Raquel Anderson: Como Nancy DeMoss Wolgemuth explica, logo no início de sua trajetória, Josué foi chamado para lutar enquanto seu mentor orava.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Josué, vendo as mãos erguidas de Moisés e aquele bordão em suas mãos. Que encorajamento isso deve ter sido para as tropas lá embaixo e para Josué enquanto liderava aqueles homens, ao verem Moisés estendendo as mãos em direção ao céu em favor deles! Eles eram lembrados da fonte da sua força, e a fé deles para a batalha era fortalecida.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Ontem, Nancy mostrou a você como se apoiar em Deus diante daquelas grandes tarefas que tanto tememos. Isso fez parte da série chamada Lições da Vida de Josué (Parte 1): Aprendendo a Vencer com Josué.
Nancy: Acabamos de iniciar um estudo sobre a vida …
Raquel Anderson: Como Nancy DeMoss Wolgemuth explica, logo no início de sua trajetória, Josué foi chamado para lutar enquanto seu mentor orava.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Josué, vendo as mãos erguidas de Moisés e aquele bordão em suas mãos. Que encorajamento isso deve ter sido para as tropas lá embaixo e para Josué enquanto liderava aqueles homens, ao verem Moisés estendendo as mãos em direção ao céu em favor deles! Eles eram lembrados da fonte da sua força, e a fé deles para a batalha era fortalecida.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Ontem, Nancy mostrou a você como se apoiar em Deus diante daquelas grandes tarefas que tanto tememos. Isso fez parte da série chamada Lições da Vida de Josué (Parte 1): Aprendendo a Vencer com Josué.
Nancy: Acabamos de iniciar um estudo sobre a vida de Josué e, como dissemos alguns episódios atrás, a vida de Josué se divide em diferentes fases. Neste momento, estamos olhando para ele como um homem mais jovem.
Ele está aprendendo as coisas que precisa entender para cumprir o propósito final de Deus para sua vida. Está aprendendo a obedecer. Está aprendendo a ser um bom seguidor. Bons seguidores se tornam bons líderes. Ele está aprendendo a ser fiel. Está aprendendo a depender do Senhor.
Ele é um homem jovem que está aprendendo a entrar em batalha. Chegará o dia em que ele será o líder, o dia em que será ele quem dará as ordens. Ele precisa de tudo o que está recebendo agora para se preparar para esse dia, para os anos posteriores, quando será um líder, e depois para os últimos anos de sua vida, quando deixará um legado.
Sei que temos muitas mulheres jovens que ouvem o Aviva Nossos Corações, e sou muito grata por isso. Quero dizer o quanto sou grata por vocês estarem sendo intencionais em buscar o Senhor e em buscar ser uma mulher de Deus nesta fase da vida.
Talvez você não esteja pensando muito no futuro agora (quanto mais a idade chega, mais penso sobre isso), mas, se você deseja deixar um legado para seus filhos e para a próxima geração, então aquilo que você está aprendendo agora, nas provações, nos desafios e nas batalhas da vida, será de grande valor nas fases posteriores da sua vida. Veremos que isso foi verdade na vida de Josué.
Estamos estudando Êxodo capítulo 17 e estamos indo com calma, avançando passo a passo nesse episódio da vida de Josué. Começamos no versículo 8, e deixe-me relembrar o cenário lendo os dois primeiros versículos. Êxodo 17: “Então vieram os amalequitas e atacaram Israel em Refidim.”
Os filhos de Israel haviam acabado de sair do Egito. Tinham atravessado o Mar Vermelho. Deus havia provido o maná. Deus havia provido água no deserto. Deus estava conduzindo Seus filhos por meio da Sua presença, rumo à Terra Prometida. Os filhos de Israel estavam seguindo a Deus e, no meio dessa caminhada de obediência, um inimigo se levanta contra eles e os ataca.
