Dia 2: Seu luto e o consolo divino
Raquel Anderson: O luto é uma realidade universal em nosso mundo caído, e Paul Tautges diz que não podemos ignorá-lo.
Paul Tautges: Deus nos criou com dutos lacrimais; esses dutos lacrimais devem ser preenchidos com lágrimas em determinados momentos. Se guardarmos tudo dentro de nós, eventualmente isso vai sair. Portanto, precisamos aprender a conversar com o Senhor em nossos momentos de luto.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações, com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de O Céu Reina, na voz de Renata Santos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Sempre que você e eu passamos por uma grande perda, é provável que sejamos atingidas por uma enxurrada de emoções. E sejamos honestas, pode ser avassalador! Nesses momentos, como podemos entender o nosso sofrimento? Nosso convidado de hoje vai nos ajudar a ver a perspectiva de Deus.
Paul Tautges é marido, pai, pastor e autor, e por muito …
Raquel Anderson: O luto é uma realidade universal em nosso mundo caído, e Paul Tautges diz que não podemos ignorá-lo.
Paul Tautges: Deus nos criou com dutos lacrimais; esses dutos lacrimais devem ser preenchidos com lágrimas em determinados momentos. Se guardarmos tudo dentro de nós, eventualmente isso vai sair. Portanto, precisamos aprender a conversar com o Senhor em nossos momentos de luto.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações, com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de O Céu Reina, na voz de Renata Santos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Sempre que você e eu passamos por uma grande perda, é provável que sejamos atingidas por uma enxurrada de emoções. E sejamos honestas, pode ser avassalador! Nesses momentos, como podemos entender o nosso sofrimento? Nosso convidado de hoje vai nos ajudar a ver a perspectiva de Deus.
Paul Tautges é marido, pai, pastor e autor, e por muito tempo serviu como capelão de um hospital de cuidados paliativos. Ele mesmo experimentou ondas de dor e tristeza. Aqui está Dannah conversando com ele sobre isso, na voz de Raquel Anderson.
Dannah Gresh: Bem-vindo de volta, Paul.
Paul: É maravilhoso estar com você novamente, Dannah.
Dannah: Tivemos uma conversa muito rica ontem sobre ansiedade e sobre como nossa abordagem, como cristãs, é diferente. Temos ferramentas poderosas na caixa de ferramentas da nossa fé e na Palavra de Deus que podem nos ajudar a lutar nessa batalha.
Mas é tão interessante para mim, Paul. Acho que Deus nos permite enfrentar batalhas que se constroem umas sobre as outras. Você enfrentou uma batalha com a ansiedade, você estava sendo treinado para algo. O Senhor está te treinando para algo, e disso nasce uma fonte rica de sabedoria e consolo que você pode transmitir a outras pessoas. Você é um reservatório disso.
Você escreveu um livro, Devocional para o coração Ferido. O subtítulo é Meditações sobre Perda, Luto e Cura. O que te levou — quero dizer, não há filas de pessoas querendo escrever sobre perda e luto — o que levou seu coração a querer fazer isso?
Paul: Foi algo inesperado. No meu primeiro pastorado em Wisconsin, o Senhor abriu a porta para que eu fosse capelão voluntário de um hospital na Associação de Enfermeiras Visitantes. Esse foi realmente o meu maior contato com o ministério do luto, se é que posso chamá-lo assim, ou apenas pensar sobre o luto sob uma perspectiva bíblica.
Eu constantemente fazia funerais. Reunia-me com familiares. Ministrava a pessoas que às vezes estavam em suas últimas horas de vida. Descobri que a Palavra de Deus é muito consoladora quando ministrada — se posso assim dizer — em pequenas doses, em doses administráveis.
Acho que isso começou a me ensinar como Deus muitas vezes nos consola. Ele é o “Deus de toda consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar [os outros].” (vide 2 Coríntios 1.3–4)
E assim, enquanto eu lidava com certas perdas na minha própria vida, também via como as promessas da presença e da bondade de Deus não eram apenas confortantes para mim, mas também traziam grande consolo a outros.
