Raquel Anderson: Nancy DeMoss Wolgemuth diz que é possível aprender muito sobre humildade ao estudar a vida de um líder do Antigo Testamento.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Moisés poderia ter se preocupado que sua reputação como líder fosse prejudicada se as pessoas vissem que ele era vulnerável, mas Moisés não estava tentando proteger sua imagem. O que realmente importava para ele era que o nome de Deus fosse vindicado. O que importava para ele era que o povo de Deus fosse vitorioso. O que importava para ele era que os inimigos de Deus fossem derrotados.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Nancy está retomando a série Lições da Vida de Josué (Parte 1): Aprendendo a Vencer com Josué, ensinando um grupo de mulheres no estúdio.
Como todas nós, elas estão enfrentando hoje diferentes tipos de …
Raquel Anderson: Nancy DeMoss Wolgemuth diz que é possível aprender muito sobre humildade ao estudar a vida de um líder do Antigo Testamento.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Moisés poderia ter se preocupado que sua reputação como líder fosse prejudicada se as pessoas vissem que ele era vulnerável, mas Moisés não estava tentando proteger sua imagem. O que realmente importava para ele era que o nome de Deus fosse vindicado. O que importava para ele era que o povo de Deus fosse vitorioso. O que importava para ele era que os inimigos de Deus fossem derrotados.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Nancy está retomando a série Lições da Vida de Josué (Parte 1): Aprendendo a Vencer com Josué, ensinando um grupo de mulheres no estúdio.
Como todas nós, elas estão enfrentando hoje diferentes tipos de desafios, e a vida de Josué está ajudando todas nós a encarar esses desafios com confiança em Deus.
Nancy: Tenho ouvido algumas histórias sobre o que está acontecendo na vida de várias pessoas. Olhamos ao redor desta sala e vemos que há muitos pontos de pressão, algumas fases da vida estressantes e difíceis que as pessoas estão enfrentando.
Estou pensando em uma amiga muito querida que amaria estar aqui nesta manhã, e talvez esteja aqui mais tarde hoje, mas ela está passando por todo tipo de mudanças importantes e questões relacionadas à fase da vida. Parece que, em cada etapa, surgem desafios, provas, lutas. . . simplesmente muita coisa acontecendo.
Na verdade, ela me disse: “Tenho alguma coisa acontecendo em cada fase da vida agora. A única coisa que ainda não está acontecendo e que poderia ser acrescentada é descobrir que estou grávida.” Ela não acha que esteja (ela está na casa dos cinquenta), mas está lidando com a falta de sono — noites muito curtas.
Temos mulheres ouvindo nossa transmissão hoje que estão em fases da vida em que não estão dormindo muito — talvez você tenha filhos pequenos ou esteja amamentando um bebê — e você está sentindo o que muitas mulheres sentem em diferentes fases da vida: cansada, exausta, esgotada.
Percebo que o cansaço é algo com que nós, mulheres, lidamos bastante, especialmente na nossa cultura, onde se espera que façamos tantas coisas.
Conversei com uma mulher esta manhã que tem entre filhos adolescentes até uma criança de dois anos, além de trabalhar fora de casa, e toda a pressão que isso coloca sobre nós como mulheres. Às vezes sentimos isso fisicamente, mas há outras vezes em que sentimos ainda mais profundamente — esse cansaço na alma e no espírito, a sensação de que você não consegue colocar um pé na frente do outro.
Para vocês que não têm filhos pequenos, talvez seja a fase em que seus filhos estão na faculdade. Aí eles voltam da faculdade, e você está naquela idade em que finalmente consegue dormir à noite. Mas eles estão na idade em que, à meia-noite, querem conversar com você.
São momentos ensináveis, bons momentos de interação. Mas você está tentando manter os olhos abertos. Você sabe que precisa acordar cedo no dia seguinte, mas percebe o desafio de múltiplas questões da vida e mudanças de fase acontecendo ao mesmo tempo.
No meio disso tudo, a vida não para. Você tem responsabilidades. Precisa continuar. Precisa continuar fazendo certas coisas, e em alguns momentos você se pergunta: “Como continuo fazendo o que preciso fazer quando estou tão cansada? Como sigo em frente quando estou tão exausta?”
