Raquel Anderson: Masculinidade e feminilidade são elementos fundamentais da criação. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Tanto o homem quanto a mulher foram criados à imagem de Deus. Mas quando eles funcionam de forma complementar e distinta, cumprindo juntos as suas identidades dadas por Deus como homem e mulher, eles refletem a imagem de Deus de uma forma que transcende o que cada um poderia realizar sozinho.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta, na voz de Renata Santos.
Bem no início do Manifesto da Mulher Verdadeira é dito:
Cremos que Deus é o soberano Senhor do universo e o Criador da vida, e que todas as coisas criadas existem para Seu prazer e glória.
No episódio anterior, Nancy DeMoss Wolgemuth expôs …
Raquel Anderson: Masculinidade e feminilidade são elementos fundamentais da criação. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Tanto o homem quanto a mulher foram criados à imagem de Deus. Mas quando eles funcionam de forma complementar e distinta, cumprindo juntos as suas identidades dadas por Deus como homem e mulher, eles refletem a imagem de Deus de uma forma que transcende o que cada um poderia realizar sozinho.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta, na voz de Renata Santos.
Bem no início do Manifesto da Mulher Verdadeira é dito:
Cremos que Deus é o soberano Senhor do universo e o Criador da vida, e que todas as coisas criadas existem para Seu prazer e glória.
No episódio anterior, Nancy DeMoss Wolgemuth expôs essa importante declaração. E antes de começarmos o episódio de hoje, quero informar que trataremos de um assunto que pode ser sensível para os ouvidos dos pequenos. Se houver crianças por perto, talvez seja melhor mantê-las ocupadas em outro lugar. Recentemente, temos visto este assunto ganhar destaque com o debate sobre a participação de homens biológicos em competições esportivas femininas. Bem, o Manifesto da Mulher Verdadeira não aborda controvérsias esportivas atuais. Mas ele diz o seguinte:
Cremos que a criação da humanidade em homens e mulheres foi um elemento proposital e magnífico do plano sábio de Deus, e que homens e mulheres foram criados para refletir a imagem de Deus de maneiras complementares e distintas.
Nancy: Hoje vamos nos aprofundar nesta importante declaração do Manifesto da Mulher Verdadeira. E que momento apropriado para falarmos sobre gênero. É quase impossível acompanhar as mudanças repentinas na opinião pública sobre a chamada fluidez de gênero. Os exemplos que darei aqui ficarão rapidamente desatualizados, mas apenas para citar alguns:
A World Magazine publicou um artigo sobre livros ilustrados que introduzem o transgenerismo a crianças em idade pré-escolar. Veja só, estamos falando de crianças que estão na pré-escola.
Isso inclui um livro chamado Introducing Teddy (que significa Apresentando Teddy), sobre um ursinho de pelúcia macho que acredita ser uma ursinha fêmea. Então, ele coloca um laço rosa e começa a usar um nome diferente.
Outro desses livros chama-se I am Jazz (ou Eu Sou Jazz, e português). Ele conta a história de Jared Jennings, que fez a transição para se tornar uma mulher, Jazz Jennings, e se tornou uma estrela de reality show na TV. A World Magazine relata que esse livro agora é uma presença constante em muitas bibliotecas de escolas públicas.
Veja algumas notícias que são ou foram destaques recentemente:
- Empresas de moda estão oferecendo cada vez mais roupas neutras em relação ao gênero. Elas dizem que as pessoas não querem ser limitadas por cores ou estilos que são tradicionalmente masculinos ou femininos.
- Um estudo diz que um número crescente de adolescentes nos EUA está rejeitando os rótulos “menino” e “menina”.
- Soube de uma escola que adiou um baile de Pai e Filha porque não se encaixava na política de neutralidade de gênero deles.
- E um relatório chegou à minha mesa dizendo que a sigla LGBT precisa ser atualizada para LGBTQQICAPF2K para incluir ainda mais grupos de pessoas que não se identificam com os gêneros tradicionais. Não sei ao certo se esse artigo é sério, mas ele mostra como as pessoas estão confusas sobre o que significa ser criado como homem ou mulher.
Eu sei que vocês veem exemplos o tempo todo de como as atitudes sobre gênero estão mudando por toda parte. E em breve os exemplos que acabei de dar estarão desatualizados. Mas uma coisa nunca muda: a verdade da Palavra de Deus. Hoje vamos dar uma olhada no que a Bíblia diz sobre gênero. Eu apresentei esta mensagem pela primeira vez quando estávamos lançando o Manifesto da Mulher Verdadeira. Na época, começamos a ouvir rumores sobre fluidez de gênero, e estávamos tentando abordar essas tendências com a verdade atemporal da Palavra de Deus.
