Raquel Anderson: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Hoje no Aviva Nossos Corações, você vai receber alguns conselhos bíblicos sobre o que fazer quando você está desanimada.
Você alguma vez se sentiu completamente sozinha ao fazer o que é certo? É difícil continuar quando você está lidando com a solidão.
Hoje você será encorajada enquanto Nancy descreve a ajuda e a companhia que estão, na verdade, disponíveis para qualquer pessoa que segue o plano de Deus.
Este ensinamento faz parte da série Lições da vida de Josué, começando hoje a 9ª Parte: Derrotando sua Jericó.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Bem, os israelitas atravessaram o Jordão e agora estão acampados em Gilgal, a cerca de um ou dois quilômetros de Jericó. Jericó, como você se lembra, é construída sobre uma colina. Ela tem imponentes muros duplos, muitos …
Raquel Anderson: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Hoje no Aviva Nossos Corações, você vai receber alguns conselhos bíblicos sobre o que fazer quando você está desanimada.
Você alguma vez se sentiu completamente sozinha ao fazer o que é certo? É difícil continuar quando você está lidando com a solidão.
Hoje você será encorajada enquanto Nancy descreve a ajuda e a companhia que estão, na verdade, disponíveis para qualquer pessoa que segue o plano de Deus.
Este ensinamento faz parte da série Lições da vida de Josué, começando hoje a 9ª Parte: Derrotando sua Jericó.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Bem, os israelitas atravessaram o Jordão e agora estão acampados em Gilgal, a cerca de um ou dois quilômetros de Jericó. Jericó, como você se lembra, é construída sobre uma colina. Ela tem imponentes muros duplos, muitos metros de altura — quatro ou cinco andares de altura, talvez.
Os filhos de Israel estão olhando para cima para aqueles muros, e provavelmente as pessoas de Jericó estão olhando para baixo para os israelitas acampados ali em Gilgal.
Então os israelitas foram consagrados. Eles renovaram sua aliança com Deus ao reinstituir a ordenança da circuncisão e ao observar a Páscoa.
O que resta fazer agora antes de avançar para tomar Jericó? Bem, há, na providência de Deus, uma última ordem de assuntos que vamos observar hoje em Josué capítulo 5.
Este incidente em particular diz respeito ao próprio Josué como o líder do exército israelita. É um encontro que ele tem que é realmente chave e transformador enquanto ele se prepara para liderar o povo de Deus para entrar em Jericó e tomar a terra que Deus lhes deu — a Terra Prometida.
Josué capítulo 5, deixe-me ler a passagem. São apenas três versículos, começando no versículo 13.
Quando Josué estava perto de Jericó, levantou os olhos e olhou; e eis que se achava em pé diante dele um homem que trazia na mão uma espada. Josué se aproximou dele e perguntou: ‘Você é dos nossos ou dos nossos adversários?’ Ele respondeu: ‘Não sou nem uma coisa nem outra. Sou príncipe do exército do SENHOR e acabo de chegar’. Então Josué se prostrou com o rosto em terra e o adorou. E lhe disse: ‘Que diz meu senhor ao seu servo?’ O príncipe do exército do SENHOR respondeu a Josué: ‘Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é santo.’ E Josué fez. (vv. 13–15)
Eu quero tirar um tempo hoje e na próxima sessão para desempacotar esses três versículos. Eu mesma tenho meditado neles por várias semanas. E nos últimos dias o Senhor tem tornado esta passagem viva para mim.
Hoje queremos olhar para a revelação — quem era este homem e o que Josué viu — o homem que o confrontou. E, no próximo episódio, vamos olhar para a resposta de Josué à revelação.
Vamos começar no versículo 13: “Quando Josué estava perto de Jericó.”
Lembre-se, os israelitas estão em Gilgal, a cerca de um quilômetro de Jericó, e Josué nesta passagem está aparentemente sozinho e perto de Jericó. Parece que ele deixou o acampamento em Gilgal e foi sozinho até a proximidade de Jericó. Ele saiu, e nós não sabemos por quê. Ele está perto de Jericó. Ele está próximo.
É possível que ele tenha saído para observar a situação. Ele sabe que o próximo passo na agenda é entrar e tomar a cidade, mas ele não tem ideia de como. Os muros eram enormes e a cidade fortemente fortificada. Sabemos pelo capítulo 6, versículo 1, que nos relata o que ocorreu em Jericó, que a cidade está fechada. Ninguém sai. Ninguém entra. O povo de Jericó trancou a cidade completamente. Eles estão determinados a defender a cidade. A cidade parece invencível.
