Raquel Anderson: Nancy DeMoss Wolgemuth diz que você sempre pode viver pela fé.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Deixa eu te dizer uma coisa, se você tem oitenta e cinco ou setenta e cinco ou noventa e cinco, ou qualquer idade que seja, nunca é tarde demais para crer em Deus. Não é tarde demais para ser usada por Deus.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Queridas, temos um convite super especial! A conferência Mulher Verdadeira 2026 será em Miami este ano, nos dias 13 e 14 de Novembro!
Será um tempo precioso na Palavra de Deus, com preletoras como Mary Kassian, Dannah Gresh, Wendy Bello, entre outras. Confira a programação e a lista completa de preletores aqui no link da transcrição. Já reserve essas datas na sua agenda!
Se você for participar da conferência presencialmente e …
Raquel Anderson: Nancy DeMoss Wolgemuth diz que você sempre pode viver pela fé.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Deixa eu te dizer uma coisa, se você tem oitenta e cinco ou setenta e cinco ou noventa e cinco, ou qualquer idade que seja, nunca é tarde demais para crer em Deus. Não é tarde demais para ser usada por Deus.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Queridas, temos um convite super especial! A conferência Mulher Verdadeira 2026 será em Miami este ano, nos dias 13 e 14 de Novembro!
Será um tempo precioso na Palavra de Deus, com preletoras como Mary Kassian, Dannah Gresh, Wendy Bello, entre outras. Confira a programação e a lista completa de preletores aqui no link da transcrição. Já reserve essas datas na sua agenda!
Se você for participar da conferência presencialmente e precisar do dispositivo para a tradução simultânea, cadastre-se no nosso site e reserve o seu. Em breve compartilharemos mais informações sobre como acompanhar a transmissão online em português. Tenho certeza de que Deus vai usar esse tempo para abençoar sua vida.
Você está vivendo uma vida que vale a pena ser lembrada? Não importa quantos anos você tenha ou como seja o seu passado. Viver pela fé em Deus lhe dará significado.
Vamos continuar com Nancy na série Lições da vida de Josué (Parte 3): Confiando em Deus pela terra prometida.
Nancy: Ao olhar para trás no curso da sua vida, você consegue pensar em um momento ou incidente ou período específico em sua vida em que se encontrou numa encruzilhada?
Você teve uma escolha a fazer, teve que tomar uma decisão, e naquele momento a decisão talvez não tenha parecido algo tão importante, mas quando você olha para trás, percebe que aquela decisão foi muito mais determinante do que você jamais sonhou que seria.
Talvez tenha sido uma escolha de com quem você se casaria. Eu recebo e-mails de ouvintes com frequência dizendo: “Eu me casei fora da vontade de Deus. Eu não esperei pelo melhor do Senhor. Eu não percebi quanto isso afetaria a minha vida.”
Talvez tenha sido uma escolha moral que você fez, e para melhor ou para pior, quando olhamos para trás, podemos ver como algumas dessas escolhas têm implicações duradouras, de longo prazo, que talvez nunca tivéssemos imaginado quando estávamos diante daquela encruzilhada na estrada.
O relato que estamos observando na vida de Josué acabou sendo um enorme ponto de virada na história de Israel. Ele determinou o destino de toda uma geração e, de fato, essa decisão resultou nas mortes prematuras de 600 mil homens e de suas esposas. Essa decisão determinou o curso da vida de seus filhos pelos próximos quarenta anos — um enorme ponto de virada na história de Israel. Foi também um acontecimento significativo na vida de Josué.
Estamos estudando nesta série mais longa para ver como Josué chegou com sucesso aos 110 anos de idade. Bem, deixe-me dizer que este único acontecimento determinou a vida futura de Josué, o seu chamado, o seu serviço. Uma resposta diferente ao desafio que ele enfrentou aqui em Cades-Barnéia teria sido fatal. Se ele tivesse feito uma escolha diferente, nós não estaríamos estudando a vida de Josué hoje.
Isso nos diz que as escolhas que pensamos ser insignificantes podem ser cruciais — especialmente no que se refere ao nosso relacionamento com o Senhor.
Como vimos no episódio anterior, há 160 versículos, mais ou menos, nas Escrituras, incluindo a maior parte de dois capítulos no Novo Testamento, 160 versículos ou mais que são dedicados a esse único incidente. São muitos versículos sobre um único acontecimento, e eu apenas quero que tiremos tempo nos próximos dias para marinar nesta passagem.