Muitas dessas pessoas para quem eu ministrava não conheciam o Senhor. O Senhor então me mostrou como o consolo dele está interligado ao Evangelho — que, quando estamos sofrendo, o que mais precisamos é de alguém perto de nós.
É como no livro de Jó. A melhor coisa que aqueles três amigos fizeram foi simplesmente sentar-se com ele naquela primeira semana e nem abrir a boca (Jó 2.11–13). Eles o abençoaram apenas com a presença deles.
Dannah: Sim, eles estavam indo melhor quando não abriram a boca! (risos)
Paul: É verdade! E o Senhor fez isso por nós no Evangelho. Em Cristo, Ele se aproximou de nós! E, no ministério de consolo — ao responder à perda de outras pessoas — quero ser alguém que primeiro se aproxima e está presente, não alguém que sempre precisa dizer algo.
Dannah: Acho isso muito reconfortante, porque às vezes a gente não sabe o que dizer.
Paul: Muitas vezes não sabemos o que dizer. Acho que a pior coisa que podemos fazer é citar algum tipo de clichê espiritual ou algo semelhante. Precisamos simplesmente comunicar o seguinte: “Sinto muito que você esteja passando por isso, deve doer muito!” Coisas simples assim. Não tentar ser aquele que chega para remover o luto delas. O luto é universal, mas a forma como ele se manifesta em cada um de nós é única.
Dannah: Conte-nos um pouco sobre como isso se manifestou em você, porque você mencionou há alguns minutos que, enquanto ministrava a pessoas no hospital, também estava experimentando seu próprio luto. Como assim?
Paul: Isso começou até antes de eu me converter e eu não sabia como responder ao luto. Meu avô morreu — simplesmente caiu morto no jardim de um infarto fulminante. E um ano depois, meu tio favorito foi assassinado. Ele era nosso favorito porque era o único tio que morava perto de nós, então o víamos nos feriados. A esposa dele havia morrido quando ainda eram recém-casados, e ele nunca se casou novamente, mas acabou se tornando parte da nossa família.
Penso em como essas experiências me afetaram. Depois, quando me converti, o Senhor começou a mudar meu coração, ajudando-me a ver as coisas sob uma perspectiva bíblica.
Acho que outro exemplo de como o luto age de forma diferente em cada pessoa foi quando minha esposa teve um aborto espontâneo no dia de Natal. Eu era o marido naquele momento, não o pai.
Vou te explicar o que quero dizer. Entrei no modo “cuidar da Karen”. Então, só me certifiquei de que ela estava bem, que tinha tudo o que precisava. Ela sentia que não queria ficar isolada, então nós ainda fomos à reunião da família naquele dia.
Na verdade, só me dei conta do que tinha acontecido duas semanas depois. Eu havia deixado as crianças na casa de alguns amigos e estava dirigindo pela neve em uma estrada rural de Wisconsin. De repente, me caiu a ficha de que eu havia perdido um filho! Demorou duas semanas para isso penetrar meu íntimo, e comecei a chorar enquanto dirigia. Foi o Senhor me dando a oportunidade de liberar todas aquelas emoções reprimidas.
Percebi um padrão na minha vida: quando outras pessoas estão sofrendo, eu entro em ação e faço o que é preciso para ajudá-las, para servi-las. Talvez eu não processe (se posso usar essa palavra) minhas próprias emoções até mais tarde. Foi isso que aconteceu comigo no nosso aborto espontâneo.
E quando nossa filha perdeu o primeiro bebê dela, foi uma daquelas longas jornadas em que descobrimos logo no início da gravidez que nossa netinha não iria sobreviver. Começamos a orar, e a igreja começou a orar para que os pais pudessem conhecê-la — que ela nascesse viva e eles pudessem vê-la. E Deus respondeu essa oração! Isabel nasceu. Eles a seguraram por cerca de quarenta e cinco minutos e depois a colocaram nos braços de Jesus.
Mas houve um outro nível de luto, como filho, quando minha mãe morreu repentinamente de aneurisma cerebral. Depois, o luto com o pai, e depois como avô.
