Raquel Anderson: Quando Deus cruza o seu caminho, nada permanece igual. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Você diz: “Há contendas na minha família. Há atitudes negativas. Há amargura na minha casa. Há ira no meu lar. E você está me dizendo que isso é terra santa?”
Deus diz: “Sim, porque Eu estou aqui, e Eu sou santo, e isso torna este lugar santo.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Quando sei que tenho um dia cheio à minha frente, me dá aquela vontade de mergulhar direto nas tarefas sem passar tempo em oração e na Palavra de Deus. Mas Josué nos dá um exemplo importante.
Nancy vai nos contar sobre isso na série Lições da vida de Josué (9ª parte): Derrotando sua Jericó.
Nancy: Talvez você já tenha ouvido falar …
Raquel Anderson: Quando Deus cruza o seu caminho, nada permanece igual. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Você diz: “Há contendas na minha família. Há atitudes negativas. Há amargura na minha casa. Há ira no meu lar. E você está me dizendo que isso é terra santa?”
Deus diz: “Sim, porque Eu estou aqui, e Eu sou santo, e isso torna este lugar santo.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Quando sei que tenho um dia cheio à minha frente, me dá aquela vontade de mergulhar direto nas tarefas sem passar tempo em oração e na Palavra de Deus. Mas Josué nos dá um exemplo importante.
Nancy vai nos contar sobre isso na série Lições da vida de Josué (9ª parte): Derrotando sua Jericó.
Nancy: Talvez você já tenha ouvido falar de Hudson Taylor. Ele foi missionário na China e é um dos meus heróis da fé. Sua visão era levar o evangelho à China e ele foi o fundador da missão “China Inland” , hoje conhecida como OMF Internacional, e ele lembrava seus obreiros (isso foi no século XIX) de que havia três abordagens que eles poderiam adotar para fazer a obra de Deus.
Número um: Fazer os melhores planos que puder e executá-los da melhor forma possível.
Número dois: Cuidadosamente elaborar nossos planos e determinar levá-los adiante, podemos pedir a Deus que nos ajude e nos faça prosperar em conexão com Ele.
Número três (e, claro, este era o que ele recomendava): Começar com Deus. Perguntar pelos planos dEle e nos oferecer a Ele para cumprir os Seus propósitos.
Qual dessas abordagens você se vê fazendo na sua fase de vida, no seu lugar na vida, como mulher no trabalho, como solteira, como casada, como mãe, qualquer que seja a fase em que você esteja agora? Você simplesmente faz seus próprios planos e os executa da melhor maneira possível?
Você faz seus próprios planos cuidadosamente, decide que vai levá-los adiante, e então diz: “Ó Deus, por favor, o Senhor me ajudaria? O Senhor abençoaria os planos que eu fiz aqui? Eu preciso que o Senhor me ajude a realizá-los”?
Ou você começa com Deus, pergunta a Ele: “Senhor, quais são os Teus planos?
- Quais são os Teus planos para o nosso casamento?
- Quais são os Teus planos para esses filhos que o Senhor nos deu?
- Quais são os Teus planos para mim neste trabalho?
- Como o Senhor quer usar a minha vida? Eu estou disponível para ser um instrumento usado por Ti para cumprir os Teus propósitos e os Teus planos.”
Estamos no livro de Josué, capítulo 5. No episódio anterior, falamos sobre um encontro que Josué teve com o comandante do exército do Senhor, e vemos que Josué entendeu a importância de deixar Deus ser o seu comandante.
Vou retomar de onde paramos nessa passagem.
Quando Josué estava perto de Jericó, levantou os olhos e olhou; e eis que se achava em pé diante dele um homem que trazia na mão uma espada. Josué se aproximou dele e perguntou: ‘Você é dos nossos ou dos nossos adversários?’ Ele respondeu: ‘Não sou nem uma coisa nem outra. Sou príncipe do exército do SENHOR e acabo de chegar’. (Josué 5:13–14)
Vimos que esse homem, que a princípio parecia a Josué apenas um guerreiro humano, revelou-se um mensageiro divino. Provavelmente era uma aparição pré-encarnada do Senhor Jesus, que é o comandante não apenas dos exércitos de Israel, em última análise, mas também das hostes angelicais de Deus no céu.
