Raquel Anderson: Jacque Chislea passou muitos anos com raiva e amargura por causa das feridas em sua vida. Em certo momento ela foi desafiada a perceber que Deus poderia pegar aquela dor e usá-la para o bem.
Este é o Aviva Nossos Corações, com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam, na voz de Renata Santos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Quando a sua mente está cheia de mentiras, isso tem um grande efeito na maneira como você vive. Mas o oposto disso também é verdadeiro. Quando enchemos a nossa mente com a verdade, isso também tem um enorme efeito na maneira como vivemos.
Bem, uma querida ouvinte do Aviva Nossos Corações chamada Jacque aprendeu isso. Ela visitou uma gravação do Aviva Nossos Corações por volta da época em que estávamos nos preparando para o lançamento da versão mais recente do meu livro, …
Raquel Anderson: Jacque Chislea passou muitos anos com raiva e amargura por causa das feridas em sua vida. Em certo momento ela foi desafiada a perceber que Deus poderia pegar aquela dor e usá-la para o bem.
Este é o Aviva Nossos Corações, com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam, na voz de Renata Santos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Quando a sua mente está cheia de mentiras, isso tem um grande efeito na maneira como você vive. Mas o oposto disso também é verdadeiro. Quando enchemos a nossa mente com a verdade, isso também tem um enorme efeito na maneira como vivemos.
Bem, uma querida ouvinte do Aviva Nossos Corações chamada Jacque aprendeu isso. Ela visitou uma gravação do Aviva Nossos Corações por volta da época em que estávamos nos preparando para o lançamento da versão mais recente do meu livro, Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta.
Anos atrás, Deus usou a versão original de Mentiras em que as mulheres acreditam para transformar a vida dessa mulher. Eu tinha ouvido partes da história dela, e era tão poderosa que eu quis que ela a compartilhasse com nossas ouvintes do Aviva Nossos Corações. Vamos ouvir enquanto Dannah Gresh, na voz de Raquel Anderson, conversa com Jacque sobre o perigo das mentiras e o poder da verdade.
Raquel: Bem, Jacque, estou ansiosa para ouvir um pouco da sua história. Pensei que talvez pudéssemos começar do início. Conte-nos um pouco sobre o seu relacionamento com seus pais enquanto crescia em casa, como isso era para você.
Jacque Chislea: Fui criada por uma mãe solteira. Eu quase a chamaria, naquela época, de uma mulher liberal, com fortes inclinações para o feminismo. Meus pais se divorciaram quando eu ainda estava no ventre, então cresci sem pai. Portanto não tive um pai presente e vivi com uma mulher muito forte. Eu tinha um irmão. Meu pai era muito conhecido em nossa comunidade porque ele era o chefe de polícia da nossa cidade.
Só para dar a você uma noção da extensão da negligência dele, minha tia era assistente social. Meu pai estava se preparando para concorrer ao cargo de xerife da cidade, e ela foi até ele e disse: “Você sabe de uma coisa? Você negligenciou essas crianças. Você não as viu. Você não passou tempo com elas. Estou apenas pedindo que você passe algum tempo com elas. E, se você não fizer isso, vou procurar a mídia. Vou ao jornal local.”
Ele disse: “Então não vou concorrer mais ao cargo.” E ele fez isso. Minhas lembranças sempre giravam em torno da pergunta: “O que eu fiz para você me odiar tanto?”
Minha mãe não ficava muito em casa porque estava fazendo tudo o que podia para nos criar sozinha, portanto cresci com uma mãe que era uma trabalhadora incansável e muito firme em seus pontos de vista. Eu não a culpo por isso.
Recentemente, ela me ouviu — na verdade, leu algo que eu escrevi — e disse: “Estou tão envergonhada por você achar que não tinha ouvido o nome de Jesus até os vinte e dois anos.”
Eu disse: “Mamãe, eu nunca ouvi o nome de Jesus antes dos vinte e dois.”
E ela ficou tipo: “Ok, sim, você está certa.”
Mas o que ela fez foi me mostrar. Acho que ela conheceu Jesus em algum momento. Ela O conhece agora. Acho que ela tinha se afastado da igreja. Eu pude ver vislumbres dela sendo gentil com estranhos e ouvi-la ter esperança e fé, mas nunca soube em quê. E esse é o contexto de onde minhas mentiras começaram.