Então, como eu disse antes, o luto é universal, mas é único. Acho que isso deve nos lembrar de sermos gentis uns com os outros em tempos de luto.
Dannah: Eu acabei de passar por um “mini” luto. Meu marido ficou doente por um tempo. E você mencionou “luto adiado”. Acho que nós, mulheres, como cuidadoras, conseguimos nos identificar com isso. Quando alguém cai, entramos em modo de ajuda. Ficamos ocupadas, resolvendo tudo, mantendo tudo sob controle.
E nesse meio, meu animal de estimação morreu — meu cavalo morreu. De repente, eu não consegui mais me manter firme! Entrei em um período louco de um mês inteiro. . . eu não estava bem! Mas não era só o cavalo. Era o luto pelas mudanças na minha vida, pelo fato de meu marido estar doente, por não saber se o Senhor o curaria. . . tudo isso finalmente me afetou.
Paul: Sim.
Dannah: O quanto você acha importante que, quando isso acontece — ou talvez até antes que aconteça — a gente pare e diga: “O que minhas emoções estão me dizendo?” Por que precisamos processar o luto? Você usou a palavra “processar”. Por que precisamos, em algum momento, processá-lo?
Paul: Bem, acho que seus exemplos e os meus mostram que as emoções são algo complicado. Podemos ter algumas emoções imediatas diante da perda repentina de alguém que amamos, ou mesmo, como você disse, de um animal de estimação.
Mas tendemos a simplesmente seguir em frente e continuar com a vida, porque a vida não para quando temos uma perda. Precisamos seguir em frente. Acho que esse é um dos exemplos em que geralmente não nos damos tempo para lamentar.
E se não nos dermos tempo para lamentar no momento, por assim dizer — ou pelo menos nas semanas e meses que se seguem àquela perda — isso vai nos alcançar eventualmente, porque é assim que Deus nos criou.
Ele nos criou com dutos lacrimais. Esses dutos lacrimais devem ser preenchidos com lágrimas em determinados momentos. Se guardarmos tudo dentro de nós, isso eventualmente vai sair. Precisamos aprender a conversar com o Senhor em nossos momentos de luto.
E é aí que gosto de voltar, em meu coração e mente, ao Senhor Jesus, e lembrar a mim mesmo de que Ele é o homem de dores, familiarizado com o sofrimento. Ele não teve vergonha de chorar diante do túmulo de seu amigo Lázaro. Portanto, eu não devo ter vergonha de demonstrar luto, de mostrar lágrimas.
Isso significa que Ele entende a minha dor. Ele entende o sofrimento em um grau ainda maior do que qualquer um de nós pode imaginar, porque nenhum de nós jamais sofrerá na medida em que Jesus sofreu! Mas também encontro consolo no Salmo 56.8, onde Davi fala sobre o Senhor — que o Senhor registra todas as dores de Davi e recolhe suas lágrimas em Seu odre.
Que descrição poética e linda do cuidado íntimo de Deus por nós. . . que Ele recolhe as nossas dores. Ele cuida de nós. E não é apenas que Ele se importa com a tristeza, mas também com a dor da perda que causou essa tristeza.
E podemos conversar com Ele sobre essas coisas. Os salmos de lamento são um exemplo disso — podemos orar honestamente por meio de alguns salmos de lamento, para falar com o Senhor sobre a nossa dor.
Dannah: Certo! Esses salmos de lamento têm sido um aprendizado para mim. Eles são bem intensos!
Paul: São, sim.
Dannah: Você provavelmente já foi a um funeral onde a família parece perfeita. “Está tudo bem; todos estão em um lugar melhor; isso é bom.” Acho isso inacreditável! Acho o lamento dos salmos muito mais crível! Mas como o lamento — no sentido bíblico — é diferente de simplesmente ficar com raiva do que aconteceu?
Paul: Bem, o lamento é uma expressão piedosa de tristeza diante do Senhor. É conversar com o Senhor sobre a nossa dor. É levar a Ele nossas perguntas sinceras. Um dos salmos que considero muito importante quando estamos de luto é o Salmo 13: “Até quando, Senhor, até quando!?” (v. 1)
O mundo diz: “Dê um tempo” ou “O tempo cura todas as feridas.” Isso simplesmente não é verdade. O tempo não cura todas as feridas. Existem perdas que experimentamos nesta vida que não serão totalmente curadas até a eternidade.
