Dia 2: Confie e obedeça
Raquel Anderson: Se você conseguir enxergar o plano de Deus como mais importante do que o seu, eu prometo que isso a ajudará a esmagar a ansiedade. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Veja, Deus está no controle. Tudo o que O agrada, Ele faz. E se Ele faz, é porque O agrada. Precisamos chegar ao ponto de dizer: "Senhor, se isso Te agrada, também me agrada. Se é o que Tu queres, é o que eu quero."
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações, com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de O Céu Reina, na voz de Renata Santos.
Soberania. Parece uma palavra grande e complicada, mas é uma ideia essencial que precisamos compreender. A maneira como você enxerga a soberania de Deus influencia a forma como você lida com as situações no seu dia a dia. Nancy nos ajudará a entender …
Raquel Anderson: Se você conseguir enxergar o plano de Deus como mais importante do que o seu, eu prometo que isso a ajudará a esmagar a ansiedade. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Veja, Deus está no controle. Tudo o que O agrada, Ele faz. E se Ele faz, é porque O agrada. Precisamos chegar ao ponto de dizer: "Senhor, se isso Te agrada, também me agrada. Se é o que Tu queres, é o que eu quero."
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações, com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de O Céu Reina, na voz de Renata Santos.
Soberania. Parece uma palavra grande e complicada, mas é uma ideia essencial que precisamos compreender. A maneira como você enxerga a soberania de Deus influencia a forma como você lida com as situações no seu dia a dia. Nancy nos ajudará a entender o porquê, ao continuar a série chamada Os ensinamentos de um pai.
Se você perdeu o episódio de ontem, pode encontrá-lo no nosso site, avivanossoscoracoes.com.
Nancy: Nesta série estou compartilhando alguns dos princípios e ensinamentos que aprendi com meu pai e também com minha mãe, nos primeiros 21 anos da minha vida, antes dele ir para sua moradia celestial.
Ao olhar para trás, consigo ver como muitas das bênçãos que experimento hoje, são o fruto da base que meu pai estabeleceu em nossa família, nos ensinando sobre o coração e os caminhos de Deus.
Estou relembrando alguns princípios que têm sido fundamentais para minha vida — princípios que decidi tornar parte de quem eu sou. E quero especialmente desafiar as mulheres mais jovens, aquelas que ainda estão no início da caminhada, fazendo escolhas importantes agora. Fico tão feliz em ver tantas jovens aqui hoje! E sei que muitas acompanham o Aviva Nossos Corações.
Quero olhar nos seus olhos e, com amor, dizer com toda a sinceridade: "Se você tornar esses princípios parte da sua vida desde agora, daqui a dez, vinte, trinta ou quarenta anos, você olhará para trás e dirá: 'Esses princípios fizeram toda a diferença.'”
Hoje em dia vejo muitas mulheres da minha idade. Basta olhar para seus rostos para perceber que suas vidas foram marcadas por dor. Seus semblantes refletem dureza. Passaram por múltiplos casamentos, múltiplos abortos, imoralidade repetida. Situações que, em muitos casos, poderiam ter sido evitadas se tivessem conhecido e seguido esses princípios quando eram mais jovens. Algumas nunca tiveram a oportunidade de aprender sobre isso. Mas se tivessem conhecido e obedecido esses princípios antes, teriam sido poupadas de muita dor e sofrimento.
Veja bem, isso não significa que obedecer a Deus nessas áreas evitará todo tipo de sofrimento. Deus usa o sofrimento para nos santificar. Mas há muitas dificuldades que vivemos que são simplesmente consequência de termos seguido o nosso próprio caminho, em vez de seguirmos o caminho de Deus. E é exatamente disso que quero ajudá-la a escapar.
Talvez você esteja pensando: "Mas eu já não sou jovem, e você está falando para mulheres mais novas." Posso dizer com toda a certeza: pela graça de Deus, nunca é tarde para começar! Talvez você seja uma nova convertida ou esteja apenas agora começando a levar a sério seu relacionamento com Deus.
