Raquel Anderson: Kim Wagner diz que quando você é transformada pelo poder do Evangelho, você pode causar um grande impacto nas pessoas ao seu redor.
Kim Wagner: Quando esse tipo de transformação acontece e começa a impactar toda uma nação e uma cultura, as pessoas saberão que o nosso Deus é Deus. É por isso que eu fico tão empolgada com isso, porque eu quero que as pessoas saibam que Deus é Deus. Ele é quem Ele diz ser. Ele é poderoso. Ele é capaz de transformar. A Sua Palavra é a verdade. E a cultura saberá disso.
Raquel: Este é o podcast do Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mulheres atraentes adornadas por Cristo, na voz de Renata Santos.
As verdades fundamentais em que você acredita influenciarão todos os aspectos de sua vida. Quando o Aviva Nossos Corações estava elaborando o Manifesto …
Raquel Anderson: Kim Wagner diz que quando você é transformada pelo poder do Evangelho, você pode causar um grande impacto nas pessoas ao seu redor.
Kim Wagner: Quando esse tipo de transformação acontece e começa a impactar toda uma nação e uma cultura, as pessoas saberão que o nosso Deus é Deus. É por isso que eu fico tão empolgada com isso, porque eu quero que as pessoas saibam que Deus é Deus. Ele é quem Ele diz ser. Ele é poderoso. Ele é capaz de transformar. A Sua Palavra é a verdade. E a cultura saberá disso.
Raquel: Este é o podcast do Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mulheres atraentes adornadas por Cristo, na voz de Renata Santos.
As verdades fundamentais em que você acredita influenciarão todos os aspectos de sua vida. Quando o Aviva Nossos Corações estava elaborando o Manifesto da Mulher Verdadeira, começamos com verdades fundamentais. Nancy tem ensinado sobre essas verdades em uma série chamada Fundamentos do Manifesto da Mulher Verdadeira. Hoje desejamos fazer uma pausa e refletir sobre essas verdades fundamentais com as esposas de pastores, Holly Elliff e Kim Wagner.
Aqui está Nancy para iniciar essa conversa.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Kim e Holly, ao me preparar para ensinar esta série sobre o Manifesto da Mulher Verdadeira, e ao ensiná-la de forma efetiva, vieram à tona muitas lembranças da conferência Mulher Verdadeira ’08 quando este documento foi lançado pela primeira vez.
Acredito que o que isso significou para todas nós, foi a constatação de que: “Você não está sozinha nesta jornada. Há outras mulheres!” Sim, nós somos fracas; sim, somos poucas, em comparação com o mundo inteiro lá fora. Depois que saímos da conferência, percebemos na blogosfera o quão contracultural isso é. Mas foi marcante perceber que naquele lugar havia muitas mulheres representando muitas outras pelo mundo afora, que realmente tinham um coração voltado para a verdade e apenas precisavam de encorajamento e coragem para proclamá-la e para vivê-la.
Isso foi algo profundamente tocante para mim. Foi quando percebi que não se tratava apenas de Nancy, Kim e Holly e algumas poucas de nós. Deus está levantando um exército de mulheres — que ainda são um remanescente, definitivamente uma minoria — mas que amam a Deus, o Seu reino e, por mais que sejamos falhas e frágeis, realmente queremos que as nossas vidas façam a diferença.
Sei que este documento é só um resumo daquilo que a Palavra de Deus ensinou para muitas mulheres ali presentes, mas não posso deixar de me perguntar quantas delas nunca viram isso sendo vivido de maneira significativa.
Kim: Verdade. Considero isso muito útil. Enquanto você estava ensinando essa série, tivemos contato com uma ouvinte que disse: “Eu era uma feminazi antes de conhecer o Aviva Nossos Corações, mas eu nem sabia”.
Durante a minha juventude, eu amava o Senhor. Eu amava a Sua Palavra, mas não conseguia enxergar o que significava ser uma mulher bíblica. Acho que até mesmo ouvir termos como esse era um desestímulo para mim porque eu imaginava mulheres fracas que gostavam de coisas cheias de babados.
Eu apreciei demais a maneira como John Piper, em sua mensagem, destacou a verdade. Esta é a verdade: teologia fraca produz mulheres fracas, e que realmente viver a verdade da Palavra de Deus exige grande força de caráter, exige grande resistência e perseverança, negação de si mesma, coragem e inteligência.
Holly: Acho que parte do “burburinho”, como diria Mary Kassian, que veio da Mulher Verdadeira é que mulheres mais jovens, que talvez tivessem a mesma impressão que eu tinha na juventude sobre a feminilidade bíblica, estão percebendo que não se trata de ser uma mulher moldada em um estereótipo rígido. Trata-se de ser quem fui chamada para ser como mulher sob a autoridade de Deus, crendo que a Palavra de Deus é a verdade.
