Dia 4: Você, eu e Deus
Raquel Anderson: Se um relacionamento entre você e outra pessoa não está indo bem, talvez você precise acrescentar uma terceira pessoa. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth para explicar.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Você não terá os recursos de que precisa para ser a esposa que Deus quer que você seja, ou a mãe, ou a amiga, ou em qualquer outro relacionamento humano, até que tenha se concentrado no seu relacionamento com Deus.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Escolhendo a Gratidão, na voz de Renata Santos.
Você quer ter relacionamentos verdadeiramente significativos com os outros? Antes de podermos fazer isso, nosso relacionamento com Deus precisa ser nossa primeira prioridade.
Quando buscamos a Deus primeiro, nos conectamos melhor com os outros. Hoje, Nancy DeMoss Wolgemuth explica como três pessoas precisam estar envolvidas em cada relacionamento: você, sua amiga ou seu …
Raquel Anderson: Se um relacionamento entre você e outra pessoa não está indo bem, talvez você precise acrescentar uma terceira pessoa. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth para explicar.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Você não terá os recursos de que precisa para ser a esposa que Deus quer que você seja, ou a mãe, ou a amiga, ou em qualquer outro relacionamento humano, até que tenha se concentrado no seu relacionamento com Deus.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Escolhendo a Gratidão, na voz de Renata Santos.
Você quer ter relacionamentos verdadeiramente significativos com os outros? Antes de podermos fazer isso, nosso relacionamento com Deus precisa ser nossa primeira prioridade.
Quando buscamos a Deus primeiro, nos conectamos melhor com os outros. Hoje, Nancy DeMoss Wolgemuth explica como três pessoas precisam estar envolvidas em cada relacionamento: você, sua amiga ou seu amigo, e Deus.
Nancy: Temos considerado como são os nossos relacionamentos e a dor e os problemas dos relacionamentos humanos como o escritor de Eclesiastes diz, “debaixo do sol”.
Se vivermos nossas vidas sem Deus, sem levar Deus em consideração, sem pensar e responder à maneira dele, sem um relacionamento com Ele, então teremos o que temos estudado na primeira parte de Eclesiastes capítulo 4, e isso é a dor da injustiça e o problema do isolamento.
Ou teremos relacionamentos quebrados, dolorosos, pecaminosos, não saudáveis, ou nenhum relacionamento. Vamos lutar na área relacional enquanto estivermos tentando fazer nossos relacionamentos funcionarem sem Deus.
Agora, eu sei que isso soa como, claro. Parece que é óbvio. Se você é filha de Deus, talvez isso não pareça muito profundo, mas é impressionante para mim o quanto tentamos fazer nossos relacionamentos funcionarem sem Deus, o quanto tentamos consertar e reparar e mudar nossos relacionamentos sem trazer Deus para a equação.
Agora chegamos a uma parte de Eclesiastes capítulo 4, começando no versículo 9, onde temos a receita de Deus para relacionamentos danificados ou disfuncionais ou mesmo em situações em que não há relacionamento algum, pessoas que estão vivendo em isolamento ou solidão.
E começamos na última sessão falando sobre a primeira frase do versículo 9, “melhor é serem dois do que um”. Este é o chamado de Deus à intimidade. O poder da intimidade é o que lida com a dor da injustiça e o problema do isolamento nos relacionamentos.
Quero que percebamos, antes de começarmos a falar sobre nossos relacionamentos humanos, nossos relacionamentos no nível horizontal, que primeiro temos que lidar com nosso relacionamento com Deus, nosso relacionamento no nível vertical.
Até que lidemos com Deus, até que estejamos em ordem com Deus, não teremos os recursos de que precisamos para estar em ordem com os outros, para estar envolvidos em relacionamentos íntimos e relacionamentos saudáveis com aqueles ao nosso redor.
Isso é verdade em qualquer relacionamento que você tenha. Pense no casamento, por exemplo. Não existe casamento perfeito — não importa o quão bonito ele pareça por fora. Se você vivesse dentro daquelas quatro paredes, veria que todo casamento tem suas lutas, seus desafios, suas questões a serem trabalhadas.
O melhor marido e esposa, o casal mais piedoso, seu pastor e a esposa dele, quem quer que você pense como um casamento ideal, eles têm questões de comunicação. Eles têm estresses e tensões e problemas no relacionamento que precisam lidar.