Nesta série, estamos estudando uma passagem em Êxodo 17. Abra sua Bíblia, se possível.
Estamos estudando a vida de Josué. Comecei a estudar a vida de Josué porque queria aprender o seguinte: “Como servir ao Senhor fielmente a longo prazo?”
A vida cristã não é uma corrida de curta distância. É de longa distância. É uma corrida de resistência. Como permanecer fiel nisso quando estamos cansadas? Hoje vamos obter alguns insights sobre isso em Êxodo 17.
Quem tem nos acompanhado nos últimos episódios lembra que os filhos de Israel saíram do Egito. Eles atravessaram o Mar Vermelho. Agora, estão começando a seguir em direção a Canaã, e descobrem que um inimigo vem contra eles. Começamos no versículo 8:
Então vieram os amalequitas e atacaram Israel em Refidim. Com isso, Moisés ordenou a Josué [esta é a primeira vez que o nome de Josué aparece nas Escrituras]: Escolha alguns homens e vá lutar contra os amalequitas. Amanhã eu estarei no alto do monte, e o bordão de Deus estará na minha mão.’ Josué fez como Moisés lhe havia ordenado e lutou contra os amalequitas. Porém Moisés, Arão e Hur subiram para o alto do monte. Quando Moisés levantava a mão, Israel vencia; quando, porém, ele abaixava a mão, os amalequitas venciam. (vv. 8–11)
Falamos sobre como Moisés estava segurando seu bordão, que se tornou o cajado de Deus — um símbolo de intercessão, um símbolo de clamar a Deus pela vitória. Moisés ficou no topo do monte segurando essa vara em suas mãos.
Quando ele levantava o cajado, Josué e as tropas lá embaixo eram vitoriosos. Mas quando suas mãos abaixavam e o cajado descia, o inimigo começava a triunfar.
Então chegamos ao versículo 12, que diz: “Mas as mãos de Moisés ficaram cansadas.”
As mãos de Moisés ficaram cansadas. Algumas traduções dizem que as mãos dele ficaram pesadas.
Você sabe como é tentar manter as mãos levantadas, especialmente se estiver segurando algo por muito tempo. As mãos ficam pesadas. Elas descem. Você não consegue continuar segurando.
Quando li essa frase, pensei na minha amiga que está passando por essas grandes questões em sua vida agora. As mãos dela estão ficando pesadas.
Nem tudo são coisas ruins — às vezes são coisas boas — mas muitas coisas boas ao mesmo tempo na sua vida, e suas mãos ficam pesadas. Você fica cansada na batalha.
O versículo 12 continua dizendo:
Quando as mãos de Moisés ficaram pesadas, pegaram uma pedra e a puseram por baixo dele, para que Moisés se sentasse. Arão e Hur sustentavam as mãos de Moisés, um, de um lado, e o outro, do outro; assim as mãos dele ficaram firmes até o pôr do sol.
Essa frase “as mãos de Moisés ficaram cansadas” — quero focar nisso hoje, e no que eles fizeram a respeito, para que as mãos dele fossem sustentadas, para que a batalha que Josué estava travando no vale pudesse ser vencida.
Deixe-me ressaltar que os maiores homens, os maiores líderes, os maiores servos ficam cansados. Não há pecado em ficar cansada.
Às vezes ficamos cansadas por razões relacionadas ao nosso pecado, mas às vezes você está fazendo exatamente o que Deus quer que você faça, e isso simplesmente cansa. Não importa se você é jovem ou idosa. Isaías 40.30 nos diz que até os jovens se cansam e se fatigam, e os moços tropeçam e caem exaustos.
Não importa o quão espiritual você seja. Moisés se cansou. Davi se cansou em alguns momentos. Os discípulos se cansaram em alguns momentos. O próprio Jesus se cansou em alguns momentos, como veremos daqui a pouco.
Podemos nos cansar simplesmente por causa da fraqueza humana natural. Moisés, que está ali no monte tentando segurar esse bordão, tem oitenta anos de idade naquele momento. Dá para entender que ele pudesse se cansar — são apenas as limitações humanas do nosso corpo.