Versículo 9: “Moisés ordenou a Josué”. Agora, Moisés é o líder. Moisés é o homem mais velho. Moisés é aquele que Deus havia designado para liderar Seu povo. E “Moisés ordenou a Josué” — é a primeira vez que ouvimos falar de Josué.
Ele aparece do nada, do ponto de vista de quem está lendo o texto. Mas, aparentemente, Moisés havia notado Josué, ou o conhecia, ou o havia observado em ação. Talvez tivesse visto nele algumas qualidades que indicavam um coração voltado para Deus e capacidade de liderança.
Seja qual for o motivo, Moisés disse a Josué: “Escolha alguns homens e vá lutar contra os amalequitas. Amanhã eu estarei no alto do monte, e o bordão de Deus estará na minha mão.” Moisés atribui a Josué a tarefa de escolher as tropas para a batalha, reunir um exército e liderá-lo contra o inimigo.
A palavra usada para “escolher” homens significa fazer uma escolha cuidadosa, bem pensada. Em outras palavras: certifique-se de escolher os homens certos. Escolha com discernimento.
Moisés diz a Josué: “Depois de reunir esse destacamento, você desce e luta contra os amalequitas, esse exército feroz que vem nos atacando repetidamente. Eles têm provocado essa guerra. Você vai e luta, e eu fico aqui à margem, torcendo por você. Tenha um bom dia.”
Veja, se eu estivesse escrevendo esse roteiro — quando li o versículo 8, “Então vieram os amalequitas e atacaram Israel em Refidim.” — a forma como eu provavelmente escreveria, e talvez você também, seria: “Então Moisés disse: ‘Vamos para a batalha; sigam-me’.” Afinal, Moisés era o líder incontestável dos filhos de Israel. Então, por que Moisés não assumiu essa tarefa tão importante?
Por que Moisés não recrutou o exército? Por que não disse: “Eu vou liderar o exército na batalha”? Não sabemos exatamente o motivo, mas deixe-me sugerir algumas possibilidades.
Em primeiro lugar, Moisés tinha oitenta anos e sabia que não estaria ali para sempre. Sabia que a geração mais jovem teria que enfrentar batalhas sem ele em algum momento. Moisés não sabia que não entraria na Terra Prometida. Não sabia que ainda levaria quarenta anos até chegarem lá.
Eles estavam a apenas onze dias de viagem da Terra Prometida. Tenho certeza de que Moisés pensava que estariam lá, talvez, na semana seguinte. Mas, mesmo sem saber o que estava por vir, ele sabia que chegaria o dia em que líderes mais jovens precisariam estar prontos, treinados e posicionados para conduzir o povo de Deus.
Assim, consciente ou não, ele estava treinando seu substituto. Mesmo que o bastão não fosse oficialmente passado a Josué por mais quarenta anos, Moisés estava formando, equipando um líder do futuro. Por isso, delegou essa tarefa importante em vez de realizá-la ele mesmo.
Ao estudar essa passagem — e quando estudo um texto, eu o leio repetidas vezes, penso nele, escrevo sobre ele, observo por todos os ângulos, como se estivesse examinando um diamante — a Palavra de Deus é rica, é preciosa, brilha de maneiras diferentes conforme o ângulo.
Analiso as diferentes palavras e tento me colocar na história. Tento imaginar, em meus pensamentos, o que estava acontecendo ali. Enquanto meditava sobre essa passagem, não pude deixar de me lembrar das oportunidades que as pessoas me deram para servir ao Senhor quando eu era menina e jovem adulta. Ao refletir sobre isso, pensei: "O que será que elas estavam pensando?"
Alguém me enviou, não muito tempo atrás, uma fita cassete — o que já mostra quanto tempo faz — de um pregador mais velho que estava organizando suas coisas e encontrou uma gravação minha falando para um grupo quando eu tinha vinte e três anos.