Josué deve estar se perguntando: “Como vamos tomar esta cidade? Deus disse que todo lugar que a planta do seu pé pisar, eu tenho dado a você. Agora entre e tome posse. Mas como devemos fazer isso?”
Então eu suponho que ele estava observando a situação. Acho provável que ele estivesse meditando e orando, que é o que Deus lhe disse para fazer em Josué capítulo 1. “Medite na lei do Senhor dia e noite, e ao fazer isso você será bem-sucedido e prosperará em tudo o que fizer.” (v. 8, parafraseado)
Também acho provável que ele estivesse perguntando a Deus: “O que devemos fazer? Precisamos de direção.” Então, “Quando Josué estava perto de Jericó, levantou os olhos e olhou; e eis que se achava em pé diante dele um homem que trazia na mão uma espada.” (v. 13)
Quando diz que ele levantou os olhos, isso sugere que aparentemente ele estava olhando para baixo e, quando olha para cima, ele vê aquilo que vai se revelar — não devo dizer o que, devo dizer quem — aquele que vai se revelar como a provisão de Deus para essa situação impossível. Não é verdade que quando levantamos os olhos, encontramos a provisão de Deus? Vamos ver que a provisão de Deus é o próprio Deus. Mas estou me adiantando na história.
Versículo 13. Esta frase foi interessante para mim: “Ele levantou os olhos e olhou, e eis que.” Fui à minha concordância online e descobri que essa expressão aparece seis vezes no Antigo Testamento, falando de diferentes pessoas. “Ele levantou os olhos e olhou, e eis que.”
Ela aparece seis vezes exatamente assim no Antigo Testamento. Em quatro dessas vezes há uma situação, incluindo esta, em que, quando a pessoa olhou para cima, o que ela viu foi uma manifestação sobrenatural ou um tipo de Cristo.
“Ele levantou os olhos e olhou, e eis que.” Isso aconteceu duas vezes com Abraão — uma vez em Gênesis capítulo 18, quando ele teve três visitantes angelicais, um dos quais era uma aparição pré-encarnada de Cristo em forma humana que veio lhe falar sobre a destruição iminente de Sodoma e Gomorra.
Outra vez foi novamente com Abraão em Gênesis capítulo 22, quando Deus lhe disse para sacrificar seu filho Isaque. Ele levantou o cutelo para matar seu filho em obediência à palavra de Deus, e naquele momento Deus falou com ele. Deus lhe disse: “Não mate seu filho, porque agora sei que você me ama e me obedecerá, que você crê em mim.” (Gênesis 22:12, parafraseado)
Então diz: “Abraão ergueu os olhos e viu atrás de si um carneiro preso pelo chifre entre os arbustos.” (Gênesis 22:13)
Você se lembra da história de como ele ofereceu o carneiro no lugar de seu filho. Ele levantou os olhos e olhou, e eis que havia um substituto. Havia uma manifestação de Deus, uma figura de Cristo, o cordeiro sem pecado de Deus, que seria nosso substituto e morreria em nosso lugar. Ele levantou os olhos e viu, e eis que.
Há outra vez em que essa expressão é usada na vida de Daniel — em Daniel capítulo 10. Você lê como Cristo apareceu a Daniel após 21 dias de intensa busca espiritual em uma experiência aterradora e transformadora, quando Daniel levantou os olhos e viu, e eis que havia alguém que, quando colocamos no contexto das Escrituras, sabemos que era o próprio Cristo.
E nesta situação, voltando a Josué 5, Josué ergue os olhos e vê um homem. Agora, falaremos mais daqui a pouco sobre quem era esse homem, mas enquanto eu meditava nessa expressão, “Ele levantou os olhos”, a imagem que veio à minha mente foi de anos atrás, quando eu estava visitando uma igreja em uma de suas reuniões de oração de terça-feira à noite.
Eles estavam cantando um cântico que era novo para mim. Acho que Steve Green havia estado lá na semana anterior e lhes ensinou esse pequeno coro: “Tu tens sido bom. Tu tens sido bom.” Ele se repete várias vezes. “Tu tens sido bom para mim.”
O pastor Cymbala, em certo momento enquanto o povo cantava esse coro repetidamente, disse: “Eu me pergunto quantos de vocês neste culto estão atualmente sem trabalho. Você precisa de um emprego; você tentou conseguir um emprego; você não consegue, e você precisa que Deus providencie um emprego para você.” Ele pediu que essas pessoas viessem à frente para que pudessem orar por elas.