Também podemos nos cansar por causa das circunstâncias da vida. Lembre-se da passagem em João 4, quando Jesus chegou àquela cidade de Samaria. Era hora do almoço. Os discípulos foram à cidade comprar comida, e as Escrituras dizem que “Jesus, cansado da viagem, sentou-se junto ao poço.” (v. 6)
Por que você acha que Deus inspirou esse detalhe a ser escrito nas Escrituras? Acho que Ele queria que soubéssemos que Jesus, ao assumir a carne humana, assumiu também as limitações da carne humana.
Jesus ficou cansado. Jesus, nosso grande Sumo Sacerdote, entende o que você sente quando está exausta da sua jornada; e Ele se sentou, assim como Moisés se sentou quando ficou cansado.
Essa palavra “cansado” em João 4.6 — “Jesus, cansado da viagem” — é uma palavra que significa “abatido”, “esgotado”. Quando você diz: “Estou acabada! Estou exausta!” — é essa palavra que é usada ali. Jesus entende o cansaço que experimentamos pelas circunstâncias normais da vida cotidiana neste mundo.
Também ficamos cansadas de lutar batalhas de vários tipos. Há algumas ilustrações disso no Antigo Testamento que me vieram à mente enquanto eu pensava sobre batalhas.
Lembre-se de quando Davi lutou a batalha em Ziclague, em 1 Samuel 30. As Escrituras dizem que um terço de seus homens, 200 dos 600 que estavam com ele, ficaram para trás porque estavam cansados demais para atravessar o ribeiro (ver vv. 9–10). Isso foi no meio da batalha, e chegou um ponto em que esses homens estavam tão exaustos que disseram: “Não conseguimos continuar.”
Depois encontramos em 2 Samuel 23 que um dos valentes de Davi — como eram chamados, seus guerreiros fortes e dedicados — quando estavam lutando contra os filisteus, as Escrituras dizem que esse valente, um dos guerreiros de Davi, “se levantou e atacou os filisteus, até lhe cansar a mão e ficar grudada na espada.” (v. 10). A mão dele ficou moldada à espada, de tão exausto que estava.
Quando li essa passagem, pensei: “Já passei por isso. Já tive dias assim.” Você também já teve dias assim, em que tudo o que você consegue fazer é inspirar e expirar e dar o próximo passo para fazer a próxima coisa.
Você pode sentir que está lutando batalhas o dia inteiro nesta fase da vida. Pode ser no seu local de trabalho, lidando com questões variadas; pode ser com seus filhos; pode ser resolvendo conflitos com seus filhos.
Você diz: “Tenho feito isso por tanto tempo, tantas vezes, que minha mão está grudada à espada. Estou exausta. Não sei se consigo atravessar essa próxima situação, ou esse próximo ribeiro, nessa batalha. Estou exausta de lutar batalhas.”
Às vezes ficamos exaustas por causa de fases de sofrimento, fases de aflição. Ao olhar ao redor desta sala, há mulheres que passaram por sofrimentos muito tristes e situações difíceis nos últimos dias, como a perda de pessoas queridas.
Há um cansaço que vem com essa fase da vida, especialmente quando é um sofrimento que continua, continua, e não há fim à vista, nenhum alívio à vista. Ao ler os salmos, você vê momentos em que Davi expressou esse tipo de cansaço da alma por causa do que estava acontecendo e do sofrimento.
Ele diz no Salmo 6.6: “Estou cansado de tanto gemer; todas as noites faço nadar o meu leito, de minhas lágrimas o alago.”
Ele diz no Salmo 69.1–3:
Salva-me, ó Deus, porque as águas me sobem até a alma. Estou atolado num profundo lamaçal, que não dá pé. Entrei em águas profundas, e estou sendo arrastado pela correnteza. Estou cansado de clamar, e a minha garganta secou; os meus olhos esmorecem de tanto esperar por meu Deus.