A dor diminui, sim. É como quando nos ferimos, ou quando um de nossos filhos se corta e o sangue escorre bastante. Eventualmente, o ferimento coagula, depois cria uma casquinha, e depois deixa uma cicatriz. Mas a cicatriz fica — e sempre ficará.
E acho que o luto é semelhante. A perda, a intensidade da dor, por assim dizer, vai diminuindo com o tempo. Vai ficando cada vez menor, mas a cicatriz ainda está lá. E acho que Deus pode usar isso, mais uma vez, para o nosso crescimento espiritual — para nos lembrar que este mundo não é o nosso lar. A cura completa, a restauração total, a plenitude da redenção só acontecerão quando virmos nosso Salvador face a face. E precisamos viver à luz dessa verdade e dessa realidade, em vez de sermos engolidos por nossos lutos.
Dannah: Sim. É verdade que “Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete”? (Eclesiastes 7.2)
Paul: Ah, sim! Esse é um texto difícil, não é? Acho que, olhando por uma lente bíblica e centrada em Cristo, podemos dizer que sim — por causa da obra mais profunda que Deus realiza em nossas vidas por meio do sofrimento.
Eu não gosto de sofrer. Não peço a Deus que traga mais sofrimento à minha vida. Mas quando passo por um vale e chego ao outro lado, sempre olho para trás e vejo que sou diferente do que era quando entrei naquele vale.
E digo: “Senhor, obrigado pelo crescimento. Obrigado pela santificação que o Senhor está realizando.” Então acho que esse versículo só faz sentido quando o vemos dentro do contexto de, digamos, Romanos 8.28–29.
Como você sabe, o versículo 28 diz que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.” Mas o versículo 29 diz o que é esse bem: “que sejamos conformados à imagem de Cristo.”
O grande propósito de Deus para nós é nos refazer à imagem do Seu Filho. E, como naquela ilustração do forno em 1 Pedro, Deus aquece o forno para derreter o minério, para que as impurezas subam à superfície e possam ser removidas. E, eventualmente, seremos, como diz Jó 23.10, como ouro puro! É isso que Deus busca. E quando entendemos o sofrimento — a bondade de Deus no sofrimento — esse versículo passa a fazer sentido.
Dannah: Sim, é verdade. O dia em que meu cavalo morreu foi uns quatro dias depois do funeral da minha tia. Então, havia isso — meu marido doente, o funeral da minha tia — e lembro-me de ver um filete de sangue do cavalo escorrendo pela calçada. Lembro-me de chorar e pensar: É por isso que Jesus morreu — para acabar com essa dor absurda para sempre! E, naquele momento, senti que tinha mais clareza sobre o Evangelho do que tenho nos meus dias felizes, nos meus bons dias, nos meus meses e anos fáceis.
Havia uma certeza sobre Jesus que era simplesmente tão sólida! E pensei: Ah. . . talvez seja por isso que é bom ir à casa onde há luto. . . talvez.
Paul: É sim! E é por isso que Apocalipse 21, nos quatro primeiros versículos, é tão incrivelmente belo para nós — porque virá um dia em que Ele realmente enxugará dos nossos olhos toda lágrima, e Ele fará novas todas as coisas!
Acho que esse é um dos propósitos de Deus para nós no sofrimento: Ele quer que vivamos à luz da eternidade; Ele quer que mantenhamos nossa mente nas coisas do alto, e não nas que são da terra (Colossenses 3.2). E quando temos esse desejo — o desejo de nosso coração de fixar a mente em Cristo e ser mais semelhantes a Ele — acredito que precisamos estar preparados para o que o Senhor possa usar para nos direcionar nesse caminho. Porque geralmente não nos voltamos para o Senhor de maneiras profundas e significativas quando tudo está indo bem!
