Dia 2: Pecados pagos, Satanás derrotado
Raquel Anderson: Se você depositou sua fé em Cristo, sua dívida pelo pecado foi paga, e agora você serve a um novo Senhor. Nancy DeMoss Wolgemuth fica maravilhada com esse fato!
Nancy DeMoss Wolgemuth: Em Cristo, fomos libertas do domínio do diabo — libertas! Podemos resistir ao pecado; temos o poder de dizer “não” ao pecado. Isso não é motivo para celebrar?
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Escolhendo a Gratidão, na voz de Renata Santos.
Nancy continua a série Cristo, Nosso Único Consolo na Vida e na Morte. Se você perdeu o episódio de ontem, pode acessá-lo no nosso site avivanossoscoracoes.com. Aqui está Nancy.
Nancy: O que vem à sua mente quando você pensa na palavra "consolo"? Talvez você pense em comida de conforto (melhor nem mencionar isso agora!), ou imagine-se relaxando em uma poltrona …
Raquel Anderson: Se você depositou sua fé em Cristo, sua dívida pelo pecado foi paga, e agora você serve a um novo Senhor. Nancy DeMoss Wolgemuth fica maravilhada com esse fato!
Nancy DeMoss Wolgemuth: Em Cristo, fomos libertas do domínio do diabo — libertas! Podemos resistir ao pecado; temos o poder de dizer “não” ao pecado. Isso não é motivo para celebrar?
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Escolhendo a Gratidão, na voz de Renata Santos.
Nancy continua a série Cristo, Nosso Único Consolo na Vida e na Morte. Se você perdeu o episódio de ontem, pode acessá-lo no nosso site avivanossoscoracoes.com. Aqui está Nancy.
Nancy: O que vem à sua mente quando você pensa na palavra "consolo"? Talvez você pense em comida de conforto (melhor nem mencionar isso agora!), ou imagine-se relaxando em uma poltrona bem confortável, ou dirigindo um carro de luxo com um ótimo sistema de suspensão.
Talvez você pense em se hospedar em um hotel de luxo com todos os mimos possíveis. Ou, quem sabe, em ter um salário confortável, todas as contas pagas e uma boa poupança para a aposentadoria.
Essa semana procurei online alguns sinônimos para “consolo” e encontrei palavras como: alegria, luxo, prazer, relaxamento, alívio, abundância, aconchego, euforia, bem-estar, animação, opulência.
Quem não quer conforto quando é descrito dessa forma, não é? Mas o problema é que há tantas coisas neste mundo que podem tirar nosso conforto: contas inesperadas, doenças, perda de emprego, uma queda no mercado de ações, um divórcio não desejado, a morte de alguém amado, um diagnóstico terminal. O que fazer nesses momentos? Será que significa que não podemos mais ter consolo?
Existe uma forma de encontrar um tipo de consolo e esperança que nunca pode ser tirado de nós? É sobre isso que estamos falando nesta semana, em uma série baseada em um documento escrito há 460 anos: o Catecismo de Heidelberg.
Esse é um livro pequeno, mas um dos mais amplamente distribuídos na história, junto com a Bíblia, O Peregrino e outras obras desse nível. É uma verdade antiga, mas atemporal, que está enraizada na Palavra de Deus.
Foi escrito de uma perspectiva teologicamente reformada, e há alguns pontos secundários que leitores não reformados podem discordar. Mas, tirando essas poucas exceções, as crenças desse catecismo são compartilhadas por todos os verdadeiros cristãos, pois vêm diretamente da Palavra de Deus.
Um catecismo como este é uma forma de discipular e treinar recém convertidos, além de crianças e jovens. Foi escrito com a intenção de ensinar crianças e adolescentes. Hoje, você pode pensar: “Não sei se meu filho de oito anos entenderia isso.” Mas você pode se surpreender!
Como mencionei no episódio anterior, se você quiser aprender mais sobre este catecismo, recomendo o livro do Pastor Kevin DeYoung, que está indicado na transcrição. Ele é bem fácil de ler e se chama As Boas Novas que Quase Esquecemos: A Redescoberta do Evangelho de Jesus Cristo.