Já houve uma fase da sua vida — talvez você esteja nela agora — em que você consegue se identificar com essas palavras? “Estou cansada do sofrimento, cansada da aflição, cansada das águas profundas, da enchente que está passando por cima de mim, que está me sobrecarregando, e sinto que estou em areia movediça. Sinto que estou me afogando. Sinto que não há esperança, não há onde firmar os pés. Estou cansada.”
Também podemos nos cansar em questões espirituais, como a oração. Talvez algumas de vocês estejam orando por algo, por alguém ou por alguma situação que é pesada; é um fardo.
Talvez você chore até dormir à noite por causa de um filho, uma filha ou um neto que está fazendo escolhas erradas e tolas, que não está andando com o Senhor. Você ora, ora e continua orando. Talvez seja uma situação no casamento pela qual você tem orado há anos, clamando ao Senhor, e você está cansada de orar.
Os discípulos de Jesus passaram por isso. Lembra-se do Jardim do Getsêmani? Jesus disse: “Fiquem aqui e orem comigo. Eu preciso que vocês orem. Estamos passando por tempos difíceis. Orem para que não entrem em tentação.”
Jesus foi orar, mas três vezes, quando voltou, o que as Escrituras dizem? “E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os olhos deles estavam pesados” (Mt. 26.43). Eles estavam cansados demais para orar. Você já esteve assim? Tão exausta que diz: “Eu nem consigo orar.”
Digo a você: há muitas vezes em que sou grata porque outras pessoas estão orando por mim, porque naquele momento estou tão cansada — mas outros estão orando. Jesus está orando. Graças a Deus que Jesus nunca se cansa de interceder por nós no céu! Mas nós nos cansamos.
Nós nos cansamos de fazer o bem. Estamos fazendo o que deveríamos fazer. Estamos servindo. Estamos correndo a corrida — algumas de vocês como esposas, como mães, talvez como mães solteiras ou mulheres solteiras no mercado de trabalho.
A vida simplesmente tem rotinas que seguem, seguem e seguem. Não é como se houvesse algo grande, horrível, ruim ou traumático acontecendo.
Você está fazendo coisas boas, mas às vezes percebe que se cansa de fazer o bem, especialmente quando não recebe elogios, nem agradecimentos, nem reconhecimento. Você diz: “Estou fazendo isso dia após dia, sendo fiel, mas estou cansada de servir, cansada de dar.”
Não me orgulho de dizer isso, mas eu sinto isso às vezes quando estou estudando e me preparando para ensinar. Estar no ministério é um grande privilégio; ensinar a Palavra é um grande privilégio, mas há momentos no meu estudo em que minhas mãos ficam cansadas, meus olhos ficam cansados e pesados, e eu penso: estou cansada de fazer o melhor.
É por isso que as Escrituras dizem em Gálatas 6.9: “E não nos cansemos de fazer o bem”, porque Deus sabe que tendemos a nos cansar de fazer o bem.
Pois bem, aqui está Moisés no monte segurando o bordão de Deus enquanto Josué e as tropas estão lá embaixo, no vale, lutando a batalha. Moisés sabia que não podia sustentar sozinho esse chamado, essa responsabilidade de segurar o bordão de Deus.
Ele sabia que não conseguiria fazer isso sozinho. Aquele seria um dia longo. Aquela seria uma batalha longa e difícil, e os amalequitas prevaleceriam se Moisés tentasse fazer aquilo por conta própria.
Vemos nesta passagem que Moisés não teve medo de reconhecer sua fraqueza, de reconhecer sua necessidade e de aceitar ajuda. Vemos isso acontecer de duas maneiras.
Êxodo 17.12 diz: “as mãos de Moisés ficaram pesadas, pegaram uma pedra e a puseram por baixo dele, para que Moisés se sentasse.” Ele não disse: “Não, eu dou conta.” Ele não disse: “Não, obrigado. Não quero parecer fraco.” Ele se sentou. Ele aceitou a ajuda. Ele não resistiu ao apoio.
Depois lemos: “Arão e Hur sustentavam as mãos de Moisés.” Essa palavra “sustentavam”, em algumas traduções, aparece como “apoiavam” as mãos dele. Literalmente, significa “segurar firmemente”.