Eu estava sentada bem perto da frente naquele culto, e lembro-me dessa multidão de pessoas que se dirigiu para a frente, pessoas que estavam sem trabalho e precisavam de um emprego. Não sei se eram cem ou duzentas. Eram muitas.
Enquanto isso, a congregação cantava: “Tu tens sido bom.” E então lembro-me do pastor Cymbala interrompendo o canto por um momento e olhando para aquelas pessoas diante dele, e disse: “Por que vocês estão olhando para baixo? Olhem para cima! Deus está no comando! Deus está no controle! Quero que vocês cantem essa canção novamente e quero que cantem com a cabeça erguida e os olhos levantados.”
Aquelas pessoas levantaram os olhos, ergueram a cabeça ao Senhor e cantaram: “Tu tens sido bom. Tu tens sido bom. Tu tens sido bom.”
Erga os seus olhos, e quando você fizer isso, no seu momento de extrema necessidade ou impossibilidade, o que você verá? Bem, vem à mente a passagem que você se lembra do Salmo 121, versículos 1–2:
Elevo os meus olhos para os montes:
de onde me virá o socorro?
O meu socorro vem do SENHOR,
que fez o céu e a terra.
Ouça, enquanto você estiver olhando para baixo para as suas circunstâncias ou seus medos ou o mundo ao seu redor, você vai perder de vista o Senhor, o seu ajudador.
Ele não permitirá que os seus pés vacilem;
não dormitará aquele que guarda você.
É certo que não dormita, nem dorme
o guarda de Israel.
O SENHOR é quem guarda você;
o SENHOR é a sombra à sua direita.
De dia não lhe fará mal o sol,
nem de noite, a lua.
O SENHOR guardará você de todo mal;
guardará a sua alma.
O SENHOR guardará a sua saída e a sua entrada,
desde agora e para sempre
Como você recebe essas preciosas promessas? Eu levanto os meus olhos. Erga os seus olhos.
As Escrituras dizem que Josué levantou os olhos e olhou, e eis que! A palavra “eis que” indica que ele ficou surpreso. Ele foi pego de surpresa. É quase como: “Um momento atrás você não estava aqui. De onde você veio?” Bem, vamos ver de onde ele veio. Este era um mensageiro divino.
Josué ficou surpreso, e no início ele não reconhece esse homem como divino. Tudo o que ele vê é que há um homem em pé diante dele, não com uma espada na bainha, mas com uma espada desembainhada.
Agora imagine isso. Este é um soldado. Josué é um guerreiro. Ele é um soldado. Ele entende de espadas e guerra, mas aqui está um homem diante dele.
Eu não sei qual era o tamanho dele, mas ele está com uma espada desembainhada. Eu tenho que me perguntar: será que Josué ficou com medo quando viu esse homem? “Eis que.” Ele não estava esperando por isso. Ele ficou com medo? Nós não sabemos.
Sabemos que o homem tinha uma espada, e uma espada pode ser usada para atacar. Pode ser usada para defender. Josué queria descobrir: este homem veio para me atacar ou veio para me defender? Nessa situação, quando você está sozinha e está fora de Jericó, faz muita diferença se este homem veio para te atacar ou para te defender.
Então o versículo 13 continua nos dizendo: “Josué se aproximou dele [ele não fugiu da situação] e perguntou: ‘Você é dos nossos ou dos nossos adversários?’ Você veio para nos atacar ou veio para nos defender? Esta é uma pergunta importante.
Se esse guerreiro tivesse vindo para se opor ao exército israelita, tenho quase certeza de que Josué estava preparado para enfrentá-lo, para desafiá-lo, e sabia que era isso que precisaria fazer.
Bem, o homem respondeu. A pergunta de Josué foi: “Você é dos nossos ou dos nossos adversários?” E o homem respondeu, versículo 14: “Ele respondeu: ‘Não sou nem uma coisa nem outra. Sou príncipe do exército do SENHOR e acabo de chegar’”.
“Não”, para mim, é uma resposta inesperada, porque a pergunta que Josué fez não era uma pergunta de sim ou não. Ele disse: você é por nós ou por nossos adversários? E o homem diz: não.
Essa resposta não faz muito sentido à primeira vista. Mas faz sentido, porque o ponto desse encontro que esse homem tem com Josué — o ponto não é se eu estou do lado deles ou do seu lado. O ponto é: você está do meu lado? É isso que esse homem veio dizer a Josué.
