Dia 3: Paz quanto ao futuro
Nancy DeMoss Wolgemuth: Nós amamos a Deus enquanto Ele coloca em nossas mãozinhas egoístas e impacientes as coisas que queremos. Mas quando Deus começa a abrir os nossos dedos e tirar algumas dessas coisas de nós, começamos a chorar, a reclamar, e nossos corações de repente ficam inquietos. Assim, provamos que estávamos amando a Deus pelos Seus presentes, e não por Ele mesmo.
Raquel Anderson: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta, na voz de Renata Santos.
Estamos no meio de uma série chamada Como ter um coração tranquilo. Se o seu futuro é incerto, esperamos que o episódio de hoje traga bálsamo ao seu coração, enquanto Nancy compartilha como podemos ter paz quanto ao futuro.
Nancy: Temos falado nos últimos dias sobre o Salmo 131, …
Nancy DeMoss Wolgemuth: Nós amamos a Deus enquanto Ele coloca em nossas mãozinhas egoístas e impacientes as coisas que queremos. Mas quando Deus começa a abrir os nossos dedos e tirar algumas dessas coisas de nós, começamos a chorar, a reclamar, e nossos corações de repente ficam inquietos. Assim, provamos que estávamos amando a Deus pelos Seus presentes, e não por Ele mesmo.
Raquel Anderson: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta, na voz de Renata Santos.
Estamos no meio de uma série chamada Como ter um coração tranquilo. Se o seu futuro é incerto, esperamos que o episódio de hoje traga bálsamo ao seu coração, enquanto Nancy compartilha como podemos ter paz quanto ao futuro.
Nancy: Temos falado nos últimos dias sobre o Salmo 131, e se você está em um lugar onde pode pegar uma Bíblia e acompanhar, quero encorajá-la a fazer isso. Eu disse no início da série que esse salmo se tornou meu novo “colete salva-vidas” na vida.
Esse texto tem sido usado por Deus de forma poderosa em minha vida nos últimos dias, em meio a altos e baixos e tempestades ao meu redor. A vida é assim. Ela tem tempestades — e Deus tem usado essa passagem para me sustentar. Estamos lançando esse “salva-vidas” nesta série, esperando que ele também sustente você.
Pode ser que você não esteja passando por uma tempestade agora, mas o tempo virá em que estará. Este é um ótimo salmo para você conhecer bem.
Tenho encorajado pessoas com quem tenho conversado recentemente a lerem esse salmo em todas as traduções que conseguirem encontrar, escolherem uma de que gostem especialmente, memorizá-la e recitá-la com frequência.
A tradução em que memorizei esse salmo há anos foi a Revista e Atualizada, de João Ferreira de Almeida, então tenho citado dela e de outras versões durante esta série.
Deixe-me recitar o salmo novamente. Hoje, vamos focar em uma frase específica do versículo 2. O salmista diz:
¹ Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim.
² Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.
³ Espera, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre.
Há muita força concentrada nesses três pequenos versículos! Começamos na última sessão observando o versículo 2 — que fala sobre um coração tranquilo, a escolha consciente de aquietar a alma, não importando o que está acontecendo ao redor.
“Em verdade, fiz calar e sossegar a minha alma.” “Acomodei a minha alma.” “Acalmei-me.” “Fiquei em paz.” Diferentes traduções usam palavras diferentes. “Como uma criança desmamada no colo da mãe.” Falamos na última sessão sobre o que significa ser uma criança desmamada — ter um coração como o de uma criança desmamada.
Eu normalmente não faço isso no Aviva Nossos Corações, mas hoje preciso fazer. Uma amiga querida, que sabia que eu estava estudando essa passagem, me enviou recentemente por e-mail algo tão bom que preciso ler para você. É um texto um pouco longo, mas uma linda descrição dessa imagem da criança desmamada.
