Dia 3: Órbita, raio-X e reset
Nancy DeMoss Wolgemuth: Emily Jensen encoraja a mãe que está preocupada achando que não está fazendo o suficiente.
Emily Jensen: Há uma liberdade em segui-Lo e dizer: “Eu nem sempre vou acertar. Eu nem sempre vou fazer tudo perfeitamente, mas eu posso confiar minha vida a Deus e administrar os vários chamados que Ele me deu.”
Raquel Anderson: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam, na voz de Renata Santos.
Nancy: O Dia das Mães está chegando, e se você é mãe, eu quero tirar um momento para encorajá-la, para lembrá-la de que o trabalho que você está fazendo — por mais difícil que seja às vezes — realmente importa.
Se você está entrando neste fim de semana do Dia das Mães se sentindo exausta ou desanimada, talvez como se estivesse sendo puxada em …
Nancy DeMoss Wolgemuth: Emily Jensen encoraja a mãe que está preocupada achando que não está fazendo o suficiente.
Emily Jensen: Há uma liberdade em segui-Lo e dizer: “Eu nem sempre vou acertar. Eu nem sempre vou fazer tudo perfeitamente, mas eu posso confiar minha vida a Deus e administrar os vários chamados que Ele me deu.”
Raquel Anderson: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam, na voz de Renata Santos.
Nancy: O Dia das Mães está chegando, e se você é mãe, eu quero tirar um momento para encorajá-la, para lembrá-la de que o trabalho que você está fazendo — por mais difícil que seja às vezes — realmente importa.
Se você está entrando neste fim de semana do Dia das Mães se sentindo exausta ou desanimada, talvez como se estivesse sendo puxada em cem direções e simplesmente não conseguisse dar conta de tudo, então o episódio de hoje é para você.
Dannah Gresh, na voz de Raquel Anderson e Emily Jensen e Laura Wifler estão concluindo a série chamada Mãe do Evangelho. Elas estão conversando sobre o que órbitas, raios X e botões de reset, têm a ver com viver o Evangelho na maternidade.
Curiosa para saber o que isso significa? Então fique conosco para descobrir.
Mas primeiro, aqui está a Laura explicando o que ela e Emily querem dizer com o termo “Evangelho”.
Laura Wifler: Você pode olhar para o “Evangelho” de algumas maneiras diferentes. Acho que a maioria das pessoas, quando ouve Evangelho, geralmente pensa naquele momento específico em que Cristo entregou Sua vida por nós. Ele morreu pelos nossos pecados, ressuscitou três dias depois e agora nos dá nova vida em Cristo. E isso certamente é compartilhar o Evangelho, uma maneira tradicional e evangelística de ensiná-lo.
Mas a forma como gostamos de falar sobre isso no Maternidade Ressurreta inclui isso, mas também amplia a visão e olha para a história abrangente do plano de Deus para Seu povo, e realmente fala sobre qual era o Seu design original e intenção ao criar Adão e Eva, ao criar toda a humanidade e dar a eles todas as coisas boas.
Chamamos isso de criação. Depois caminhamos pela queda. E a queda é realmente quando Adão e Eva decidem desobedecer a Deus. Eles não achavam que o que Deus tinha era bom o suficiente para eles. Agora o pecado infiltra tudo na terra. E o pecado afetou não apenas nossos corações, mas também amaldiçoou o solo do mundo.
Algumas coisas que são resultado direto de pecado agora acontecem, coisas como infertilidade e aborto espontâneo, deficiência — essas coisas dolorosas, tristes, difíceis. Até mesmo coisas como nossas cozinhas nunca ficam limpas, como estamos constantemente tendo que lavar roupa — isso geralmente não é resultado direto da queda.
Emily: Tem certeza?
Laura: Pode ser. (risos) Mas são coisas constantes. Nós vamos ter de lidar com o trabalho duro decorrente da queda. Isso é real, e afeta nossas vidas. E o que é tão útil para uma mãe é que isso dá contexto.
Porque muitas vezes as mães pensam: “Por que eu tenho que limpar o chão o tempo todo? Por que nunca conseguimos chegar ao treino de futebol na hora certa?”
Raquel: O meu é sempre: “Por que eu tenho que comprar leite? Eu comprei semana passada.” Qualquer coisa repetitiva, não é?