Estou falando de Números capítulo 13. Se possível, abra a sua Bíblia e vamos absorver esta passagem — vamos analisar um versículo de cada vez e pedir a Deus que nos mostre como ela se aplica às nossas vidas vivendo agora no século XXI.
Números capítulo 13, versículo 1, retomando de onde começamos na última sessão:
O Senhor disse a Moisés: ‘Envie alguns homens que espiem a terra de Canaã, que eu vou dar aos filhos de Israel. Enviem um homem de cada tribo de seus pais, sendo cada qual chefe entre eles.’ (vv. 1–2)
Lembre-se, Deus tinha resgatado Seu povo de 400 anos de escravidão no Egito. Deus os tinha conduzido através do Mar Vermelho. Deus os tinha levado ao Sinai onde lhes deu Sua lei, mas o objetivo de Deus era levar Seu povo para casa, para Canaã, para a Terra Prometida, para o lugar de descanso. Então o povo, como vimos, tinha realmente iniciado esse esforço — “Vamos enviar espias para verificar a terra.”
Deus disse: “Está bem, vocês querem fazer dessa maneira, façam dessa maneira.” E Deus disse a Moisés: “Envie doze homens, um líder de cada uma das doze tribos para espiarem a terra de Canaã.”
Versículo 3: “Moisés os enviou do deserto de Parã.” Esse deserto está na fronteira mais ao sul de Canaã, e eles estão em um lugar que virá a ser conhecido como Cades-Barnéia. Às vezes é chamado apenas de Cades. Eles estão acampados ali na entrada sul da Terra Prometida. Ela está bem diante deles. Eles só precisam entrar e tomar a terra como Deus lhes disse para fazer, e ali mesmo, na fronteira mais ao sul, em Cades-Barnéia, acontece esse incrível incidente em sua história.
Moisés os enviou do deserto de Parã, segundo o mandado do Senhor. Todos aqueles homens eram chefes dos filhos de Israel. São estes os seus nomes.
Dos versículos 4 até 15, os líderes das doze tribos são listados, um de cada tribo. Agora, sem olhar, quantas de vocês podem me dizer os nomes de pelo menos dois dos homens nessa lista? Eu sei que muitas de vocês sabem — quem eram eles? Josué e Calebe. Esses são os dois nomes que lembramos desta lista de doze espias.
No versículo 6 vemos que Calebe representava a tribo de Judá, e nas Escrituras esta é a primeira menção do nome de Calebe. Ele acaba sendo uma figura importante na história de Israel.
Então no versículo 8 vemos que Josué, a quem já fomos apresentadas, foi escolhido para representar a tribo de Efraim. Vemos nesta passagem que Josué tinha se levantado não apenas como assistente de Moisés (vimos que este era o seu papel nos episódios anteriores), mas também como um líder em sua tribo. Ele foi selecionado, juntamente com outros onze líderes, para ir e examinar a terra de Canaã.
Apenas uma pequena observação aqui: há doze homens mencionados nesta lista — um de cada tribo. Alguém nesta sala, sem olhar, consegue lembrar os nomes de algum dos outros dez espias? Eu tenho estudado esta passagem repetidas vezes ao longo dos últimos vários meses. Eu li esta passagem muitas, muitas, muitas vezes, e — me ajude — neste momento eu não consigo pensar em nenhum dos outros nomes.
Nenhum deles é familiar para nós. Por quê? Bem, porque — como veremos à medida que continuamos nesta passagem — esses dois homens, Josué e Calebe, são os que exerceram fé e creram em Deus. Eles deram ouvidos à palavra de Deus.
Eu sempre amei ler biografias de grandes cristãos do passado. Agora mesmo estou relendo uma biografia de Amy Carmichael, a mulher que foi para a Índia, viveu lá por décadas e resgatou meninas da prostituição nos templos. É uma história incrível e uma vida incrível.
O que torna esses homens e mulheres do passado memoráveis anos depois é que eles creram em Deus. Houve muitas outras mulheres, muitas mulheres cristãs, que viveram na época de Amy Carmichael, mas a maioria delas foi esquecida há muito tempo.
Por que Amy Carmichael ainda se destaca e nos encoraja hoje quando lemos sobre ela? Por quê? Porque ela creu em Deus e deixou Deus usá-la de maneiras que outros nem teriam considerado tentar.
