Dia 6: Uma maldição transformada pelo amor
Raquel Anderson: No meio das lutas da vida, Nancy DeMoss Wolgemuth te convida a descansar no amor de Deus.
Nancy DeMoss Wolgemuth: A vida cristã é uma batalha! Há uma luta entre a carne e o espírito. Existem momentos em que é difícil dizer “não” à nossa carne. Há momentos de sofrimento, aflição, adversidade. Mas, eu acho que é fácil nos prendermos às tentações, às dificuldades e às batalhas e esquecer que Deus ama abençoar Seu povo e que Ele já nos abençoou com toda bênção espiritual nos lugares celestiais em Cristo Jesus.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, coautora de Deixe Deus escrever sua história, na voz de Renata Santos.
Nancy está no meio de uma série sobre um personagem muito interessante do Antigo Testamento. Ele foi contratado para amaldiçoar o povo de Deus, mas acabou profetizando sobre o Messias. …
Raquel Anderson: No meio das lutas da vida, Nancy DeMoss Wolgemuth te convida a descansar no amor de Deus.
Nancy DeMoss Wolgemuth: A vida cristã é uma batalha! Há uma luta entre a carne e o espírito. Existem momentos em que é difícil dizer “não” à nossa carne. Há momentos de sofrimento, aflição, adversidade. Mas, eu acho que é fácil nos prendermos às tentações, às dificuldades e às batalhas e esquecer que Deus ama abençoar Seu povo e que Ele já nos abençoou com toda bênção espiritual nos lugares celestiais em Cristo Jesus.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, coautora de Deixe Deus escrever sua história, na voz de Renata Santos.
Nancy está no meio de uma série sobre um personagem muito interessante do Antigo Testamento. Ele foi contratado para amaldiçoar o povo de Deus, mas acabou profetizando sobre o Messias. E ainda conversou com sua jumenta!
Nancy está de volta à série chamada Bênçãos e Maldições: A história de Balaão.
Nancy: É impressionante para mim — embora talvez não devesse ser — como esta série sobre Balaão é relevante no contexto em que vivemos. E como não sei quando este programa será transmitido, não vou entrar em detalhes. Mas independentemente de quando falamos a respeito do dia em que vivemos, vemos a batalha entre a verdade e o erro, entre luz e trevas, entre o céu e o inferno — podemos dizer que este mundo é um verdadeiro campo de batalha.
Conhecemos o desfecho, mas também sabemos que as linhas estão traçadas e às vezes somos pegas no fogo cruzado. Os assuntos que estamos discutindo aqui têm repercussões enormes em relação ao que temos visto em nossa cultura e no mundo ao nosso redor.
E isso não vale apenas para as grandes questões da vida, mas também para o dia a dia. Nas últimas semanas, enquanto eu trabalhava nesta série, acabei me sentindo sobrecarregada por algumas situações pessoais que estavam acontecendo ao meu redor.
Alguns limites foram ultrapassados, situações muito difíceis, e me senti no fogo cruzado. Não vou entrar em detalhes, mas esta passagem tem sido tão encorajadora para o meu próprio coração. . . especialmente enquanto ouvia uma série de mensagens do Dr. Ligon Duncan, presidente do Seminário Teológico Reformado em Jackson, Mississippi. Ele pregou uma série maravilhosa sobre o Livro de Números, e ouvi suas mensagens sobre Balaão. Ele disse algo que quero compartilhar com vocês, uma lição geral de Números 23, o capítulo que temos estudado.
Essas palavras deram grande conforto e segurança para o meu coração enquanto eu refletia sobre a situação com a qual estava lidando, algo muito pessoal, mas também à luz do panorama geral do que está acontecendo em nosso mundo hoje. O Dr. Duncan disse: "A soberania de Deus no cuidado do Seu povo é inquestionável." Vemos isso na história de Balaão.
A soberania de Deus no cuidado do Seu povo — ninguém pode amaldiçoar o povo que Deus abençoou. Deus é soberano; o céu reina; Deus está no controle. E ele continua com o “portanto”: “Portanto, [por causa da soberania de Deus no cuidado do Seu povo] a segurança do povo de Deus é inabalável. Nada pode tocá-lo. Eles estão seguros.”