Um de um lado e o outro do outro lado, Arão e Hur seguraram firmemente as mãos de Moisés e as levantaram. Eles sustentaram as mãos dele. Eles mantiveram erguidas as mãos dele, com o bordão de Deus em suas mãos.
Bem, não está claro se Moisés pediu a ajuda de Arão e Hur ou se eles perceberam a necessidade e se ofereceram para ajudar. Mas, de qualquer forma, em vez de sucumbir ao cansaço e correr o risco de perder a batalha, Moisés permitiu que outros viessem ao seu lado. Ele permitiu que outros o ajudassem para que suas mãos permanecessem erguidas até o fim da batalha, ao final do dia.
Acho que isso é uma evidência de humildade e mansidão da parte de Moisés. Ele não tentou fazer tudo sozinho. Ele recebeu ajuda com humildade. Ele sabia que o resultado da batalha e a glória do nome de Deus estavam em jogo.
Moisés poderia ter se preocupado que sua reputação como líder fosse prejudicada se as pessoas vissem que ele era vulnerável, mas ele não estava tentando proteger sua imagem. O que realmente importava para ele era que o nome de Deus fosse vindicado. Ele se importava que o povo de Deus fosse vitorioso. Ele se importava que os inimigos de Deus fossem derrotados.
Você já se pegou insistindo em carregar sozinha o peso da batalha, em vez de pedir ou permitir que outros a ajudem a carregar esse fardo? Então assumimos mais uma responsabilidade, fazemos mais uma coisa.
E às vezes penso (posso falar por mim mesma) que sou movida pelo que os outros podem pensar se eu reconhecer alguma fraqueza. Isso é o coração da autossuficiência e, no fim das contas, é uma raiz de orgulho.
Consigo imaginar Moisés pensando, como eu mesma já pensei em alguns momentos: Uma coisa é eu ter que suportar essa batalha, mas não posso impor isso a esses homens. Não posso fazê-los trabalhar tanto. Esta é a minha batalha, é minha responsabilidade.
Às vezes penso assim quando recuso as ofertas de ajuda de outras pessoas. E me ocorreu que Arão e Hur talvez tivessem tanta necessidade de estar envolvidos nessa batalha e de ter sua parte nela quanto o próprio Moisés.
Não fazemos nenhum favor aos outros no corpo de Cristo, na igreja, quando tentamos protegê-los de algum desafio ou tarefa difícil. Eles precisam ajudar tanto quanto nós precisamos de ajuda.
Nossa disposição de permitir que eles sirvam ajudando a carregar esse fardo pode fazer parte do processo de santificação de Deus na vida deles. Da mesma forma que Deus está me santificando nesta batalha, Deus pode querer fortalecer, amadurecer e santificar essas pessoas também.
Então vemos esta progressão nesta passagem: Moisés levantava as mãos. Depois, as mãos de Moisés ficaram cansadas, e ele abaixou as mãos. Então Arão e Hur levantaram as mãos dele. E então vemos o resultado no versículo 12: “Assim as suas mãos ficaram firmes até o pôr do sol.”
Se eu e você quisermos chegar até o fim da batalha, precisamos de outras pessoas. Precisamos de ajuda. Precisamos do apoio que outros podem oferecer.
Penso em quantas vezes o apóstolo Paulo pediu a outros cristãos: “Orem por mim.” Até mesmo o Senhor Jesus apelou aos Seus discípulos no Getsêmani para que ficassem perto, vigiassem com Ele e orassem com Ele.
Uma determinação teimosa de vencer sozinha, sem a ajuda de outros, é um caminho certo para sofrer derrota na batalha. Ninguém — não importa quão talentoso, capaz, dedicado, determinado, espiritual, não importa quão chamado — ninguém consegue sozinho.
Isso inclui você; isso inclui a mim. Precisamos de outros, e quando estamos dispostas a receber humildemente a ajuda dos outros, somos capacitadas a permanecer firmes até o final da batalha.
Enquanto tenho estudado esta passagem, o Senhor tem me lembrado de quantos Arãos e Hures fizeram parte da minha vida e deste ministério. Como sou grata por aqueles que levantam as minhas mãos nesta batalha, que me apoiam nesta batalha, aqueles que vieram ao meu lado e me ajudaram a permanecer fiel em momentos em que eu acho que não teria conseguido permanecer fiel sozinha.