Essa semana estamos focando na primeira de 129 perguntas do catecismo. É uma pergunta introdutória. A pergunta é a seguinte:
“Qual é o seu único consolo na vida e na morte?”
E a resposta nos oferece algo muito melhor do que consolos frágeis e passageiros deste mundo. Ela nos aponta para o único consolo verdadeiro.
Então vou fazer a pergunta e quero que você leia comigo toda a resposta. Queridas, “Qual é o [seu] único consolo na vida e na morte?”
"Que não pertenço a mim mesmo, mas pertenço — de corpo e alma, tanto na vida quanto na morte — ao meu fiel Salvador, Jesus Cristo. Ele pagou completamente todos os meus pecados com o Seu sangue precioso e me libertou do domínio do diabo.
Ele também me guarda de tal maneira que sem a vontade do meu Pai celeste nem um fio de cabelo pode cair da minha cabeça; na verdade, todas as coisas cooperam para a minha salvação.
Por isso, pelo Seu Espírito Santo, Ele também me assegura a vida eterna e faz-me disposto e pronto de coração para viver para Ele de agora em diante.
Esse é o nosso único consolo na vida e na morte.”
No episódio anterior, exploramos a primeira parte, que diz: “Eu pertenço ao meu fiel Salvador.” Um Salvador é alguém que salva, e Jesus é o nosso Salvador fiel. Mas do quê Ele nos salvou? Se você não sabe do que está sendo salva, não vai valorizar ter um Salvador.
É como se uma ambulância aparecesse na sua casa hoje, com sirenes ligadas, e você dissesse: “Eu não preciso de vocês! Não tenho nenhum problema; estou bem!” Se você acha que está bem, não vai se alegrar por ter um “Salvador”.
Então, do quê Jesus nos salva?
Temos dois inimigos mortais: o pecado e Satanás, e ambos roubam nosso consolo. E Jesus nos salva de ambos!
Hoje, vamos nos concentrar nesta parte do Catecismo de Heidelberg, que diz: “Ele pagou completamente todos os meus pecados com o Seu sangue precioso e me libertou do domínio do diabo.”
Fomos libertas da dívida que tínhamos por causa do pecado e também do domínio de Satanás. Todos os nossos pecados foram pagos, e fomos libertas da escravidão ao diabo. Quando você une essas duas verdades — libertação do pecado e de Satanás —, encontra o único consolo e esperança na vida e na morte.
Quero olhar para esses dois aspectos hoje: Cristo pagou completamente por todos os meus pecados com Seu sangue precioso e, depois, veremos o que significa ser liberta do domínio de Satanás.
Cristo pagou completamente por todos os meus pecados. Vou usar um exemplo simples que, embora não faça jus ao tema, me veio à mente enquanto preparava essa mensagem.
Quando eu era criança e morava em Villanova, na Pensilvânia, havia uma mercearia perto da nossa casa chamada Soloff’s. Era perto o suficiente para irmos a pé.
Ao chegarmos da escola, com a permissão dos nossos pais, íamos lá comprar doces e picolés. Vou ser honesta: éramos crianças pequenas e não podíamos pagar pelas coisas que pegávamos na loja. . . mas nossos pais podiam.
Eles tinham uma conta aberta lá. Então, dizíamos: “Coloque na conta dos DeMoss.” E nossos pais pagavam a dívida que devíamos. Como eu disse, esse exemplo não é perfeito. Primeiro, porque tínhamos a permissão dos nossos pais (risos). Não estávamos roubando; não havia pecado envolvido.
Mas consigo me lembrar de nós, crianças, dizendo: “Coloque na conta dos DeMoss.” A Bíblia nos diz que o preço do pecado é a morte. E também nos diz que a única forma de pagar essa dívida é com a morte, pelo derramamento de sangue.
Em Levítico 17.11, lemos:
Porque a vida da carne está no sangue. Eu o tenho dado a vocês sobre o altar, para fazer expiação pela vida de vocês, porque é o sangue que fará expiação pela vida.
Deus falou isso ao estabelecer o sistema de sacrifícios: “Você precisa matar este animal. Coloque sua mão sobre ele. Ele está morrendo em seu lugar.”