Muita coisa mudou, mas novamente, quero que sejamos lembradas da importância de fincar nossas raízes, nosso pensamento, nossos corações profundamente no solo imutável da verdade da Palavra de Deus.
Desde tempos remotos, sempre existiu uma linha divisória clara entre os dois gêneros. Inúmeros livros foram escritos com base nas diferenças entre homens e mulheres. Talvez o mais famoso seja o livro de John Gray, Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus. Homens, mulheres. Dois gêneros. Masculino e feminino.
Nas últimas duas décadas, desenvolveu-se um vocabulário inteiramente novo para lidar com as muitas variações e permutações de gênero em nossa cultura.
Quero ser cuidadosa com o que vou compartilhar nos próximos momentos. Sei que temos algumas mulheres mais jovens que nos acompanham.
Sou muito grata pelo fato de que a maior parte do que estou prestes a dizer são coisas que eu mesma nunca ouvi até estar bem avançada na vida adulta; na verdade, lamento até hoje ter tido que tomar conhecimento de tais coisas. Lamento que vocês tenham que ouvir isso, mas somos diariamente bombardeadas com esses conceitos nos noticiários, e meu objetivo é analisá-los sob uma perspectiva bíblica. Como devemos reagir e refletir sobre o que ouvimos na cultura no que diz respeito a gênero?
Permita-me, com a maior discrição possível, familiarizá-las com alguns desses novos termos que surgiram. No início dos anos 90 começamos a ouvir o termo LGBT — lésbica, gay, bissexual, transgênero. Transgênero significando pessoas que sentem que seu sexo anatômico, seu corpo fisiológico, não corresponde à sua identidade de gênero.
Sinceramente, tenho que confessar que eu tive que recorrer à Internet para pesquisar alguns desses termos e compreender o que realmente está sendo dito e o que significa. O conceito aqui é que pessoas transgênero podem se identificar como heterossexuais, homossexuais, bissexuais, pansexuais, polissexuais ou assexuais e, provavelmente, tantas outras que ainda desconheço.
Outra palavra que temos ouvido mais nas últimas décadas: andrógino, que significa ter características de ambos os gêneros. Eu me deparei com um site sobre sexualidade humana que é mantido por estudantes da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara (financiado com dinheiro público). Neste site está escrito:
Muitos não acreditam no gênero como um sistema binário (isto é, dois tipos: masculino e feminino), mas veem um espectro de possibilidades entre os extremos da masculinidade e da feminilidade tradicionais.
Nos últimos anos, as manchetes têm sido ocupadas por pessoas que se identificam como transexuais, isto é, pessoas que pretendem viver como um gênero diferente daquele que lhes foi designado ao nascer, com base na aparência de seus órgãos sexuais. Essa categoria inclui drag queens, mulher transexual, homem transexual ou travesti.
Outro termo: transgressor de gênero. De acordo com um site, os transgressores de gênero sentem:
Que o gênero que lhes foi atribuído ao nascer é uma descrição imprecisa ou incompleta de si mesmos. Alguns desses transgressores de gênero são transexuais e desejam mudar seu sexo físico por meio de terapia hormonal ou cirurgia de redesignação sexual, enquanto outros nasceram intersexuais.
Transgressor de gênero. Todo esse conceito visa derrubar e expandir os limites das perspectivas tradicionais sobre masculinidade e feminilidade. Esse vocabulário expandido representa uma mudança drástica em nossa cultura. Isso tem sido um terremoto de proporções enormes.
Compartilho uma observação feita por Elisabeth Elliot há cerca de vinte anos, e o que ela disse naquela época seria ainda mais verdadeiro hoje. Ela disse:
Ao longo dos milênios da história humana, até as últimas duas décadas, as pessoas consideravam como certo que as diferenças entre homens e mulheres eram tão óbvias que não precisavam de comentários. Elas aceitavam as coisas como eram. Mas nossas suposições mais básicas foram questionadas e confundidas; perdemos nosso rumo em meio a uma névoa de retórica sobre algo chamado igualdade. Por isso, me encontro na posição desconfortável de ter que explicar para pessoas instruídas o que era perfeitamente óbvio para o mais simples camponês.