Então não pense que você é a única que tem esse tipo de questão no seu casamento ou no seu lar. Mas quando você vai lidar com essas questões, digamos, no seu casamento, o ponto de partida não é lidar com seu marido; o ponto de partida é lidar com Deus. Até que seu relacionamento com Deus esteja em ordem, seu casamento não pode estar em ordem. Você não terá os recursos de que precisa para ser a esposa que Deus quer que você seja ou a mãe ou a amiga ou em qualquer outro relacionamento humano até que tenha se concentrado no seu relacionamento com Deus.
É isso que lemos em 1 João capítulo 1, onde o apóstolo João diz: “O que vimos e ouvimos [sobre Cristo, o Verbo da Vida] anunciamos também a vocês, para que também vocês tenham comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho, Jesus Cristo.” (vv. 3–4)
Versículo 7: “Se andarmos na luz, como ele está na luz” [se estamos em ordem com Deus, se não há barreiras no nosso relacionamento com Deus], “mantemos comunhão uns com os outros”. O que é “uns com os outros”?
Bem, primeiro é comunhão com Deus, mas depois é comunhão uns com os outros. E o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todos aqueles pecados que danificam nossos relacionamentos.
Então vamos olhar para esses versículos em Eclesiastes 4, versículos 9–12, do ponto de vista do nosso relacionamento com Deus, e depois voltaremos em sessões subsequentes e veremos como esses versículos se aplicam aos nossos relacionamentos uns com os outros.
Como Deus supre nossa necessidade de relacionamento? Vamos analisar esses quatro versículos. Versículo 9: “Melhor é serem dois do que um, porque maior é o pagamento pelo seu trabalho.” Uma das características de relacionamentos saudáveis, de intimidade, é que seu trabalho é mais frutífero. Há produtividade aumentada.
“Melhor é serem dois do que um, porque maior é o pagamento pelo seu trabalho” (v. 9). Penso em Filipenses 2, que nos diz: “Porque Deus é quem efetua em vocês tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (v. 13). Você não pode viver a vida cristã sozinha. Você não pode servir a Deus por si mesma. Você precisa de Deus. Eu preciso de Deus. É Deus quem está operando dentro de nós, dando-nos o desejo e o poder de agradá-lo. “Melhor é serem dois do que um, porque maior é o pagamento pelo seu trabalho.”
O apóstolo Paulo reconheceu isso e se refere a isso repetidamente em suas epístolas. Primeira Coríntios capítulo 15.10: “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou. E a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã. Pelo contrário, trabalhei muito mais do que todos eles [do que todos os outros apóstolos]; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo”.
“Sim, eu trabalhei. Sim, eu servi, mas,” ele diz, “não fui realmente eu quem fez a obra, foi a graça de Deus em mim.” Melhor é serem dois do que um, porque maior é o pagamento pelo seu trabalho.
Paulo diz: “Porque nós somos cooperadores de Deus”, 1 Coríntios capítulo 3.9. Melhor é serem dois do que um. Porém, não se engane, Deus não precisa nem de você nem de mim para fazer a obra dele.
Acho que o foco aqui é que não podemos fazer a obra de Deus sem Deus. Não podemos fazê-la sem Ele. Podemos tentar. Podemos ter uma religião, mas não podemos fazer a obra de Deus sem permanecer em Cristo, sem estar unidas a Ele em comunhão íntima.
E então o versículo 10, aqui está outro benefício ou bênção de um relacionamento íntimo.
Porque se caírem, um levanta o companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante.
Relacionamentos íntimos fornecem ajuda em tempo de adversidade, tempo de dificuldade, ou tempo de fracasso. Um cai, alguém o levanta. Seu amigo o levanta. Eu penso no Salmo 145 que diz: “O Senhor levanta todos os que estão prostrados” (v. 14). Ele é esse Amigo que me levanta quando eu caio, que levanta você quando você cai.
Judas capítulo 1, versículo 24: “E ao Deus que é poderoso para evitar que vocês tropecem e que pode apresentá-los irrepreensíveis diante da sua glória.” Quando eu chegar ao céu, o fato de que meu coração foi purificado e foi santificado e está pronto para o céu não vai ser obra minha. Vai ser obra do meu amigo, do meu relacionamento com Deus, com o Senhor Jesus Cristo, que me guardou de cair e me tornou capaz de estar diante de Deus com alegria.
