Dia 3: Por que você deve esperar sofrimento
Raquel Anderson: Nossa tendência natural, como seres humanos, é evitar dificuldades e provações. Mas Nancy DeMoss Wolgemuth diz que não existe coroa sem cruz.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Não há exaltação sem humilhação. O sofrimento precede a glória. Como Paulo diz em 2 Coríntios 4: “Os nossos sofrimentos estão produzindo para nós um eterno peso de glória, muito superior a qualquer comparação.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de “Quebrantar-se completamente diante de Deus” na voz de Renata Santos.
Nancy tem chamado a Transfiguração de o evento mais significativo que aconteceu entre o nascimento de Jesus e Sua morte e ressurreição. O Natal marca o nascimento de Cristo, e neste fim de semana estamos lembrando Sua morte na Sexta-feira Santa e celebrando Sua ressurreição no Domingo de Páscoa. Mas a Transfiguração ocorre entre esses eventos — e é profundamente …
Raquel Anderson: Nossa tendência natural, como seres humanos, é evitar dificuldades e provações. Mas Nancy DeMoss Wolgemuth diz que não existe coroa sem cruz.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Não há exaltação sem humilhação. O sofrimento precede a glória. Como Paulo diz em 2 Coríntios 4: “Os nossos sofrimentos estão produzindo para nós um eterno peso de glória, muito superior a qualquer comparação.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de “Quebrantar-se completamente diante de Deus” na voz de Renata Santos.
Nancy tem chamado a Transfiguração de o evento mais significativo que aconteceu entre o nascimento de Jesus e Sua morte e ressurreição. O Natal marca o nascimento de Cristo, e neste fim de semana estamos lembrando Sua morte na Sexta-feira Santa e celebrando Sua ressurreição no Domingo de Páscoa. Mas a Transfiguração ocorre entre esses eventos — e é profundamente significativa também. Nancy tem explorado o porquê disso nos últimos dias, na série chamada “Em outro monte”.
Vamos ouvir a terceira parte dessa mensagem, começando com uma breve revisão de onde Nancy parou ontem.
Nancy: Existe também uma transformação presente, que está acontecendo agora, enquanto nossas almas vão sendo gradualmente transformadas, e a nova natureza de Cristo se manifesta cada vez mais em nós. Chamamos isso de santificação — transfiguração, metamorfose — uma mudança completa de forma e aparência.
O significado da transfiguração de Cristo é que a glória de Deus em nós nos transforma totalmente. Ela nos torna diferentes.
Essa palavra é usada em apenas dois outros lugares no Novo Testamento, além dos relatos dos Evangelhos.
Romanos capítulo 12 — “E não vivam conforme os padrões deste mundo, mas transformai-vos [transfigurai-vos, metamorfoseai-vos] pela renovação da vossa mente.” (v. 2, parafraseado)
E 2 Coríntios capítulo 3 — “E todos nós, com o rosto descoberto, contemplando a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, que é o Espírito.” (v. 18)
A santificação é esse processo invisível de transformação que acontece em nós, como cristãos, durante a vida aqui na terra, em preparação para a eternidade no céu.
A transfiguração de Cristo, lembre-se, aconteceu enquanto Ele orava. Como diz Oswald Sanders, em seu livro O Cristo Incomparável: “Não é esse ainda o método da transfiguração?”
É enquanto fixamos nossos olhos em Cristo — nós todas, com o rosto descoberto, contemplando a glória do Senhor — que somos transformadas. É por isso que Davi diz no Salmo 27.4: “Uma coisa peço ao Senhor e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo.”
É ao contemplar Sua beleza que somos transfiguradas à Sua semelhança. E, vou te falar, não há substituto para isso.
Você quer ser como Jesus?
Então precisa contemplar Jesus.
Você quer que a glória dele se manifeste cada vez mais em e através da sua vida? Você precisa olhar para Cristo.
Hoje à tarde, fiz uma palestra sobre cultivar intimidade com Deus por meio da prática de um tempo devocional diário. No final, perguntei às 500 ou 600 mulheres presentes: “Quantas seriam sinceras o suficiente para dizer que, neste momento da vida, não têm um tempo devocional consistente?”
E a resposta foi a mesma que recebo toda vez que faço essa pergunta — a milhares de mulheres ao longo dos anos: esposas de pastores, líderes de estudos bíblicos, mulheres em ministério. E invariavelmente, cerca de 90% levantam a mão. “Não tenho um tempo devocional consistente.”
Não digo isso para culpar ninguém, mas para afirmar: não há atalhos para contemplar Cristo. É na Sua Palavra que O vemos — e somos transformadas à Sua imagem, de glória em glória.