Estudando tudo isso, me senti atordoada com algumas informações que preferiria não conhecer. Comentei com uma amiga: “Você conseguiria imaginar tudo isso quinze anos atrás? A mudança na percepção pública sobre essas questões está tão veloz que, depois de alguns meses que este podcast for transmitido, comportamentos que até a cultura secular considerava desviantes provavelmente já terão se tornado a normais. A mudança está acontecendo rápido demais”.
Na melhor das hipóteses, aqueles que sustentam a mesma posição que nós, serão considerados desatualizados ou estranhos e, na pior, nossos pontos de vista serão rotulados como perigosos, uma ameaça à sociedade. A realidade é que, ao transmitirmos um podcast como este, pode ser que venhamos a enfrentar, mais cedo ou mais tarde, problemas legais por promover a perspectiva bíblica sobre tais temas.
Para a maioria de nós, como cristãs que fomos instruídas com base na Palavra de Deus, muitos desses conceitos sobre os quais estou falando são estranhos e incompreensíveis (algumas dessas palavras precisam ser pesquisadas para que se entenda o que elas realmente significam). Seríamos rápidas em dizer que esses conceitos não são consistentes com as Escrituras, que estão errados. Mas a pergunta é: por quê? O que os torna errados? E por que isso realmente importa?
Será que estes não são assuntos sobre os quais todos têm direito à sua própria opinião? Nós cremos em masculinidade e feminilidade, mas outras pessoas creem nesse espectro, nessa fluidez transgênero, transexual, nessa terra de ninguém. Talvez você seja uma mistura de ambos os sexos. Talvez você não seja nenhum desses sexos. Não seria aceitável que cada um pensasse como bem entendesse sobre todo esse assunto?
Há uma pressão enorme na igreja hoje para acomodar a visão da cultura sobre masculinidade e feminilidade. Isso não acontece de forma extrema logo no início. Há denominações inteiras que, no passado, eram fiéis à Palavra de Deus, mas que agora rejeitam o ensino bíblico sobre gênero e sexualidade; chegando ao ponto de considerarem tal doutrina — e falo aqui do contexto da igreja — como algo ultrapassado e repressivo.
Portanto, a quem devemos recorrer em busca da verdade? Recorremos à Palavra de Deus. É nela que descobrimos a nossa identidade e o nosso propósito, e somente por meio de Cristo e de Sua verdade podemos encontrar a plenitude e viver de maneira digna daqueles que foram criados à imagem e para a glória de Deus.
Então, o que as Escrituras afirmam a respeito de gênero? Todas as indagações de nossa cultura precisam voltar para esse ponto, à medida que interagimos com elas e desejamos ser verdadeiras mulheres de Deus. Não se trata do que você pensa sobre isso, nem do que a sociologia, a ciência ou a psicologia propõem, trata-se de voltar à Palavra de Deus. Esse é o nosso prumo.
É muito simples. As Escrituras dizem que até mesmo uma criança, auxiliada pelo Espírito de Deus, pode entender coisas que escapam a pessoas que têm doutorado e se consideram muito sábias.
O que as Escrituras afirmam sobre gênero? Isso é abordado claramente no primeiro capítulo da Bíblia. Tudo o que você encontra no primeiro capítulo da Bíblia é importante. Tudo na Bíblia é verdadeiro, mas o que é apresentado nos primeiros capítulos de Gênesis é particularmente crucial e fundamental para a construção de todo o nosso sistema de pensamento sobre o mundo e a nossa cultura.
Gênesis 1, versículo 27: “Assim Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. Gênesis 5.2: “Deus os criou homem e mulher; os abençoou e lhes deu o nome de ‘ser humano’, no dia em que foram criados”. Assim temos a humanidade dividida em dois gêneros, masculino e feminino, criada por Deus e abençoada por Deus.
O Novo Testamento confirma o que lemos no livro de Gênesis: “Jesus respondeu: ‘Vocês não leram que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher’” (Mt. 19.4)
É aí que chegamos ao segundo princípio, esta segunda declaração fundamental no Manifesto da Mulher Verdadeira:
Cremos que a criação da humanidade em homens e mulheres foi um elemento proposital e magnífico do plano sábio de Deus, e que homens e mulheres foram criados para refletir a imagem de Deus de maneiras complementares e distintas.