Laura: É tipo: “Quantos pares de calça de moletom eu tenho que comprar para o meu filho? Estão todos sujos. Eles sempre vão estar sujos.” Mas isso também explica aquelas coisas dolorosas, como deficiências e infertilidade. Nós temos algo para apontar como causa. Podemos olhar e ver que essas são consequências da queda.
Mas depois temos a redenção. Essa é a parte de que estávamos falando, quando Cristo veio e viveu uma vida perfeita por nós. Ele nos deu um exemplo. Como é viver em meio à queda, com toda essa dor e tristeza? Como nos comportamos e agimos? Deus nos dá um modelo por meio de Jesus Cristo, Seu Filho. Então, como Emily comentou, Ele oferece o sacrifício perfeito. Ele entregou Sua vida por nós. Podemos seguir esse padrão de abnegação e entrega, de doar nossa vida pelos nossos filhos. Sabemos que Cristo ressuscitou três dias depois. Ele subiu ao céu, mas não nos deixou sozinhas. Ele nos deu o Espírito Santo.
Temos falado muito sobre o que o Espírito Santo faz por uma mãe. O Espírito Santo nos renova. Ele nos guia. Ele nos dá palavras para dizer. Ele nos ajuda a saber o que fazer. Ele habita em nossos corações, quando confiamos nossa vida a Cristo. E essa é a esperança para este exato momento. Quando você está com raiva e irritada e sente que não consegue evitar gritar; você pode pedir ajuda ao Espírito Santo, e Ele vai ajudar você. Isso é real, é verdade, e é para você no momento.
Mas também temos a consumação. Temos aquele passo final na história do Evangelho em que olhamos a frente, para quando Deus consumará Seu plano. Sabemos que seremos levadas ao céu com Ele, e Ele fará uma nova terra. Ele renovará toda esta terra, nos dando corpos novos. Ele tirará a dor e o sofrimento. Isso é algo para almejarmos, como falamos no começo, algo que nos lembra que há esperança chegando. Esta vida não é tudo que existe; há muito mais acontecendo.
Então, quando falamos sobre uma mãe do Evangelho, nosso desejo é que ela conheça essa história; esses são os pontos principais, porque cada um deles vai influenciar como ela lida com aqueles pequenos momentos do dia, como comentamos. Como isso se aplica concretamente quando seus filhos estão doentes? Bem, conhecer essa história e esses destaques ajuda a dar clareza. Meu filho está doente por causa da queda. Eu não preciso ter “paciência zero” nesse momento. Eu não preciso me desesperar e me preocupar. Eu posso saber que existe uma causa, e isso é difícil, mas é a realidade da vida nesta terra.
E também podemos ter o conforto que temos Cristo. Enquanto eu tenho todas essas coisas para fazer, eu sei que Jesus também esteve ocupado. Ele não fez tudo, mas Ele fez tudo o que o Pai ordenou que fizesse. Então você pode seguir Seu exemplo. Você pode andar no padrão de Cristo, amando seus filhos, sabendo que Cristo enfrentou qualquer tentação que você já enfrentou.
Ele sabe, e Ele está com você. Ele se importa com você. Ele deu o Espírito Santo para ajudar você a atravessar esses dias difíceis com seus filhos — e também a esperança do céu, onde não haverá mais doença. Isso não é algo que vai durar para sempre. Você pode colocar sua esperança nisso e saber que um dia você não vai mais estar limpando vômito das roupas de cama. Isso é uma boa esperança. É uma linda esperança.
Raquel: Sabe, eu não tinha essa pergunta que está rodando na minha cabeça agora anotada, mas sinto que preciso perguntar. É uma pergunta difícil. Eu sei que prometi a vocês mais cedo que não faria uma pergunta difícil, mas esta é bem específica, baseada nessa definição de uma mãe do Evangelho, baseada em ter uma perspectiva do Evangelho sobre seus filhos.
Eu gostaria de saber como vocês aconselhariam uma mãe com quem eu conversei outro dia. Ela ama Jesus. Ela está ativamente envolvida como voluntária em um ministério nacional, um ministério lindo. Ela tem dois adolescentes lindos, que amam Jesus. Mas ela me disse que não sai sozinha com o marido há dezoito anos, desde que teve filhos, embora ele tenha implorado várias vezes: “Vamos sair no fim de semana, vamos viajar.” Ela sente que a maternidade é seu primeiro ministério, e não quer deixar os filhos. Por favor, me digam como aconselhar essa mãe com base nessa filosofia de ser uma mãe do Evangelho. . .