Raquel: E, Jacque, fale sobre como a ausência do seu pai, embora ele estivesse ali localmente, impactou você?
Jacque: Primeiro, a policial responsável pela escola do ensino médio em que estudei trabalhava para o meu pai. Ela amava meu pai. Ela dizia: “Ah, vi seu pai na TV.” Acho que ela não sabia que ele não tinha ligação conosco. Eu ouvia as pessoas falarem sobre esse grande homem, e eu o via na TV, e lia coisas no jornal, mas ele não fazia parte da minha vida.
Então acho que ele não estar presente me fez desejar homens de uma forma que não era saudável, e isso realmente afetou meu relacionamento com tudo.
Acho que a parte que realmente se conectou comigo no livro Mentiras foi: “Deus é como meu pai.” Lembro-me da primeira vez que li o Sumário, porque é isso que faço antes de começar em um livro, e pensei: “Oooo, se Ele for assim, acho que não preciso ler isso, porque não vai ser bom para mim.”
Raquel: Você não queria nada com esse Deus.
Jacque: Não. Eu não queria conhecê-Lo.
Raquel: Que tipo de impacto isso teve na sua visão dos homens em geral?
Jacque: Ah, não foi bom. Eu sem dúvida cresci aprendendo que não precisava de um homem porque minha mãe cuidava de tudo. E então, como eu não tinha a proteção de um pai, houve um abuso, algo super trágico aconteceu quando eu tinha nove anos. Acho que, se eu tivesse sido protegida por um pai, isso não teria acontecido. Esse foi um impacto que me assombrou até bem recentemente, quando consegui finalmente entregar completamente essa mentira ao Senhor.
Raquel: Olhando para trás, Jacque, você consegue dizer agora quais eram algumas dessas mentiras que foram colocadas em você pelo inimigo?
Jacque: Ah — com certeza que eu não era digna de ter um pai que me amasse. Que eu provavelmente não encontraria um homem que me amasse, e que, se encontrasse um homem, eu poderia resolver a maioria das coisas sozinha. Eu não precisaria depender ou confiar nele.
Raquel: E como isso a impactou. . . você e seu marido se conheceram em algum momento.
Jacque: Sim, nos conhecemos.
Raquel: Fale sobre isso.
Jacque: Ele é incrível, por sinal.
Raquel: E ele é. . .?
Jacque: O nome dele é Rich. Ele foi criado em uma fé diferente da qual ele meio que se afastou. Quando o conheci, eu não era cristã, e ele não se chamaria de cristão. Ficamos juntos por alguns anos, e foi um período muito tumultuado. Bem instável. Claro, porque não tínhamos uma base de fé, e não tínhamos entendimento de quem Cristo era e de como Ele deveria ser o centro de todo relacionamento. Então terminamos.
Eu estava na Flórida, e meu irmão, do nada, disse: “Ei, você precisa ir à igreja. Tenho ido a essa igreja, e aprendi sobre Jesus.”
Eu fiquei tipo: “Ótimo. Ok.” Eu amava muito meu irmão, então fui, e foi incrível, gente!
Tive fé imediata — fé imediata, assim que ouvi o Evangelho. Aprendi o que era a Bíblia. Comecei a escrever em um diário e a passar tempo com o Senhor. Eu escrevia páginas e páginas. Eu só queria contar tudo a Deus. Foi lindo.
Então voltei para Michigan, porque estava trabalhando no verão na Flórida, onde aprendi sobre Jesus e onde comecei a ler a Bíblia e a orar e a escrever. Voltei para casa, e Rich e eu acabamos nos encontrando, e ele disse: “Uau! Você está diferente!”
E eu disse: “Sim, estou.”
E ele disse: “Bom, acho que deveríamos voltar.”
E eu disse: “Antes de qualquer coisa, você precisa saber que agora sou cristã, e eu recomendaria muito que você lesse a Bíblia.”
E ele disse: “Ok. Posso ler uma Bíblia.” Ele leu em seis meses.
Raquel: Eita!
Jacque: Acabamos ficando juntos. Ele disse que queria se casar comigo. Planejamos nosso casamento em quatorze dias, porque tínhamos atado e desatado, e então decidimos: “Sabe de uma coisa? Vamos fazer isso.”