Em segundo lugar, a “herança do Seu povo é inabalável.” Ele fala de como Deus daria a Israel a terra, e Ele ainda dará, mesmo que Balaque, Balaão e suas forças tentassem tirá-la deles. A herança do povo de Deus, o que Deus planejou para Seu povo, é inabalável.
Terceiro, “a identidade do povo de Deus é inabalável” — quem eles são. São o povo escolhido de Deus, separado para os propósitos do Seu reino.
Quarto, “o destino do Seu povo [o resultado final de Suas vidas] é inabalável”. Eles terão a Terra Prometida; terão as promessas de Deus cumpridas em suas vidas. Há momentos em que, neste mundo caído e quebrado, sentimos que nossa segurança, nossa herança, nossa identidade como povo de Deus, e nosso destino estão ameaçados. Mas se Deus é realmente soberano, como dizemos que Ele é (e de fato Ele é), se Ele é soberano no cuidado do Seu povo, então todas essas coisas — nossa segurança, nossa herança, nossa identidade e nosso destino — são inabaláveis.
Nada e ninguém pode tirar isso de nós. Nada e ninguém pode nos arrancar da nossa segurança, da nossa herança, da nossa identidade e do nosso destino como povo de Deus. E me senti fortalecida e encorajada ao ser lembrada que, não importa o que alguém tente fazer para me ferir, me prejudicar, danificar a minha segurança, a minha herança, a minha identidade, o meu destino, essas pessoas são impotentes diante da soberania de Deus.
Esse é um grande aprendizado de todo esse estudo sobre o caráter de Balaão, e eu espero que seja tão encorajador para você quanto tem sido para mim.
Agora, vamos voltar ao texto. Estamos em Números 23. Já vimos o primeiro e o segundo oráculos de Balaão. Nas duas vezes ele foi pago para amaldiçoar Israel, mas nas duas vezes ele acabou abençoando Israel. E Balaque, o rei que está pagando para ele amaldiçoar o povo de Deus, está muito frustrado.
No versículo 25 de Números 23, Balaque diz a Balaão: “Não amaldiçoe o povo, mas também não o abençoe.” Não faça nada. Pare! Eu trouxe você aqui para amaldiçoá-los. Em vez disso, duas vezes você os abençoou. Agora pare. Não diga nada!
Balaão respondeu a Balaque: ‘Eu não tinha dito a você: tudo o que o Senhor falar, isso farei?’” (v. 25-26). Lembre-se: Balaão é um falso profeta. O Novo Testamento nos diz isso. Ele usa meios proibidos para receber revelação, para receber a Palavra de Deus. Apesar de ele ser um falso profeta usando meios que Deus proibiu, Deus continua soberano.
Balaão não pode falar nada que Deus não permita. “Tudo o que o Senhor falar, isso farei.” Balaão não está no controle — Deus está no controle. No versículo 27, Balaque não desiste.
“Então Balaque disse a Balaão: ‘Venha, por favor, que eu o levarei a outro lugar. Talvez pareça bem aos olhos de Deus que dali você amaldiçoe o povo.’” Essa é a terceira tentativa de Balaque para amaldiçoar Israel. Ele é persistente; ele é determinado; ele é incansável. Ao dizer isso, você concorda comigo que nós temos hoje um inimigo persistente, determinado, incansável contra o povo de Deus? O adversário, o oponente, o opositor, Satanás — no centro de tudo isso — sempre buscando devorar, acusar, destruir (representado aqui por Balaque, que é apenas um instrumento de Satanás).
Balaque e Balaão, ambos representam quadros visíveis do plano, dos desígnios, dos esquemas de Satanás, que é o inimigo incansável das nossas almas e da igreja de Jesus Cristo.
Me chamou a atenção, enquanto eu meditava nessa passagem nas últimas semanas, que não há nenhuma indicação de que os israelitas tivessem ideia do que estava acontecendo. Nunca ouvimos essa história da perspectiva deles. Pelo que podemos perceber, Balaão não fala para eles ouvirem.