Emily: Eu acho que isso é comum. Nós já conversamos sobre isso algumas vezes. No fundo, como mães, queremos ter certeza de que estamos fazendo o certo. Nós queremos amar nossos filhos. Há algo muito forte, quase visceral, sobre protegê-los, amá-los, querer investir neles.
Acho que uma das formas tristes e distorcidas pelas quais a queda nos afeta é que podemos pegar algo bom, algo correto, até mesmo um desejo certo, e elevá-lo alto demais. Podemos começar a adorar aquela coisa boa. Podemos começar a sentir que não conseguiríamos viver, ou que seríamos destruídas, ou que nossa identidade seria destruída se não fizéssemos aquela coisa boa de um certo jeito. E chegamos a um certo ponto que a coisa boa se torna uma distorção.
Eu acho que isso acontece às vezes na maternidade. Eu não sei se é o caso dessa mãe — sem conhecer o coração dela — mas se existe esse sentimento de que desempenhar a maternidade de um jeito específico, em que eu nunca fico longe dos meus filhos, e dou a eles uma certa quantidade de tempo, e só faço certas coisas. . . Se isso vira a identidade dela e a sensação de “eu sou boa se. . .”, ou “eu estarei amando os meus filhos menos se eu fizer uma viagem”, ou “eu vou prejudicar meus filhos se eu fizer isso ou aquilo”, eu perguntaria: O coração dela está orbitando ao redor de Deus, com Ele no trono?
Na verdade, eu posso confiar meus filhos a Deus quando eu não estou aqui, porque Ele é quem vê tudo e protege tudo. Não depende apenas de mim. Eu posso reconhecer que Deus me deu múltiplos chamados, não apenas o chamado da maternidade. Ele também me deu um chamado como esposa. Ele me deu um chamado como discípula de Cristo. E, olha, a maneira como essas coisas interagem às vezes é complicada, mas eu não vou ter que abandonar um chamado para cumprir outro. O chamado de Deus nunca vai nos pedir que desobedeçamos outra coisa que Ele nos ordenou fazer.
Sim, ser esposa é realmente importante. Se estamos orbitando nossas vidas ao redor de Deus, dizendo: “Ele decide a prioridade da minha vida” — mesmo que eu fique um pouco desconfortável, mesmo que isso seja confuso às vezes — ela pode reorganizar e dizer: “Meu marido está me pedindo isso. É importante servir a ele também.” Novamente, eu posso confiar meus filhos a Deus.
Eu sinto que, para essa mãe, o ponto onde o Evangelho realmente entra é esta pergunta: o que a torna boa diante do trono de Deus? Bem, Jesus Cristo. E em Cristo, ela é declarada boa. Muito boa. Ela não precisa conquistar nada ou provar nada. Há uma liberdade em segui-Lo e dizer: “Eu nem sempre vou acertar. Eu nem sempre vou fazer tudo perfeitamente. Mas eu posso confiar minha vida a Deus e administrar os vários chamados que Ele me deu.”
Isso pode incluir — e parece que neste caso deveria incluir — fazer uma viagem com seu marido. Acho que muitas vezes as pessoas têm uma postura diante de Deus, ou supõem que Ele tenha uma postura diante delas, como se estivesse apenas esperando que você faça algo errado. “Você tem que andar pisando em ovos, porque Eu não quero que você desfrute de nada.”
Mas nós temos um Deus que nos ama e que nos deu uma criação linda e a alegria dos relacionamentos. Ele quer que desfrutemos das coisas. Ele quer que a gente se alegre. Ele quer que a gente descanse. Ele quer que a gente ria. E sim, eu acho que Deus quer que às vezes façamos viagens com nossos maridos.
Raquel: Acho que um conceito muito importante é uma palavra que você acabou de usar: órbita. O que este livro nos convida a fazer é colocar Cristo como a órbita de nossas vidas. Eu acho que muitas de nós, como mães cristãs — e até mães não cristãs — cometemos o erro de achar que, para ser uma boa mãe, minha vida precisa orbitar ao redor dos meus filhos. Este livro desfaz essa ideia. Ele nos ajuda a entender, com conforto, que eu posso confiar meus filhos ao plano de Deus para a vida deles. Eu não sou o começo e o fim de tudo para eles.