Mas o que aconteceu não foi tão bonito quanto você espera que seja quando se torna cristã. Acho que havia tantas mentiras que estavam constantemente em nossa vida, por vinte e dois anos. Estávamos começando a peneirar o que o cristianismo significava juntos como um casal novo, como um casal recém-salvo sem mentores. E isso foi um grande desafio.
Raquel: Então, chegar a Cristo não significa que você tinha todas as respostas.
Jacque: Ah, não! Eu queria conhecer Cristo. Ele queria conhecer Cristo. Mas nossos caminhos eram tão diferentes. Ele meio que seguiu o caminho da autojustiça — e ele admitiria isso. E eu estava apenas na Palavra e ouvindo Alistair Begg, ou quem quer que fosse, na rádio, e tentando descobrir o máximo que podia por conta própria.
Raquel: Enquanto você absorvia tudo isso, parece que você estava desenvolvendo um relacionamento íntimo, profundo com Jesus. Como isso se manifestou quando você aplicou isso na sua vida?
Jacque: Não muito bem, era quase que compartimentalizado, porque eu cresci tão desconectada de tudo isso. Na verdade, na igreja — meu marido e eu começamos a frequentar uma igreja juntos — havia um livro que estávamos lendo chamado Decisões, Decisões. Nem sei quem é o autor, mas acho que foi um livro que me fez pensar: Uau! Preciso aprender tudo de novo, porque tudo o que aprendi até agora foi uma mentira.
Mas, novamente, eu não tinha um mentor ou alguém para me mostrar o caminho. Mesmo nessa igreja em que estive por anos, era muito baseada em regras. Eu não ouvi sobre graça até provavelmente ler o livro Mentiras em que as mulheres acreditam. Eu não entendia o que era graça. Eu não entendia que havia um inimigo à espreita. Eu não fazia ideia! Então Mentiras foi o catalisador.
Raquel: E como esse livro cruzou o seu caminho?
Jacque: Bem, passei quatorze anos após o momento da salvação até me tornar uma discípula de Cristo. Eu diria que foram quatorze anos vagando sem um mentor, sem alguém me mostrando exatamente o que fazer em seguida — ou talvez nem exatamente, mas algumas ideias do que fazer em seguida. Eu não ouvi falar sobre oração até anos depois, e isso é tão básico.
Estávamos chegando ao fim do nosso tempo com essa igreja. Parecia que os presbíteros estavam tentando se livrar do pastor por uma questão que não era uma questão de pecado. E ficamos muito confusos com isso. Na sabedoria do meu marido, ele disse: “Sabe de uma coisa? Acho que é hora de sairmos.” Meu marido tinha sido presbítero no conselho. Houve muita oração antes de decidirmos que precisávamos sair.
Mas antes de decidirmos sair, fiz mais um estudo bíblico, e esse estudo foi Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta.
Fiquei muito grata por tentar perseverar aquele último pedacinho ali, porque naquele livro estava a mulher de Tito 2 que eu estava procurando e ali encontrei alguém para me guiar e me ajudar a entender que há um inimigo, mas Deus — mas Deus — é muito mais poderoso.
E sabe de uma coisa? Ele te ama, e as coisas em que você está acreditando não são verdadeiras. Quero dizer, o livro dela ajudou a desmascarar vinte e dois anos de mentiras, e foi poderoso. Foi uma montanha-russa de emoções, e isso me fez aprender mais.
Lembro-me de que, em um dos capítulos, Nancy falou sobre a morte do pai dela. Foi tão repentina que ela não conseguiu se despedir. Mas ali ela disse que Deus é tão gracioso. E eu pensei: Do que ela está falando? Deus é gracioso? Ela não conseguiu se despedir, e isso é doloroso para uma menina que amava tanto o pai.
E foi como se, imediatamente, o Senhor tivesse esses pensamentos meio que passando pela minha mente: Será que poderia ser algo bom, uma bênção, eu não ter tido meu pai na minha vida? Será que as provações que enfrentei até agora poderiam ser boas?
