Raquel Anderson: Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Se você não der um passo de fé e tentar o impossível, você nunca verá o que Deus pode fazer. Se você apenas optar pelo seguro, for para onde se sente segura e lidar apenas com aquilo que acha que consegue lidar ou administrar, você nunca verá o que Deus pode fazer.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Alguém que está te observando, perceberia que você é altamente organizada, determinada, e é boa com planejamento? Todas essas são qualidades admiráveis, mas se isso é tudo o que as pessoas veem em você, então algo está faltando.
Nancy vai explicar por que devemos assumir tarefas maiores do que nossa capacidade de planejar, organizar e executar. Este episódio faz parte da série Lições da vida de Josué (Parte …
Raquel Anderson: Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Se você não der um passo de fé e tentar o impossível, você nunca verá o que Deus pode fazer. Se você apenas optar pelo seguro, for para onde se sente segura e lidar apenas com aquilo que acha que consegue lidar ou administrar, você nunca verá o que Deus pode fazer.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, na voz de Renata Santos.
Alguém que está te observando, perceberia que você é altamente organizada, determinada, e é boa com planejamento? Todas essas são qualidades admiráveis, mas se isso é tudo o que as pessoas veem em você, então algo está faltando.
Nancy vai explicar por que devemos assumir tarefas maiores do que nossa capacidade de planejar, organizar e executar. Este episódio faz parte da série Lições da vida de Josué (Parte 8): Antes da conquista.
Nancy: Ontem à tarde fui entrevistada por outro ministério. Uma das perguntas que me fizeram foi sobre que tipo de livros eu gosto de ler.
Eu disse que amo ler biografias, sempre amei. Eu cresci lendo biografias. Li minha primeira biografia quando era uma garotinha, provavelmente com sete ou oito anos de idade.
Era uma biografia de J.C. Penney. Não sei como aquele livro veio parar nas minhas mãos, mas era uma versão para crianças. Li aquela biografia várias vezes.
Mas ao longo dos anos eu tenho amado ler biografias de homens e mulheres que foram grandemente usados por Deus de várias maneiras, muitas biografias de missionários — Gladys Aylward, Hudson Taylor, George Müller e Amy Carmichael.
Eu recomendo muito essas biografias para você. Recomendo que você as leia para seus filhos. Hoje existem muitas biografias para crianças que não existiam quando eu era criança.
Uma das coisas que amo nessas biografias de homens e mulheres de Deus do passado, é a disposição deles de dar passos de fé, de entrar no impossível, de avançar quando aquilo que estavam prestes a fazer não fazia sentido para a razão humana, quando o que estavam fazendo parecia — ou realmente era — impossível, quando outros não conseguiam entender o que estavam fazendo ou por que, ou talvez até pensassem que eles estavam loucos.
Esses homens e mulheres deram passos de fé. George Müller disse:
Se Deus quer alimentar esses milhares de órfãos — e no final foram muitos — sem que peçamos dinheiro a ninguém, Ele pode fazer isso. Eu construí aquele orfanato para que as pessoas pudessem ver quão grande Deus é.
Homens e mulheres de fé do passado desafiam a nossa fé hoje.
Enquanto acompanhamos Josué e o povo de Israel às portas da Terra Prometida, encontramos um momento decisivo: uma crise de fé.
Daqui em diante, cada passo exigirá confiança em Deus. Será uma caminhada de fé do começo ao fim. E há um princípio importante nessa história: a fé do povo não irá além da fé de seu líder.
Vemos em Josué um homem de fé. E os filhos de Israel, junto com Josué, estão em uma posição em que, se Deus não agir, eles não irão sobreviver. Você concorda que esse é um bom lugar para estar?
Claro que não é o mais fácil. É um pensamento assustador estar em uma posição onde, se Deus não agir, não vamos sobreviver. Mas é neste momento que a visão termina e a fé começa, e sem fé é impossível agradar a Deus.
Peço que você abra sua Bíblia em Josué capítulo 3. E vamos voltar ao versículo 1 para termos um pouco de contexto.