É de Nancy Wilson. O marido dela é pastor. Ambos são autores e têm ótimos recursos sobre casamento e família. Mas ela escreveu um texto chamado Uma Criança Desmamada. Deixe-me ler, pois acho que vai ilustrar essa imagem de forma ainda mais bonita.
O que é uma criança desmamada? Uma criança desmamada é capaz de se alimentar de algo além do leite. Ela passou da fase de chorar e reclamar por leite. Já não reclama, não exige, e é capaz de estar com a mãe sem ansiedade pelo seio ou pela mamadeira.
Como nossa alma pode ser comparada a uma criança desmamada nos braços da mãe?
Uma alma desmamada é uma alma confortável e graciosa, tranquila e em paz. Pode descansar nos braços de Deus sem inquietação, sem luta, sem querer algo. É uma alma que foi disciplinada e treinada para o sossego.
Quando sua alma estiver perturbada, você precisa aprender a acalmá-la. Sua alma tende a se desesperar e lutar na primeira dificuldade, ou você a tem disciplinado para repousar e confiar?
O desmame é um processo gradual. A mãe vai diminuindo o leite até que a criança não precise mais dele. A criança passa a olhar além do leite e encontra segurança na própria mãe. Pouco a pouco, ela aprende a ficar sem, e um dia está completamente desmamada.
É assim que devemos lidar com nossas almas. Precisamos aprender a dizer “não” às paixões impiedosas que surgem dentro de nós. Precisamos aprender a identificar o que nos tira a paz. Precisamos falar à nossa alma palavras de consolo e calma, e voltar os nossos olhos apenas para Cristo.
Devemos começar disciplinando nossas almas quando elas estão descontentes, frustradas, exigindo atenção ou perturbadas. Devemos assumir a responsabilidade pelo estado de nossa alma, tendo em mente o objetivo de desmamá-la.
Pense nesses exemplos: você pode acordar de noite preocupada com algo. Medite nesse versículo. Sua alma está se comportando como um bebê inquieto? Talvez seu marido esteja viajando e você se sinta insegura por estar sozinha. Consegue acalmar sua alma lembrando-se das verdades da Palavra e da fidelidade de Deus?
Isso é o que costumo descrever como aconselhar o próprio coração segundo a Palavra de Deus. Às vezes, eu preciso falar com minha alma e dizer: “Alma, Deus é bom!” Tenho que declarar a verdade à minha alma, lembrar-me de que Deus sabe o que está fazendo. Você não está no controle do mundo — solte e deixe Deus estar no controle. E ela continua:
Davi passou por muitas provações e dificuldades, mas conseguiu aquietar sua alma. Que a sua alma encontre consolo em Deus, e não apenas em Seus benefícios externos.
E não é verdade? Deixe-me acrescentar aqui — estamos inclinadas a sermos amantes pagas de Deus. Nós amamos a Deus enquanto Ele coloca em nossas mãozinhas egoístas e impacientes as coisas que queremos: prazeres, mimos, alegrias, boas experiências, famílias felizes. . . Enquanto tudo está funcionando bem, e Deus está nos dando o que queremos, e nada é difícil ou desconfortável, ah, nós amamos a Deus.
Mas então Deus começa a abrir nossos dedos e tirar algumas dessas coisas, e começamos a reclamar e a chorar, e nossos corações se tornam inquietos e perturbados. Assim, provamos que estávamos amando a Deus pelos presentes dele, e não por Ele mesmo.
Você pode perguntar: “Por que Deus tiraria essas coisas de nós?” Porque Ele sabe que Ele mesmo é um presente muito maior e mais precioso do que qualquer outra coisa que possa nos dar. Ele quer que O amemos por quem Ele é, e que encontremos consolo nele, e não apenas em Suas bênçãos externas.
Nancy Wilson continua dizendo:
Considere os tempos de provação como oportunidades para desmamar a sua alma — e seja grata. Alimente-se das promessas de Deus, e não reclame pelo que Ele ainda não lhe deu.