Isso vai se manifestar na minha vida de maneira diferente do que na vida de outra pessoa, mas eu estou afirmando que serei a mulher que Deus me chamou para ser, e que isso não serão apenas as palavras naquele pedaço de papel. Será um estilo de vida.
Acho que parte do que vimos na conferência Mulher Verdadeira é que as mulheres começam a perceber que se trata de um chamado de vida que afetará as futuras gerações.
Nancy: Nós temos dito que, como mulheres cristãs, “Desejamos honrar a Deus vivendo vidas contraculturais que refletem a beleza de Cristo e do Seu Evangelho ao nosso mundo”. Eu acho isso inspirador, motivador. Acho que isso proporciona uma visão, mas como isso se traduzirá na prática?
Somos mulheres em diferentes estações da vida, — e não há como esgotarmos o assunto porque as mulheres são diferentes — mas quais seriam algumas das maneiras práticas pelas quais uma mulher poderia refletir a beleza de Cristo e do Seu Evangelho ao nosso mundo?
Vamos tirar o foco do discurso teológico, que é o fundamento, e levar o assunto para a prática. Vocês são mulheres em diferentes estações da vida, e ministram às mulheres. Poderiam nos dar alguns exemplos de como isso pode se manifestar na prática para as mulheres?
Kim: Significa fazer escolhas difíceis e duras de acordo com as Escrituras. Para mim — e já compartilhei isso antes no Aviva Nossos Corações — trata-se de ir além de apenas contemplar as Escrituras ou ter conhecimento intelectual delas. É aplicar esses princípios no lar, na forma como trato meu marido e meus filhos. Já compartilhei como, nos primeiros anos de casamento, por ser uma mulher tão forte, cheia de opiniões, eu expressava aquilo em que acreditava de maneira muito dogmática, sem aplicar muitos dos aspectos santificadores da verdade bíblica — amabilidade, mansidão, bondade. . .
Nancy: Tudo isso faz diferença na maneira como expressamos essas opiniões.
Kim: Faz.
Holly: Transformação é a palavra que vem à mente quando pensamos não apenas na Conferência Mulher Verdadeira e no seu lançamento, mas na realidade do que precisa acontecer agora que essas verdades foram estabelecidas. Não é somente uma questão de colocar a minha assinatura em algo, mas é viver. É algo que escolho praticar dentro das paredes do meu lar, de forma que, quer eu esteja em uma Conferência Mulher Verdadeira ou em minha casa, minha vida permaneça a mesma. Não é que estamos vivendo nessa bolha da Mulher Verdadeira. . .
Nancy: . . .vamos começar a oferecer essas tais “bolhas Mulher Verdadeira”.
Holly: Se houvesse uma, eu gostaria de adquirir.
Nancy: Você nunca vai ter uma com todos esses filhos e netos.
Holly: Eu sei, mas a implicação disso é que, enquanto vivemos a vida cotidiana, assim como a nossa vizinha que não conhece a Deus e que talvez enfrente as mesmas dificuldades, temos uma perspectiva diferente pela qual enxergamos a vida. Isso afeta as escolhas que fazemos; afeta como nos relacionamos umas com as outras, como nos relacionamos com essa vizinha. A vida que vivemos diante das pessoas é o exemplo da vida de Cristo que Deus deseja que tenhamos.
Kim: Nossas vizinhas que ainda não conhecem a Deus deveriam ser capazes de observar as nossas vidas e dizer: “Eu sei que ela ama o marido pela forma como o trata. Eu sei que ela é intencional no amor e na educação de seus filhos”. Elas devem ser capazes de observar e reconhecer essas coisas em nós para que sejamos um testemunho do poder de Cristo.
Nancy: Isso é interessante. Recentemente, ao enfrentar pressões e circunstâncias que estavam fora do meu controle, me peguei me perguntando: “Em que a minha reação a esta situação é diferente da reação de uma mulher que não conhece o Senhor?”
Kim: Deveria ser diferente.
Nancy: Deveria ser, mas muitas vezes não é. É aí que este Manifesto, este documento, me chama de volta àqueles fundamentos. Não é que algo neste Manifesto seja diferente do que está nas Escrituras. É que ele me chama de volta àqueles marcos, à soberania de Deus, àquele tema do governante soberano que temos repetido várias vezes nesta primeira parte.
