Dia 2: Você está disposta a entrar na batalha?
Raquel Anderson: Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth com uma mensagem de esperança.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Deus será vitorioso, e Seus inimigos serão derrotados. Quando a maré do mal se levanta como uma enchente, Deus ergue um estandarte contra ela.
O nome, a cruz de Cristo, o Evangelho de Cristo, a verdade de Deus — tudo isso é mais poderoso do que todos os carros, ideologias, filosofias, poderes, exércitos e religiões falsas do mundo. Deus é o vencedor. Deus é o campeão. A batalha é do Senhor.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam, na voz de Renata Santos.
Ontem começamos a analisar a vida de Débora, em Juízes capítulo 4. Vimos como Débora estava disposta a sacrificar seu próprio conforto e segurança pelo bem da nação de Israel.
Nancy DeMoss Wolgemuth explorou …
Raquel Anderson: Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth com uma mensagem de esperança.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Deus será vitorioso, e Seus inimigos serão derrotados. Quando a maré do mal se levanta como uma enchente, Deus ergue um estandarte contra ela.
O nome, a cruz de Cristo, o Evangelho de Cristo, a verdade de Deus — tudo isso é mais poderoso do que todos os carros, ideologias, filosofias, poderes, exércitos e religiões falsas do mundo. Deus é o vencedor. Deus é o campeão. A batalha é do Senhor.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mentiras em que as mulheres acreditam, na voz de Renata Santos.
Ontem começamos a analisar a vida de Débora, em Juízes capítulo 4. Vimos como Débora estava disposta a sacrificar seu próprio conforto e segurança pelo bem da nação de Israel.
Nancy DeMoss Wolgemuth explorou essa biografia na primeira parte da série chamada Débora Uma Mulher verdadeira se une à batalha. Agora vamos ouvir a segunda parte dessa mensagem, que Nancy apresentou em uma das conferências Mulher Verdadeira. Tenho certeza de que essa mensagem vai encorajá-la a abraçar corajosamente tudo o que Deus tem para a sua vida. Vamos ouvir.
Nancy: Vemos nesta história que Deus usa instrumentos humanos para cumprir Seus propósitos no Reino, mas Ele nem sempre usa as pessoas que você esperaria. Neste caso, Deus escolheu e usou meios nada convencionais para derrotar o inimigo e libertar Seu povo.
Primeiro, Ele usou duas mulheres como parte do plano de batalha — Jael e Débora. Depois, como vemos nesta passagem, Ele usou soldados a pé — dez mil homens a pé. Você pode perguntar: “O que tem de tão especial nisso?” Lembre-se de como os cananeus viajavam: novecentos carros de ferro. Eram armas de destruição em massa, veículos de guerra enormes. Esses carros haviam oprimido os israelitas por vinte anos — e você vai enviar soldados a pé para essa batalha?
Por que Deus faz coisas assim? Para que Ele receba a glória. Para que ninguém possa se gloriar na carne. “Ah, sim, um grande general militar nos levou à batalha e tínhamos todas essas armas poderosas.” De forma alguma. Quando lemos essa história, somos lembradas de que Deus é o Conquistador. Deus é quem obtém a vitória. Ele escolhe e usa vasos fracos que estão dispostos a ser usados.
Veja, o padrão normal de Deus, quando observamos ao longo das Escrituras, é que os homens são chamados e levantados para serem os principais líderes, protetores e provedores do povo de Deus. E não vamos ter tempo aqui para ver as muitas passagens que ilustram isso. Mas, por favor, não me citem fora de contexto, porque eu posso ser mal interpretada. O padrão de Deus é que a liderança, proteção e provisão primárias para Seu povo vêm dos homens.
Porém, no período dos juízes, havia um vácuo de liderança masculina. Os homens estavam com medo, eram passivos, inativos. Vejo em Débora um modelo de mulher que cumpriu sua natureza e seu chamado femininos e foi usada por Deus para ajudar a promover e fortalecer a liderança masculina na nação. Você pode perguntar: “Como você sabe disso? Está inventando?”