Há tempos ouvi um pregador falando sobre essa passagem, e ele disse que era como se esse homem estivesse dizendo: “Eu não vim para tomar partido. Eu vim para assumir o controle.” Essa é a imagem que você tem aqui. Ele diz: “Não; mas eu sou o príncipe do exército do SENHOR.” Algumas traduções dizem “o capitão do exército do SENHOR”.
Veja bem, Josué era o comandante do exército de Israel. Moisés tinha sido antes dele. Josué havia participado de várias batalhas, Moisés havia passado o manto da liderança para Josué, e Josué era o comandante indiscutível do exército de Israel. Mas agora Josué está na presença de um oficial superior.
O que você faz quando está na presença de um oficial superior? Você presta continência e diz: “Sim, senhor.” Ele percebe que está na presença de alguém que tem autoridade maior do que a dele.
O comandante do exército do SENHOR — seja lá o que isso for, é uma posição mais alta do que a que eu tenho. Josué certamente percebeu isso naquele momento.
Mas afinal, quem faz parte do exército do Senhor? Sabemos que este homem é o comandante do exército do Senhor. Existem dois possíveis significados. O primeiro seria que o exército do Senhor é, na verdade, o exército de Israel. Os israelitas são o exército de Deus, e este homem veio para assumir o comando, para ser o comandante.
O outro significado pode ser que o exército do Senhor é um exército celestial. O exército das hostes celestiais. Um exército angelical de servos de Deus que estão lutando com e pelo exército de Israel aqui na terra. Há base bíblica para acreditar que esse poderia ser o caso.
Na verdade, acho que ambos podem estar incluídos no que se quer dizer com o exército do Senhor. Mas o exército do Senhor é um vasto exército angelical — vemos em várias passagens nas Escrituras — que, com raras exceções, não podemos ver com nossos olhos humanos.
São anjos que cercam o trono de Deus. Eles saem e travam batalhas sob a ordem dEle. São guerreiros invisíveis — invisíveis para nós.
Mas estão ativamente envolvidos nas nossas batalhas aqui na terra. Eles nos ajudam na nossa luta contra inimigos espirituais. Eu creio que foi, em última análise, esse exército angelical, essa hoste do Senhor, que derrubou os muros de Jericó sem que um único golpe fosse dado.
Deus está dizendo: “Estou trazendo as minhas hostes angelicais, as minhas hostes angelicais, para se juntarem a você nesta batalha. Serão elas que vencerão a batalha. O seu exército virá junto, mas eu enviei os meus guerreiros para estarem com você nesta batalha.”
Isso me fez lembrar de outra passagem. Você se lembra de 2 Reis capítulo 6, quando o rei da Síria enviou seu exército a Dotã para capturar o profeta Eliseu? Diz assim:
Então o rei enviou para lá cavalos, carros de guerra e um grande exército. Eles chegaram de noite e cercaram a cidade. O servo do homem de Deus levantou-se bem cedo e, ao sair, eis que tropas, cavalos e carros de guerra haviam cercado a cidade. (vv. 14–15)
Este era o exército sírio. Eles estavam cercados.
Então o moço disse a Eliseu: ‘Ai, meu senhor! Que faremos?’
Estamos perdidos. Estamos cercados. Não há esperança para nós aqui. E Eliseu disse:
Não tenha medo, porque são mais os que estão conosco do que os que estão com eles.” E Eliseu orou e disse: ‘SENHOR, peço-te que abras os olhos dele para que veja.’ O SENHOR abriu os olhos do moço, e ele viu que no monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, ao redor de Eliseu. (v. 17)
O exército sírio tinha seus cavalos, carros e soldados cercando a cidade, mas Deus tinha um exército celestial de cavalos e carros de fogo ao redor de Eliseu.
Eliseu e aquele servo estavam protegidos de maneiras que não podiam ver, não podiam imaginar, não sabiam, até que Deus lhes deu um vislumbre do que estava acontecendo nas regiões celestiais.
Você se lembra quando Jesus está no jardim do Getsêmani e Judas e os soldados romanos vêm prendê-lo. Pedro decide que vai defender Jesus. Ele tira a espada e corta a orelha de Malco.
Jesus diz a Pedro: “Coloque a sua espada de volta no seu lugar. Você não precisa lutar essa batalha.” Então Jesus diz: “Ou você acha que não posso pedir a meu Pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos?” (Mateus 26:53)
Veja, Jesus sabia o que estava acontecendo nas regiões celestiais. Pedro só podia ver o que estava acontecendo aqui na terra. Josué só podia ver seus exércitos, suas forças, seus soldados humanos. Mas havia soldados, havia uma hoste angelical ao redor deles. Eram eles que realmente lutariam e venceriam essa batalha.