Esse homem veio para assumir o controle antes que os israelitas entrassem para lutar contra Jericó. Deus vem a Josué, assegurando-lhe que a batalha não é dele; a batalha é do Senhor.
Bom, hoje conhecemos a história de Jericó. Sabemos tudo sobre os muros caindo, cantamos os corinhos e tudo mais. Porém, Josué ainda não tinha vivido essa história. Ele não sabia como isso iria acontecer.
Ele está do lado de fora de Jericó, olhando para esses muros enormes, um conjunto duplo formando um anel ao redor da cidade. Um deles tinha cerca de dois metros de largura, o outro cerca de quatro metros. Eram tão largos que casas eram construídas sobre o muro da cidade. Lembre-se, foi ali que encontraram a casa de Raabe.
Josué percebe que suas tropas não são suficientes para isso. Ele não tem ideia de como isso vai acontecer, mas Deus disse que vai acontecer. E agora Deus envia o comandante do exército do Senhor para fortalecer sua fé e assegurar-lhe que ele não está sozinho, que essa batalha não será travada por esforço humano, mas por intervenção divina.
Hoje quero que olhemos para a resposta de Josué. Esse homem disse a ele: “Eu sou o príncipe do exército do Senhor. E acabo de chegar.” O que Josué faz? Veja o versículo 14: “Então Josué se prostrou com o rosto em terra e adorou”. Josué caiu com o rosto em terra. Isso é um retrato de humildade.
Ele sabe que está na presença da divindade, que este não é um homem comum. Não é apenas outro homem, igual a ele, seu par ou seu subordinado. É alguém infinitamente superior a ele. Ele caiu com o rosto em terra. É uma expressão de humildade.
Enquanto eu meditava nessa passagem ontem à noite, vieram à minha mente vários outros versículos onde pessoas, ao encontrarem o Cristo vivo, caíram com o rosto em terra em humildade diante dEle.
Em Ezequiel 1:28, Ezequiel diz: “Ao ver isto [a glória do Senhor], caí com o rosto em terra.”
Em Daniel 10:9, Daniel diz: “... e, ouvindo essa voz, caí sem sentidos, com o rosto em terra.”
E você se lembra daquele episódio em Lucas 5:1–11, quando Jesus encontrou os discípulos depois de uma noite inteira pescando sem pegar nada. Jesus disse a Simão: “Leve o barco para o lugar mais fundo do lago e então lancem as redes de vocês para pescar.” Eles obedeceram, e houve uma grande pesca.
Então diz no versículo 8: “Vendo isto [essa demonstração do poder de Deus], Simão Pedro prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: ‘Senhor, afaste-se de mim, porque sou pecador.” Há uma resposta de humildade.
Vemos a mesma coisa em Apocalipse 1:17, quando o apóstolo João tem essa visão de Cristo ressuscitado, exaltado e reinante no céu. Ele diz: “Ao vê-lo, caí aos Seus pés como morto.”
Ouça, quando as pessoas nas Escrituras encontravam o Deus vivo, elas respondiam de várias maneiras, mas nunca ficavam indiferentes. Nunca ficavam ali paradas. Quando encontravam Cristo, precisavam se humilhar, e muitas vezes fisicamente caíam com o rosto em terra diante dEle como expressão de humildade. Então diz: “Josué se prostrou com o rosto em terra e o adorou” (Josué 5:14). Ele adorou.
Adoração é uma resposta humana à revelação divina. Josué encontrou essa revelação do próprio Cristo, e sua resposta natural foi adorar. Essa é a resposta apropriada à revelação de quem Deus é e do que Ele fez.
O comandante recebe a adoração de Josué, o que é outra evidência de que esse mensageiro era o próprio Deus. Um anjo criado não teria recebido adoração.