Na verdade, Débora se tornou algo como um ícone para aqueles que sustentam uma teologia mais igualitária dos papéis de homens e mulheres. Mas eu gostaria de resgatar Débora e mostrar como ela ilustra uma visão fortemente complementar de masculinidade e feminilidade. Primeiro, não há evidência de que ela tenha se colocado intencionalmente nessa posição ou que tenha aspirado a liderar a nação. Seu coração era servir.
Se você olhar para o capítulo 5, versículo 7, verá como Débora se via e via seu papel — o coração dela:
Ficaram desertas as aldeias em Israel, ficaram desertas até que eu, Débora, me levantei; levantei-me por mãe em Israel.
Há muitas outras coisas que ela poderia ter dito. “Levantei-me como profetisa.” “Levantei-me como juíza.” “Levantei-me como guerreira.” “Levantei-me como estrategista.” “Levantei-me para assumir o controle, já que nenhum homem teve coragem de fazer algo.” Nada disso.
Como ela se via? Como mãe. É uma referência ao instinto protetor e nutridor. Foi isso que lhe deu coragem para entrar na batalha — o coração de mãe. Mulheres, vocês não precisam ter filhos biológicos para ter um coração de mãe. Deus pode colocar isso em vocês também. Foi isso que a motivou. Ela não foi movida pelo desejo de poder, de controle, de posição ou de reconhecimento. Ela foi motivada como uma mãe em Israel.
O pastor John Piper fala sobre o que significa ser uma verdadeira mulher. Ele diz: “No coração da feminilidade madura está uma disposição libertadora, ou inclinação. . .” É libertadora — isso não nos aprisiona. “. . .uma inclinação para afirmar, receber e nutrir a força e a liderança de homens dignos, de maneiras que sejam apropriadas aos diferentes relacionamentos de uma mulher.”
Isso é feminilidade madura — “essa disposição e inclinação para afirmar, receber e nutrir a força e a liderança de homens dignos, de maneiras apropriadas aos diferentes relacionamentos”. Fazemos isso de forma diferente com o marido do que com um chefe ou um irmão. Relacionamentos diferentes, expressões diferentes. Mas ele diz que isso é uma inclinação libertadora para nós, como mulheres.
Débora, eu creio, ilustra isso lindamente. Ela agiu de modo a afirmar e apoiar a liderança masculina. Ela não comandou Baraque nem lhe disse o que fazer. Apenas transmitiu uma mensagem do Senhor. Capítulo 4, versículo 6: “O Senhor, Deus de Israel, deu a seguinte ordem.” Ela incentivou a liderança em Baraque, sem precisar deixar claro que era isso que estava fazendo.
"Sim, nós mulheres vamos ajudar vocês, homens, a serem mais viris." Nada de atitude de superioridade. Eu amo essa mulher. Não havia ressentimento em seu coração. Ela deu a Baraque a oportunidade de cumprir seu chamado de Deus como líder, protetor e defensor.
Vemos nela um papel de auxiliadora responsiva. Ela estava disposta a acompanhar Baraque à batalha, mas por iniciativa e convite dele. Essa não era uma mulher que tomava as rédeas. Capítulo 4, versículo 9: “Certamente irei com você” — por iniciativa dele. Ela se alegrava ao ver homens se levantando e assumindo liderança — assim como nossos corações se alegram ao ver Deus levantando homens piedosos para orar, pregar e liderar nossas igrejas e lares. Devemos ser gratas e encorajadas por isso.
Veja o capítulo 5, versículo 2, no cântico de Débora: “Porque os chefes se puseram à frente de Israel, e o povo se ofereceu voluntariamente, bendigam o Senhor!” Ela se alegrava com isso. Veja também o versículo 9: “Meu coração está com os comandantes de Israel, que, voluntariamente, se ofereceram entre o povo. Bendigam o Senhor.” Ela afirmava a liderança masculina.
Então, vemos em Débora uma mulher de fé e coragem. O legado de sua vida é que, por meio de seu encorajamento e influência, os homens de sua época se tornaram homens — avançaram, assumiram responsabilidades, lutaram contra o mal e defenderam suas esposas e filhos. Mulheres, não é o poder do controle, mas o poder da influência que temos.