Então comecei a pensar: Olha, o Senhor pediu a Abraão que sacrificasse Isaque, e isso é trágico. Isso é assustador como pai, eu imagino, mas ele foi obediente. E bem quando ele estava prestes a sacrificar Isaque, foi providenciado um carneiro no mato. Mas foi a obediência, Abraão estava disposto. . . eu não sei explicar, mas no meio disso tudo Deus se tornou essa pessoa linda em vez dessa pessoa que eu temia que pudesse ser como meu pai. Foi incrível. Incrível.
Raquel: Sim. E Deus chorou com você no meio desses sofrimentos e dores como uma menininha.
Jacque: Ele chorou!
Raquel: Ele não queria isso para você.
Jacque: Não.
Raquel: Mas Ele certamente é capaz de usar isso, e usa.
Jacque: Sim.
Raquel: Fale, Jacque, sobre algumas das outras mentiras que especificamente se destacaram para você no livro e as maneiras como Deus a libertou de algumas delas.
Jacque: Acho que uma das grandes para mim é esse ciclo de indignidade que continuou. Eu chamo de ciclo de indignidade porque penso em muitas amigas minhas que, ainda hoje, mesmo conhecendo Jesus, talvez não tenham essa conexão relacional com Ele, e há essa indignidade.
E isso vai descendo, e você começa a acreditar na mentira de que é indigna. Você se sente horrível porque acreditou nessa mentira: “Você é horrível porque é indigna.” Agora estamos acreditando em uma nova mentira. Quero dizer, isso simplesmente vai — whosh!
E com a vergonha, a culpa e a indignidade, o que acontece é que você tem esse roteiro rodando na sua vida de pensamentos constantemente, dizendo qualquer que seja a mentira — que você é feia, que você é. . . mas para mim, era a indignidade.
Raquel: E hoje você acredita. . .?
Jacque: Que o fruto do Espírito me diz que devo ter domínio próprio, e devo ser amorosa, bondosa e mansa. Acho que, uma vez que você entra na Palavra e começa a perceber essas verdades, você se torna uma nova criatura em Cristo e continua a lavar-se com a Palavra em vez de acreditar nessas mentiras. Nossa, isso muda a vida. É transformador.
E esse é o propósito do Evangelho, não é? Ser renovado e transformado.
Raquel: Sim. Fale um pouco sobre as dores do seu passado e como você começou a reconciliar algumas delas, até mesmo com aquele agressor quando você era menina.
Jacque: Foi interessante, e somente pela graça de Deus — somente pela graça de Deus — é possível perdoar alguém que te feriu tão profundamente.
Então, de alguma forma ou outra, acho que o Senhor me ensinou sobre perdão e me ajudou a ver que o tormento em que eu estava, na minha mente, em primeiro lugar, era porque eu não estava sendo. . . acho que o Senhor me ajudou a entender que aquele homem, se ele não conhece Jesus. . . isso é assustador para mim.
Perdoá-lo foi uma coisa, mas depois tive compaixão dele. Não vou dizer que sou super espiritual, mas comecei a interceder pelo homem. O que fiz foi perdoá-lo, e tive compaixão. Lembro-me de pensar: Alguém precisa dizer a ele, porque eu não podia fazê-lo. (Eu sabia que meu limite era não chegar perto daquele homem.) “Mas alguém precisa dizer a ele que, se não se arrepender dos seus caminhos, não vai ser bom.”
Acho que poder expressar o meu perdão pelo meu agressor foi tão curador. Tão libertador.
O Senhor me deu isso alguns anos atrás em Lucas 22.31, onde Ele disse: “Simão, Simão, eis que Satanás pediu para peneirar vocês como trigo! Eu, porém, orei por você, para que a sua fé não desfaleça. E você, quando voltar para mim, fortaleça os seus irmãos.”
Eu acreditei que o Senhor estava me dizendo naquela situação — talvez não audivelmente — que todos nós vamos passar por provações, mas que, porque Ele faz com que todas as coisas cooperem para o bem, Ele as usará para nos ajudar a fortalecer nossas irmãs ou nossos irmãos em Cristo. E eu acho que, para mim, essa tem sido a minha jornada.
Isso aconteceu comigo para um bom propósito, com o propósito de trazer glória e honra ao Senhor, porque Jesus chorou comigo quando eu estava sendo ferida, mas Jesus será glorificado por meio da redenção disso.
Raquel: Ele está redimindo as cinzas.