Você encontra outros momentos nas Escrituras em que alguém tenta adorar um anjo, e ele diz: “Não me adore. Adore a Deus.” Este era Deus. Ele recebeu a adoração.
Então, depois de cair com o rosto em terra e adorar o comandante, Josué diz: “Que diz meu senhor ao seu servo?”
Que diz o meu senhor ao Seu servo? Quando encontramos o Cristo vivo em Sua Palavra e na nossa caminhada com Ele, qual é a resposta apropriada?
Humildade, adoração, e dizer: “O que o Senhor quer que eu faça? Que diz o meu senhor ao Seu servo? Fala, Senhor, porque a Tua serva ouve.”
Nessa pergunta, “Que diz o meu senhor ao seu servo?”, vejo uma atitude de submissão no coração. Josué reconhece esse homem como seu superior. Ele diz: “Meu senhor.” Ele reconhece sua própria posição de subordinado.
Josué era uma figura importante entre os israelitas. Ele era o comandante do exército de Israel.
Mas quando ele entra na presença de Deus, percebe: “Eu não sou nada. Eu sou Teu servo.” Ele se vê como alguém debaixo de autoridade.
Quando reconhecemos quem Deus é e quem nós somos em comparação, assumimos essa postura. Dizemos: “Ó Senhor, Tu és o comandante. Eu estou debaixo da Tua autoridade. Tu és o Senhor. Tu és o meu Senhor. Eu sou Tua serva.” É uma resposta de submissão do coração.
Então vejo Josué sendo ensinável. “Que diz o meu senhor ao seu servo?” Ele está ouvindo. Está pronto para receber instruções, que, aliás, o comandante lhe dará no capítulo seguinte (capítulo 6), quando lhe disser como entrar e tomar Jericó.
Na prática ele está dizendo: “Tu estás no comando aqui. Diga-me o que fazer. Qual é o plano? Estou ouvindo. Estou pronto para obedecer às Tuas instruções.”
Josué está dizendo, em essência: “Eu quero me alistar agora no Teu exército. Tu és o comandante do exército do Senhor — esse é o exército do qual eu quero fazer parte. Quero estar debaixo da Tua liderança.”
Josué é um líder, mas ele diz: “Estou disposto a seguir. Estou disposto a servir. Quero seguir o verdadeiro Líder. Não vou ser independente nesta batalha. Não vou ser autossuficiente.
Não vou dizer: ‘Ah, tenho centenas de milhares de soldados aqui. Podemos tomar Jericó.’ Vou reconhecer minha dependência e minha necessidade das Tuas instruções, da Tua liderança e da Tua intervenção.”
Deixem-me dizer uma coisa, mulheres, que quando nos envolvemos em guerra espiritual e nas lutas que enfrentamos contra o mal neste mundo — o mal em nossos próprios corações, o mal em nossos relacionamentos, o mal em nossos lares, o mal em nossa cultura — ao travarmos essa batalha espiritual, precisamos receber ordens do nosso comandante. Precisamos descobrir qual é o plano de batalha dEle.
Qual é a direção dEle? Olhe para Ele em busca de direção e esteja sempre dizendo: “Que diz o meu Senhor à Sua serva?”
Onde você encontra isso? Na Palavra de Deus. Ele já nos deu Sua direção.
Mulheres, precisamos ser mulheres da Palavra se quisermos vencer nesta batalha. “Que diz o meu Senhor à Sua serva?”
Quando você abre sua Bíblia no seu tempo a sós com Deus pela manhã e entra na presença do Senhor, é isso que você precisa perguntar: “Que diz o meu Senhor à Sua serva?” Diga isso a partir da postura de estar prostrada em humildade e adoração diante dEle.
“Tu és Deus. Tu és Senhor. Não há ninguém como Tu.” Eu posso ter uma posição aqui. Posso ser diretora deste ministério, mas não sou a comandante do exército do Senhor. Ele é o único capitão e comandante.
- Não diga a Deus como você acha que deve criar seus filhos.
- Não diga a Deus o que você acha que precisa acontecer na sua igreja.