Se aconselharmos nossos corações de acordo com essa verdade, de que Ele é Deus e nós não somos; de que Ele tem o direito de tomar a decisão final, então isso vai afetar a maneira como eu lido com o estresse, a tristeza, as más notícias e, inclusive, com as boas notícias também. Muitas vezes eu me vejo reagindo de maneiras tão naturais em vez de sobrenaturais, e é aí que eu digo: “Esse não é um comportamento de uma mulher verdadeira. Esse não é um comportamento de uma verdadeira filha de Deus. Qualquer pessoa no mundo responderia naturalmente desta forma se não possuísse o poder de Deus e a Palavra de Deus, recursos que eu possuo e que me permitem reagir de maneira diferente”.
Holly: Nenhuma de nós será uma mulher perfeita, mas devemos ser mulheres que buscam consistentemente assemelhar-se mais a Cristo. Quanto mais vivemos, mais avançamos em nossas vidas em cada estação, para que Deus seja cada vez mais glorificado enquanto vivemos. Isso é parte do propósito da nossa existência — sermos conformadas à imagem de Cristo é o motivo pelo qual ainda estamos aqui na terra.
Nancy: O que temos dito nesta série até agora é que mulheres que foram transformadas pelo poder do Evangelho podem, elas mesmas, se tornar transformadoras.
Sonhem comigo por alguns minutos e vamos imaginar qual seria o impacto de um exército de mulheres verdadeiras em suas comunidades, em seus lares, em sua cultura, perante as trevas, o paganismo, o pensamento equivocado. Que diferença poderia fazer esse grupo, esse remanescente de mulheres verdadeiras? Como isso seria?
Kim:
- Casamentos duradouros
- Casamentos frutíferos e felizes
- Pessoas vivendo com propósito em suas vidas
- Solteiras vivendo com propósito real e servindo aos outros
- Igrejas que são faróis para sua comunidade
- Pessoas de integridade, cheias de graça, que mantêm a sua palavra
- Lares profundamente impactados pelas esposas ou mães
Nancy: É realmente a mulher que dita o tom.
Kim: Quando esse tipo de transformação acontece e começa a impactar toda uma nação e cultura, as pessoas saberão que o nosso Deus é Deus. É por isso que eu fico tão empolgada com isso, porque eu quero que as pessoas saibam que Deus é Deus. Ele é quem Ele é exatamente quem afirma ser. Ele é poderoso. Ele é capaz de transformar. A Sua Palavra é verdade. E a cultura saberá disso.
Nancy: E, atualmente, são os ateus que estão prevalecendo. São eles que estão vendendo livros e obtendo atenção das audiências. A falta de distinção entre cristãos e não cristãos não é porque os não cristãos estão começando a agir mais como os cristãos. É porque os cristãos estão começando a agir mais como não cristãos.
Kim: Como se o nosso Deus não tivesse poder. Como se Ele não fosse capaz de transformar. E, no entanto, Ele é. Mas os cristãos não estão se submetendo a esse poder.
Holly: E eu acho que parte disso é educação e parte disso é reconhecer o inimigo. Por termos cedido terreno por tantos anos, e dada a crescente escuridão, eu realmente acredito que cristãos que escolhem andar segundo Cristo, ser controlados por Ele, invocar o nome de Cristo e viver de acordo com a Sua Palavra, agora têm mais oportunidade do que nunca de parecerem diferentes da cultura.
Então, se estamos fazendo essas escolhas, não podemos viver na escuridão que se tornará cada vez mais presente. Não acho que isso signifique que tenhamos que andar por aí deprimidas. Mas acho que significa que temos que nos reconhecer como um exército, como aquelas chamadas por Deus para viver. As Escrituras dizem que somos como estrangeiras espalhadas. Deus nos plantou onde estamos para que possamos nos tornar sal e luz, e parecer sal e luz.
Acho que é isso que me traz encorajamento. Acho que as mulheres estão reconhecendo o fato de que não podem manter o status quo em nossa cultura atual. Viver apenas como uma pessoa legal e nominal, não é suficiente porque os riscos são mais elevados hoje do que jamais foram.
Nancy: Penso que precisamos ser honestas o suficiente para dizer que muitas de nós, como mulheres cristãs, nem sequer temos vivido como mulheres cristãs exemplares. Há muitos padrões que o mundo adotou que os cristãos também adotaram. Por exemplo, pense na grosseria das mulheres hoje — na mídia, em público, o falar insolente, apenas expressando o que vem à mente sem qualquer domínio próprio sobre a língua.
Quer dizer, quantas de nós lutamos contra o desafio de controlar as próprias línguas? E quantas mulheres cristãs ouvimos fofocando, desabafando? Com que frequência eu mesma faço isso? Então, de certo modo, não apenas deixamos de ser luz, como nos tornamos semelhantes à escuridão.