Eu falava sobre família, casamento e vida familiar. Eu era uma jovem solteira de vinte e três anos. Eu ouvi aquela fita e comecei a rir. Pensei: “Nossa, como você falava com tanta confiança!” Eu dizia coisas que talvez ainda diria hoje, mas fiquei pensando nas pobres pessoas sentadas naquela plateia.
Eu me perguntei: O que elas estavam pensando? Será que achavam que eu era maluca? Por que alguém me ouviria? Por que alguém me convidou novamente para falar sobre algo que eu sabia tão pouco? Mas Deus foi gracioso naqueles primeiros anos, ao me dar oportunidades de ministrar Sua Palavra.
Quando eu tinha oito anos, uma professora da escola dominical teve que ficar ausente por uma semana e me deu a chance de substituí-la na classe do terceiro ano. Eu amaria ter uma gravação daquela aula! Certamente eu não era nenhuma estudiosa da Bíblia — e ainda não sou — mas, naquela época, muito menos. Mas Deus estava me treinando. Deus deu a algumas pessoas o discernimento de dizer: “Vamos dar uma chance a ela.”
Talvez você não esteja formando uma pregadora ou uma professora da Palavra, mas vocês que têm filhas estão formando futuras mães, futuras esposas, mulheres piedosas — quer Deus lhes conceda marido e filhos ou não. Há sempre essa consciência de desenvolver a próxima geração para servir ao Senhor.
Bem, Moisés sabia que, no final das contas — ao considerar entregar essa importante tarefa a um novato como Josué —, o resultado da batalha não seria determinado pela habilidade de Josué, nem pela bravura das tropas de Israel. Elas eram, na melhor das hipóteses, um grupo heterogêneo.
O resultado da batalha seria determinado pela presença, pelo poder e pela proteção do Deus de Israel. Por confiar em Jeová, Moisés pôde delegar essa responsabilidade a um jovem líder ainda não testado, inexperiente e não comprovado.
Essa foi uma oportunidade para Israel aprender que o Senhor é quem luta as batalhas, que não era Moisés quem era grande, mas Deus; que eles venceriam apenas pela força dele, e não pela própria.
Ao refletir sobre isso, penso que foi necessário humildade e fé da parte de Moisés. Humanamente falando, foi arriscado abrir mão do controle e entregá-lo a um homem mais jovem e menos experiente. E se ele falhasse? E se os amalequitas derrotassem Israel? Moisés teria sérios problemas com Deus.
Foi preciso humildade para reconhecer: eu não sou o único que Deus pode usar nessa batalha. E foi preciso fé da parte de Josué para aceitar a responsabilidade. Ele tinha visto Moisés como o homem de Deus, e poderia pensar: “Mas eu? Tenho metade da idade dele! Não tenho experiência em batalha.” Foi preciso fé — não em Moisés, mas em Deus — da parte de Josué.
E eu amo a primeira frase do versículo 10: “Josué fez como Moisés lhe havia ordenado.” Essa é a primeira ação registrada de Josué, e ela revela muito sobre seu caráter e seu coração. “Josué fez como Moisés lhe havia ordenado.”
Observe que Josué não iniciou essa oportunidade. Ele não fez campanha para esse cargo. Não pediu essa responsabilidade. Não há autopromoção aqui.
Na maioria das vezes, os melhores líderes são aqueles que têm uma avaliação humilde de suas próprias capacidades e não se promovem. Não estão buscando posição.
Mencionei anteriormente nesta série que li recentemente o livro "1776", de David McCullough. Atualmente estou lendo "John Adams", também de David McCullough. Tenho lido essas histórias e acho fascinante o início da história dos Estados Unidos. Mas, ao observar os grandes nomes dos fundadores, percebo que, de fato, eles não se impuseram a essas posições de responsabilidade. Outros reconheceram suas qualificações e os incentivaram a assumir a liderança, dizendo: "Vocês precisam liderar aqui".
Quer ser líder? Quer ter um ministério frutífero? Quer ter influência para Deus? Então deixe Deus levantá-la.