- Não diga a Deus como você acha que esse ministério deve ser conduzido.
- Não diga a Deus o que você acha que deve fazer no seu trabalho ou o que você acha que seu chefe deveria fazer.
Vá ao comandante. Vá ao capitão e diga:
- Senhor, eu sou Tua.
- Meu casamento é Teu.
- Meu trabalho é Teu.
- Meus filhos são Teus.
- Minha família é Tua.
- Minhas circunstâncias são Tuas.
- Que diz o meu Senhor à Sua serva?
E então ouça. Pergunte o que Ele quer que você faça e espere pela resposta dEle, assim como Josué fez.
É interessante: Josué aparentemente pediu direção ao comandante, mas a primeira instrução que o comandante lhe dá não tem nada a ver diretamente com Jericó. Ele não diz: “Aqui está o plano.” Isso virá, mas Ele diz algo diferente primeiro.
“O príncipe do exército do Senhor respondeu a Josué: ‘Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é santo.’” (Josué 5:15)
Josué diz: “Que diz o meu senhor ao seu servo?” e o comandante responde: “Você quer saber o que deve fazer agora? Tire as suas sandálias. O lugar em que você está pisando é santo.”
Essa conversa soa como outra que você se lembra, antes do tempo de Josué, com seu predecessor Moisés? Êxodo capítulo 3, a sarça ardente no deserto de Midiã — você se lembra?
Deus aparece a Moisés enquanto ele está ali cuidando de suas ovelhas, sem fazer ideia de que seria usado como libertador do povo de Deus do Egito, da escravidão.
Ele olha e vê uma sarça em chamas que não se consome. Ele percebe que a presença de Deus está ali. Ele ouve, e Deus diz: “Tire as sandálias dos seus pés, porque o lugar em que você está é santo.”
Eu creio que isso é uma expressão de humildade. Isso já estava no coração de Josué, e Deus está dizendo: “Aqui está como você expressa essa humildade. Aqui está a expressão exterior da atitude do seu coração.” É uma expressão de reverência, de respeito.
Você pensa em homens tirando o chapéu quando entram em um templo ou quando vão orar, e isso sempre me toca, porque é um sinal de respeito. É um sinal de reverência. Fazemos isso na presença de Deus (ou deveríamos fazer) para demonstrar respeito diante dEle.
Deus está dizendo: “Tire os seus sapatos. Remova toda impureza, porque este é um lugar santo.”
Os seus sapatos haviam tocado o pó da terra, e Deus está dizendo: “Remova qualquer coisa que não esteja limpa. Fique descalço, vulnerável diante de mim, porque este é um lugar santo.”
Ao tirar os seus sapatos do lado de fora da fortificada cidade de Jericó, Josué ficaria vulnerável. Ele é um soldado. Soldados não saem descalços.
Ele precisava daqueles sapatos. Ele precisava estar preparado, mas estava disposto a ser vulnerável porque sabia que Alguém muito maior do que ele o estava defendendo.
O comandante disse: “O lugar onde você está é santo.” Onde Josué estava? Lemos isso no versículo 13. Ele estava bem do lado de fora de Jericó.
Jericó era um lugar santo? Jericó era uma cidade ímpia. É por isso que Deus estava prestes a destruí-la. Era uma cidade pagã, rebelde, que havia sacudido o punho contra Deus por gerações. Era um lugar perverso, território pagão.
Quero te dizer: se Deus está com você, onde quer que você esteja se torna um lugar santo. E Deus não apenas está com você; se você é filha de Dele, Ele está em você pelo Seu Espírito Santo. Onde quer que Deus te leve se torna terra santa.
Você diz: “Eu trabalho neste ambiente de trabalho pagão. Eu vou a esta escola onde não há cristãos. As pessoas zombam de mim por causa da minha fé. As pessoas são rudes, grosseiras, violentas, más e sexualmente imorais.”
Este é o mundo em que vivemos, não é? Deus diz: “Eu estou em você, e o lugar onde você está é terra santa.”