Quando penso nisso, e quando penso em Josué e Calebe e naqueles outros dez homens cujos nomes não conseguimos lembrar, eu sei o que eu quero. Não porque eu queira ser lembrada para minha glória, mas quero ser lembrada como uma mulher que creu em Deus, uma mulher que estava disposta a avançar com Deus quando tudo na razão dizia: “Não vá.” Eu quero ser uma mulher para quem a próxima geração e a seguinte olharão para trás e, se lerem algo sobre meu nome, será: “Ela creu em Deus. Ela estava disposta a exercer fé.”
Então chegamos ao versículo 16: “Estes eram os nomes dos homens que Moisés enviou para espiarem a terra. E Moisés chamou Oseias, filho de Num, Josué.”
Até este ponto, o nome de Josué na verdade tinha sido Oseias. Essa palavra significa salvação — não é um nome ruim de se ter — mas neste momento, por alguma razão que não nos é dita, Moisés muda o nome de seu assistente para Josué. Apenas uma pequena mudança nesse nome, mas o que Josué significa? “O Senhor é salvação.” “Deus é minha salvação.” Já mencionamos anteriormente nesta série que a forma grega desse nome Josué é Jesus. Deus é minha salvação.
Então qual é o significado dessa mudança de nome? Bem, eu acho que é um lembrete para Josué e para a nação de onde vem a força deles — que a força e a salvação deles não virão, em última análise, de Moisés ou de Josué ou de qualquer outro líder humano, que eles não dependem de Josué quando entrarem na Terra Prometida — mas onde está a fonte da força e da salvação deles?
É Jeová — o Senhor é salvação — e, em última análise, a vida de Josué, e até mesmo o seu nome, nos aponta para Jesus, que é o capitão da nossa salvação. O Senhor é salvação, e somos lembradas de que Cristo é nossa esperança. Ele é nossa força. Ele é nossa fonte de vida. Não temos esperança de entrar no descanso prometido de Deus à parte do nosso Josué, o Senhor Jesus.
Então Moisés instrui os espias a entrarem na terra, examiná-la e trazer de volta um relatório detalhado do que poderiam esperar enfrentar quando toda a nação entrasse para tomar posse da terra que Deus havia prometido lhes dar.
Lemos no versículo 17 de Números capítulo 13: “Moisés os enviou a espiar a terra de Canaã e disse-lhes: ‘Subam pelo Neguebe. . .’” Agora, o Neguebe é a porção sul de Canaã. É uma área deserta. Então eles deveriam ir de Cades, que é a parte mais ao sul, logo ao sul de Canaã. Eles deveriam ir para o norte até a parte sul de Canaã, que é chamada de Neguebe — “e entrem na região montanhosa” — essa é a parte norte de Canaã. Então ele está dizendo: “Vão do sul ao norte por toda a terra.”
Vejam a terra, como ela é, e o povo que nela habita, se é forte ou fraco, se são poucos ou muitos. Vejam também como é a terra em que esse povo habita, se é boa ou má, e como são as cidades em que habita, se são arraiais ou fortalezas. Também como é o solo, se é fértil ou estéril, se nele há matas ou não. Tenham coragem e tragam dos frutos da terra. (vv. 18–20)
Então basicamente: “Vão verificar. Voltem e nos digam o que podemos esperar.”
Então ele diz no final do versículo 20: “Tenham coragem.” Palavras de despedida — sejam corajosos. Se ao menos tivessem lembrado dessas palavras — tenham coragem — “e tragam dos frutos da terra.”
E assim, como instruídos, os espias viajaram por toda a extensão da terra, do sul ao norte e de volta novamente. Isso foi cerca de 402 quilômetros em cada direção. A jornada levou quarenta dias ao todo. Quando entraram em Canaã pela entrada sul, não demorou muito para encontrarem seu primeiro grande obstáculo.
Versículo 22: “E subiram pelo Neguebe [como haviam sido instruídos] e foram até Hebrom.” Hebrom foi a primeira grande cidade da qual se aproximaram. Veja, a cidade de Hebrom é um lugar importante na história judaica. É o lugar de sepultamento de Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Jacó e Lia — todos esses patriarcas e suas esposas foram sepultados em Hebrom. E 600 anos antes, aproximadamente 600 anos antes deste evento, Hebrom tinha sido o local de um acontecimento significativo na história redentora de Israel.