Você deveria morrer pelo seu pecado, mas o animal identificado com seu pecado é que vai morrer. O sangue dele será derramado no altar para fazer “expiação” — ou seja, para torná-lo um com Deus. “. . .porque é o sangue que fará expiação pela vida.”
No Antigo Testamento, vemos isso: animais sendo sacrificados dia após dia, no lugar de pecadores culpados que mereciam morrer.
Daí chegamos à nova aliança no Novo Testamento. Graças a Deus, não vivemos mais sob aquele antigo sistema! Jesus veio à Terra como o Cordeiro de Deus, sem pecado, sem mancha, sem defeito. Ele não tinha dívida alguma para pagar, mas entregou Sua vida, derramou Seu sangue, para pagar o preço pelos nossos pecados.
E Ele diz ao Pai ao olhar para mim e para você: “Coloque o pecado delas na minha conta.” E nós dizemos a Ele: “Pai, coloque o meu pecado na conta de Cristo.” Ele pagou o preço que não podíamos pagar. O Novo Testamento nos mostra esse conceito muito bem.
Em Mateus 26.28, durante a Última Ceia, Jesus disse:
Porque isto é o meu sangue, o sangue da aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados.
E em Efésios 1.7, lemos:
Nele [em Cristo] temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça.
Sabe o que isso significa? Significa que há graça suficiente para todas! Há perdão suficiente para os seus pecados, para os meus pecados — passados, presentes e futuros.
Em 1 Pedro 1.18–19, lemos:
Sabendo que não foi mediante coisas perecíveis, como prata ou ouro, que vocês foram resgatados da vida inútil que seus pais lhes legaram, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula.
Você não compra a redenção colocando dinheiro no ofertório ou doando para um ministério como o Aviva Nossos Corações. Não é assim que funciona! Não é assim que você é redimida. Como fomos redimidas?
. . .pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula.
1 João 1.7 diz: “. . .e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” E 1 João 2.2 afirma: “E ele é a propiciação pelos nossos pecados.”
Lembra daquele antigo hino escrito nos anos 1800?
Ele foi que padeceu,
Que por nós na cruz morreu!
E que assim por nós se deu,
Honras sejam ao Cordeiro!
Sofredor que ali penou,
Vencedor que triunfou!
Salvador que nos amou,
Honras sejam ao Cordeiro!
(“Honras sejam ao Cordeiro!” por Phillip P. Bliss)
Querida, eu não sei o que você fez, mas sei que você é uma pecadora. Eu também sou. E quero dizer hoje, seja você alguém ouvindo aqui, nesta sala, ou mais tarde, dirigindo, no trabalho, na esteira, ou levando os filhos no banco de trás do carro: creia nas boas novas do Evangelho! Ele pagou completamente por todos os meus pecados com Seu sangue precioso!
Quantos pecados? [Respondam: Todos os meus pecados!] Quanto da dívida Ele pagou? Ele pagou tudo! Não foi só uma parte, mas tudo. O seu pecado e o meu foram lançados na conta de Jesus. E quando confessamos e nos arrependemos, somos perdoadas!
As boas novas do Evangelho é que precisamos receber o perdão, o consolo e a misericórdia dele.
Talvez você diga: “Mas eu pequei tanto!” Será que meus pecados são demais para o sangue dele?
Ou talvez você pense que não pecou tanto assim, porque cresceu na igreja, é uma boa pessoa e nunca fez aquelas coisas ruins que outras pessoas fazem. Você também precisa de um Salvador, porque o preço de um único pecado é a morte. A vida está no sangue, e, por meio da morte dele, do Seu sangue derramado, Jesus pagou completamente pelos nossos pecados.
Quando meditamos nisso, percebemos o quanto nosso pecado custou a Ele. Não dá para participar de uma ceia ou lembrar da cruz na época da Páscoa de forma indiferente.
O sangue dele é precioso! E esse sangue precioso é a fonte do nosso consolo e esperança, tanto na vida quanto na morte.
Vejamos a segunda parte do catecismo, que menciona outra coisa: “Ele me libertou do domínio do diabo.” Nosso segundo inimigo mortal, Satanás, é um tirano. E Jesus nos libertou! Nos libertou da tirania do diabo.