Vejo nessa mulher um coração humilde. A humildade é a principal graça, e o orgulho, sendo seu oposto, é a raiz de todos os pecados. Mas vejo aqui um coração humilde — uma mulher que não buscava crédito ou destaque. No momento de oração ontem à noite aqui na conferência, ouvimos a pequena Abby, de nove anos, recitar os últimos versículos de Hebreus 11 — a grande “galeria da fé”.
Nesse trecho há quatorze homens do Antigo Testamento e duas mulheres mencionadas. Lembra quem são? Sara e Raabe. Nenhuma menção a Débora. Ela não é nomeada. Mas ouça isto, Hebreus 11.32:
E que mais direi? Certamente me faltará o tempo necessário para falar de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas, os quais, por meio da fé, conquistaram reinos, praticaram a justiça. . .
Como é possível que Baraque tenha entrado nessa lista e Débora não? Débora não é mencionada, mas Baraque é reconhecido como homem de grande fé. E certamente ele não começou assim. Débora viveu em uma época em que os homens eram passivos e medrosos, e se recusavam a agir. Débora teve fé desde o início, mas no final, é a fé de Baraque que foi reconhecida em Hebreus 11.
Sabe de uma coisa? Eu acredito que isso teria agradado a Débora. Acredito que isso a teria deixado feliz, porque ela estava cumprindo o papel que Deus lhe havia dado como auxiliadora. Quando Baraque foi reconhecido, no final, como um homem de grande fé, você não acha que ela disse: “Sim, obrigada, Senhor, por dar coragem e fé a esses homens e por levantá-los”?
E lembre-se: nos registros do céu, o nome de Débora está lá — e o seu nome também pode estar, junto com o dos homens que Deus usa as nossas vidas para influenciar e realizar grandes feitos por Ele. Em Juízes 4.12, chegamos à descrição da batalha:
Anunciaram a Sísera que Baraque, filho de Abinoão, tinha subido ao monte Tabor. Sísera convocou todos os seus carros de guerra, novecentos carros de ferro [para não esquecermos quão sério era o inimigo], e todo o povo que estava com ele, de Harosete-Hagoim para o ribeiro de Quisom. Então Débora disse a Baraque: — Prepare-se, porque este é o dia em que o Senhor entregou Sísera em suas mãos. Não é verdade que o Senhor está indo à sua frente? Então Baraque desceu do monte Tabor, e dez mil homens o seguiram. (vv. 12-14)
De fato, Baraque estava em uma situação perigosa e que colocava sua vida em risco. E o que Débora fez? Ela foi com ele, a seu pedido, e o encorajou com as promessas de Deus. Nós conhecemos o final da história, mas, para Baraque, parecia que aqueles novecentos carros de ferro iriam esmagar seus dez mil soldados a pé. Mas ele foi armado com as promessas de Deus. Onde ele ouviu essas promessas? Dos lábios de uma mulher de fé. Ela o encorajou com as promessas de Deus e o inspirou a avançar em fé.
Mulheres, as palavras de uma mulher podem inspirar coragem e fé nos homens ao nosso redor — em maridos, filhos, pastores e outros. Então, vamos parar de falar sobre homens passivos e que não assumem responsabilidades. Sejamos nós mesmas mulheres de coragem, fé e humildade, e falemos palavras que edifiquem, em vez de destruir.
Quantas de nós, com nossas palavras, já minamos a coragem, a fé e até a masculinidade dos homens à nossa volta? Podemos colocar um fim nisso e começar a falar palavras de coragem e fé? Você diz: “Meu marido não é um guerreiro.” — Você acredita que Deus pode torná-lo um guerreiro e colocar fé em seu coração? “Ah, você não sabe. . . ele é um desastre.” — E você acha que Deus não pode redimir desastres? Ele nos redimiu! Ele está nos redimindo!
Aliás, há muita coisa da qual nós mesmas precisamos ser redimidas. Alguns desses homens são tão pacientes conosco — mulheres controladoras, manipuladoras, e sempre achando que temos uma ideia melhor. Que Deus tenha misericórdia desses homens que precisam conviver com algumas de nós que, às vezes, somos difíceis. Aqui está uma mulher — Débora — que é modelo de encorajadora, cujas palavras inspiraram coragem, em vez de destruir o homem ao seu redor. Veja o versículo 15:
E o Senhor derrotou Sísera, todos os seus carros de guerra e todo o seu exército a fio de espada, diante de Baraque; e Sísera saltou do seu carro e fugiu a pé. Mas Baraque perseguiu os carros e os exércitos até Harosete-Hagoim. Todo o exército de Sísera caiu a fio de espada, sem escapar nem sequer um. (vv. 15–16)
Quem é o herói dessa história? Não é Débora. Não é Baraque. Quem é? Quem derrotou Sísera e todos os seus carros? Foi Deus. Quem subjugou Jabim, rei de Canaã, diante do povo de Israel? O Senhor. Deus será vitorioso, e Seus inimigos serão derrotados.