Não seremos transformadas simplesmente ao olhar para John Piper, Don Carson, Tim Keller ou qualquer outro grande autor. Compre os livros deles, leia, seja edificada — mas, no fim das contas, e eles mesmos diriam isso, o que realmente importa é ir direto a Cristo. Olhar para Ele. Ouvi-Lo.
Você não será transformada por ler meus livros ou ouvir meus programas. Mas se eu — ou eles, ou qualquer uma de nós — puder ajudar a apontar você para Cristo, encorajando você a ouvi-Lo, aí sim é quando acontece a verdadeira transformação.
Existe uma transformação passada — fomos feitas novas criaturas em Cristo. Há uma transformação presente, contínua — a santificação que ocorre à medida que O contemplamos.
E existe também uma transformação futura — a glorificação que ainda virá. A transfiguração de Cristo é um vislumbre do que Deus tem preparado para nós, quando nossos corpos físicos serão transformados — tudo por causa do que Cristo realizou por meio do Seu êxodo: Sua morte, ressurreição e ascensão.
Paulo diz em Filipenses 3: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória.” (vv. 20–21)
Mal posso esperar! Eu anseio por isso — ainda mais depois de contemplar a transfiguração de Cristo.
Quando Ele voltar, a aparência exterior dos nossos corpos será transformada. O que agora é humilde será glorioso. Essa transformação já está acontecendo em nós, enquanto nos tornamos cada vez mais semelhantes a Cristo.
E vemos ecos dessa transformação em versículos como:
Provérbios 4.18 — “Mas a vereda dos justos é como a luz do alvorecer, que vai brilhando mais e mais até ser dia claro.”
Daniel 12.3 — “Os que forem sábios resplandecerão como o fulgor do firmamento, e os que conduzirem muitos à justiça brilharão como as estrelas, sempre e eternamente.”
É a Sua glória brilhando através de nós, refletida através de nós.
Juízes 5.31 — “Porém os que te amam brilham como o sol quando se levanta no seu esplendor.“
E qual é o propósito disso tudo? Para que as pessoas digam o quanto nós somos gloriosas? Não! Mil vezes, não!
O propósito é que as pessoas olhem para nós e digam: “Como Cristo é glorioso!” Para contemplar a Sua beleza! Como a lua, não temos luz própria. Somos apenas portadores e refletores de Cristo em nós, a esperança da glória. É a Sua luz que devemos manifestar, a Sua glória que queremos que seja vista, sentida e conhecida neste mundo através de nós.
Assim, a visão da transfiguração de Cristo nos dá uma visão da nossa própria transformação à Sua semelhança. E, em segundo lugar, uma perspectiva para a vida — para quando descermos do monte e voltarmos ao vale.
Foi a visão da glória de Cristo no monte que preparou os discípulos para o que estava por vir. E a visão que temos de Cristo deve nos preparar enquanto esperamos Seu retorno em glória.
- Não existe coroa sem cruz.
- Não há exaltação sem humilhação.
- O sofrimento precede a glória.
Como Paulo diz em 2 Coríntios 4.17, “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um eterno peso de glória, acima de toda comparação.” (v. 17)
Na passagem que estamos analisando, os discípulos vivenciaram altos e baixos, e podemos observar o terreno que atravessaram. Em 17.1, diz que Jesus os conduziu a um alto monte.
Graças a Deus por esses momentos em que vislumbramos, por breves períodos, a magnificência, o esplendor e a glória de Cristo, talvez de maneiras que não vemos no dia a dia. E, assim como para eles, esses momentos não duram muito. São apenas um prenúncio, destinados a nos fazer ansiar pela glória eterna e a nos ajudar a suportar o sofrimento no vale, que parece eterno, mas na verdade é apenas temporal, leve e momentâneo, por mais pesado e duradouro que possa parecer.
E então os vemos no versículo 9 descendo o monte. No caminho, Jesus falou sobre Sua morte iminente e como João Batista viera para restaurar todas as coisas, mas fora rejeitado e morto.
No versículo 12, está escrito: “Assim também o Filho do Homem irá sofrer nas mãos deles.” Este é o Filho do Homem, que acabara de ser mostrado em Sua glória, mas Ele os lembra de que haverá sofrimento, e o mesmo acontecerá com Seus seguidores.
Então Ele desce ao vale, versículo 14. “Chegaram para junto da multidão.” A cena que encontram ali é tão diferente do que haviam presenciado no monte quanto se possa imaginar: um homem com um filho possuído por demônios; ele é epilético e apresenta comportamento autodestrutivo. Há consternação lá embaixo; há confusão; há um emaranhado de necessidades humanas.
Onde passamos a maior parte da nossa vida neste mundo? Lá no vale, enfrentando expectativas que não conseguimos cumprir. Quantas vezes as pessoas vêm até nós esperando que possamos fazer algo a respeito? “Meu marido. . . meus filhos. . . o que você pode fazer para me ajudar?”