Com frequência, jovens mulheres vêm até mim com corações sinceros. Dá para ver nos olhos, ouvir na voz. Elas dizem, em essência: “Acho que Deus está me chamando para fazer o que você faz. Quero falar para mulheres. Quero escrever.” Há algo ardendo em seus corações; elas querem ser usadas por Deus.
Sou muito grata por esse desejo de servir ao Senhor, mas quando me pedem conselho — “O que posso fazer? Como posso me desenvolver para ter um ministério como o que Deus lhe deu?” — eu digo:
- Seja fiel onde você está.
- Seja uma aprendiz.
- Não se promova.
- Concentre-se em ser uma mulher de Deus aqui e agora.
- Não foque em grandes responsabilidades, grandes audiências ou grandes plataformas.
Posso dizer com sinceridade que a forma como Deus me usa hoje — escrevendo, falando, em conferências e com podcasts — não foi algo que eu almejei ou busquei. Isso ajuda muito nos dias difíceis, porque sei que não me coloquei aqui. Sei que Deus conduziu minha vida dia após dia, peça por peça, assim como faz com a sua. Portanto, digo a essas jovens mulheres:
- Estudem a Palavra de Deus.
- Conheçam a Deus.
- Estejam disponíveis conforme Deus abre oportunidades de servir a Ele e aos outros.
- Não procurem as grandes oportunidades; procurem as pequenas.
- Estejam disponíveis.
- Cultivem um coração para as pessoas.
- Cultivem um coração de serva.
- Sejam leais.
- Estejam prontas quando forem chamadas.
Josué fez como Moisés lhe dissera. Ele não iniciou isso. E creio que essa é uma qualidade fundamental de um bom líder: estar disposto a receber direção. Ele obedeceu sem questionar, sem resistência, sem desafio.
Ele não sugeriu que talvez fosse melhor se ele se juntasse a Moisés no topo da colina, que dali ele poderia conduzir a batalha de forma mais eficaz. Ele não sugeriu que talvez Arão, o companheiro de Moisés e aquele que frequentemente falava em nome dele, fosse mais adequado para liderar as tropas na batalha. Afinal, ele estava com Moisés há mais tempo.
Ele não questionou se as pessoas seguiriam sua liderança. Ele não propôs, até onde sabemos, um plano de contra-ataque. Ele sabia que Moisés era o homem de Deus no comando naquele momento e apoiou a liderança de Moisés fazendo o que lhe foi dito, confiando que Deus guiaria o resultado.
Acho que isso ajuda a explicar por que, após a morte de Moisés, as pessoas seguiram tão prontamente a liderança de Josué, pois Josué tinha um histórico comprovado e uma mensagem de vida de seguir o líder designado por Deus. Quando chegou a sua vez de liderar, as pessoas o seguiram.
E falando nisso, quão bem você segue liderança? Quão bem você recebe direção? Você quer que seus filhos sigam sua liderança? O que você está modelando para eles na forma como responde à autoridade — à autoridade da Palavra de Deus e às autoridades humanas que Deus colocou em sua vida? Bons seguidores se tornam bons líderes.
Pois bem, o versículo 10 diz: “Josué fez como Moisés lhe havia ordenado e lutou contra os amalequitas. Porém Moisés, Arão e Hur subiram para o alto do monte. Quando Moisés levantava a mão, Israel vencia; quando, porém, ele abaixava a mão, os amalequitas venciam.” (vv. 10–11)
Josué lidera as tropas na batalha contra os amalequitas, mas ele não é deixado para lutar sozinho. Ele não depende de sua própria capacidade natural, nem de alguma estratégia brilhante, nem apenas das tropas que reuniu. Porque, enquanto Josué está lutando a batalha física no vale, Moisés está no monte acima, em pé, com o bordão de Deus erguido em suas mãos. O fato de Moisés manter as mãos levantadas ou abaixá-las determinava o rumo da batalha.
