentar cura no relacionamento entre homens e mulheres.
Ele é um Deus redentor que, por meio do sangue de Cristo derramado no Calvário, perdoou pecadores culpados e um dia abolirá o pecado completamente. Louvado seja Deus! Ele reverterá a maldição que o pecado trouxe a esta terra e a todos os homens e mulheres. Pela Sua graça, Deus restaurará aqueles que Ele redimiu a uma posição ainda mais esplêndida do que aquela que Adão e Eva desfrutaram no jardim. Haverá um novo céu e uma nova terra mais gloriosos do que aqueles que foram arruinados pelo pecado.
Essas são as boas novas! Esse é o Evangelho.
Então, o que você deve fazer?
- Saia do seu esconderijo.
- Arrependa-se do seu pecado, reconheça o seu pecado.
- Confie em Cristo.
- E Ele salvará você e te revestirá com Sua justiça.
Obrigada, Senhor, por nos dar esse retrato precioso de como o Senhor tomou o homem e a mulher pecadores, caídos, afastados de Ti, afastados um do outro, o Senhor os tirou do seu esconderijo, chamou-os para fora, chamou-os pelo nome. O Senhor iniciou a reconciliação, e fez para eles vestes de pele e os vestiu.
Obrigada por esse retrato de Cristo, que se fez pecado por nós para que pudéssemos nos tornar justiça de Deus nele.
Eu oro por alguém que está ouvindo hoje, que tem lutado e se esforçado para lidar com os efeitos do pecado, lidando com suas consequências por meio de seus próprios esforços e obras. Ó Deus, que possamos para sempre abandonar essas folhas de figueira e desistir de tentar nos revestir com nossa própria justiça, mas que possamos nos apropriar da justiça de Cristo, que o Senhor providenciou lá na cruz e sermos revestidas e libertas do nosso pecado e restauradas àquele lugar de relacionamento correto contigo por meio de Cristo nosso Senhor, em cujo nome oramos, amém.
Raquel: Eu amo ensinos sólidos como este. Vimos como os conflitos entre homens e mulheres e até mesmo conflitos entre nações podem ser rastreados até uma história que lemos em Gênesis. Nancy DeMoss Wolgemuth nos levou nessa jornada. O ensino faz parte da série chamada Fundamentos do Manifesto da Mulher Verdadeira. Você pode conferir todos os episódios que perdeu em avivanossoscoracoes.com.
O que é o Manifesto da Mulher Verdadeira? É um documento cuidadosamente elaborado, construído sobre um fundamento bíblico. O Manifesto também inclui algumas aplicações práticas, mostrando como viver como uma mulher verdadeira hoje.
O que acontece quando homens deixam de ser homens e mulheres deixam de ser mulheres? As consequências são enormes. Faremos uma análise sóbria disso em nosso próximo episódio no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.