Bem, o Cristo que manifestou Sua glória no monte desceu com Seus discípulos para o vale, onde a glória voltou a ser velada — e Ele descerá com você do monte para o seu vale.
Tenho certeza de que Pedro, Tiago e João nunca esqueceram o que ouviram e viram naquele monte, mesmo que, por um tempo, não pudessem contar a ninguém. Eles foram chamados a enxergar as circunstâncias no vale à luz da glória de Cristo que haviam testemunhado no monte.
O Deus da glória é o Deus de toda graça, e o mesmo Deus que falou e manifestou Sua grandeza no monte é o Deus que fala e exerce Seu poder sobre o mal no vale.
Nos últimos dezesseis meses, eu tenho vivido circunstâncias profundamente dolorosas e confusas, envolvendo relacionamentos terrivelmente quebrados. Uma semana atrás — na sexta-feira passada — recebi, em meio a tudo isso, uma carta devastadora: doze páginas escritas à mão. Enquanto eu lia e tentava absorver a humilhação daquela carta e tudo o que a cercava, vou ser honesta: a última coisa que eu queria fazer naquele momento era preparar uma mensagem sobre a Transfiguração ou estar neste palco falando sobre outra visão de Deus nas Escrituras.
Eu lutei até mesmo para vir aqui, para fazer parte disso. Porque essa passagem — e as outras que temos estudado — pareciam, naquele momento, tão distantes e desconectadas da realidade da minha vida e da minha dor.
Eu sei que há mães e avós aqui que choram até dormir por causa de um filho ou neto pródigo. Sei que muitas estão enfrentando dificuldades financeiras. Talvez você seja uma viúva lidando com a recente perda do marido. Talvez problemas de saúde, conflitos na igreja, um casamento desgastado.
Talvez você sinta que a sua vida está desmoronando — e isso descreve o que eu mesma tenho sentido nesses meses. E talvez, para você, esse relato e outros que temos estudado pareçam irrelevantes, distantes da realidade da sua vida.
Mas eu quero te dizer: o Cristo glorioso, todo-poderoso, ressuscitado, ascendido e reinante nos deu Seu Espírito e desce conosco ao vale — às lutas e à loucura da vida neste mundo caído. Ele nos dá esperança. Ele nos dá perspectiva. Ele nos dá força. Ele nos dá coragem. Ele nos dá graça.
E saber que Deus usa essa loucura — como nós a vemos — para nos transformar. Não apenas para que cheguemos ao céu “sobrevivendo” a tudo isso, mas para que floresçamos. Para que saiamos como o ouro, purificadas pelo fogo. E, enquanto passamos por isso, nos apegamos — às vezes com uma fé crua e nua — à esperança de que, na sabedoria soberana de Deus, a humilhação e o sofrimento deste tempo logo darão lugar à exaltação e glória.
Durante aquele breve intervalo entre a glória que Jesus tinha na eternidade passada e a glória que será Sua por toda a eternidade futura, Ele assumiu a carne humana — e Sua glória foi velada enquanto sofria por nós. E por causa do que Ele fez na cruz, por causa do Seu êxodo, o nosso tempo de sofrimento neste corpo de carne e neste mundo quebrado será curto — e logo dará lugar à glória eterna com Ele.
Então, tenham ânimo, minhas irmãs, e sejam fortes, pois Ele prometeu: “Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, à tua direita, há delícias perpetuamente.” (Sl. 16.11)
Alguns dias atrás, uma amiga, sabendo da batalha, da confusão e da dor que eu estava enfrentando, perguntou:“Como você está?”
Eu respondi, pela fé, aquilo que sei ser verdade no meu coração: “Tudo está bem no céu, e tudo ficará bem na terra — e é tudo por causa de Jesus.”
Mesmo sem tê-lo visto vocês o amam. Mesmo não o vendo agora, mas crendo nele, exultam com uma alegria indescritível e cheia de glória, obtendo o alvo dessa fé: a salvação da alma. (1 Pe. 1.8–9)
Tudo isso para a glória eterna de Deus Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Vamos orar juntas?
Ó Pai, eu te apresento as minhas irmãs neste lugar. Oro para que, de alguma forma, as experiências que o Senhor, em Tua providência, permitiu em minha vida nesses últimos meses — e a glória para a qual o Senhor tem me apontado em meio a elas, a glória invisível, a glória que vejo pela fé — possam ministrar graça, encorajamento e esperança a irmãs que estão passando pelo seu próprio vale, enfrentando situações realmente difíceis nas próximas horas e dias.