Qual foi esse acontecimento? Deixe-me ler de Gênesis capítulo 13, começando no versículo 14.
O SENHOR disse a Abrão [esse era o nome de Abraão no início], depois que Ló se separou dele: ‘Erga os olhos e olhe de onde você está para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste; porque toda essa terra que você está vendo, eu a darei a você e à sua descendência, para sempre. . . Levante-se e percorra essa terra no seu comprimento e na sua largura, porque eu a darei a você. (vv. 14–15, 17)
Deus fez uma promessa a Abrão. Deus, porém, prometeu a Abrão mais do que a terra. Deus prometeu a ele uma descendência. E, em última análise, essa descendência produziria Cristo, o Messias. E por meio da nação de Israel, por meio do povo judeu, o mundo inteiro seria abençoado.
Então Deus prometeu uma terra, uma descendência e uma bênção. Mas Deus disse a Abrão bem no início aqui em Gênesis 13: “Olhe para esta terra até onde você pode ver, eu estou dando esta terra a você.” Então, Gênesis 13.18.
E Abrão, mudando as suas tendas, foi morar nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom [é onde Abrão se estabeleceu]. E ali edificou um altar ao Senhor.
Hebrom foi o lugar onde Abrão primeiro construiu um altar na Terra Prometida. Quando ele construiu aquele altar, foi uma expressão de fé. Ele estava dizendo: “Senhor, eu creio que o que Tu disseste é verdade. Eu vim para Te agradecer. Eu vim para Te adorar. Tu prometeste esta terra, e eu creio que, à Tua maneira, no Teu tempo, Tu a darás a nós.”
Passaram centenas de anos até que essa promessa fosse cumprida. Abrão não viveu para ver a promessa cumprida, mas ele creu em Deus, e isso lhe foi contado como justiça. Ele creu em Deus. Ele expressou fé na aliança de Deus, nas promessas da aliança de Deus.
E 600 anos depois, aqui estão esses doze espias, a equipe de reconhecimento dos israelitas, entrando para examinar a terra. Eles chegam a esta cidade, Hebrom, onde Deus havia dado essas promessas incríveis a Abraão. Então o que os espias fazem? Certamente eles sabiam sobre essas promessas — agora, eles não podiam lê-las como nós podemos, mas essa história, essa história oral, foi transmitida de boca em boca de geração em geração. Eu garanto a você que durante aqueles anos de cativeiro e escravidão no Egito, os pais tinham ensinado seus filhos, e eles tinham ensinado seus filhos, e eles tinham ensinado seus filhos, dizendo: “Isto é o que Deus disse a Abraão.”
Os espias conheciam essas promessas. Eles tinham sido ensinados nos caminhos de Deus, mas o que eles fizeram quando chegaram a Hebrom? Eles se concentraram nas promessas de Deus? Eles disseram: “Hebrom — este é o lugar onde Deus falou a Abraão, nosso pai, e onde Deus prometeu dar-lhe esta terra, e aqui estamos hoje experimentando o cumprimento dessa promessa. Deus, nós cremos em Ti assim como nossos antepassados creram.”
Foi isso que eles disseram? Eles voltaram sua atenção para Abraão, Isaque e Jacó e para como aquelas promessas foram passadas de um patriarca para o outro? Eles disseram: “Senhor, estes patriarcas, nossos antepassados, estão enterrados aqui — Abraão, Isaque e Jacó — e obrigado agora porque Tu estás nos permitindo vir viver neste lugar que eles morreram sem nunca chegar a ver Tuas promessas cumpridas”? Não, eles não voltaram sua atenção para as promessas de Deus.
O que eles fizeram? Em vez disso, eles se concentraram nos desafios. Em vez de se concentrar nas promessas, eles se concentraram nos desafios.
Volte para Números capítulo 13, versículo 22: “E subiram pelo Neguebe e foram até Hebrom. Ali viviam Aimã, Sesai e Talmai, filhos de Anaque.” Há mais duas referências aos descendentes de Anaque nesta passagem. Se você for ao versículo 28, quando os espias voltaram e relataram aos filhos de Israel, eles disseram: ‘Mas o povo que habita nessa terra é poderoso. . .Também vimos ali os filhos de Anaque.’
Então no versículo 33, eles dizem isso novamente: “Ali vimos os nefilins.” Algumas de suas Bíblias podem dizer “os gigantes.” É uma palavra semelhante: “(os filhos de Anaque, que vieram dos nefilins).”