Quando entendermos esse conceito, reconheceremos o nosso próprio comportamento infantil e imaturo, e isso nos humilhará. Mas então poderemos começar, com humildade, a acalmar e sossegar nossas almas, desmamando-as das preocupações e ansiedades que nos distraem. E poderemos nos unir ao salmista e dizer: “Em verdade, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.
Não é maravilhoso? Isso realmente falou ao meu coração — e achei que falaria ao seu também. Precisamos nos perguntar: em nossas reações naturais aos desafios da vida, somos mais como uma criança não desmamada, em processo de desmame, ou já desmamada?
Se nossos corações ainda não foram desmamados, vamos querer isto e aquilo, e discutiremos com Deus quando Ele não nos der. Como resultado, não teremos um bom relacionamento com Deus.
Mas quando nossos corações são desmamados, dizemos: “Senhor, deixo isso em Tuas mãos. Se isso Te agrada, então isso me agrada também.” E assim, a luta cessa. Nossa alma se acalma, e nos comportamos como crianças desmamadas.
Quando nossos corações são desmamados, confiamos que foi Deus quem permitiu que aquela pessoa entrasse na nossa vida e nos ferisse de alguma forma. Quando o coração está desmamado, somos capazes de aceitar palavras duras ou atitudes injustas, confiando que tudo está sendo filtrado pelos dedos amorosos de Deus. Então, não há mais ira.
Se Deus escolher trazer melhores circunstâncias à minha vida, eu digo: “Obrigada, Senhor. Que bênção! Sou grata.” Mas se Deus não mudar minhas circunstâncias, eu digo: “Obrigada, Senhor. Sou abençoada. Sou grata. O Senhor continua sendo bom.” De qualquer forma, não culpo a Deus. Não culpo a Sua providência.
- Não estamos falando de apatia ou indiferença.
- Não estamos falando de uma vida fácil e sem problemas.
- Não estamos falando de fugir dos problemas ou fingir que eles não existem.
- E também não estamos falando de anestesiar a dor para não sentir nada — como tantas mulheres têm feito hoje em dia.
Você poderia levantar suas mãos ao Senhor e dizer:“Senhor, faça a Tua vontade. Eu me rendo. Entrego o controle. Entrego a Ti estes fardos e preocupações. Eu me submeto. Aquieto meu coração. Aceito o que o Senhor traz à minha vida neste dia como vindo de Ti. Eu me comporto e aquieto minha alma como uma criança desmamada nos braços da mãe.”
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth tem mostrado como cultivar um coração tranquilo. Ela voltará já com a segunda parte do programa de hoje. Se você perdeu algum episódio desta série, pode encontrar em avivanossoscoracoes.com. As transcrições também estão disponíveis!
Estamos falando sobre porque é importante aquietar o coração, e essa é sempre uma mensagem muito oportuna. Essa quietude começa a agir quando descansamos na presença do Senhor, quando nos comprometemos com um ritmo diário de tempo na Palavra e na oração, apesar da correria e do cansaço da vida cotidiana.
Agora, Nancy volta com a segunda parte do programa de hoje da série Como ter um coração tranquilo.
Nancy: Quero falar agora sobre algumas das coisas que tiram a paz do nosso coração. Vivemos em um mundo em turbulência, e apenas aqueles que são filhos de Deus, que têm Cristo vivendo dentro deles, podem realmente ter um coração em paz e tranquilo em meio a um mundo assim. Todas nós temos problemas e dificuldades. Como, então, ter um coração tranquilo?
Bem, uma das coisas que ajuda é identificar o que nos tira a paz. Nossos corações facilmente se inquietam por causa do passado — e, às vezes, é isso que nos mantém em agitação.
Talvez sejam ofensas que outras pessoas cometeram contra nós. Pode ser algo que aconteceu há trinta anos, mas que ainda perturba o seu coração — a maneira como seu pai falou ou tratou você, a forma como sua mãe se comportou com você.