Kim, você fala sobre casamentos duradouros e pessoas permanecendo fiéis em seus casamentos. Bem, eu não sei se as pessoas ficam tão impressionadas quando um casamento se mantém unido sob a aparência de um marido perfeito, embora todas saibamos que tal coisa não existe. Holly, você acha que o seu é perfeito.
As pessoas estão observando vocês.
Kim: Eu não sei se usaria a palavra perfeito.
Holly: Perfeito para nós.
Kim: Porque, fala sério, a pressão de ser casada com um homem perfeito; eu não consigo imaginar.
Holly: Sou grata. Ele é um homem maravilhoso.
Nancy: Mas alguém poderia olhar para seus maridos, Holly ou Kim, e dizer: “Se ele fosse o meu marido, certamente eu conseguiria ser fiel a ele”. Mas o que as deixa impressionadas é quando seu marido toma uma decisão que não é sábia e que tem repercussões para sua família, e você não o repreende por isso. Você recorre ao Senhor e pede que Ele intervenha. Você lida com as coisas com um espírito humilde e manso em vez de agressão verbal. Isso é viver de maneira contracultural.
Holly: Uma mulher que é governada pelo Espírito de Deus. Estou me lembrando de uma moça em nossa igreja que fez uma cirurgia esta semana. Fui visitá-la. Ela ainda estava sob efeito da anestesia, não conseguia abrir os olhos nem mover qualquer parte do corpo. Mas enquanto conversávamos com o marido dela, ela citava as Escrituras. Ela conseguia, de certo modo, compreender a nossa conversa. Vez ou outra, quando o marido dizia algo, ela respondia: "Ah, mas Deus é tão bom. Veja o que Ele fez".
Ela não conseguia abrir os olhos. Sua voz estava estranha, mas o que estava em seu interior estava fluindo. Ela passou por circunstâncias muito difíceis buscando o Senhor por vários anos. E agora, isso faz parte da essência de quem ela é. Mesmo em um momento em que ela não estava totalmente consciente, era isso que fluía dela.
É isso que faz meu coração vibrar. Temos a oportunidade como mulheres de sermos tão governadas pelo Espírito de Deus que, não importa em que circunstância estejamos, o próprio Deus pode transbordar de nós para todos que encontramos — aqueles que tocamos, aqueles com quem nos deparamos. O que eles encontrarão não seremos nós, mas será Cristo.
Quando isso acontecer, Deus será liberado nesta nação, no mundo, para realizar o que deseja em todos os lugares por onde passarmos.
Não se trata apenas de uma mulher decidir parecer de determinada maneira ou soar de determinada maneira. Trata-se de uma mulher acessar aquilo que Deus reservou na eternidade para que isso se torne realidade na terra.
Nancy: Holly, isso realmente nos leva de volta ao ponto de partida e ao que precisamos sustentar até o fim: o nosso relacionamento pessoal com o Senhor. Este não é um estilo de vida que somos chamadas a viver à parte dele. Não é um estilo de vida que podemos viver separadas dele.
Eu odiaria pensar que mulheres pudessem ouvir estes podcasts ou pegar este Manifesto para lê-lo, memorizá-lo e estudá-lo e então dizer: “Vou ser uma mulher verdadeira ainda que isso me custe a vida". E, de fato, poderia custar.
Holly: Sem Cristo, isso nos destruiria.
Nancy: Porque nós, separadas de Cristo, não temos poder para viver esta vida. É a vida de Cristo que precisa ser vivida em nós. E o ponto de partida reside em nosso relacionamento com Ele. Temos falado sobre refletir ao mundo a beleza e a maravilha de quem Cristo é. Bem, o que é um reflexo? Sabemos que a lua não produz luz própria. Olhamos para ela no céu à noite, achamos ela linda e dizemos: “Que lua cheia maravilhosa!” Mas a lua não possui luz. O que ela está fazendo? Está refletindo a luz do sol.
Ser uma mulher verdadeira de Deus que reflete a beleza de Cristo e Seus caminhos, requer que vivamos na presença de Deus, que reflitamos a Sua beleza. Isso significa que temos que estar olhando para Ele. Temos que estar focadas nele. Se eu estiver olhando, focada, obcecada pelos programas, estilos, pensamentos, filosofias deste mundo, é isso que vou refletir.
Kim: Se eu estiver focada nos problemas do meu casamento, na situação econômica, nas circunstâncias ao meu redor. . . é por isso que Hebreus 12 é tão importante - “Fixemos os olhos em Jesus”. Essa é a resposta.