Josué se levantou de madrugada, e, tendo ele e todos os filhos de Israel partido de Sitim, [Este era o acampamento deles a leste do rio Jordão.] vieram até o Jordão e pousaram ali antes que passassem. (v. 1)
Eles estavam se preparando para atravessar o rio Jordão do leste para o oeste e entrar na Terra Prometida, Canaã, que fica a oeste do Jordão. Precisamos observar no versículo 15 que há um pequeno parêntese.
No versículo 15 diz: “(porque o Jordão transbordava sobre todas as suas ribanceiras, durante todo o tempo da colheita)”. Essa é uma observação importante, porque isso tornará o que está prestes a acontecer uma crise de fé ainda maior.
Durante a maior parte do ano, o rio Jordão tem aproximadamente 30 metros de largura e pode ser atravessado com relativa facilidade. Mas no início da primavera há o derretimento da neve que desce do Monte Hermon, e o rio Jordão transborda suas margens e chega a ter quase um quilômetro e meio de largura em alguns lugares — não apenas 30 metros, mas quase um quilômetro e meio.
E nesse momento seria impossível atravessar a pé. Por que Deus esperou para enviar os filhos de Israel através do Jordão até que o rio fosse impossível de atravessar? Por que Ele não os enviou em outra época do ano, quando poderiam simplesmente atravessar a pé e não precisariam de um milagre?
Bem, exatamente por essa razão. Eles não precisariam de um milagre se Ele tivesse esperado outra época do ano. Deus os mandou atravessar quando eles tinham que depender dEle.
Sabe por que acho que foi assim? Primeiro, para que o povo desenvolvesse seus “músculos da fé” antes de entrar para lutar contra todos os inimigos do outro lado do Jordão. Mas também para que ninguém mais pudesse receber o crédito além de Deus.
Todos saberiam. Os judeus saberiam. Seus filhos saberiam. Nós saberíamos hoje ao ler esta história. Os cananeus naquela terra também saberiam. Todos ouviriam essa história e saberiam que Deus fez isso.
Meu pai, que já está com o Senhor há muitos anos, costumava ter uma frase em seu escritório. Em vários lugares eu encontrava essa frase. Ele a amava e gostava de tê-la impressa. A frase dizia: “Tente algo tão impossível que, a menos que Deus esteja envolvido, estará condenado ao fracasso.”
Meu pai era um homem de fé, e ele amava esse desafio: tentar algo tão impossível que, se Deus não estivesse envolvido, ele estaria destinado ao fracasso. E é exatamente isso que encontramos enquanto os filhos de Israel estão prestes a atravessar o rio Jordão em sua condição cheia e transbordante.
Agora, dê uma olhadinha no versículo 6 de Josué capítulo 3.
E também [Josué] falou aos sacerdotes, dizendo: ‘Levantem a arca da aliança e passem adiante do povo.’ Levantaram, pois, a arca da aliança e foram andando adiante do povo.’
Os sacerdotes lideraram o caminho carregando a Arca de Deus, que vimos no episódio anterior que ela representava a presença de Deus, a direção de Deus. Deus está indo à frente do Seu povo. E a imagem que você tem aqui, ao meditar nessa passagem, é que o próprio Deus estava indo à frente no rio Jordão, antes do Seu povo, para abrir um caminho no rio a fim de que o povo pudesse atravessar.
Não era apenas aquela caixa, a Arca da Aliança, sustentada pelas mãos humanas dos sacerdotes que estava atravessando. Era Deus. E gostaria de lembrá-la aqui que Deus nunca vai conduzi-la para dentro de um Jordão — uma circunstância impossível — sem ir adiante e abrir o caminho.
Como isso é possível? Seguindo Cristo, seguindo a presença de Deus. Eu amo como Ele vai à nossa frente e abre um caminho no meio desses rios impossíveis.
Deus quer fortalecer os nossos “músculos da fé”, e Ele faz isso indo à nossa frente.
Normalmente não gostamos de impossibilidades. Não gostamos de atravessar rios cheios e transbordantes. Nossa tendência natural é optar pelo seguro, queremos estar seguras. Mas a fé que agrada a Deus avança na direção de Deus mesmo quando isso significa entrar em um rio cheio e transbordante.
Significa a disposição de avançar apesar das incertezas, apesar dos riscos, apesar das impossibilidades. E essa é a maneira pela qual glorificamos a Deus.