Existe toda essa trama acontecendo entre Balaque e Balaão, mas acontecendo longe de onde os israelitas estavam acampados. Balaque e Balaão podem ver o acampamento de Israel, mas pelo que sabemos, os israelitas não têm ideia do que está acontecendo. Eles não veem; eles não ouvem. E eu me lembro de que o nosso inimigo é invisível.
Paulo diz assim em Efésios 6.12: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados e as potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestiais.” É por isso que precisamos ser lembradas de que temos um inimigo, que há tramas acontecendo, que há planos sendo feitos.
A Palavra de Deus nos diz isso, mesmo que não possamos ver com os nossos olhos físicos, nem ouvir com os nossos ouvidos físicos. . . Achamos que a batalha é que a máquina de lavar quebrou, o filho está dando trabalho, o marido está fazendo isso, o dinheiro está fazendo aquilo. Essas são todas questões superficiais, secundárias, pequenas no quadro maior. O quadro maior é que a batalha que está acontecendo é invisível, mas é muito real, e precisamos acordar todas as manhãs bem conscientes disso. Precisamos vestir a nossa armadura espiritual e reconhecer que precisamos desesperadamente da proteção de Deus a cada momento do dia, porque sim, temos um inimigo.
Assim, Balaque levou Balaão consigo ao alto do monte Peor, de onde se avista o deserto. Balaão disse a Balaque [isso é repetido; já lemos isso duas vezes]: ‘Construa neste lugar sete altares e prepare sete novilhos e sete carneiros para mim.' Balaque fez como Balaão havia ordenado e ofereceu sobre cada altar um novilho e um carneiro.
Agora temos vinte e um altares construídos, vinte e um novilhos, vinte e um carneiros sacrificados. Veja, Balaque está disposto a não medir esforços, a fazer um investimento significativo para se livrar da ameaça que ele acha que Israel representa. E isso também é verdade sobre as forças das trevas. É verdade sobre aqueles aqui na terra que são empregados pelas forças das trevas para fazerem a vontade delas. Eles vão a grandes extremos e fazem grandes investimentos para minar os caminhos de Deus e o Seu povo.
Capítulo 24 de Números, versículo 1: “Quando Balaão viu que era do agrado do Senhor que ele abençoasse Israel [eu amo isso!], não foi esta vez, como antes, ao encontro de agouros [ou os meios de feitiçaria], mas [desta vez] voltou o rosto para o deserto.” Ele vinha usando feitiçaria, práticas ocultas, tentando obter informações por contato com espíritos malignos (proibido para o povo de Deus). Ele tentava lançar uma maldição sobre Israel.
Mas agora ele parou de usar esses meios e apenas ouviu o que Deus lhe diria. Assim, Balaão está crescendo em seu entendimento sobre o Deus de Israel e Seus caminhos, e vê que agrada ao Senhor abençoar Israel. Ouça! O coração de Deus, o prazer de Deus, a alegria de Deus é abençoar Seu povo.
Isso significa não apenas que somos destinatárias da bênção de Deus, mas também que, quando estamos cheias do Espírito de Deus, falaremos palavras de bênção para e sobre o povo de Deus. Palavras que diminuem, que denigrem, que destroem, que abusam. . . não vêm de Deus. Elas vêm do adversário de Deus, Satanás.
Balaão levantou os olhos e viu Israel acampado segundo as suas tribos. E o Espírito de Deus veio sobre Balaão e ele proferiu a sua palavra, dizendo: [e agora temos a terceira de quatro profecias de Balaão, seu terceiro oráculo ou pronunciamento:] "Palavra de Balaão, filho de Beor, palavra do homem de olhos abertos; palavra daquele que ouve os ditos de Deus, daquele que tem a visão do Todo-Poderoso e prostra-se, porém de olhos abertos.” O Espírito de Deus vem sobre Balaão, e seus olhos se abrem para ver Deus, para ouvir Suas palavras.
Como resultado de ver Deus e ouvir Suas palavras, Balaão é movido, irresistivelmente, a abençoar o povo de Deus. Quando você tem o Espírito de Deus em você, quando você vê Deus como Ele é, quando você ouve a Palavra de Deus, você será movida a abençoar o povo de Deus!