Você diz: “Há contenda na minha família. Há atitudes negativas. Há amargura na minha casa. Há ira no meu lar. E você está me dizendo que isto é terra santa?” Deus diz: “Sim, porque Eu estou ali, e Eu sou santo, e isso torna este lugar santo.”
Quando você for tentada a ceder aos ataques do mal ao seu redor, lembre-se: O Deus contigo é santo, e isso torna o lugar onde você está santo. Quando você entra naquele lugar — ao ir para aquele Jericó, para aquele território pagão — você está indo cercada pela presença de Deus, e isso te torna santa.
Deus diz: “Tire as sandálias dos pés, porque o lugar onde você está é santo”, e o versículo 15 nos diz: “E Josué fez assim.”
Simples. Deus diz: “Faça.” Aqui vemos Josué, mais uma vez, fazendo exatamente o que Deus diz. Essa pequena frase mostra o coração dele para a obediência e expressa fé.
Agora, quais são as principais lições deste trecho que temos observado nos últimos episódios? Em primeiro lugar, adoração antes da guerra. Estamos indo para a batalha de Jericó aqui, mas por que Deus faz essa pausa para dar a Josué esse encontro? Porque ele precisa adorar antes de entrar na batalha.
Antes de entrar na batalha, precisamos obter a direção de Deus. Precisamos adorá-Lo. Precisamos ter um encontro com Ele. Precisamos nos encontrar com o Senhor antes de sair para lutar.
Este é aparentemente um encontro privado que Josué tem com o Senhor, e isso me lembra que todos os dias, ao sairmos de nossas casas, estamos indo para a batalha.
Antes disso, precisamos ter tido um encontro particular com o comandante do exército do Senhor, e por meio da Sua Palavra você pode ter esse encontro todos os dias da sua vida antes de sair para enfrentar o inimigo.
Você diz: “Quem é o inimigo?” O mundo é o inimigo. A sua carne é o inimigo. Satanás é o inimigo, e todas as coisas que eles inspiram.
Todos eles são o inimigo, e você está lutando contra eles todos os dias. Antes disso, abra as suas Escrituras e permita que o comandante do Senhor dos Exércitos fale com você. Tenha um encontro com Ele.
Esta passagem nos diz que somos dependentes de Cristo, o comandante, o capitão do exército do Senhor. Dependemos dEle. Somente por meio dEle podemos vencer as vitórias que precisam ser conquistadas.
Suas hostes celestiais estão com Ele. Ele lidera este grande exército angelical, e, portanto, se Ele está conosco e essas hostes angelicais estão com Ele, então temos esses exércitos angelicais conosco.
Mães, ao entrarem naquele lar, enquanto há netos talvez crescendo em um lar não cristão; ao entrarem naquele ambiente de trabalho secular; ao saírem para este mundo secular, vocês estão indo com Cristo. Cristo vai em vocês, e com Ele está a hoste celestial, aquele exército de anjos que Ele comanda e que está à Sua disposição. Dependemos dEle.
Há autoridade satânica por trás das forças da maldade neste mundo hoje. Você reconhece isso? Às vezes queremos gritar com as pessoas que fazem coisas más, mas estamos gritando com a pessoa errada.
Por trás de toda essa maldade na política, na educação, na mídia, no entretenimento, e em nossos próprios lares e comunidades, por trás de tudo isso está Satanás, que é o autor do pecado e da rebelião.
Paulo diz em 2 Coríntios 10:3–4:
Porque, embora andemos na carne, não lutamos segundo a carne. Porque as armas da nossa luta não são carnais, mas poderosas em Deus, para destruir fortalezas.
Você não pode lutar contra inimigos espirituais por meios carnais. Você não pode usar raciocínio humano, reclamações, persuasão, escrever cartas, marchar nas ruas.
Não há nada de errado, em momentos apropriados, em fazer essas coisas, mas não é assim que vencemos batalhas espirituais. Esforço, planejamento, esquemas, manipulação — não podemos derrubar as forças da maldade neste mundo. Elas são muito maiores do que nós.