Romanos 14: “Quem é você para julgar o servo alheio? Para o seu próprio dono é que ele está em pé ou cai; mas ficará em pé, porque o Senhor é poderoso para o manter em pé.” (v. 4)
Eu amo esse versículo. Eu me animo. Eu tiro coragem e esperança desse versículo porque o Senhor é capaz de me manter em pé. Ele é capaz de me guardar de cair. Eu não posso fazer nada sem Ele. À parte dele, eu cairia, e você também. Melhor é serem dois do que um.
“Porque se caírem, um levanta o companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante” (Ec. 4.10). A propósito, quando eu caio, é a graça de Deus que me levanta. É a graça de Deus que perdoa e purifica e restaura e renova e me reconcilia à comunhão com Deus.
E então o versículo 11, aqui está um terceiro benefício ou uma bênção de um relacionamento íntimo com Deus.
Também, se dois dormirem juntos, eles se aquecerão; mas, se for um sozinho, como se aquecerá?
Relacionamentos íntimos fornecem conforto e companhia em tempo de necessidade. E quem faz isso melhor por nós do que o próprio Deus?
Segunda aos Coríntios capítulo 13: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vocês.” (v. 14)
Pense em ter isso quando você está se sentindo sozinha: a graça do Senhor Jesus, o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo. É isso que está comigo como filha de Deus. É isso que me mantém aquecida. É isso que me impede de sofrer de solidão. No fim das contas, é o meu relacionamento com Deus. Eu me lembro de que não estou sozinha. Eu tenho um consolador, o Espírito Santo.
Jesus disse: “E eis que estou com vocês todos os dias”. (Mt. 28.20)
E Deus Pai disse: “De maneira alguma deixarei você, nunca jamais o abandonarei.” (ver Hb. 13.5)
E então número 4 no versículo 12:
Se alguém quiser dominar um deles, os dois poderão resistir; o cordão de três dobras não se rompe com facilidade.
Um bom amigo, um relacionamento saudável fornece proteção em tempo de perigo e força em tempo de ataque — reforços. “Se alguém quiser dominar um deles, os dois poderão resistir.” E quem é o nosso Defensor — com D maiúsculo — senão o próprio Deus?
Efésios capítulo 6, versículo 10: “Quanto ao mais, sejam fortalecidos no Senhor e na força do seu poder.” Quem nos fortalece para a batalha? Quem nos guarda de sermos dominadas pelo inimigo tríplice da nossa carne pecaminosa e do mundo e do diabo? É Deus que vive dentro de nós. Ele é quem nos fortalece para a batalha. E, finalmente: “sejam fortalecidos no Senhor e na força do seu poder.”
Melhor é serem dois do que um. Sozinhas:
- Não conseguiríamos
- Não conseguiríamos ficar em pé
- Não podemos lutar
- Não podemos nos aquecer
- Não podemos produzir
- Não podemos ser produtivas em nosso trabalho
Mas em união e comunhão com o próprio Deus, à medida que permanecemos em Cristo, todos esses benefícios e bênçãos do relacionamento íntimo são nossos.
Temos falado sobre a dor de relacionamentos pecaminosos e danificados, injustiça e opressão. Temos falado sobre o problema do isolamento, quando não temos relacionamentos.
E agora estamos estudando o parágrafo em Eclesiastes 4.9–12 que fala sobre a receita de Deus para esses relacionamentos quebrados.
E esse é o poder da intimidade — como Deus quer que tenhamos relacionamentos piedosos e saudáveis. Eu quero que vejamos nesses versículos, começando hoje, quatro benefícios ou bênçãos que experimentaremos à medida que vivermos em comunhão, em relacionamento, primeiro com Deus, como vimos na última sessão, e depois com os outros.
O primeiro benefício ou bênção vemos no versículo 9: “Melhor é serem dois do que um.” Por quê? porque maior é o pagamento pelo seu trabalho. Um dos benefícios e bênçãos do relacionamento no Corpo de Cristo (relacionamento com os outros) é o aumento da produtividade. Você consegue fazer mais. Seu trabalho é mais frutífero. Você pode ser mais produtiva. Há mais proveito.
Se você é casada, você precisa do seu cônjuge. Juntos vocês podem ser mais produtivos, podem ser mais frutíferos no servir ao Senhor na criação de uma família piedosa do que qualquer um de vocês poderia ser sozinho.
Eu entendo que algumas não são casadas. Eu percebo que há pais solteiros e há situações em que não há a presença de outro cônjuge. Mas estamos dizendo que, no ideal de Deus, melhor é serem dois do que um, porque maior é o pagamento pelo seu trabalho.