Ou talvez sejam coisas do passado que envolvem a sua própria culpa: pecados cometidos, arrependimentos, decisões erradas do passado que ainda a assombram. E assim, o coração fica inquieto.
Nossos corações também se inquietam com o presente: as circunstâncias, as tarefas desafiadoras que estão além da nossa capacidade humana. É assim que me sinto muitas vezes com o ministério Aviva Nossos Corações. Digo: “Senhor, eu não sou capaz de fazer isso.” E Deus responde: “Sim, Eu sei. É por isso que você precisa de Mim. Você é fraca, mas Eu sou forte.”
No presente, podemos nos sentir inquietas. Ficamos preocupadas com as pessoas com quem convivemos, com as pessoas com quem trabalhamos, com as decisões que precisamos tomar, com o que está acontecendo em nossa nação, em nosso mundo.
E então ficamos inquietas, não é? Com o futuro. Com os “e se?”. Com o desconhecido. “E se a empresa do meu marido fizer cortes e ele perder o emprego?” “E se minha mãe desenvolver Alzheimer?” “E se meu filho se envolver com drogas?” “O que vai acontecer com o mundo?”
Alguns desses medos são muito reais. Alguns podem realmente acontecer. Outros provavelmente acontecerão. Ainda não aconteceram, mas vivemos com o coração inquieto pensando: “E se acontecerem?”
Filipenses 4.6–7 diz: “Não fiquem preocupados com coisa alguma; em vez disso, orem a respeito de tudo. Contem a Deus o que precisam e agradeçam por tudo que Ele já fez. Se o fizerem, vocês experimentarão a paz de Deus, que excede todo entendimento humano. Essa paz guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.” (parafraseado)
E então penso nas palavras do apóstolo Paulo, no final de Romanos 8 (paráfrase): “Tenho certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus. Nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem demônios. Nem nossos medos de hoje, nem nossas preocupações com o amanhã. Nem mesmo os poderes do inferno podem afastar-nos do amor de Deus. Nenhuma força no alto dos céus nem nas profundezas do oceano — nada em toda a criação — será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”
Essas são promessas da Palavra de Deus. Tome posse delas. Segure firme. Guarde-as no coração. Deixe que elas aquietem o seu coração.
Deixe que aquietem seu coração quando alguém te ofende, quando falam falsamente contra você, quando há mais tarefas na sua lista do que você pode suportar.Quando você não souber o que fazer, pergunte a Deus.Deixe o seu coração em silêncio para poder ouvir a voz dele.
Aprenda a aquietar seu coração em todas as circunstâncias e estações da vida. Quando seu computador travar — como o meu travou na semana passada (e eu confesso, demorei um bom tempo para ter um coração tranquilo naquela hora!) — ainda assim, esse é o momento de aquietar o coração com base na verdade da Palavra de Deus.
Aquiete seu coração na estação da vida em que você está solteira, esperando o “homem certo.” Aquiete seu coração na estação da maternidade — ou talvez quando você anseia por ter filhos, ou quando você tem filhos.
Conversei há pouco tempo com uma mulher que havia desejado ter filhos por muitos anos e não conseguia. Agora ela tem um. Seu bebê tem oito semanas, e ela me disse: “Está sendo uma grande adaptação.” Ela precisa aquietar o coração agora, com um bebê de oito semanas, da mesma forma que precisou aquietar o coração antes, quando ansiava por filhos e Deus ainda não lhe havia concedido nenhum.
Aquiete o seu coração na fase da vida em que os filhos já saíram de casa, quando você pode se sentir inútil, desnecessária ou insegura. Na perda de um emprego, sob pressão financeira, com dores físicas crônicas, ou no processo de envelhecimento — quando você começa a ver os cabelos grisalhos, as rugas, e percebe que a audição e a visão já não são mais como antes. . . aquiete o seu coração.