Quando ouço um cristão falando mal da igreja, falando mal de outras cristãos, resmungando contra outras irmãos ou irmãs na fé (quando eu mesma faço isso), isso é um sinal evidente de que não estamos cheias do Espírito; que não estamos vendo Deus; que não estamos ouvindo Deus e Sua Palavra. Porque, se estivermos, abençoamos aquilo que Ele ama e que Ele deseja abençoar. No versículo 5-6, Balaão diz:
Como são boas as suas tendas, ó Jacó! Como são boas as suas moradas, ó Israel! São como vales que se estendem, como jardins à beira dos rios, como árvores de sândalo que o Senhor plantou, como cedros junto às águas.
Ele está descrevendo Israel nesta profecia e vê beleza, abundância, frutificação para Israel.
Ele vê a mão do Senhor cuidando, sustentando, nutrindo e abençoando Seu povo. Números 24.7 diz: “Águas manarão de seus baldes, e as suas sementeiras terão águas abundantes. . .” Ele está dizendo que Deus vai regar abundantemente a terra de Seu povo e capacitá-los para serem produtivos.”
Ele está dizendo que terão descendência numerosa; que serão um povo multiplicado. Eu acredito que isso é verdade, não apenas fisicamente (como foi evidente na expansão do povo judeu), mas também espiritualmente — Deus abençoando Seu povo com plenitude, com graças espirituais em abundância.
Ele continua: “O seu rei se levantará mais do que Agague, e o seu reino será exaltado” (v. 7). Agague era o rei de Amaleque, como você lembra, e foi um dos principais reis daquela época, que constantemente causava problemas para Israel. Mas esta profecia mostra que, porque Deus está abençoando Seu povo, Israel dominará os poderes e reis das nações ao redor.
E então Balaão diz, em Números 24.8 (este versículo já lemos no capítulo anterior e aqui é repetido):
Deus tirou do Egito o povo de Israel, cujas forças são como as do boi selvagem; consumirá as nações inimigas, e quebrará seus ossos, e, com as suas flechas, os atravessará. Israel abaixou-se, deitou-se como leão e como leoa [falando novamente de Judá, de Israel] quem o despertará? (v. 8–9)
Com essa linguagem poética da profecia, são prometidas bênçãos — bênçãos para o povo de Deus: bênçãos de frutificação, de prosperidade, de influência ampla, de posição, de vitória sobre os inimigos de Deus.
Tudo isso é prometido ao povo de Deus por meio deste profeta pagão a quem Deus deu Seu Espírito para falar as palavras de Deus para aquele momento. Ao ler este oráculo e as outras profecias e a bênção que Deus colocou sobre Seu povo, é uma poesia linda: “Quão formosos são os teus tabernáculos, como palmeirais que se estendem longe, como cedros junto às águas.” Eu penso: isto é uma descrição de como Deus ama abençoar Seu povo!
Deus deseja abençoar Seu povo; Deus escolhe abençoar Seu povo. A vida cristã é uma batalha. Há uma luta entre a carne e o espírito; há momentos em que é difícil dizer “não” à sua carne. Há momentos em que sofremos, quando há aflição, quando há adversidade.
Acho que é fácil nos prendermos a toda a tentação, à adversidade, à batalha da vida e esquecermos desse tema central: Deus ama abençoar Seu povo e Ele nos abençoou com toda bênção espiritual nos lugares celestiais em Cristo Jesus!
Ontem, tarde da noite, fiz uma lista enquanto refletia sobre o Novo Testamento (e isso de forma alguma é exaustiva!). Não tente anotar tudo agora porque você não conseguirá, mas vá a avivanossoscoracoes.com, e na transcrição deste episódio, teremos o link com todas as referências bíblicas para cada um dos pontos que eu vou mencionar.