Você vê nas Escrituras que até mesmo o próprio Jesus, que era Deus, não fez Sua obra aqui na terra sozinho. Repetidas vezes Ele disse: “Estou fazendo isso com Meu Pai. Estamos trabalhando juntos. Eu não faço nada sem Meu Pai. Nunca ajo por conta própria.” Ele sempre trabalhava em conjunto com Seu Pai celestial.
Jesus enviou Seus discípulos de dois em dois para fazer ministério. Ele sabia que enfrentariam adversidade e perseguição no mundo, e que poderiam levantar um ao outro, ajudar um ao outro, que seriam mais produtivos, mais frutíferos juntos do que se estivessem sozinhos.
O apóstolo Paulo era um poderoso homem de Deus, mas ele estava muito consciente de sua necessidade de outros ao realizar a obra do ministério. Repetidas vezes em suas epístolas ele menciona outras pessoas que o ajudaram na obra.
Romanos capítulo 16, o último capítulo de Romanos, lista várias dessas pessoas pelo nome. “Eles me ajudaram na obra” (ver vv. 1–16). Veja, eles não são famosos. O apóstolo Paulo é famoso, mas ele reconheceu que “melhor é serem dois do que um, porque maior é o pagamento pelo seu trabalho.”
Eu estou super consciente disso na minha própria vida, no ministério. Eu penso na equipe e no time, nas pessoas que Deus levantou para fazer parte do ministério do Aviva Nossos Corações, pessoas no Brasil, em Michigan, na Carolina do Norte, na Índia. Diferentes membros individuais dessas equipes que têm diferentes dons, diferentes habilidades.
Agora há um segundo benefício e bênção de viver em relacionamento, em relacionamentos íntimos com os outros. Nós encontramos isso em Eclesiastes 4.10: “Porque se caírem, um levanta o companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante!”
O que bons amigos fazem? Eles fornecem ajuda em tempo de adversidade, ajuda em tempo de dificuldade e ajuda em tempo de fracasso. É quando precisamos uns dos outros. Deixe-me dizer isto, caso você ainda não saiba: todas nós caímos. Todas nós. É inevitável. Não é realmente uma questão de se vamos cair. É uma questão de quando vamos cair. Quem estará lá para nos levantar? Temos momentos de fracasso, momentos de cansaço, momentos de fraqueza, momentos de desânimo, e deixe-me dizer, caso você ainda não tenha certeza disso, que isso inclui a mim.
Eu estava meditando nesta passagem nos últimos dias e pensando em momentos em que eu caí, apenas por cansaço ou fraqueza ou pecado, e como eu preciso do povo de Deus, do Corpo de Cristo quando eu caio. Acontece. Nós precisamos umas das outras. “Melhor é serem dois do que um.” Não conseguimos nos levantar sozinhas, e precisamos que alguém venha ao nosso lado para estender a mão ajudadora e curadora de Jesus. Precisamos de outros para nos ajudar a sair daquele poço ou qualquer que seja a situação em que caímos. É preciso um amigo para nos levantar nesses momentos.
Deixe-me dizer que eu acredito que é importante cultivar esse relacionamento antes de entrarmos no poço, antes do tempo de adversidade. Se você não desenvolver relacionamentos piedosos, relacionamentos saudáveis antes de cair, talvez olhe ao seu redor quando tiver caído, e perceba: Não tem ninguém aqui.
Agora, em Cristo temos o Amigo supremo, o Ajudador supremo. Foi Ele quem disse: “Não te deixarei, nem te desampararei. Assim, podemos dizer com confiança: ‘O Senhor é o meu auxílio, não temerei’” (Hb. 13.5–6). Não há ajuda como a dele. Não há ninguém — não há marido, nem amigo, nem pastor, nem conselheiro — que possa ser para você ou para mim o ajudador que o próprio Deus pode ser e quer ser. Mas Deus, nosso Ajudador, estende a mão a nós por meio do Seu povo. Ele usa o Seu povo. Ele usa uns aos outros para nos levantar quando caímos.
À medida que nos tornamos ajudadoras daqueles que caíram, tornamo-nos extensões do coração e das mãos do Senhor Jesus na vida de outros. Ele ordenou que a família de Deus, o Corpo de Cristo, estivesse presente — não no lugar de Deus, mas representando o coração de Deus — para levantar uns aos outros, para ajudar uns aos outros a se levantar.