Esse homem vem e diz: “Eu sou o príncipe do exército do Senhor.” Então, quem é esse homem que era o comandante ou o capitão do exército do Senhor? Qual é a sua identidade?
Bem, eu creio que esse homem é o que chamamos de uma cristofania. Esse é um termo teológico que se refere a uma aparição de Cristo em carne humana aqui na terra antes da Sua encarnação, quando Ele nasceu em Belém.
Na era do Antigo Testamento, ocasionalmente o próprio Cristo aparecia. Ele de fato assumiu forma humana em algumas ocasiões antes de vir a esta terra em Belém. Às vezes essa aparição, essa cristofania — uma aparição de Cristo — às vezes essa pessoa é chamada de o Anjo do Senhor. Ele não é outro senão o Senhor Jesus.
Ele é o quarto homem na fornalha ardente quando aqueles três jovens hebreus foram lançados ali, e o rei Nabucodonosor disse: “Eu lancei três homens nesta fornalha, mas eis que há quatro, e o quarto é semelhante a um filho dos deuses” (Daniel 3:25, parafraseado). Quem é esse? É Cristo, o comandante dos exércitos do Senhor.
Quem foi o homem que lutou com Jacó enquanto ele se preparava para atravessar o rio Jaboque? Foi Cristo que veio e apareceu, o comandante dos exércitos do Senhor.
Este homem que agora está diante de Josué não é outro senão, eu creio, o próprio Cristo que assumiu o comando dos exércitos de Israel enquanto eles avançam para tomar posse da Terra Prometida, e que também é o comandante daquele exército maior, o exército de anjos, que estava por trás de Israel e a ajudava em suas batalhas.
Então esse homem diz: “Eu sou o príncipe do exército do Senhor. E acabo de chegar.” Eu acabo de chegar.
Eu gosto dessa expressão. Ela diz: eu vim exatamente agora, quando você realmente precisa de mim. Eu me tornei conhecido por você. Não é que ele não estivesse lá o tempo todo, mas Josué não o tinha visto. Josué não estava consciente da sua presença até aquele momento.
Quando encontramos Josué pela primeira vez neste parágrafo, ele está sozinho perto de Jericó. Ele está só.
Eu penso na solidão da liderança, na solidão de ser mãe com seus filhos quando você não pode ser a melhor amiga deles. Você precisa ser a mãe deles, e precisa liderar e ensinar esses filhos. Eles podem não entender, e às vezes você sente: “Eu me sinto tão sozinha nessa batalha.”
Talvez na sua igreja, enquanto você busca o Senhor, você sinta: “Eu sou a única, ou não conheço mais ninguém aqui que esteja orando por avivamento e desejando servir ao Senhor.” Às vezes você se sente sozinha nas convicções que Deus te deu ou na batalha em que Ele te colocou.
Esse homem vem dizer a Josué: “Você não está entrando nessa batalha sozinho. Você realmente não está sozinho.” Isso era uma confirmação visível da promessa de Deus a Josué anteriormente no livro: “Eu estarei com você. Eu estou aqui. Agora eu vim.”
Deixe-me dizer: Ele veio não apenas para Josué, mas para nós. Ele veio não apenas naquela época, mas Ele vem a nós agora. Nós temos a promessa da presença de Cristo com o Seu povo. Nós não O vemos frente a frente hoje. Nós não O vemos cara a cara. Ele não aparece a nós como apareceu a Josué, mas Cristo vem a nós de uma forma real, exatamente quando precisamos dEle.
Quando precisamos dEle? O tempo todo. E Ele sabe exatamente quando se manifestar. Ele sabia quando se manifestar para Josué. Ele sabe quando se manifestar para você. Nós temos essa promessa. Salmo 46:11: “O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.”
Raquel: Ouvimos Nancy DeMoss Wolgemuth oferecendo encorajamento para qualquer mulher que se sente sozinha ao seguir o plano de Deus para a sua vida. Esse ensino faz parte da série Lições da vida de Josué, 9ª Parte: Derrotando sua Jericó.
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Quando você está diante de um dia incomumente ocupado, você já fica tentada a pular a oração e a Bíblia e ir direto para as tarefas?
Amanhã vamos analisar o exemplo de Josué e descobrir como ele se preparou para um dia incrivelmente desafiador.
Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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