Comece agora! Peça ao Senhor que a ajude a recuperar o tempo perdido. Ele pode restaurar os anos que foram consumidos. Ele pode lhe dar um novo começo. Ele pode avivar o seu coração hoje. Esses princípios são fundamentais, independentemente da fase da vida em que você está.
Hoje, vou compartilhar mais um princípio que meu pai enfatizou enquanto eu crescia. E quero dizer que ele nos ensinou isso principalmente pelo exemplo. Isso é especialmente verdadeiro para este terceiro princípio, que pode ser resumido assim: confie e obedeça.
Se você quiser uma explicação teológica mais elaborada, posso colocar assim: aprendi com meu pai a importância de descansar na soberania de Deus e submeter-me à soberania de Deus. Descansar na soberania de Deus — isso é a parte da confiança. Submeter-me à soberania de Deus — isso é a parte da obediência.
Meu pai tinha uma visão muito elevada de Deus. A maioria das pessoas hoje em dia, tem uma visão elevada de si mesma. O que mais importa para muitas pessoas são seus próprios sentimentos, pensamentos, ambições, planos, ideias e opiniões. Mas o que deveria importar, acima de tudo, é: "O que Deus pensa? O que importa para Deus? Qual é a opinião dele?"
Meu pai nos ensinou que Deus é soberano — que é uma maneira mais elaborada de dizer que Ele é o Senhor absoluto. Ele está no controle. Ele é o governante supremo do céu e da terra, por toda a eternidade. Ele é o Senhor. Nós não fazemos Deus ser Senhor. Ele já é Senhor.
E a verdadeira alegria vem quando reconhecemos que Ele é o Senhor; quando descansamos em Seu senhorio. Confiamos em Sua soberania e nos rendemos a ela. Isso significa que Deus tem o direito de dar, e Deus tem o direito de tirar.
Vi meu pai em tempos de ganhos e tempos de perdas, tempos de alegria e tempos de dor. Vi como ele viveu em cada uma dessas situações. E Eclesiastes nos lembra: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Ec 3.1). As diferentes fases da vida virão.
Observei meu pai nos momentos de perda, dor e luto descansando na soberania de Deus, confiando que Deus sabe o que está fazendo. Ele é completamente sábio. Ele não comete erros. Ele é digno de confiança. Ele sabia que cada evento em sua vida estava sendo orquestrado por um Deus sábio, amoroso e bom. Nada pega Deus de surpresa, e Ele é confiável, aconteça o que acontecer.
Quando você vê Deus como soberano, você confiará nele, e:
- Terá um espírito grato, em vez de um espírito queixoso.
- Terá um espírito manso, em vez de um espírito resistente, amargo ou ressentido.
- Terá um espírito tranquilo; sem reclamações, sem murmurações, apenas descansando no fato de que Deus é bom.
Não importa o que aconteça no seu trabalho ou no trabalho do seu marido. Não importa o que aconteça com sua saúde. Quando sua reputação for atacada, quando você passar por decepções, quando houver circunstâncias da vida sobre as quais você não tem controle (e haverá), você pode confiar que há Alguém que está no controle. E Ele é um Deus bom, sábio e amoroso. Confie e obedeça.
Eu amo aquele versículo do Salmo 135, que diz:
De fato, eu sei que o Senhor é grande e que o nosso Deus está acima de todos os deuses. Tudo o que agrada ao Senhor, ele o faz, nos céus e na terra, no mar e em todos os abismos. (vv. 5–6)
Veja, Deus está no controle. Tudo o que Lhe agrada, Ele faz. E se Ele faz, é porque Lhe agrada. Precisamos chegar ao ponto de dizer: "Senhor, se isso Te agrada, também me agrada. Se é o que Tu queres, é o que eu quero."
Romanos 12 nos diz que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita. Mas sabe por que muitas de nós nunca experimentamos essa verdade em nossos corações? Porque nunca estivemos realmente convencidas de que a vontade de Deus é boa e perfeita. Isso acontece porque ainda não nos rendemos a ela. Não estamos descansando nela, não estamos confiando nela, não estamos nos submetendo a ela.