Gostaria de desenvolver esse conceito com calma. Poderíamos produzir uma série inteira sobre este tópico. De fato, já fizemos isso quando abordamos a questão do complementarismo. Porém, nesta série, meu objetivo é apresentar um panorama compacto e conciso do que está por trás de cada uma das declarações do Manifesto da Mulher Verdadeira.
Vemos que as Escrituras afirmam a divisão da humanidade em dois gêneros: masculino e feminino. Talvez você pense: “Isso é óbvio”. Até uma criança de três anos entende isso. Mas essa não é uma questão óbvia hoje em dia. Muitas pessoas no planeta não conseguem compreender essa realidade. É por isso que precisamos voltar aos fundamentos.
Deus dividiu a humanidade em masculino e feminino. Há semelhanças entre homens e mulheres e há diferenças. Há diferenças fisiológicas óbvias, mas essas diferenças fisiológicas refletem outras diferenças mais complexas e ainda mais profundas entre homens e mulheres.
Apenas algumas observações, e isso pode parecer óbvio para você, mas não é óbvio para todos hoje em dia, então eu simplesmente quero afirmar. Em primeiro lugar a divisão da humanidade em dois gêneros, masculino e feminino, foi ideia de Deus. Deus criou homem e mulher. Esse conceito não foi uma invenção de nossos avós, dos avós deles ou de quem quer que seja.
Essas diferenças de gênero não são resultado de socialização. Há um grande debate hoje sobre se o gênero é socialmente construído ou se é genético e inato. Não há dúvida de que ambientes culturais e sociais influenciam a maneira das pessoas percebem e viverem a sua masculinidade ou feminilidade, seu gênero e sua sexualidade.
Mas ambientes e fatores culturais e sociais não determinam a identidade sexual. Nossa constituição genética básica — masculina ou feminina — foi criada por Deus. Deus fez duas categorias de pessoas — masculino e feminino. Ele chamou coletivamente de homem, mas sob a distinção de masculino e feminino. Foi ideia de Deus.
Penso que precisamos nos lembrar de que isso foi uma decisão intencional e proposital da parte de Deus. Não foi uma ideia tardia. Não foi um acidente. Não foi algo aleatório que Deus fez na criação. Foi intencional e proposital. Há uma razão para isso. Talvez nunca entendamos todas as razões pelas quais Deus fez homem e mulher, mas temos que crer que houve razão. Há razão. Há propósito; Deus foi intencional nisso.
É importante lembrarmos que isso foi uma parte boa do plano de Deus. Como o Manifesto da Mulher Verdadeira afirma, isso é uma parte magnífica do sábio plano de Deus. Não podemos aperfeiçoar o plano de Deus. Podemos até tentar. Podemos tentar agir da nossa maneira, e a sociedade está tentando fazer isso, mas a sociedade nunca será capaz de melhorar a excelência do que Deus criou.
Enquanto tentamos persuadir pessoas na esfera pública hoje, tentando explicar e defender as posições que assumimos, é essencial que a verdade não seja imposta de forma agressiva, bombardeando as pessoas ou nos tornando argumentativas. Nós conquistamos seus corações pela beleza e pela bondade dessa posição.
A bênção está em se submeter ao senhorio soberano do nosso Deus criador e concordar com o que Ele criou. É aí que encontramos descanso, paz, alegria e contentamento, ao nos encaixarmos naquilo que Ele projetou, porque é um plano magnífico, sábio e bom.
A distinção de gêneros em masculino e feminino não é acidental. É significativa. Importa que exista masculino e feminino. É básico. É fundamental. Por que isso? Bem, temos uma pista em Gênesis 1, onde vemos que homem e mulher foram criados à imagem de Deus. Foram criados para representar Deus, para refletir Sua imagem juntos por meio de suas identidades dadas por Deus como masculino e feminino de uma maneira que nenhum deles poderia fazer de forma tão completa separadamente.
O homem é criado à imagem de Deus. A mulher é criada à imagem de Deus. Mas quando funcionam dessas maneiras complementares e distintas, cumprindo suas identidades estabelecidas por Deus como homem e mulher juntos, há um reflexo da imagem de Deus que ultrapassa o que é possível realizar sem o outro.
Como homem e mulher refletem a imagem de Deus? Não tenho muito tempo para abordar isso, mas deixe-me fazer alguns comentários durante os momentos que nos restam.
- Homem e mulher refletem o fato de que há pluralidade dentro da Trindade. Há relacionamentos dentro da Trindade.