Quais são algumas das bênçãos de Deus sobre Seu povo, Seu povo da Nova Aliança, de acordo com o Novo Testamento? Esta é a lista que eu estava fazendo: Em Efésios 1:
- Antes da fundação do mundo, Deus nos escolheu. (Efésios 1.4)
- Fomos declaradas justas, santas e irrepreensíveis diante dele. (Efésios 1.4)
- Somos Suas amadas filhas adotivas. (Efésios 1.5; 5.1)
- Temos redenção pelo Seu sangue, o perdão dos nossos pecados. (Efésios 1.7)
- Ele derramou abundantemente as riquezas da Sua graça sobre nós. (Efésios 1.7)
- Nele temos uma herança, que 1 Pedro também nos diz, está guardada no céu. Ela nunca poderá perecer, nunca poderá ser corrompida, nunca poderá ser tirada de nós (Efésios 1.11; 1 Pedro 1.4)
Ouça, este sistema do mundo, os tribunais deste mundo, as religiões e sistemas falsos deste mundo, os adversários de Deus no mundo, podem tirar suas posses; podem tirar seu emprego; podem arruinar sua reputação; podem causar muitos danos. (Lemos isso na parte final de Hebreus 11. Muitos santos antes de nós passaram por essas perdas.) Mas eles nunca poderão tirar a herança que está guardada para nós no céu, preservada pelo poder de Deus, que um dia em breve será nossa!
Como diz o hino:
Se temos de perder Família, bens, prazer
Se tudo se acabar,
E a morte, enfim, chegar,
Com Ele reinaremos.("Castelo Forte" por Martinho Lutero)
Que fiquem com os bens deste mundo; que fiquem com nossa vida mortal! Eles não podem tirar a herança que é nossa em Cristo!
Outras bênçãos que temos em Cristo:
- Somos a amada Noiva de Cristo (Efésios 5.25–33). É uma bênção preciosa! Ele nos escolheu. Ele nos conquistou. Ele Se comprometeu conosco e Se casou conosco como Sua Noiva em amor de aliança.
- Ele está preparando um lugar para nós na casa de Seu Pai (João 14.2). Ele voltará para nos levar para lá por toda a eternidade.
- O Deus da paz em breve esmagará Satanás debaixo de nossos pés (Romanos 16.20)
Eu amo essa promessa! Eu amo essa bênção. O Deus da paz é um Deus guerreiro. Ele em breve esmagará Satanás debaixo de nossos pés. Você pode dizer: “Quando será isso?” Eu não sei, mas é em breve. Você pode dizer: “Bem, isso está demorando muito!” Não, se você estiver vivendo à luz da eternidade, não é muito tempo. Agarre-se a essa promessa. É uma das bênçãos prometidas a nós, povo de Deus.
- Fomos prometidas que nossos corpos humildes serão transformados para ser como Seu corpo glorioso. (Filipenses 3.21)
- Reinar e governar com Cristo. (2 Timóteo. 2.12; Apocalipse 20.4,6)
- Comeremos da árvore da vida no Paraíso de Deus. (Apocalipse 2.7)
- Receberemos a coroa da vida. (Apocalipse 2.11)
- Ele nunca apagará nosso nome do Livro da Vida (Apocalipse 3.5)
- Ele é nosso Pastor, que nos guiará a fontes de águas vivas. (Apocalipse 7.17)
- Ele enxugará toda lágrima de nossos olhos. (Apocalipse 21.4)
- Ele habitará conosco eternamente. (Apocalipse 21.3).
- Seremos Seu povo e Ele será nosso Deus. (Apocalipse 21.3).
- E eu amo esta: veremos Sua face, e Seu Nome estará em nossas testas (Apocalipse 22.4)
Que promessas e bênçãos preciosas e maravilhosas são nossas em Cristo! Balaão viu o que nós precisamos ver: que agrada ao Senhor abençoar Seu povo. E isso é só uma parte. Comece a procurar essas bênçãos, contá-las, nomeá-las uma por uma e se alegrar nas bênçãos que Deus tem prazer em nos dar como Seu povo.
De volta a Números capítulo 24, versículo 9, este terceiro oráculo de Balaão. Ele termina dizendo: “Bendito os que abençoarem você, e malditos os que amaldiçoarem você." Balaão e Balaque são repreendidos por tentarem amaldiçoar o povo de Deus. O plano de Balaque não está funcionando.