Mas como se obtém esse tipo de fé? Não podemos produzir esse tipo de fé em nossos próprios corações. Não é algo natural. Penso que vemos uma pista de como chegar a esse nível nos primeiros versículos de Josué capítulo 3, quando percebemos que conhecer a Deus — saber quem Ele é e como Ele é — é o que aprofunda a fé em nossos corações. Isso se torna a base da fé. O conhecimento de Deus permite que a fé exista em nossos corações.
Veja que no capítulo 3, versículo 3, e novamente no versículo 9, Deus é chamado de “O Senhor, seu Deus.” Josué está falando aos israelitas e diz: “O Senhor, seu Deus.”
Isso estava em contraste com os deuses pagãos dos cananeus, que não eram deuses pessoais. Você nunca poderia dizer: “Baal, o seu deus.” Mas Josué disse aos filhos de Israel: “Ele é Deus, o seu Deus.”
No versículo 10, Josué o chama de “o Deus vivo.” Novamente, isso não é nada parecido com os deuses pagãos das nações ao redor. Aqueles deuses estavam mortos; não eram deuses vivos.
E no versículo 11 Ele é chamado de “o Senhor de toda a terra.” Versículo 13: “o Senhor de toda a terra.” Isso novamente contrasta com os deuses pagãos.
Os incrédulos, as nações pagãs, pensavam que esses deuses tinham jurisdição sobre partes específicas da terra. Poderia ser o deus das montanhas, o deus do mar ou o deus do rio.
E Josué está dizendo: “Jeová não é apenas o Deus das montanhas, dos mares ou dos rios. Ele é o Deus sobre toda a terra. Todos esses outros ‘deuses’, assim chamados, devem se curvar diante dEle. Ele é o Senhor soberano e Deus sobre toda a terra. Ele é o Senhor, o seu Deus. Ele é o Deus vivo. Ele é o Deus de toda a terra.”
À medida que você medita sobre quem Ele é, sobre Seu poder, Sua onipotência, Sua onipresença, o fato de que Ele é o seu Deus, um Deus vivo, o Deus de toda a terra, sua fé será fortalecida.
Outro dia alguém me contou que teve uma experiência em que estava desesperadamente precisando de algo para que seu ministério pudesse avançar, e isso não estava acontecendo, e o prazo estava chegando.
Ele disse: “Saí uma semana antes de precisarmos dessa provisão do Senhor e olhei para o céu noturno e vi as estrelas.” Ele estava quase chorando ao contar o que Deus havia feito.
Ele disse: “Olhei para aquele céu noturno e vi todas aquelas estrelas e disse: ‘Ó Senhor, se Tu podes criar todas essas estrelas que vejo no céu esta noite, certamente podes prover o que precisamos para avançar neste ministério.’”
E então ele contou, emocionado, como Deus realmente proveu exatamente o que era necessário dentro daquela semana. E minha fé foi fortalecida e encorajada ao ouvir aquela história. Então mantenha seus olhos no Senhor e concentre-se nEle. Ele é quem dá força, fé e coragem para avançar.
No versículo 8, Deus diz a Josué para dizer aos sacerdotes: “Quando chegarem às margens das águas do Jordão, parem ali."
Conhecemos a história, então lemos esses relatos com um olhar vago, sem realmente nos colocarmos no lugar deles. Imagine ser um daqueles sacerdotes. E eles são humanos como nós, certo? Eles ainda não leram o livro de Josué e não conhecem a história. Eles precisam seguir em frente sem saber como ela termina.
E lhes dizerem: “Vocês vão ficar no Jordão”. Eles olham para o Jordão. Está transbordando. Está furioso. É forte. Não há como eles irem e ficarem no Jordão. Mas é isso que eles devem fazer.
E então Josué diz ao povo no versículo 10:
Nisto vocês saberão que o Deus vivo está no meio de vocês e que sem falta expulsará de diante de vocês os cananeus, os heteus, os heveus, os ferezeus, os girgaseus, os amorreus e os jebuseus. Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra vai passar o Jordão na frente de vocês.
Quando as plantas dos pés dos sacerdotes que levam a arca do Senhor Deus, o Senhor de toda a terra, tocarem nas águas do Jordão, elas serão cortadas, a saber, as águas que vêm de cima, e se amontoarão. (vv. 10-11, 13)
Na semana passada, atravessei o Rio Arkansas de carro. Enquanto olhava para o rio, me lembrei da cena que tenho vivenciado no livro de Josué. Tentei imaginar dizer a um milhão de pessoas em pé de um lado: “Vocês vão atravessar este rio a pé e chegar ao outro lado”.