Essa é uma das coisas que aprendi no livro e que amei. O que foi, para vocês (gostaria de ouvir de cada uma), ao escrever este livro, que se tornou uma lição pessoal? Porque ninguém aprende mais do que a própria escritora, certo? Então qual foi o aprendizado de vocês, aquilo que vocês disseram: “Esta é minha nova ferramenta para minha caixa da maternidade, algo da Palavra de Deus que vai me ajudar a viver a maternidade bem”?
Laura: Nós temos um capítulo chamado Motivações do Coração. Emily e eu passamos muito tempo nesse capítulo. Eu imagino se essa será sua resposta também, Emily. Era uma daquelas coisas que sempre conversávamos de forma geral, mas, para escrever o livro, tivemos que começar a ensinar outras pessoas a trabalhar suas próprias motivações do coração. Pode ser muito difícil organizar esses pensamentos. Qualquer escritora sabe que pode ser difícil colocar em palavras e resumir essas coisas sobre as quais falamos o tempo todo.
Motivações do coração, é uma ferramenta que eu tenho usado o tempo todo desde que escrevemos o livro, enquanto examino meu próprio coração e porque estou tomando determinadas decisões. Gente, eu preciso ter essas perguntas na ponta da língua. Então talvez Emily possa. . .
Emily: Eu as tenho nas minhas anotações.
Laura: Olha você! Tudo bem, você quer listá-las? Porque eu posso listar algumas, mas você pode listá-las direitinho para todo mundo.
Emily: Claro, a primeira é:
- O custo para mim ou para a nossa família vale a pena?
- Como isso se alinha com as nossas circunstâncias e valores?
- Quão permanente é essa decisão?
- Posso ser transparente sobre essa decisão?
Laura: Então, essas são coisas que você provavelmente já nos ouviu mencionar enquanto falamos sobre outros tópicos no programa. São apenas pequenas perguntas de análise que podemos usar, que realmente ajudam a revelar o que está motivando as decisões que estamos tomando.
Acho que um exemplo sobre o qual tenho pensado bastante é o envelhecimento. É algo para toda mulher. Eu sinto que você começa a chegar aos trinta anos, e sei que parece jovem, mas você começa a pensar: “Estou parecendo velha.” Há algo na cultura que começa a nos empurrar para sentir que não somos suficientes em nossa beleza e aparência. A maternidade pode ser difícil. Muitas mulheres já tiveram vários bebês nessa idade.
E eu começo a pensar: “O que estou buscando em tratamentos de beleza? Ou o que estou buscando em um creme, uma loção, uma maquiagem, coisas assim?” Tem sido muito útil para mim pensar em algumas dessas perguntas, como “quão permanente é essa decisão?” Algo como Botox é bem diferente de comprar uma loção hidratante para o rosto. Estamos falando de coisas muita práticas e reais aqui. Depois, pensar também no que o meu marido valoriza. O que ele considera importante em relação a mim? Ter conversas reais e sinceras sobre como ele enxerga a beleza.
Como ele pensa sobre essas coisas? Colocar isso na pilha de coisas que posso considerar ou usar como moldura para pensar em tratamentos estéticos. E também: “Quão transparente posso ser?”
Sim, essa é outra área em que muitas de nós, especialmente quando se trata do envelhecimento, começamos a sentir algo como: “Eu não quero que ninguém saiba o quanto estou me esforçando” ou “quero esconder muito do que está sendo feito para que esse rosto apareça do jeito que aparece.” Isso não significa que você precise contar todos os seus segredos de beleza para todo mundo. Mas você está disposta a ser honesta sobre isso com uma ou duas pessoas que deveriam saber?
Então sim, você pode aplicar isso a qualquer decisão que esteja enfrentando, mas eu realmente gostei de trabalhar essas questões e de afunilar algumas decisões fazendo um tipo de um raio-X do coração. E, para mim, tem sido muito confrontador enquanto avalio decisões e penso: “Isso é realmente algo em que quero entrar? Ou é algo que talvez eu esteja sendo egoísta, pensando só em mim e no que eu quero nessa situação, e não olhando para o quadro à luz das Escrituras?”