Vez após vez, quando minhas mãos ficaram cansadas e eu já não conseguia mantê-las erguidas sozinha, Deus trouxe amigos intercessores, membros da equipe e do ministério, conselheiros, apoiadores do ministério, amigas fiéis, ouvintes como você, que escrevem bilhetes encorajadores e dizem: “Estou orando por você.”
Muitas de vocês, Deus usou dessa forma na minha vida, e eu só quero dizer “obrigada”. Estou muito consciente do fato de que não posso estar nesta batalha sozinha. Eu preciso do povo de Deus. Eu preciso de você. Você precisa do povo de Deus.
Talvez você esteja pensando: “Não há ninguém ao meu lado me apoiando.” Talvez você se sinta muito sozinha nesta batalha. Ninguém está levantando as suas mãos.
Deixe-me lembrar a todas nós que o nosso Arão e Hur supremo é Cristo, o próprio Senhor Jesus. Ele fortalecerá você. Ele sustentará você quando estiver cansada na batalha, mesmo que não haja ninguém de carne e osso para vir e levantar as suas mãos.
Isaías 40.28 diz: “Será que você não sabe que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos confins da terra, nem se cansa, nem se fatiga?” Você não fica feliz por isso?
A sabedoria dele é insondável. Ele fortalece o cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. . . Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças. (vv. 28–31)
O que significa esperar no Senhor? Significa que você não continua na sua autossuficiência e independência, pensando: Eu consigo fazer isso sozinha. Significa que você é dependente. Você reconhece a sua necessidade. Você diz: “Senhor, eu não consigo fazer isso sem o Senhor.”
O que acontece quando esperamos no Senhor? As nossas forças são renovadas. “. . .sobem com asas como águias correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” (v. 31)
Assim, Jesus diz a todas vocês que estão cansadas — aquelas que estão cansadas do trabalho, aquelas que estão sobrecarregadas — qual é o convite dele? “Venham a mim. . . e eu os aliviarei.” (Mt. 11.28)
Raquel: O Senhor nos sustenta, e nos sustentamos umas às outras. Esse é apenas um dos princípios importantes que Nancy DeMoss Wolgemuth tem extraído da vida de Josué.
Ela está em uma série chamada Lições da Vida de Josué (Parte 1): Aprendendo a Vencer com Josué. Como o nome indica, esta é apenas a primeira de muitas séries sobre Josué. Sei que você achará este estudo rico, encorajando você a abraçar com coragem as tarefas que Deus tem para você.
Conseguimos trazer ensinamentos como este graças às ouvintes que apoiam o ministério financeiramente. Essas ofertas nos ajudam a produzir novos podcasts, ensinos e desafios. Isso significa que, quando você contribui para apoiar o ministério, o que você realmente está fazendo é oferecer encorajamento diário às mulheres para entrarem na batalha onde Deus as colocou.
A nossa querida ouvinte Fabiana compartilhou conosco:
“Gostaria de agradecer muito o ministério do Aviva, por ser um divisor de águas em minha vida e caminhada com Cristo! Tenho provado da plenitude e abundância em Cristo ao me dispor a obedecer a Deus, buscar ser mais parecida com Cristo. O Espírito Santo vai nos fortalecendo, dando sabedoria, mansidão, domínio próprio, e com a graça de Deus vamos conseguindo, como resultado dessa obediência, temos um lar em Paz, uma família em harmonia, um marido mais disposto a nos amar.
Senhor me ajude a prosseguir em te conhecer cada dia mais e a ser mais parecida com Cristo, eu te peço em nome de Jesus, amém”
Se você deseja apoiar o Aviva Nossos Corações, visite o nosso site e clique na aba doações. Lá, você encontrará a chave do PIX e informações de como fazer a sua doação por cartão.
Quem está orando por você? A oração — ou a falta dela — que você recebe, tem um enorme impacto na sua vida. Amanhã, Nancy explicará isso no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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