Isso é impossível. E é por isso que Josué diz: “Assim vocês saberão que o Deus vivo está entre vocês”. Atravessar o Jordão seria uma confirmação das promessas de Deus. Afirmaria a fé dos filhos de Deus. Fortaleceria a fé deles. Daria-lhes confiança para avançarem e tomarem posse da terra que Deus lhes havia prometido.
Mas não foi preciso fé apenas para vencer o inimigo. Foi preciso fé para dar o primeiro passo, que foi atravessar o rio Jordão. Eles não conseguiriam atravessar sem fé.
Quero lembrar a você que, se não der um passo de fé e tentar o impossível, jamais verá o que Deus pode fazer. Se você simplesmente optar pelo seguro, se for apenas para onde se sente segura e lidar apenas com o que acha que consegue lidar ou administrar, jamais verá o que Deus pode fazer.
Josué disse: “Assim vocês saberão que o Deus vivo está entre vocês.”
- Que evidências existem em sua vida de que o Deus vivo está entre vocês?
- Que evidências existem em sua família de que o Deus vivo está entre vocês?
- Que evidências existem em sua igreja de que o Deus vivo está entre vocês?
Já disse à nossa equipe antes que meu desejo para o nosso ministério, o Aviva Nossos Corações, é que ele não possa ser explicado em termos de esforço e iniciativa humana. Quero um ministério que só possa ser explicado pela presença do Deus vivo entre nós.
Bem, o versículo 15 do capítulo 3,
E, quando os que levavam a arca chegaram ao Jordão, e os seus pés se molharam na beira das águas (porque o Jordão transbordava sobre todas as suas ribanceiras, durante todo o tempo da colheita), as águas que vinham de cima pararam de correr; levantaram-se num montão, numa grande distância, até a cidade de Adã, que fica ao lado de Sartã; e as águas que desciam ao mar de Arabá, que é o mar Salgado, foram completamente cortadas. (vv. 15-16)
A cidade de Adã, onde a água foi represada sobrenaturalmente, ficava a 24-32 quilômetros rio acima. Há arqueólogos e comentaristas que acreditam que um terremoto pode ter causado isso. É possível.
Deus pode ter usado um terremoto. Mas, se usou, foi um momento exato, no instante preciso em que o terremoto aconteceu quando os sacerdotes colocaram os pés na água, e então outro terremoto veio e fez com que as águas voltassem. De qualquer forma, foi de forma sobrenatural que Deus fez com que as águas fossem contidas.
E então continua, versículo 16:
Então o povo passou diante de Jericó. Porém os sacerdotes que levavam a arca da aliança do Senhor pararam firmes no meio do Jordão, e todo o Israel passou a pé enxuto, atravessando o Jordão.
Agora, vá para o capítulo 4, versículo 15:
O Senhor disse a Josué: ‘Ordene aos sacerdotes que estão levando a arca do testemunho que saiam do Jordão.’ Então Josué ordenou aos sacerdotes, dizendo: ‘Saiam do Jordão.’ Quando os sacerdotes que levavam a arca da aliança do Senhor saíram do meio do Jordão, e as plantas dos seus pés se puseram na terra seca, as águas do Jordão voltaram ao seu lugar e corriam como antes, sobre todas as suas ribanceiras. (vv. 15–18)
Agora coloque-se nas sandálias daqueles judeus que agora estão de pé no lado oeste do rio Jordão enquanto se voltam e olham para trás. O caminho por onde acabaram de passar em terra seca e — whoosh — todas aquelas águas que tinham sido represadas por quinze ou vinte milhas rio acima voltam correndo novamente. A represa se rompe.
E imagine como eles devem ter ficado cheios de assombro e talvez um pouco aterrorizados ao perceber que agora não há como voltar atrás. Estamos em Canaã. Estamos diante dos inimigos, da oposição.
É uma mistura de reverência, gratidão e admiração, e talvez um pouco de temor também, porque esta é a terra que Deus prometeu dar ao Seu povo. E agora eles estão nela. Estão de pé nela. Deus os fez atravessar.