Quando Moisés levantava a mão, Israel prevalecia. Quando ele abaixava a mão, Amaleque prevalecia. A batalha aparentemente foi e voltou várias vezes, e isso não tinha nada a ver diretamente com o que Josué estava fazendo lá embaixo no vale.
Ou seja, o que Josué fazia era necessário, mas não era o segredo. Não era a chave. A chave estava no que acontecia lá no alto do monte. A vitória dependia das mãos de Moisés estarem erguidas com aquele bordão.
Bom, deixa eu falar por um momento sobre esse bordão, ou cajado, de Moisés, dependendo da tradução que você estiver usando. Não havia nada de mágico no bordão de Moisés. Era apenas um cajado comum de pastor, até ser usado e capacitado por Deus.
Nos capítulos anteriores de Êxodo, há — dependendo de como se conta — dez ou onze ocasiões diferentes em que Moisés estende seu bordão por direção de Deus, e algo milagroso acontece.
Duas vezes, o bordão se transformou em serpente e se tornou um símbolo do poder de Deus diante de Faraó e dos israelitas. O bordão de Moisés — eu nunca tinha pensado nisso antes, mas fui pesquisar — esteve envolvido em seis das dez pragas que vieram sobre a terra do Egito, quando Deus executou juízos sobre os deuses do Egito.
Moisés feriu as águas do Nilo com seu bordão, e o Nilo se transformou em sangue. Ele estendeu seu bordão sobre os rios, e rãs subiram e cobriram a terra. Seu bordão foi usado para trazer as pragas dos piolhos; do trovão, da saraiva e do fogo; do enxame de gafanhotos; e, finalmente, da escuridão que cobriu a terra por três dias.
Depois, no Mar Vermelho, o bordão de Moisés se tornou um símbolo de livramento. Deus disse a Moisés em Êxodo 14: “E você, levante o seu bordão e estenda a mão sobre o mar. As águas se dividirão, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco.” (v. 16) — um símbolo de libertação.
Em seguida, ele se tornou novamente um símbolo de juízo, quando Deus disse do outro lado: “Estenda a mão sobre o mar, para que as águas se voltem sobre os egípcios” (v. 26). Em Êxodo 17, o bordão de Moisés foi um símbolo da provisão de Deus, quando Ele disse: “Moisés, fere a rocha com o teu bordão” (v. 6, paráfrase), e, ao fazê-lo, saiu água.
Agora, o bordão de Moisés se torna mais uma vez um símbolo do livramento e da proteção de Deus, da vitória sobre os inimigos. Moisés havia dito a Josué no início desse relato: “Amanhã eu estarei no alto do monte, e o bordão de Deus estará na minha mão” (v. 9). Essa é a primeira vez que o bordão é chamado de “bordão de Deus”.
Ele era apenas o bordão de Moisés enquanto ele o usava por conta própria, mas quando Moisés o usava para os propósitos de Deus, sob a direção de Deus, ele se tornava um poderoso bordão de Deus, um símbolo da presença, da proteção e do livramento de Deus.
Consigo imaginar Josué lá embaixo no vale, e talvez, quando o inimigo viesse com um ataque feroz, ele levantasse os olhos. Ele, vendo as mãos erguidas de Moisés e aquela vara em suas mãos. Que encorajamento isso deve ter sido para as tropas lá embaixo e para o próprio Josué, enquanto liderava o povo! Ao verem Moisés estendendo as mãos para o céu em favor deles, eram lembrados da fonte da sua força, e a fé deles para a batalha era renovada!
Aquilo era um encorajamento. Moisés levantar aquele bordão era um apelo a Deus para intervir na batalha. Moisés intercedia com aquele bordão erguido em favor do povo de Deus, que desesperadamente precisava dele. Assim, aquele bordão levantado se tornava um estandarte sobre o exército e diante do trono de Deus, um símbolo da presença e do poder de Deus.