Quando a maré do mal se levanta como uma enchente, Deus ergue um estandarte contra ela. O nome, a cruz de Cristo, o Evangelho de Cristo, a verdade de Deus — tudo isso é mais poderoso do que todos os carros, ideologias, filosofias, poderes, exércitos e religiões falsas do mundo. Deus é o vencedor. Deus é o campeão. A batalha é do Senhor.
Há algo lindo neste trecho — e também na vida —: Deus usa meios humanos na batalha. Ele usou Baraque. Os soldados israelitas lutaram com bravura, mas Deus também enviou intervenção divina sobrenatural para vencer a batalha. Veja o capítulo 5, versículo 20. Você talvez nunca tenha parado para pensar nesses versículos:
Lá do céu as estrelas lutaram; desde os lugares dos seus cursos lutaram contra Sísera. O ribeiro de Quisom os arrastou, Quisom, o antigo ribeiro. (vv. 20–21)
Você pode perguntar: “O que isso quer dizer?” Parece, ao estudarmos esse texto, que Deus enviou, no meio da batalha, uma tempestade violenta — relâmpagos, chuva torrencial, granizo e saraiva. O ribeiro de Quisom, normalmente apenas um pequeno córrego, transbordou. E o que aconteceu com as rodas dos carros cananeus, que eles achavam ser sua força? Ficaram presas na lama! As águas os arrastaram. O inimigo entrou em pânico, em confusão, e os guerreiros nos carros tentaram fugir a pé para escapar da ira do Deus Yahweh e de Seu exército.
O mais impressionante nessa história é que Baal era o deus cananeu das tempestades — ou assim pensavam. Mas, nesse momento, o Senhor Deus demonstrou Seu poder supremo sobre as tempestades, sobre Baal e sobre todos os falsos deuses. Mulheres, não há limite para os recursos e o poder de Deus. Coloque-se, mesmo fraca como é, à disposição dele, e Ele moverá o céu e a terra, se for necessário, para defendê-la e glorificar Seu nome.Não subestime o poder, a grandeza e a graça de Deus.
À medida que a história continua, vemos que alguns israelitas se dispuseram a participar da batalha — e foram abençoados por isso. Mas outros ficaram em casa e se recusaram a se envolver.
Veja Juízes 5.11: “Então o povo do Senhor pôde descer aos portões da cidade.”
Versículos 14–15: “De Efraim, cujas raízes estão na antiga região de Amaleque, desceram guerreiros; depois de você, ó Débora, seguiu Benjamim com seus povos; de Maquir desceram comandantes, e, de Zebulom, os que levam a vara de comando. Também os príncipes de Issacar foram com Débora; Issacar seguiu Baraque, em cujas pegadas foi enviado para o vale.”
Versículo 18: “Zebulom é povo que arriscou a sua vida, bem como Naftali, nas alturas do campo.”
Esses foram os que se dispuseram a lutar. Mas outros, mesmo morando perto, se recusaram a participar — e foram repreendidos.
Versículo 15: “Entre as facções de Rúben houve grande discussão.” Ficaram sentados pensando a respeito.
Versículo 16: “Por que vocês ficaram entre os currais para ouvir a flauta? Entre as facções de Rúben houve grande discussão.” Pensaram muito. . . mas não fizeram nada. Preferiram ficar de fora e deixar que seus irmãos enfrentassem o perigo e lutassem a batalha.
Versículo 17: “Gileade ficou do outro lado do Jordão, e Dã, por que se deteve junto a seus navios? Aser ficou junto à costa do mar e repousou nas suas baías.”