Jesus disse: “Sem mim vocês não podem fazer nada” (João 15:5). Ou seja, “Comigo, vocês podem fazer qualquer coisa que seja da minha vontade.”
William Gurnall é um dos meus escritores devocionais favoritos da era puritana, e em seu livro O Cristão e a Armadura Completa, ele diz:
A força de um general terreno está em suas tropas — ele voa sobre as asas deles. [Se suas penas forem cortadas ou seus pescoços quebrados, ele fica impotente.] Mas no exército dos santos, a força de todo o exército está no Senhor dos Exércitos. Deus pode vencer Seus inimigos sem a ajuda de ninguém, mas Seus santos não podem sequer defender o menor posto avançado sem o Seu braço forte.
É verdade. Deus pode vencer Seus inimigos sem a nossa ajuda a qualquer momento. Ele não precisa de nós nesta batalha.
Ele escolhe nos permitir estar na batalha com Ele, mas não precisa de nós. Ele tem o mundo inteiro em Suas mãos. Ele está no controle. Mas nós, como Seus santos, não podemos defender o menor posto sem o Seu braço forte.
Então somos lembradas de que o nosso comandante não pode perder. O capitão do exército do Senhor não pode ser derrotado. Isso significa que, se estamos seguindo a Ele, se estamos em Seu exército, a nossa vitória é certa.
O capitão do exército do Senhor sempre vai à frente do Seu exército. Mesmo quando não podemos vê-Lo e não conseguimos ver as hostes celestiais nesse exército, elas estão presentes.
Charles Wesley escreveu aquele hino que geralmente cantamos na Páscoa. Uma das estrofes diz:
Elevemo-nos agora onde Cristo nos guiou, aleluia.
Seguindo nosso Cabeça exaltado, aleluia.
(Cristo já ressucitou)
É isso que estamos fazendo com o poder da ressurreição de Cristo, no poder da ascensão de Cristo: elevando-nos onde Ele nos guiou, seguindo nosso Cabeça exaltado. Então a nossa vitória é certa.
Independentemente das suas circunstâncias, independentemente da batalha que você possa estar enfrentando, pela fé você pode unir-se à onipotência das hostes celestiais e ao comandante, o capitão que está à frente delas.
Eu amo essas palavras de Martinho Lutero:
A nossa força nada faz
Estamos, sim, perdidos
Mas nosso Deus socorro traz
E somos protegidosDefende-nos Jesus
O que venceu na cruz
O Senhor dos altos céus
E sendo o próprio Deus
Triunfa na batalha
(“Castelo Forte é o Nosso Deus”)
Quando chegamos ao último livro da Bíblia, recebemos mais um vislumbre do capitão, o comandante do exército do Senhor. Deixe-me ler para você, Apocalipse 19:11–16.
Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e combate com justiça ... Está vestido com um manto encharcado de sangue, e o seu nome é "Verbo de Deus". Os exércitos do céu o seguiam, montados em cavalos brancos e vestidos de linho finíssimo, branco e puro. Da sua boca sai uma espada afiada, para com ela ferir as nações. Ele mesmo as regerá com cetro de ferro ... No seu manto e na sua coxa está escrito um nome: ‘Rei dos reis e Senhor dos senhores’.
Ele é o Salvador do Seu povo. Ele é o Senhor soberano do universo. Ele é Aquele que vem para julgar as nações, para governar sobre toda a terra. Está chegando o dia em que todo joelho se dobrará, toda língua confessará que Jesus Cristo é de fato o Senhor, o capitão do exército do Senhor, e Ele reinará para todo o sempre. Amém.
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth tem nos mostrado o valor de passar tempo a sós adorando o Senhor. Suas tarefas podem esperar, e você será mais eficaz ao enfrentá-las depois de ter recebido a direção e o poder de Deus. Essa mensagem faz parte da série Lições da vida de Josué (9ª parte): Derrotando sua Jericó.
É justo que Deus julgue uma cidade inteira de uma só vez? Vamos explorar a justiça e a misericórdia de Deus enquanto observamos os muros de Jericó caírem.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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