Um tirano não é uma boa pessoa, certo? Você ouve essa palavra e pensa, credo! Você não quer estar sob o domínio de um tirano. Um tirano é um governante cruel, que usa seu poder de maneira implacável. O diabo é um tirano. Ele mente, promete liberdade, como fez com Eva no jardim do Éden.
Ele nos tenta, nos torna escravas. Ele governa pelo medo, nos acusa, tenta nos destruir, nos lembra constantemente de nossos pecados. Ele é um senhor cruel. No Antigo Testamento, vemos uma imagem poderosa disso: os israelitas foram escravizados por gerações no Egito, sob o domínio de Faraó — uma figura do diabo.
Em Êxodo 6.5, Deus diz a Moisés: “Eu também ouvi os gemidos dos filhos de Israel, os quais os egípcios escravizam, e me lembrei da minha aliança.”
Graças a Deus, Ele se lembra das Suas promessas! Deus enviou Moisés ao Egito para dizer: “Deixe o meu povo ir!”
Mas Faraó respondeu: “De jeito nenhum!”
E Deus enviou pragas para provar que Ele era mais poderoso que Faraó, que era considerado um deus na época. Deus mostrou que Faraó não era o homem mais poderoso da terra. Ele era. E, milagrosamente, Deus libertou Seu povo.
Se você tiver sua Bíblia por perto, abra em Êxodo 15. Quero que leia comigo. Quero que veja esse cântico de louvor que os israelitas entoaram depois de serem libertos do domínio de Faraó. Vamos ler uma parte:
Então Moisés e os filhos de Israel entoaram este cântico ao Senhor:
Cantarei ao Senhor,
porque triunfou gloriosamente;
lançou no mar o cavalo
e o seu cavaleiro.O Senhor é a minha força e o meu cântico;
ele se tornou a minha salvação.
Este é o meu Deus; portanto, eu o louvarei;
ele é o Deus de meu pai; por isso, o exaltarei.
O Senhor é homem de guerra;
Senhor é o seu nome.
Neste salmo de louvor, vemos o confronto, a batalha entre o Senhor, que é um poderoso guerreiro, e Faraó com o seu exército. Essa luta é celebrada no cântico. Leia os versículos 4 e 5:
Lançou no mar os carros de Faraó
e o seu exército;
e os seus capitães afogaram-se
no mar Vermelho.
As águas profundas os cobriram;
desceram às profundezas como pedra.A tua mão direita, ó Senhor, é gloriosa em poder;
a tua mão direita, ó Senhor, despedaça o inimigo.
Na grandeza da tua excelência,
derrubas os que se levantam contra ti;
envias o teu furor,
que os consome como palha.Com o sopro das tuas narinas, amontoaram-se as águas,
as correntes pararam em montão;
as águas profundas se tornaram sólidas no coração do mar.
O inimigo dizia:
Perseguirei, alcançarei,
Repartirei os despojos;
a minha alma se fartará deles,
arrancarei a minha espada,
e a minha mão os destruirá.
Você consegue imaginar Satanás dizendo isso sobre nós? “Eu os perseguirei, os destruirei.” Mas. . . eis o louvor:
Sopraste com o teu vento,
e o mar os cobriu;
afundaram-se como chumbo
em águas impetuosas.[E os israelitas cantam:]
Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses?
Quem é como tu, glorificado em santidade,
terrível em feitos gloriosos, que operas maravilhas?
A salvação é uma maravilha! A redenção é uma maravilha — Deus nos libertando da tirania de
Satanás!
Estendeste a mão direita,
e a terra os engoliu.
Com a tua bondade
guiaste o povo que salvaste;
com a tua força o levaste
à habitação da tua santidade.” (Ex. 15.1-13)
Esse é um cântico do Antigo Testamento celebrando o poder da salvação! Mas quanto mais nós temos para cantar? Nós não estamos falando de um Faraó mortal, mas do nosso inimigo mortal, o próprio diabo.
A tirania de Satanás nos faz escravas do pecado, da culpa, do desespero, da falta de esperança e do medo da morte. Ele controla a vontade das pessoas sob seu domínio, faz com que nos sintamos impotentes diante do pecado, incapazes de resistir.