Agora, quem são os descendentes de Anaque e por que eles causaram tanto medo e consternação nos corações desses espias? A palavra Anaque significa gigante, ou pescoço comprido. Estes eram uma raça de gigantes. Os anaquins eram conhecidos por sua grande altura. De fato, Golias e os gigantes filisteus nos dias de Davi provavelmente eram descendentes dos anaquins.
O Dicionário Bíblico de Easton nos diz que os anaquins tinham uma “aparência guerreira formidável.” Eles eram grandes, eram altos, eram fortes, eram guerreiros, eram assustadores, e foi isso que os espias encontraram quando chegaram a Hebrom.
Enquanto penso nos anaquins, os descendentes de Anaque, e em como os espias escolheram se concentrar no obstáculo em vez das promessas de Deus que estavam tão presentes ali em Hebrom, a pergunta vem à minha mente: “Estou me concentrando na minha vida hoje nos obstáculos ou nas promessas?”
E quanto a você? Enquanto você pensa na sua vida e no que está enfrentando neste dia, em qualquer estação da vida em que você possa estar, você está se concentrando nos obstáculos, nas barreiras, nos gigantes, ou está se concentrando nas promessas de Deus? Se você se concentrar nos gigantes, nos obstáculos, nas barreiras, você terá medo no seu coração. Veremos nos próximos episódios que foi exatamente isso que aconteceu com os filhos de Israel. Se você se concentrar nas promessas de Deus, o seu coração será cheio de fé. Em qual você está se concentrando?
Esta não é a última vez que ouvimos falar dos anaquins na história dos filhos de Israel. Quarenta e cinco anos depois, lemos sobre os anaquins novamente. Se possível, abra agora a sua Bíblia no livro de Josué capítulo 14, e veja a próxima vez que eles aparecem na história de Israel. Eu amo isso. Como Paul Harvey diria: “E agora você sabe o resto da história.” Aqui está o resto da história sobre os anaquins.
Josué capítulo 14, versículo 6: “Os filhos de Judá. . .” Perceba, isso é quarenta e cinco anos depois. Os filhos de Israel entraram na Terra Prometida — antes tarde do que nunca, certo? A próxima geração entrou. “Então os filhos de Judá chegaram a Josué.” E Calebe disse a Josué: “Eu tinha quarenta anos quando Moisés, servo do Senhor, me enviou de Cades-Barnéia para espiar a terra.” Ele está refletindo sobre o incidente que acabamos de ler. “Eu lhe relatei o que estava no meu coração.” (v. 7)
Então Moisés, naquele dia, jurou, dizendo: ‘Certamente a terra em que você pôs o pé será sua e de seus filhos, em herança perpétua, pois você perseverou em seguir o Senhor, meu Deus.’ (v. 9)
Calebe foi um dos dois — sendo Josué o outro — que escolheram se concentrar nas promessas em vez de nos gigantes, e Calebe olha para trás. Ele diz: “Quarenta e cinco anos atrás, Moisés me disse que porque eu tinha seguido ao Senhor, eu receberia esta terra como herança.”
E, agora, eis que o Senhor me conservou com vida, como prometeu. Quarenta e cinco anos se passaram desde que o Senhor falou essas palavras a Moisés, quando Israel ainda andava no deserto; e, agora, eis que estou com oitenta e cinco anos. Estou tão forte hoje como no dia em que Moisés me enviou. (vv. 10–11)
Eu amo esse versículo — oitenta e cinco anos, ainda sou tão forte quanto era aos quarenta. Isso é uma declaração de fé. A propósito, foi esse versículo que, ao longo dos anos, me levou a pedir ao Senhor, se for do agrado dele, que me deixe servi-Lo cheia de força e de todo o coração até eu ter oitenta e cinco anos. Meu sonho é morrer dormindo ao final dos meus oitenta e cinco anos. Eu entendo que o Senhor pode ter planos muito diferentes para mim, mas esse seria o desejo do meu coração.