Assegura-lhes, Pai, que o Senhor as acompanhará do monte até o vale, e que a glória que vimos aqui continuará agindo em nós e por meio de nós até o dia em que a fé se tornará visão, a oração se transformará em louvor, o véu será removido para sempre, e veremos o Senhor, e seremos como Ele, e por toda a eternidade O adoraremos. Eu oro no nome santo de Jesus. Amém!
Raquel: Ouvimos Nancy DeMoss Wolgemuth, encorajando todas que hoje se sentem em um vale. Todas nós precisamos desse tipo de ensino, porque todas passamos por sombras escuras e precisamos de verdade em que possamos nos firmar.
Nancy está aqui com o exemplo de uma mulher que precisou da Palavra de Deus em um desses momentos no vale.
Nancy: Como você pode imaginar, há pessoas que ouvem o Aviva Nossos Corações bem no meio de situações bagunçadas e difíceis.
Estou pensando em uma mulher que me escreveu e disse:
Tenho os papéis do divórcio preenchidos e assinados sobre a minha mesa, mas não consigo levar-me a acabar com esse casamento, porque o prometi a Deus — mesmo que meu marido seja um mentiroso e fale comigo de maneira cruel. Nossos quatro filhos me pedem para me divorciar, pois estão cansados do egoísmo dele.
Essa mulher está, obviamente, muito desesperada. Nós ainda não sabemos o desfecho da história dela, porque é uma história que ainda está sendo escrita. Eu apenas a encorajaria a orar por mulheres como essa — mulheres que estão lutando para entender como obedecer a Deus em meio a circunstâncias muito difíceis.
Sou profundamente grata porque o Aviva Nossos Corações está disponível para apontar mulheres em meio às situações mais dolorosas da vida para buscarem o Senhor em Sua Palavra — e podemos fazer isso graças às ouvintes que oram e sustentam este ministério financeiramente.
Te convidamos a ser parceiras nesse propósito de proclamar a verdade bíblica na vida de mulheres que estão desesperadamente necessitadas dela! Muito obrigada.
Raquel: Obrigada, Nancy. Exatamente. Sua generosidade nos permite alcançar mulheres que estão em necessidade desesperada de esperança. Se você deseja contribuir com o Aviva Nossos Corações, você pode visitar avivanossoscoracoes.com.
A série que ouvimos nos últimos dias foi gravada em uma conferência para mulheres patrocinada pela Coalizão pelo Evangelho.
Nancy incentivou as mulheres presentes a se reunirem e compartilhar um pouco do que aprenderam.
Agora, não estamos em uma conferência, mas ao ouvir este pensamento final de Nancy, pergunte a si mesma: “Com quem eu poderia conversar sobre tudo que Deus tem me ensinado através desta série? Quem poderia ser encorajado?”
Ela está prestes a oferecer algumas perguntas-chave para iniciar essa conversa. Aqui está Nancy:
Nancy: Um dos perigos e desafios de lidar com essas grandes verdades, na medida em que muitas de nós fazemos, é o risco de que o sobrenatural se torne comum, que o fato de Deus se revelar a nós deixe de nos impressionar.
É tão possível ter cabeças cheias enquanto temos corações e vidas vazias. Eu já estive lá, e talvez você também.
Só quero nos lembrar de que a teologia sólida deve sempre, sempre nos levar à doxologia e à transformação. Não basta apenas preencher nossos cadernos; minha oração, e eu sei que é a dos líderes deste evento e de todos os outros palestrantes, é que, ao ouvirmos essas grandes verdades, nossos corações sejam levantados em louvor, adoração e reverência ao nosso grande Deus, e que nossas vidas sejam transformadas por essa visão.
Então, gostaria de te desafiar a hoje à noite, antes de dormir, conversar com alguém, seja sua colega de quarto, alguém que tenha vindo com você ou alguém que acabou de conhecer, converse por alguns minutos, pelo menos, sobre as seguintes perguntas?
Primeiramente:
- Como você tem visto Deus sob uma nova luz?
- Como você recebeu uma visão fresca de Deus neste fim de semana? Talvez destaque apenas algumas coisas das suas anotações.
- O que você viu que te encorajou, que te abençoou, que te desafiou, que te deu uma visão renovada de Deus?
E, em segundo lugar:
- Como essa visão, o que você viu, lança luz sobre o caminho que você está percorrendo agora?
- Que diferença isso faz na jornada que você está trilhando neste momento?
Eu encorajaria vocês a dialogarem umas com as outras. Malaquias diz que aqueles que amavam o Senhor, que temiam o Senhor, falavam frequentemente dele uns com os outros.
Raquel: Amanhã, Nancy nos incentiva a reservar um tempo para contemplar Jesus. Ao explorarmos Sua vida, que foi totalmente entregue à vontade de Seu Pai celestial, seremos desafiadas a entregar tudo em nossas próprias vidas também.
Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.