Dannah: Certo. Não, é diferente. Sabe, eu sinto como se estivesse sentada com um especialista, e preciso fazer essa pergunta. Você já foi capelão em um hospital, passou pelo seu próprio luto, escreveu um livro sobre o luto. O que você acha que significa quando Ele diz que vai enxugar toda lágrima? O que você acha que significa quando diz que todas essas dores serão coisas passadas?
Paul: Bem, essa é uma pergunta difícil!
Dannah: Eu sei! Tenho pensado muito nisso.
Paul: Sim. Bem, eu acredito que parte disso vai acontecer no tribunal de Cristo. Acho que quando virmos as recompensas que recebemos e talvez as que perdemos, talvez haja algumas lágrimas. Terá que haver algumas lágrimas ali, para que possam ser enxugadas.
Mas eu creio que o foco principal dessa verdade está na glória futura; que devemos fixar nossos corações e mentes nessa glória futura; que possamos realmente chegar ao ponto de dizer, com sinceridade, como Paulo disse: “morrer é lucro”, estar com o Senhor em Sua presença. (Filipenses 1.21)
Por toda a lamentação de Romanos 8 — o gemido pela redenção — será completo, e todas as tristezas serão enxugadas, todos os lutos que entraram na nossa experiência humana por causa do pecado no Jardim do Éden.
Tudo isso vai chegar ao descanso final em Cristo Jesus, o Homem de Dores, que levou sobre Si as nossas tristezas. Então, eu acho que é a maneira que as Escrituras usam para nos apontar para Cristo como sendo, em última instância, o único verdadeiro Consolador! Faz sentido?
Dannah: Ah, sim, cada vez mais!
Paul: Isso mesmo. Você mencionou antes aquelas frases superficiais que as pessoas dizem num funeral (“Ah, ele está em um lugar melhor!”). Eu cheguei ao ponto de perceber que, na verdade, o único consolo que realmente vale a pena é o consolo que está ligado a Jesus, porque é daí que vem o consolo eterno.
Todo outro tipo de consolo é temporário. E, para nós, andar lado a lado com alguém em tempos de perda, tempos de tristeza, e oferecer esse tipo de consolo centrado em Jesus é algo tão, tão vital!
Dannah: Eu queria pedir, Paul, se você poderia tirar um momento e orar pela mulher que está de luto agora e precisa sentir a presença de Jesus bem perto dela.
Paul: Sim! Oh, querido Pai, eu Te agradeço porque Tu és o Deus de toda consolação, que nos conforta em todas as nossas aflições.
E, Senhor, eu oro hoje pela querida ouvinte que está sofrendo, seja qual for a perda, seja qual for a dor que ela está carregando. Que ela saiba profundamente, no mais íntimo do seu coração, que Jesus vai carregar essa dor com ela e por ela; que Jesus é Aquele que diz: “Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu os aliviarei. Tomem sobre vocês o meu jugo” (Mateus 11.28–30). Jesus quer levar as tristezas dela, quer carregar os fardos dela, quer levar suas dores e caminhar com ela e por ela.
Senhor, volte os olhos do coração dela para o Senhor Jesus, como Aquele que pode realmente consolá-la em seu tempo de sofrimento. E que Deus seja glorificado, que Tu sejas glorificado, que Cristo seja honrado através da Tua obra na vida dela! Em nome de Jesus oramos, amém.
Nancy: Ouvimos hoje o pastor Paul Tautges consolando os que estão de luto e nos convidando a fazer o mesmo.
Eu amo a forma como ele nos levou de volta às Escrituras — especialmente aos Salmos e ao livro de Jó — para nos ajudar a enxergar o sofrimento dentro do contexto maior dos bons propósitos de Deus.
Se você quiser receber ainda mais desse conselho tão terno do Pastor Paul, eu espero que você leia algo que ele escreveu. O livro se chama Devocional para o coração ferido.
Como ele mesmo compartilhou antes, pessoas enlutadas precisam da Palavra de Deus em pequenas doses, no ritmo que conseguem absorver — e é exatamente isso que esse livro oferece, com cinquenta leituras diárias.
À medida que você lê, seu coração será conduzido ao nosso Salvador gentil, que conhece profundamente a dor e a tristeza.
E amanhã, aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.