Nancy: E eu penso naquele versículo em 2 Coríntios 3.
Todas nós, com o rosto descoberto, contemplando como em um espelho a glória do Senhor, somos transformadas [transfiguradas é a palavra] na mesma imagem de glória em glória pelo Espírito do Senhor. (v. 18, parafraseado)
Holly: E isso é algo que de modo algum podemos fazer sozinhas. Primeiro, temos que ter certeza de que estamos em um relacionamento com Cristo, que houve um momento em nossas vidas em que nos achegamos a Ele e dissemos: “Eu não posso governar minha própria vida. Eu nem quero isso. Quero colocar minha vida aos pés de Cristo. Senhor, toma o Teu lugar. Toma o controle. Perdoa o meu pecado. Faz por mim o que fizeste por milhões de outros e me concede uma nova vida, porque a que tenho, eu tenho vivido na minha própria força, não posso viver minha vida sozinha”.
Tornar-se filha de Deus para que, então, tenhamos a capacidade de acessar tudo o que Ele já preparou para nós e a capacidade de viver esta vida, não porque a vestimos como um manto, mas porque, de dentro para fora, refletimos a Cristo.
Nancy: Talvez o que Holly acaba de compartilhar reflita o seu coração enquanto você ouve esta série. Talvez você esteja ouvindo o Aviva Nossos Corações há muito tempo, ou talvez seja uma nova ouvinte. Mas você percebeu que não tem esse tipo de relacionamento com Cristo.
Qualquer outra coisa de que falamos no Aviva Nossos Corações não fará muito sentido para você e, certamente, você não conseguirá viver desta forma até que se achegue a Cristo exatamente como está e diga: “Eu preciso de Ti. Sou pecadora. Preciso de um Salvador”.
Então, ainda hoje, arrependa-se dos seus pecados. Creia no Evangelho. Coloque a sua fé em Jesus Cristo. Deixe que Ele entre em sua vida, assuma o controle e comece o processo de transformá-la em uma mulher verdadeira de Deus. Se é isso que Deus tem falado com você hoje e você está respondendo a Ele em seu coração, onde quer que esteja agora — em seu carro, em seu local de trabalho, em sua casa, ouvindo no seu fone, lendo esta transcrição na Internet — deixe-me encorajá-la, se você disse: “Sim, Senhor”, entre em contato conosco em contato@avivanossoscoracoes.com.
Conte-nos se Deus atraiu seu coração, se Ele trouxe convicção e a conduziu à fé em Cristo. Gostaríamos de nos alegrar com você e fornecer recursos que a encorajarão em sua caminhada com o Senhor.
E agora, apenas uma palavra ao que pode ser verdade para muitas de nossas ouvintes que, embora tenham um relacionamento com Cristo, estão tentando viver uma vida que não conseguem viver, separadas do Espírito de Deus. Deixe-me encorajá-la a clamar ao Senhor e dizer: “Senhor, eu não posso fazer isso. Eu não consigo ser a esposa, a mãe, a mulher solteira, a mulher no local de trabalho, a amiga, a irmã, a filha. Eu não consigo ser a mulher que Tu me criaste para ser. Preciso que o Senhor assuma esse controle em minha vida, que me conceda o Teu poder e a Tua graça para viver a Tua vida em mim e através de mim”.
Peça ao Senhor que renove a sua sede por Cristo para que você possa contemplá-Lo e, contemplando-O, ser transformada à Sua imagem e então ser capaz de refletir essa imagem aos outros.
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth esteve conversando com Holly Elliff e Kim Wagner. Cada uma de nós precisa do tipo de transformação sobre a qual elas têm falado. O Manifesto da Mulher Verdadeira pode ser uma ferramenta valiosa nesse processo. Este documento oferece a você uma profundidade de verdade bíblica que resistirá a qualquer desafio. Ao mesmo tempo, é prático, dando a você uma imagem do que significa ser uma mulher verdadeira em seus dias.
Leia o Manifesto da Mulher Verdadeira em avivanossoscoracoes.com. Ao fazer uma doação de qualquer valor para o ministério, você receberá um exemplar digital do devocional do Aviva Nossos Corações: Uma Jornada de 30 Dias através do Manifesto da Mulher Verdadeira. Para saber mais, acesse o nosso site: avivanossoscoracoes.com e clique na aba DOAR.
Se preferir, você também pode solicitar a versão impressa desse recurso. Basta enviar um e-mail para contato@avivanossoscoracoes.com para receber mais informações sobre o envio. Uma oportunidade para ler e estudar o que Deus diz a respeito de ser uma Mulher Verdadeira.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.