- O fato de que o Pai, o Filho e o Espírito Santo têm um relacionamento interpessoal e intimidade, significa que quando homem e mulher se unem, eles têm a capacidade para o relacionamento, para o amor, para a comunicação, para honrar um ao outro, como acontece dentro da Trindade.
- O fato de que a Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — são pessoas distintas que são iguais em pessoalidade e importância, sem que uma seja mais valiosa ou necessária do que a outra, mas que não possuem funções idênticas, demonstra a maneira que homem e mulher refletem a imagem ou a semelhança de Deus.
- Existe, ainda, outra razão importante pela qual Deus criou homem e mulher. Essas diferenças de gênero têm a intenção de ser uma imagem terrena da história redentora, do amor de Cristo por Sua Noiva. Como Ele a busca e conquista o seu coração, e ela responde alegremente a Ele com reverência e submissão. Cristo e Sua Noiva, a Igreja. Homem e mulher devem retratar na terra algo da história celestial, eterna e redentora.
À medida que descobrimos e vivemos nosso design único como homens e mulheres, glorificamos a Deus e exibimos esse plano redentor. Quando confundimos ou eliminamos as distinções, prejudicamos esse reflexo. A imagem fica incompleta. A figura do amor redentor de Cristo é destruída. É por isso que não é uma questão sem importância que meninos cresçam para serem homens e meninas cresçam para serem mulheres.
Se eliminarmos essas distinções, há outras consequências. Não apenas a glória de Deus é afetada, a história da redenção de Deus é prejudicada, mas na vida de homens e mulheres acabamos por encontrar confusão, dor e disfunção. Há muita confusão de gênero hoje à medida que dúvidas estão sendo plantadas nas mentes e nos corações de muitas crianças, jovens que não sabem o que são. Precisamos de ensino bíblico claro e modelos de mulheres verdadeiras e homens verdadeiros para que aqueles que vêm depois de nós tenham uma compreensão bíblica saudável de seu design masculino e feminino.
Permita-me acrescentar que nenhuma de nós tem todas as respostas sobre isso. Estamos tratando do masculino e do feminino, que é um mistério profundo, e não podemos compreender plenamente todas as implicações com nossas mentes finitas. Portanto, precisamos ter cuidado para não tirar conclusões ou cair em estereótipos que não estejam enraizados nas Escrituras.
Mas há muito que as Escrituras deixam claro sobre a masculinidade e a feminilidade bíblicas. Precisamos prezar por isso e proclamá-lo sem reservas, independentemente do que a cultura diga. Observe que, quando Deus olhou para o que Ele havia feito, homem e mulher, o que Ele disse? “Era muito bom” (Gn. 1.31). Deus disse que isso é bom.
Satanás disse que não é bom: “Eu tenho algo melhor”. Desde o princípio, Satanás tem procurado desmantelar o que Deus estabeleceu, para oferecer outras opções. Mas quando compramos suas mentiras no que se refere ao gênero, participamos de um ataque ao caráter e à imagem de Deus, e de um ataque à história redentora que devemos refletir por meio de nossa masculinidade e feminilidade complementares.
Resistir à ordem e ao design criados por Deus é resistir a Deus. É resistir ao Criador, resistir à Sua soberania, e é privar-se da beleza e da maravilha daquilo que Ele criou você para ser.
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth tem mostrado por que o design de Deus é tão belo. Ensinos como este são cruciais em um mundo que ficou tão confuso sobre o significado de ser homem ou mulher.
E graças aos ouvintes do Aviva Nossos Corações, como você, que podemos oferecer esse tipo de ensino verdadeiro, útil e oportuno. Como forma de agradecimento pela sua parceria, ao fazer uma doação de qualquer valor para o ministério, você receberá um exemplar digital do devocional do Aviva Nossos Corações: Uma Jornada de 30 Dias através do Manifesto da Mulher Verdadeira. Para saber mais, acesse o nosso site: avivanossoscoracoes.com e clique na aba DOAR.
Se preferir, você também pode solicitar a versão impressa desse recurso. Basta enviar um e-mail para contato@avivanossoscoracoes.com para receber mais informações sobre o envio. Uma oportunidade para ler e estudar o que Deus diz a respeito de ser uma Mulher Verdadeira.
O pecado sempre traz dor. Temos visto os resultados disso desde o Jardim do Éden. Nancy nos falará sobre isso em nosso próximo podcast. Aguardamos você novamente no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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