Jacque: E acho que, quando as mulheres ouvem que eu consigo perdoá-lo por ter feito isso comigo, elas percebem que têm poder, pela graça do Senhor, para fazer o mesmo. Vocês têm autoridade para fazer isso.
Raquel: Sim. Jacque, fale sobre o que você diria às mulheres na igreja hoje. Você veio a Cristo e depois disse que, por quatorze anos, estava crescendo na Palavra e no seu amor por Jesus, mas não havia mentoria, nem discipulado acontecendo de forma intencional. O que você diria às mulheres hoje que se perguntam se alguém realmente se interessa por esse tipo de coisa ou que sentem que não têm nada a oferecer?
Jacque: Sim. Eu diria, obviamente, que essa é outra mentira do maligno. O discipulado é fundamental. Acho que, porque temos provações e porque temos uma história, precisamos compartilhar isso umas com as outras. Mas precisamos permanecer na Palavra e garantir que temos uma doutrina sólida, porque, se não tivermos uma doutrina sólida, não vamos ajudar outras mulheres.
Eu estive em Houston por alguns anos, e o Senhor colocou em meu coração o fato de que talvez eu precisasse reunir todas as informações que aprendi, que Ele me ensinou ao longo daqueles quatorze anos, e organizar algo para que, quando eu encontrasse uma nova convertida (meu coração é voltado para cristãs jovens), eu tivesse algo para ensiná-las.
E eu diria: mulheres, mulheres mais velhas, vocês precisam investir nas mais jovens, porque elas precisam disso. Nós precisamos disso.
Raquel: Nós precisamos.
Jacque: Se alguém está investindo em você, invista em outra pessoa. É uma linda linha até Cristo. Então eu invisto na minha filhinha, e ela investe em alguém no ônibus escolar. E é tipo: “Isso é bom. É assim que deve ser.”
Raquel: Isso é muito bom.
Jacque: Acho que é muito importante — mulheres mais experientes, por favor, por favor, procurem alguém mais jovem do que vocês, porque as chances são de que elas precisam de vocês. Nós precisamos muito de vocês.
Raquel: Sim. Amém.
O que você espera que o Senhor faça com Mentiras em que as mulheres acreditam?
Jacque: Espero que quebre maldições geracionais.
Raquel: Amém.
Jacque: Oro para que nem mais uma mulher precise se sentir indigna ou não amada, porque temos um Deus que nos ama tanto. Ele é um Ser relacional, íntimo e belo.
Raquel: Amém.
Jacque, por que uma mulher deveria comprar este livro? Por que você encorajaria uma amiga a comprá-lo?
Jacque: Acho que as mulheres deveriam comprar Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta porque, em primeiro lugar, se nunca tiveram o exemplo de uma mulher de Tito 2, elas vão querer ver as verdades para as quais Nancy nos aponta.
Ela sempre aponta para Jesus. Ela sempre aponta para a Palavra de Deus. E isso é diferente de muitos estudos bíblicos, e eu amo isso.
Se elas não conhecem muito da verdade, este seria um ótimo caminho. Se nunca abriram uma Bíblia, este seria um ótimo jeito de aprender sobre algumas dessas verdades que enfrentamos em nossa cultura e que podem ser uma espécie de porta dos fundos para alguém.
Outro razão pode ser: se você é uma cristã madura e acha que não está acreditando em mentiras, isso rapidamente vai se tornar uma realidade e uma verdade para você. Você está acreditando em alguma mentira. Vamos apenas descobrir qual é, para que você possa honrar e servir ao Senhor sem essa mentira.
E por fim, acho que qualquer pessoa pode extrair ensinamentos deste livro e perceber a verdade por meio dele. Ele foi um catalisador na minha vida. Foi um divisor de águas absoluto para mim. Eu tinha a Palavra de Deus, mas o que Nancy faz é conectar os pontos, acredito eu. Ela fala sobre uma mentira, mas depois lhe dá a Escritura para sustentar a verdade, e isso é lindo. Isso é necessário. Isso é. . .
Raquel: . . .transformador de vida.
Jacque: Isso transforma a vida.
Raquel: Jacque Chislea tem oferecido esperança a todas que estão se sentindo feridas e desapontadas. O Senhor usou o livro de Nancy, Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta, para dar essa esperança a Jacque. E Dannah Gresh tem ajudado Jacque a contar sua história.