Raquel: Sim, muito bom. Raio-X do coração, gostei dessa. Temos a coisa da órbita. Temos o raio-X. São boas imagens para guardar. Emily, enquanto você escrevia o livro, o que o Senhor te ensinou?
Emily: Sim, foi muito bom refletir muito enquanto escrevíamos este livro. Eu diria que uma das coisas que está na minha mente agora, que escrevemos no livro, é que eu realmente gostei de observar sobre as nossas disciplinas espirituais e hábitos.
Eles nos moldam para ser uma pessoa que está crescendo em Cristo, crescendo em direção a Deus, sendo capaz de orbitar ao redor dele. . . ou de tornar isso mais difícil, ou até de travar o nosso crescimento em direção a Deus.
Eu acho que muitas vezes, especialmente na maternidade, estamos ocupadas. Existe aquela frase “a tirania do urgente”. Tem muitas coisas precisando da sua atenção urgente, e às vezes estamos fazendo coisas que são urgentes, mas não são as mais importantes. É super difícil!
Requer escolhas intencionais e decidir: “Eu vou passar tempo na Palavra de Deus. Eu vou orar. Eu vou à igreja e fazer parte da família de Deus. Eu vou selecionar bem a mídia que consumo. Vou ter cuidado com a maneira como as coisas que assisto e leio moldam minha visão de mundo. Eu vou investir no básico da minha saúde, de acordo com a maneira como Deus nos criou, de um jeito que me ajude a servir a Deus e amar outras pessoas melhor.”
E isso é difícil. Parece que, para mim, a cada poucos meses eu preciso meio que dar um reset nessa área. Hoje mesmo eu mandei uma mensagem para a Laura dizendo: “Sinto que estamos sempre desviando, e o desvio nunca é para a santidade.” O desvio é sempre para a carne, para as coisas do mundo. E parece que a cada poucos meses eu preciso me puxar de volta e dizer: “Não, é aqui que eu devo focar. Esses são os limites que eu coloco na minha vida. Essas são as coisas que eu priorizo, mesmo quando não sinto vontade.”
Raquel: Amei “apertar o botão de reset”. Eu encorajo as mulheres a fazerem isso livremente.
Emily: Sim! Sim!
Raquel: Pronto. Acrescentei: órbita, raio-X, reset. Isso é bom. Meu coração está enriquecido. Sabe o que estou pensando? Para cada mãe ouvindo, para cada mulher ouvindo: sente-se.
Tenha conversas centradas no Evangelho com mulheres centradas no Evangelho, porque as conversas são diferentes. Eu estou saindo fortalecida. Espero que vocês também.
Claro, estamos falando de coisas que vocês escreveram no livro. Vocês estão enchendo meu coração, mas acredito que todo mundo ouvindo está sentindo o mesmo agora.
Enquanto vocês encerram o Maternidade Ressurreta, quero dizer obrigada. Obrigada por darem à luz ao Maternidade Ressurreta. Obrigada por cuidarem dele. Obrigada por serem fiéis. Obrigada por nos mostrarem que muitas vezes é uma coisa boa dizer adeus a uma coisa boa.
Vocês modelaram muito bem como fazer isso. Vocês não simplesmente foram embora. Fizeram isso com intenção, com cuidado. Estamos orando enquanto observamos vocês entrarem na próxima fase de chamado. Estamos animadas para ouvi-las novamente quando for o momento certo.
Laura você pode orar pela mãe que sente que precisa apertar o botão de reset ou fazer um raio-X do coração ou restabelecer a órbita da vida em torno de Jesus? Você pode orar por ela?
Laura: Claro. Com muito prazer.
Pai querido, Tu és elevado e santo, e nós Te amamos tanto. Somos tão gratas pelas verdades das Escrituras que nos lembram que há tanta liberdade em Te seguir. Somos gratas porque Tu nos dás limites amplos, que nos dás pastos verdejantes e nos faz caminhar as águas tranquilas.
Senhor Deus, quero orar por qualquer mãe do outro lado ouvindo e que teve seu espírito tocado por meio dessa conversa, e ela está sentindo que talvez precise de um reset. Deus, oro para que Tu a direciones em seus pensamentos, em seus propósitos e intenções. Que ela dê o próximo passo, não apenas pensando no que temos falado ou tendo o desejo de viver desta forma, mas, Deus, que ela comece a falar com amigas e ver como elas estão fazendo isso.