[Calebe diz:] “A força que eu tinha naquele dia eu ainda tenho agora, tanto para combater na guerra como para fazer o que for necessário. Dê-me agora este monte de que o Senhor falou naquele dia, pois, naquele dia, você ouviu que lá estavam os anaquins [lá estão eles novamente, e ainda estão na terra de Israel quando Calebe está dizendo isso.], morando em cidades grandes e fortificadas. Se o Senhor Deus estiver comigo, poderei expulsá-los, como ele mesmo prometeu. Josué o abençoou e deu a cidade de Hebrom a Calebe, filho de Jefoné, para ser a herança dele. (vv. 11–13)
Então olhe o próximo capítulo, Josué 15, versículo 14. Eu amo este versículo. Aqui está o resto da história:
Dali Calebe expulsou os três filhos de Anaque: Sesai, Aimã e Talmai, gerados de Anaque.
Os mesmos que ele tinha visto quarenta e cinco anos antes e que tinham causado tanto medo no coração de seus companheiros, que tinham levado os filhos de Israel a não entrar e tomar a terra. Agora, quarenta e cinco anos depois, Calebe conquista esses mesmos anaquins aos oitenta e cinco anos.
Esta não é uma grande história? Eu amo tanto. Deus não tinha terminado. Deus ainda tinha algo a cumprir na vida de Calebe. É como se Calebe estivesse dizendo: “Deus, Tu tens assuntos inacabados aqui em Hebrom, aqui na Terra Prometida, e eu quero exercer fé e me unir a Ti para ver o Teu propósito cumprido.”
A propósito, nós temos algumas ouvintes mais velhas — algumas que têm oitenta e cinco anos ou mais. Recebi uma carta esta semana passada de uma mulher, acho que ela disse que estava na casa dos setenta anos, e que amava ouvir o Aviva Nossos Corações. Sou tão grata por esses exemplos mais velhos de fé e coragem.
Deixa eu te dizer uma coisa, se você tem oitenta e cinco ou setenta e cinco ou noventa e cinco, ou qualquer idade que seja, nunca é tarde demais para crer em Deus. Não é tarde demais para ser usada por Deus. Não é tarde demais para estar na batalha espiritual. Todas nós estamos na batalha espiritual. Até colocarmos os nossos pés nas praias do céu, ainda estaremos na batalha espiritual. Não desista e não diga: “Oh, é hora de a geração mais jovem guerrear.”
Deus pode ter uma batalha para você lutar aos oitenta e cinco anos. Pode não ser que você entre em alguma terra e conquiste algum inimigo, mas pode ser que você lute uma batalha de joelhos, que você esteja orando, que esteja clamando ao Senhor pela próxima geração e se engajando na guerra contra Satanás e suas forças.
Seja o que for para o que Deus te chamou, mantenha em mente as promessas de Deus. Apegue-se às Suas promessas. Exercite fé em vez de se concentrar nos gigantes ou nos obstáculos na terra.
Raquel: As promessas de Deus são poderosas. Nancy DeMoss Wolgemuth tem nos mostrado por quê, e ela voltará já já para orar.
Estou pronta para me concentrar mais nas promessas de Deus do que nas minhas circunstâncias depois de ouvir a mensagem de hoje.
Se esta série tem sido uma bênção para a sua vida, compartilhe o link deste episódio com uma amiga ou irmã que também possa ser edificada por esta mensagem.
Como a nossa querida ouvinte Esther compartilhou: “Que série tão especial, útil, informativa, educativa e fundamentada na Palavra de Deus! Louvo ao Senhor por este ministério e pela vida dessas irmãs, que foram chamadas por Deus para estudar e compartilhar o verdadeiro Evangelho.”
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Os gigantes que enfrentamos não estão apenas lá fora no mundo. Enfrentamos gigantes em nossos próprios corações quando nos concentramos nas nossas fraquezas. Nancy mostrará a você como mudar esse foco amanhã. Agora vamos orar.
Nancy: Minha querida irmã, antes de orar, eu gostaria de compartilhar com você uma super novidade! Em breve, o Calendário Aviva Nossos Corações 2027 estará disponível para acompanhar você ao longo de todo o ano com versículos bíblicos e palavras de encorajamento para fortalecer o seu coração e despertar ainda mais o seu amor pela Palavra de Deus.
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Agora, vamos orar! Pai, obrigada pelo incrível exemplo de Calebe e Josué e por como eles creram em Ti. Confesso que tantas vezes estou mais concentrada nos gigantes, nos obstáculos e nas barreiras. Ajuda-nos, diante dos gigantes, a lembrar das promessas e a confiar em Ti e a seguir em frente em Teu nome. Amém.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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