Mas, então, vem Jesus, um poderoso guerreiro. Em Cristo, fomos libertas da tirania do diabo — libertas! Agora podemos resistir ao pecado. Temos o poder de dizer “não” ao pecado! Isso não é motivo para celebrar?
Ouça o que o Novo Testamento diz sobre essa liberdade que temos em Cristo:
Jesus respondeu: — Em verdade, em verdade lhes digo que todo o que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, fica para sempre. Se, pois, o Filho os libertar, vocês serão verdadeiramente livres.
Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, também Jesus, igualmente, participou dessas coisas, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos os que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.
Sabendo isto: que a nossa velha natureza foi crucificada com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sejamos mais escravos do pecado. Pois quem morreu está justificado do pecado.
Portanto, não permitam que o pecado reine em seu corpo mortal, fazendo com que vocês obedeçam às suas paixões. . . Porque o pecado não terá domínio sobre vocês.
Essas são palavras de esperança, palavras de consolo na vida e na morte!
Será que vocês não sabem que, ao se oferecerem como servos para obediência, vocês são servos daquele a quem obedecem, seja do pecado, que leva à morte, ou da obediência, que conduz à justiça?
Mas graças a Deus que, tendo sido escravos do pecado, vocês vieram a obedecer de coração à forma de doutrina a que foram entregues. E, uma vez libertados do pecado, foram feitos servos da justiça. (Rm 6.16-18)
Percebem? Ainda somos escravas, mas agora somos escravas de Deus, escravas da justiça. E que escravidão libertadora é essa!
Precisamos nos lembrar dessas verdades e lembrar outras pessoas também. Satanás já tentou fazer você desanimar por causa do seu pecado? O que você faz? Você diz: “Impute isso à conta de Jesus. Está pago!” Precisamos compartilhar o consolo e a esperança que encontramos no Evangelho.
Precisamos afirmar regularmente o que sabemos ser verdade! Aquilo que aprendemos, mas que esquecemos tão facilmente.
Repetindo essas palavras, os ensinamentos bíblicos representados nesta parte do catecismo, estou pregando o Evangelho para mim mesma. Estou me lembrando, me renovando, encontrando consolo, força e esperança na vida e — um dia — na morte, através do Evangelho de Jesus Cristo!
Raquel: Estamos ouvindo Nancy DeMoss Wolgemuth, apresentadora do Aviva Nossos Corações. Ela voltará em instantes para orar.
Amanhã, veremos como Deus está cuidando de cada detalhe de nossas vidas. Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações. Agora, vamos orar com Nancy:
Nancy: Oh, Senhor, nos console com o consolo do Evangelho. Livra-nos de procurar consolo em qualquer outro lugar que não seja em Cristo, e somente em Cristo.
Nele está toda a nossa esperança, todo o nosso consolo na vida e na morte, e por isso Te damos graças. Celebramos porque estamos livres! Nossa dívida de pecado foi paga, e fomos libertas, livradas da tirania de Satanás.
Se alguma irmã aqui ainda estiver dizendo: “Eu não fui liberta. Ainda estou presa ao meu pecado, sob a tirania de Satanás.” Peço Senhor, que hoje, ela levante seus olhos para Cristo e diga: “Senhor, eu creio que Tu morreste pelos meus pecados. Tu morreste para me libertar do poder de Satanás. Eu recebo o Teu sacrifício; aceito que a Tua dívida foi o pagamento pelos meus pecados. Não vou mais tentar pagar sozinha. Eu nunca poderia. Vou parar de tentar e confiar em Ti. Entra na minha vida, seja meu Salvador fiel. Eu me arrependo dos meus pecados. Confio em Ti para o perdão, para a libertação da tirania do pecado e de Satanás.”
Se você acabou de orar algo assim ao Senhor, do fundo do seu coração — não só com os lábios, mas com o coração — então eu digo a você: “Creia na promessa de Deus. Creia que Ele ouviu você, que Ele perdoou você e que você está livre!” Obrigada, Senhor. Em Nome de Jesus, amém.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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