Que lembrete poderoso de que não podemos vencer na força da carne; não podemos ganhar batalhas espirituais por nossos próprios esforços! Isso simboliza a batalha espiritual na qual Moisés estava engajado enquanto intercedia pelo povo de Deus. Desta forma, Josué aprendeu rapidamente, nessa primeira batalha — a primeira de muitas — de forma vívida e incomum, qual seria a fonte da vitória nas batalhas que enfrentaria anos depois como comandante-chefe do exército de Israel.
Moisés não estaria presente nos anos seguintes para levantar as mãos e segurar aquele bordão, mas eu creio que o bordão de Deus esteve sempre erguido no coração de Josué enquanto ele lutava aquelas batalhas. Ele dizia: “Ó Deus, nós apelamos a Ti por vitória. Tu és a nossa força. Tu és o nosso Capitão.
“Eu não sou o capitão. Tu és, Deus. A nossa força está em Ti. A batalha é do Senhor. Ó Deus, vem do Teu trono e intervém em nosso favor.”
Josué aprendeu que a vitória não seria conquistada por sua própria sabedoria, nem por seu poder ou força, mas pelo poder de Deus. Enquanto vivesse, ele nunca poderia levar crédito por derrotar os amalequitas, porque estava claro que toda vez que a mão de Moisés era levantada, Israel prevalecia; e toda vez que suas forças falhavam e suas mãos baixavam, Amaleque prevalecia.
À medida que avançarmos nesse texto nos próximos dias, veremos o papel que às vezes temos na batalha — o papel de estar no monte, como Moisés esteve, intercedendo por aqueles que estão na linha de frente. Mas também veremos que Cristo é o nosso Moisés, que vive eternamente para interceder por nós diante do trono de Deus. Cristo é o meu estandarte.
Cristo é o meu Moisés. Então, quando a batalha ficar intensa, quando os amalequitas vierem fortes e ferozes para se opor à obra de Deus em sua vida, na vida dos seus filhos ou das pessoas que você ama, olhe para Cristo. Levante os olhos do vale.
“Elevo os meus olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra” (Sl. 121.1–2). Anime-se e saiba que a mão dele não falhará. Por meio dele, por meio do poder dele de intercessão, você prevalecerá.
Raquel: Quando você está à beira de uma situação impossível, pode agir rápida demais sem esperar Deus agir, ou pode recuar com medo. Nenhuma dessas opções é ideal, e Nancy DeMoss Wolgemuth tem nos ajudado a evitar esses extremos. Ela já volta para orar.
Essa mensagem faz parte da série Lições da Vida de Josué (Parte 1): Aprendendo a Vencer com Josué. Se você perdeu algum episódio, pode ouvi-los em avivanossoscoracoes.com.
O episódio de hoje nos mostrou como é importante permanecer conectadas com o Senhor dia após dia. Para não sair correndo na frente dele nem ficar para trás, você precisa conhecer o próprio Deus.
Quando um líder faz a transição para outro, isso pode ser desafiador. Descubra como foi esse processo entre Moisés e Josué. Nancy falará sobre isso amanhã, no Aviva Nossos Corações.
Agora ela está de volta para encerrar nosso tempo.
Nancy: Talvez você esteja desanimada em alguma batalha que está enfrentando agora. Posso encorajá-la a levantar os olhos e ver Cristo, o nosso Moisés, de pé e intercedendo por você diante do trono de Deus? Deixe seu coração criar ânimo. Seja fortalecida na batalha. Que isso a impeça de jogar a toalha.
Você poderia simplesmente dizer: “Senhor, eu confio em Ti. Sei que a batalha é Tua”? E, quando você atravessar essa batalha — e com Cristo você vai prevalecer —, peça a Deus que a ajude a nunca esquecer como a vitória foi conquistada.
Nós Te amamos, Senhor Jesus, e Te bendizemos pela força e pela intercessão que nos concedes enquanto enfrentamos as batalhas da vida. Obrigada, em nome de Jesus. Amém.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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