Do ponto de vista de Balaque, a cada profecia sucessiva de Balaão, a situação só piora. Na primeira profecia, você se lembra, Balaão não amaldiçoou Israel como deveria. Na segunda, ele abençoou Israel. Agora, na terceira profecia, ele amaldiçoa Balaque! Então, para Balaque, a situação só se complica.
Mas aqui está o que quero destacar: Se você abençoar o povo de Deus, você será abençoada. Se amaldiçoar, receberá a maldição que tentou colocar sobre eles. Isso vale para nós também. Se falamos mal da igreja — a Noiva de Cristo — se falamos mal de outro cristão, se resmungamos contra alguém, como Tiago diz, receberemos a maldição que tentamos lançar.
Mas isso deve ser uma palavra de esperança para nós que vivemos em um mundo onde cristãos são alvo de maldições, de palavras malignas e difamações. Vivemos em um mundo caído, e somos alvo de maldições daqueles que rejeitam Deus. Paulo diz isso em 1 Coríntios 4.12, falando sobre sermos insultadas, perseguidas, caluniadas: “Fomos feitos como o lixo do mundo, o refugo de todas as coisas.”
É assim que o mundo trata e enxerga os cristãos muitas vezes. Mas aqui está o que nos dá esperança: vemos o poder de Deus para transformar maldições em bênçãos para o Seu povo. Isso é muito importante! Deuteronômio 23.5 diz: “Porém o Senhor, o Deus de vocês, não quis ouvir Balaão; pelo contrário, mudou a maldição em bênção, porque o Senhor, seu Deus, amava vocês.”
Vemos o mesmo conceito em Neemias 13.1–2, onde no Livro de Moisés:
Achou-se escrito que os amonitas e os moabitas não deveriam jamais entrar na congregação de Deus, porque não tinham ido ao encontro dos filhos de Israel com pão e água. Em vez disso, contrataram Balaão para os amaldiçoar. Mas o nosso Deus transformou a maldição em bênção.
Só Deus pode fazer isso!
Isso prediz a vinda de Cristo a este mundo caído e perdido para reverter a maldição. . . e não apenas para aqueles que já são Seu povo escolhido. Ele reverteu a maldição e nos abençoou também. O que Satanás planejou para o mal, Deus transforma em bem em nossas vidas. Mas Deus vai ainda mais longe — e essa é a maravilhosa graça —, transformando a maldição em bênção até para aqueles que O rejeitaram.
Os moabitas, que têm um papel importante nesta história (o povo de Balaque que queria amaldiçoar Israel), eram marginalizados. Eram malditos. Não deveriam entrar no local de adoração. E ainda assim, em Sua incrível sabedoria, amor, misericórdia e graça, Deus escolheu uma moabita chamada Rute. Ele estendeu Seu amor e Sua graça a ela. Ele a incorporou, por meio de um parente resgatador, à família judaica e a tornou parte da linhagem do Messias.
Ela é mencionada em Mateus 1.5, como moabita, na genealogia de Cristo. Uma maldição transformada em bênção. Veja, nós éramos como aquela mulher moabita, sob a maldição de Deus, sob a maldição da lei, marginalizadas, separadas de Deus. Mas na cruz, o Filho abençoado do Pai carregou a maldição pelo nosso pecado, para que pudéssemos ser eternamente abençoadas. Nosso Deus transformou de fato a maldição em bênção.
Então cantamos no Natal, porém apropriado em qualquer época do ano:
Vinde cantai! Jesus nasceu!
Ele vem fazer Suas bênçãos fluírem onde a maldição se encontrava.
Aleluia! Amém!
Raquel: Você ouviu Nancy DeMoss Wolgemuth na série Bênçãos e Maldições: A história de Balaão. É tão fácil ler uma história assim na Bíblia e pensar: “Que estranho! Balaão parece ser um vilão, porém está profetizando!” Mas Nancy nos ajuda a parar, mergulhar na história, entender bem, interpretá-la corretamente e aplicá-la em nossas vidas.
Você sente às vezes que os inimigos de Deus estão ganhando força? Nancy DeMoss Wolgemuth nos lembra: “Não se preocupe.” Amanhã, ela mostrará como a história de Balaão demonstra o incrível poder de Deus. Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.