Tenho uma amiga que foi convidada para fazer mergulho na costa da Flórida com um amigo. Vou chamá-lo de Paulo. Em certo momento, enquanto estavam na água apreciando as muitas e belas variedades de peixes, minha amiga contou (e vou ler o que ela me escreveu sobre essa experiência):
Vi um movimento alguns metros abaixo de mim e, ao virar a cabeça, vi um tubarão-touro à minha direita. Toquei no ombro do Paulo e apontei em direção ao nosso novo companheiro, e então percebi outros dois do outro lado de nós. Mais tarde, soube que eram quatro.
Sem dizer uma palavra, Paulo calmamente segurou minha mão e me conduziu em direção à praia. Os tubarões nos seguiram quase até a beira da areia.
Quando finalmente tocamos o chão, percebi de repente que eu não tinha sentido medo. Eu tinha confiança em Paulo, que mergulha e nada desde a infância. Com ele ao meu lado, eu me sentia protegida.
A verdade é que, por melhor nadador e mergulhador que Paulo seja, ele não poderia me salvar se os tubarões tivessem atacado. Mesmo assim, eu tinha total confiança nele. A verdade também é que Deus é todo-poderoso e controla todas as coisas.
Ao atravessar esta vida, não há razão para temer, mesmo que estejamos cercadas por ‘grandes tubarões’, porque eu sei que Deus está sempre ao meu lado.
E ela continua:
Eu quero navegar por este mundo perto dele, com minha mão fraca e pequena segurando a Sua mão poderosa.
O salmista diz: “Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma. Como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, assim é a minha alma dentro de mim.” Eu não sei quais são os “tubarões” que estão ao seu redor agora. E, se não houver nenhum neste momento, haverá épocas em que haverá.
Coloque a sua mão na mão do seu Pai. Ele sabe o que está fazendo. Tubarões não são nada demais para Ele.Ele sabe lidar com tubarões. Ele sabe lidar com maridos.Ele sabe lidar com filhos. Ele sabe lidar com empregos.Ele sabe lidar com furacões e tornados. Ele sabe lidar com terroristas. Ele sabe lidar com tudo o que está na sua lista de coisas que estão perturbando o seu coração hoje. Ele sabe lidar com isso.
Coloque a sua mão na dele — não a solte. Confie no Senhor. Espere nele. E você chegará em segurança à praia.
Raquel: Que palavras preciosas — uma doce lembrança da fidelidade e da confiabilidade de Deus. Enquanto eu ouvia. . . nem percebia o quanto eu precisava ouvir isso.Sinto como se a Nancy tivesse falado diretamente comigo. Talvez você também precisasse dessas palavras.
Agora, voltando o seu coração para o tema que vamos tratar amanhã. . . a preocupação. É quase impossível simplesmente decidir parar de pensar em algo — a não ser que um assunto mais interessante surja e capture sua atenção. Esse conceito é importante quando se trata de preocupação. Descubra o porquê, amanhã.
Nancy: Eu não posso simplesmente dizer a mim mesma: “Pronto, não vou mais me preocupar.” Não seria ótimo?Sabe. . . “Nunca mais vou ser uma pessoa ansiosa, ofegante, tensa.”
Não dá para simplesmente dizer isso e esperar nunca mais se preocupar. Precisamos eliminar a nossa inclinação à inquietação substituindo-a por outra inclinação. Confiar em Deus é o que substitui a preocupação.
Confiar em Deus é o que desloca a ansiedade. Então, em vez de dizer: “Não vou ficar ansiosa; não vou me preocupar; não vou ter todos esses pensamentos perturbadores na cabeça” — e acabar ficando ainda mais aflita — mude o foco. Confie em Deus. A confiança em Deus substitui a confiança nas circunstâncias ou nas pessoas para satisfazê-la.
Portanto, espere no Senhor, em vez de colocar sua esperança em outras coisas para te dar felicidade ou tranquilidade. Em que você tem colocado sua confiança para se sentir feliz, em paz? Afaste-se dessas coisas.Retire sua confiança delas. E espere no Senhor.
Raquel: Aguardamos você amanhã aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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