Que tenha mulheres caminhando ao lado dela, com amizades centradas no Evangelho, que a encorajem nas Escrituras, na verdade e em alinhar sua consciência com o que o Espírito Santo ensina.
Pai, oro para que Tu a lembres da verdade de que o Espírito Santo vive dentro dela e que Ele é vivo e ativo. E que Tuas Escrituras são vivas e ativas, e que Tu a transformas de dentro para fora, e que ela sempre tem um Consolador com ela.
Oro para que ela confie nisso, Senhor, e dê o próximo passo que Tu a estás guiando. Peço que Tu também a lembres da esperança do céu, que esta vida não é tudo o que existe, mas que há muito mais a esperar e desejar. Que isso a impulsione hoje a continuar fiel onde Tu a colocastes. Que ela possa fazer mudanças — algumas grandes, outras pequenas talvez — mas, Deus, em tudo isso, que ela caminhe ao Teu lado.
Oro para que ela ande passo a passo contigo e confie em Ti enquanto a guias e diriges. Obrigada, Deus, por Tua bondade e Tua misericórdia para conosco. Em Teu nome oramos, amém.
Nancy: Amém. Ouvimos a Raquel encerrando uma conversa com as mães Emily Jensen e Laura Wifler — e como é bom lembrar que temos o Espírito Santo vivendo dentro de nós para nos ajudar, não importa o caos que a maternidade traga, ou o caos da vida.
Talvez você seja uma mãe cansada, que está se sentindo exausta e sozinha. Saiba que você tem um Ajudador vivendo dentro de você sempre. Espero que você também tenha sido encorajada a encontrar outras mães do Evangelho para caminhar junto com você, para ajudá-la a fazer aquelas perguntas de raio-X e apertar o botão de reset quando precisar.
Sou tão grata porque o Aviva Nossos Corações também pode caminhar ao lado das mães, mesmo do outro lado dos oceanos. Uma de nossas ouvintes da Espanha nos escreveu com estas palavras tão gentis de encorajamento. Ela disse:
Deus usou o Aviva Nossos Corações para me fazer entender a visão de Deus sobre a maternidade. O ministério também me ajudou a ver meu casamento como Deus vê. Vocês me ensinaram que Sua Palavra é mais proveitosa do que qualquer episódio que eu ouça. A ênfase que vocês dão à Palavra me marcou muito. Que Deus continue usando vocês grandemente na vida de muitos.
Obrigada, Senhor, por tornar Tua Palavra central na vida desta ouvinte, e por usar o Aviva Nossos Corações como parte desse processo. É tão prazeroso fazer parte do ministério da Palavra de Deus e ver mães como essa abraçarem seu chamado e se tornarem aquilo que Emily e Laura chamariam de mães do Evangelho.
O Aviva Nossos Corações consegue abençoar mulheres ao redor do mundo porque ouvintes como você dão generosamente para sustentar este ministério. Se você já contribuiu com o Aviva Nossos Corações, então queremos dizer um enorme muito obrigada. Obrigada por se juntar a nós nesta missão.
Se o seu testemunho é semelhante ao dessa ouvinte espanhola, se o Aviva Nossos Corações a ajudou a amar mais a Palavra de Deus, então ficaríamos felizes em ter você conosco nessa missão, para que ainda mais mulheres possam experimentar liberdade, plenitude e abundância em Cristo. Visite o nosso site para informações de como você pode fazer uma doação.
E eu gostaria também de lembrá-la sobre o livreto do Desafio de 30 dias de oração pelo seu pródigo que está disponível e você poderá acessá-lo mediante uma doação de qualquer valor.
Visite o nosso site para mais detalhes de como fazer a sua doação, avivanossoscoracoes.com/desafios e obter este recurso maravilhoso.
Tenha um final de semana maravilhoso, feliz Dia das Mães, e, se sua mãe ainda está aqui, não deixe de agradecê-la pelo dom da vida.
Espero que você consiga ir à igreja no domingo e adorar a Cristo com sua família local de cristãos. Obrigada por ouvir hoje, e aguardamos você na próxima semana para o Aviva Nossos Corações.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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