Eu amo o que D. A. Carson diz em seu comentário sobre essa passagem. Ele diz: “Quando o Jordão retomou o seu fluxo, foi como se portões tivessem se fechado atrás do Rei divino e de seus vassalos quando eles entraram na propriedade real.”
Isso não é maravilhoso? Que imagem! O Rei abriu o caminho — o Rei Jesus, o Rei Jeová. Ele abriu o caminho simbolizado pela arca da aliança. E o Rei e seus vassalos estão entrando na propriedade divina. E quando colocam os pés na Terra Prometida, os portões se fecham atrás do Rei e do Seu povo.
Uau. Que momento. Que cena. E tudo isso foi experimentado pela fé. Agora eles estão comprometidos; não têm escolha a não ser enfrentar a batalha diante deles.
Vemos que o êxodo da escravidão quarenta anos antes começou com a travessia de outro corpo de água, o Mar Vermelho, sob a liderança de Moisés. E agora o êxodo termina com os filhos de Israel atravessando o rio Jordão sob a liderança de Josué.
O êxodo do Egito foi uma saída da escravidão. E isso retrata a nossa libertação da escravidão do pecado. A travessia do Jordão para Canaã é uma imagem de como entramos pela fé na nossa herança espiritual. E essas duas passagens são experiências que Deus pretende para cada uma de nós.
Se você é filha de Deus, então já atravessou o Mar Vermelho. Você foi tirada da escravidão, tirada do Egito, tirada da posse de Satanás para a posse de Deus, agora pertencendo a Ele. E Ele a libertou; isso é um milagre.
Como filha de Deus, Ele deseja que sua vida continue sendo uma caminhada de fé, atravessando pela fé os Jordões da sua vida para entrar na Terra Prometida, a terra que Ele lhe deu como herança e como posse.
Senhor, como Te agradecemos pelo Teu poder e por como conduziste o Teu povo através do rio Jordão para lugares impossíveis. E, Senhor, eu oro para que concedas fé aos nossos corações enquanto enfrentamos as coisas, os desafios que estão diante de nós.
Que possamos crer em Ti. Que possamos avançar pela fé. E que possamos ver o Senhor agir como somente Tu podes fazer. Que outros saibam que há um Deus vivo entre nós. Eu oro em nome de Jesus, amém.
Raquel: Quando estamos correndo pelas nossas tarefas diárias, é fácil esquecer quão grande é o Deus a quem servimos. Nancy DeMoss Wolgemuth tem nos chamado a uma abordagem corajosa para qualquer grande tarefa que Deus nos chama a enfrentar. Coloque o seu coração no poder e na bondade de Deus, e não na sua própria capacidade.
Essa mensagem faz parte de uma série chamada Lições da vida de Josué (Parte 8): Antes da conquista. E Nancy está trazendo formas práticas de aplicar os princípios deste texto bíblico na nossa vida diária.
Nancy: Ao longo deste estudo sobre a vida de Josué, temos observado batalhas. Como o Senhor nos chama e nos equipa para essas batalhas.
Todas nós sabemos como é estar em uma batalha. Talvez não com lanças e espadas como nos dias de Josué, mas outros tipos de batalhas.
Aqui está uma batalha sobre a qual uma ouvinte nos escreveu:
Estou crescendo a cada dia com os estudos do Aviva Nossos Corações. Sempre enfrentamos, eu e meu esposo, sérios problemas em nosso casamento. Com 9 anos de casados, depois de muito sofrimento, descobri que meu esposo é gay, e hoje, depois de anos ainda lutamos e sofremos por esse pecado que o envolve. Temos três filhos, e são eles que me encorajam a continuar. Mas seus estudos têm me ajudado a ter uma motivação diferente. Obrigada Nancy.
E eu também sou grata, especialmente àquelas pessoas que ajudam a tornar este programa possível. Juntas, Deus está sendo glorificado e fortalecendo os corações de mulheres em todo o mundo.
Raquel: Preservar memórias se tornou um hobby popular para muitas pessoas, mas é mais do que isso. Guardar memórias e marcos pode ser uma maneira significativa de lembrar o que Deus tem feito em sua vida.
Falaremos sobre isso amanhã. Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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