Versículo 23: “Amaldiçoem Meroz, diz o Anjo do Senhor, amaldiçoem duramente os seus moradores, porque não vieram em socorro do Senhor, em socorro do Senhor e seus heróis.”
O comentarista Phillips Brooks disse que Meroz representa aquele que se omite — disposto a ver outros lutarem as batalhas da vida enquanto ele aparece depois para aproveitar os resultados. E Matthew Henry comentou: “Muitos são impedidos de cumprir o seu dever pelo medo das dificuldades, pelo amor ao conforto e por um apego excessivo aos negócios terrenos.”
Isso tem me desafiado ao longo dos anos em que Deus me chamou para a batalha. Muitas vezes tive medo, quis ficar para trás, longe do conflito. Mas tenho sido lembrada: o medo das dificuldades, o amor ao conforto e o apego às coisas do mundo são o que me impedem de entrar na batalha.
Mulheres, Deus não precisou daquelas tribos para conceder a vitória. Ele venceu sem a ajuda delas. Ele tinha as estrelas, os relâmpagos, as tempestades — todos os recursos à Sua disposição. Mas aquelas pessoas perderam a oportunidade de se alinhar com Deus. Deram desculpas para não se envolver — e foram envergonhadas por escolher ficar fora da batalha.
Deus não precisa de nós. Ele não precisa de você. Ele não precisa de mim. Os propósitos do Seu Reino serão cumpridos neste mundo — com ou sem nós.Mas Ele nos deu uma oportunidade incrível, em nossa geração, de nos unirmos a Ele no que Ele está fazendo no mundo. Na batalha entre o bem e o mal, temos a chance de ficar ao lado dele e do Seu povo, arriscar nossa segurança — e, se necessário, até nossas vidas — e nos envolver.
Você vai ser aquela que entra na batalha, ou vai ficar de fora, escolhendo a segurança?
Raquel: Essa é uma pergunta que você e eu não devemos levar levianamente. Espero que você tire um tempo hoje para pensar sobre sua resposta. E espero que você decida entrar na batalha.
Essa foi Nancy DeMoss Wolgemuth, com uma mensagem inspiradora sobre a vida de Débora e o que ela significa para nós.
Cada uma de nós precisa estar disposta a entrar na batalha. E, uma vez que entramos, precisamos aprender a ser eficazes. Isso não é possível sem mergulhar nas Escrituras — não apenas lendo, mas estudando, meditando e orando sobre elas.
É isso que o Aviva Nossos Corações sempre tem em mente: levar as mulheres a olharem para Deus e Sua Palavra para encontrarem tudo o que precisam na vida. E estamos nos preparando para fazer isso de forma ainda mais intensa nos próximos anos. Chamamos esse foco de Maravilha da Palavra, esse projeto foi lançado em 2025, na conferência Mulher Verdadeira, em Indianápolis. Em 2027, Nancy vai ensinar toda a Bíblia, e esse ensino já está sendo traduzido para muitos outros idiomas.
Gostaríamos de te convidar a se juntar a nós nesse projeto! Ele exige recursos significativos além do que é necessário para manter nossos programas e ministérios regulares. Precisamos da sua ajuda em oração. Deus proverá o valor que Ele sabe que precisamos, mesmo que seja diferente do que imaginamos, mas ore para que confiemos nele nisso.
E talvez você queira fazer uma doação para essa necessidade. Se puder, muito obrigada! Mesmo que você só tenha dez reais disponíveis, faz diferença. Para doar, acesse o nosso site avivanossoscoracoes.com.
Bem, amanhã ouviremos a conclusão da história de Débora. Nancy vai compartilhar algumas de suas próprias lutas para abraçar completamente o chamado de Deus em sua vida.
Nancy: Eu tenho me cansado de nadar contra a corrente. Já quis voltar para onde é seguro, ter uma vida mais normal. Mas Deus tem Sua mão e Seu chamado sobre minha vida, e colocou ao meu redor homens e mulheres de coragem quando eu não tenho.
Minha vida não me pertence. Está ligada a Cristo, o autor e consumador da nossa fé. Estou aprendendo, por meio da minha fraqueza, que não há lugar mais seguro para estar do que no meio da batalha com Ele.
Raquel: Aguardamos você para finalizar esta série amanhã, aqui no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.