Por isso lemos em Hebreus capítulo 12: “Levantem as mãos cansadas e fortaleçam os joelhos vacilantes” (v. 12). Cuidem uns dos outros, procurem aquele que está fraco, procurem aquele que está caindo, procurem aquele que está falhando e vejam o que vocês podem fazer em nome de Jesus para levantar essa pessoa.
Tiago 5.16: “Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros, para que vocês sejam curados.” Eu penso em momentos na minha vida em que eu estava lutando com questões de pecado, e eu precisei. . . Não é que eu não pudesse ir diretamente a Deus e pedir o Seu perdão e pedir a Sua ajuda. Eu fiz isso, mas também descobri que Deus me direcionou às vezes a ir a membros do Corpo e dizer: “Eu preciso de oração. Eu preciso de ajuda para saber como lidar com esta questão na minha vida.”
“Eu preciso do conselho da Palavra de Deus para me mostrar como enfrentar esta situação ou este relacionamento”, confessando minhas faltas, meus pecados, minhas necessidades, minhas fraquezas, para que possamos orar uns pelos outros, para que possamos ser curadas.
Eu penso em momentos na minha própria caminhada com Deus em que eu caí, nem sempre por causa de pecado, às vezes apenas por causa de fraqueza.
Nós simplesmente não fomos feitas para viver sozinhas. Precisamos daqueles momentos em que percebemos que não conseguimos sozinhas. Essa é uma das coisas boas que vêm de cair. Você percebe: Eu não fui feita para viver esta vida cristã independente de Deus ou dos outros. Mas houve momentos em que eu senti que simplesmente não podia continuar.
Eu penso em Holly Elliff. Algumas de vocês já a ouviram no Aviva Nossos Corações. Ela foi convidada várias vezes. Deus usou aquela mulher, juntamente com muitas outras mulheres ao longo dos anos, mas eu penso em um momento específico em um ponto muito baixo da minha vida, quando eu senti que não conseguia me levantar. Deus trouxe Holly em um momento chave para me dar uma breve palavra sobre a graça de Deus. Ainda penso naquele tempo com tanta gratidão por como Deus usou uma amiga. “Melhor é serem dois do que um; quando um cai, o outro o levanta.”
Eu agradeço ao Senhor pelos líderes espirituais e pelos pastores, os homens, os presbíteros, os pastores que Deus usou, que apascentam o rebanho de Deus, que têm pregado a Palavra e falado graça e verdade na minha vida.
Eu preciso dessas pessoas; você também precisa. Deixe-me apenas dizer: “É perigoso para qualquer uma de nós estar em uma posição ou situação em que não temos alguém que possa nos levantar.”
Mas não espere que essa pessoa apareça. Eu não sei quantas vezes ao longo dos anos eu liguei para um casal ou para uma mulher e disse: “Você poderia orar por mim? Eu preciso de oração.” Veja bem, eu não gosto de me sentir desamparada. Eu não gosto de me sentir dependente. Mas sabe de uma coisa? Eu sou desamparada. Eu sou dependente. Eu sou desamparada sem o Senhor. Eu preciso dele, e Ele ministra Sua graça.
Ele administra Sua graça a nós muitas vezes por meio do Seu povo. Não podemos viver sozinhas. Então olhe ao seu redor e pergunte ao Senhor: “Quem está ao meu redor que precisa ser levantado? Quem caiu?” Olhe ao redor, veja a pessoa e então estenda a mão. Seja o tipo de amiga para uma pessoa caída hoje que você desejará que alguém seja para você quando chegar o dia em que você tiver caído e precisar que alguém a levante.
Raquel: Acabamos de ouvir Nancy DeMoss Wolgemuth explicando como dependemos uns dos outros no Corpo de Cristo. Deus nos criou para precisarmos uns dos outros.
Você sabia com que frequência a expressão “uns aos outros” é usada ao longo da Bíblia? O Aviva Nossos Corações tem um devocional de 30 dias, Vivendo os uns aos outros das Escrituras, que se concentra em ajudá-la a praticar esses “uns aos outros”.
Este devocional examina mais de perto muitas das exortações da Bíblia relacionadas a como interagimos uns com os outros. É por isso que se chama Vivendo os uns aos outros das Escrituras. Ele ajudará você a descobrir como compartilhar de maneira prática o amor de Deus com as pessoas na sua vida.
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Amanhã vamos ver por que precisamos de encorajadoras para caminhar ao nosso lado, especialmente em nossos momentos dolorosos e de necessidade. Por favor, esteja de volta aqui no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.