Nancy, a história de hoje oferece um poderoso exemplo do que o Aviva Nossos Corações representa.
Nancy: Fiquei profundamente tocada quando ouvi a história de Jacque pela primeira vez, e continuo tocada. Hoje, depois de quase vinte anos de ministério, por que ainda continuamos tão apaixonadas por continuar espalhando a verdade bíblica dia após dia aqui no Aviva Nossos Corações? Bem, é porque ainda existem muitas mulheres como Jacque que caíram em mentiras. Elas não estão experimentando a vida da maneira como Deus a projetou.
Raquel: Como estamos ouvindo hoje, e ouviremos novamente amanhã, a história de Jacque nos mostra o poder da verdade para transformar uma vida. Não podemos falar com mulheres como Jacque sem a ajuda de nossas ouvintes que desejam se envolver em espalhar a verdade e resgatar mulheres da escravidão.
Nancy: É isso mesmo. Nossas ouvintes, por meio de suas orações e do apoio financeiro a este ministério, nos ajudam a espalhar essa verdade transformadora de vidas para mulheres ao redor do mundo. Temos visto o Senhor transformar — e afirmo, transformar completamente, de dentro para fora — inúmeras vidas, à medida que mulheres experimentam liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Uma querida ouvinte escreveu o seguinte:
Eu amo ouvir, aprender e crescer mais perto de Cristo com a ajuda do Aviva Nossos Corações. Quero ser usada para apontar outras pessoas para Cristo. Com a ajuda dele, acredito que serei. Obrigada por serem uma parte tão importante da minha jornada de fé.
Tenho ouvido histórias desse tipo e lido mensagens assim há décadas, e isso nunca perde a graça! Nunca deixa de me maravilhar que tenhamos o privilégio, a alegria de trabalhar ao lado do Rei do universo para impactar a vida de mulheres.
Raquel: Talvez você esteja ouvindo hoje, e o Senhor esteja movendo o seu coração a dar um passo e contribuir com este ministério. Talvez você tenha sido uma apoiadora fiel do Aviva Nossos Corações e louvamos a Deus por sua vida. Caso você tenha o desejo de se tornar parte ativa do que o Senhor tem feito na vida de tantas mulheres no Brasil e ao redor do mundo, visite o nosso site considere fazer uma doação única ou se tornar uma apoiadora mensal.
Acesse avivanossoscoracoes.com para informações de como fazer a sua doação.
Nancy: Obrigada, Raquel. E obrigada pelo seu apoio ao ministério.
Agora, você já se identificou com esses sentimentos da nossa convidada, Jacque?
Jacque: Eu era uma pessoa tão irada, volátil e rude, e eu esperava que todo mundo simplesmente lidasse com isso. “Olha, eu fui ferida. Fui injustiçada. E tenho o direito de atacar.”
Nancy: Amanhã, descubra como o Senhor começou a mudar a atitude de Jacque.
Raquel: Agora, para encerrar nosso tempo, aqui está Nancy:
Nancy: “O Espírito do Senhor está sobre mim.” Talvez você se lembre que esta é uma profecia do Antigo Testamento sobre o Messias, Cristo. Jesus citaria isso mais tarde em Seu ministério nos Evangelhos.
“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos pobres.” Ele me enviou” — este é Jesus vindo para a cruz, aliás — “enviou-me”, Ele está dizendo, “a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados, a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus.”
Juízo e salvação caminham juntos por todas as Escrituras. Vemos esses dois conceitos correndo em trilhos paralelos — “a consolar todos os que choram e a pôr sobre os que choram em Sião uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria em vez de pranto, manto de louvor em vez de espírito angustiado. Eles serão chamados carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória.” (Is. 61.1–3)
Portanto, esse é o ministério de Jesus em nossas vidas, e esse é o ministério do Espírito em nós e por meio de nós aos outros. À medida que recebemos essa graça, deixamos que Ele nos dê essa beleza, essa alegria, esse louvor, para nos tornar um carvalho de justiça, para que Ele seja glorificado em nós e para que Ele possa fazer essa mesma obra em outras. E isso continua, continua e continua, e nós experimentamos um pouco disso — muito disso — hoje, de uma forma tão doce.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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