O livro de Daniel é um dos que mais destacam essa questão da soberania de Deus. Ontem, enquanto revisava algumas passagens, vi esse tema se repetindo ao longo do livro.
Em Daniel 4.3, o rei Nabucodonosor está prestes a contar sua história de vida. São suas memórias, sua autobiografia. E ele começa pelo final, pela conclusão a que finalmente chegou. Ele diz:
Como são grandes os seus sinais, e como são poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino eterno, e o seu domínio se estende de geração em geração.
Aqui está um rei pagão que, já no fim da vida, chegou à conclusão de que Deus é Deus, que Yahweh é soberano, que Seu domínio dura de geração em geração. Ele entendeu que Nabucodonosor não era o rei supremo, mas que Deus era o Rei supremo.
E como Nabucodonosor chegou a essa conclusão? Do jeito difícil. Pelo caminho mais longo. E eu acredito que uma das razões pelas quais essa história está na Bíblia é para que nós não precisemos aprender do jeito difícil e pelo caminho mais longo.
Em Daniel 4.17, Daniel fala a Nabucodonosor: Daniel, o profeta, o homem de Deus. Ele está interpretando um sonho que o rei teve, ainda no início de seu reinado. E ele diz: Rei, este é o propósito do seu sonho. Deus te deu essa visão para que você saiba “que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens.” O Altíssimo está com letra maiúscula na minha Bíblia. Quem é esse?
É Deus El Elyon, Deus Supremo, o Senhor soberano. E Daniel diz: "Nabucodonosor, você pensa que é exaltado. Você pensa que é o maior rei da Terra. Mas você tem algo a aprender: há um Rei maior do que você. Ele é maior do que todos os reis."
"E o que Deus vai fazer, rei, é ensiná-lo — assim como ensina a todos os seres humanos — que o Altíssimo governa sobre os reinos dos homens. Ele dá o poder a quem Ele quer, e coloca sobre eles até mesmo os mais humildes dos homens." Deus determina quem será rei.
"Você não chegou ao trono por causa de uma eleição popular ou porque seu pai era o rei. Em última análise, você é rei porque Deus o colocou aí. Tudo o que você tem na vida, você tem porque Deus é soberano."
E como Nabucodonosor, naquele momento de sua vida, ainda não havia aprendido essa lição, ele ainda pensava que era soberano. Mas Deus iria ensiná-lo. Então Daniel disse, falando em nome de Deus: "Você será expulso do meio dos homens. Sua morada será com os animais do campo. Você comerá capim como um boi e será molhado pelo orvalho do céu. E sete tempos [ou sete anos] passarão sobre você, até que você reconheça que o Altíssimo governa sobre os reinos dos homens e os dá a quem Ele quer." (vv. 15–17, paráfrase)
O que aconteceu? Você lembra da história? Um ano depois, o rei Nabucodonosor enlouqueceu. Ele perdeu a razão. Começou a viver e agir como um animal. E eu quero dizer algo sobre isso: se você tentar governar sua própria vida, fora da autoridade e do governo de Deus, você acabará desenvolvendo características animalescas.
Talvez você não acabe literalmente no campo comendo capim como um boi. Mas em suas emoções, em seu pensamento, você se tornará irracional. Você se tornará semelhante a um animal, até que reconheça que Deus é o Altíssimo e diga: "Sim, Senhor, eu me rendo. Eu descanso em Tua soberania. Eu Te obedecerei."
Bem, Nabucodonosor passou por aqueles sete anos. E ele dá o seu testemunho. Ele diz em Daniel 4.34:
Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu [Esse foi o ponto de virada. "Eu olhei para cima!"], e recuperei o entendimento.
Então eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei aquele que vive para sempre: "O seu domínio é eterno, e o seu reino se estende de geração em geração. Todos os moradores da terra são considerados como nada, e o Altíssimo faz o que quer com o exército do céu e com os moradores da terra. Não há quem possa deter a sua mão, nem questionar o que ele faz. (vv. 34-35)
Nabucodonosor aprendeu a grande lição da vida: "O céu reina." Esse é o ponto central. E agora, Nabucodonosor diz:
Agora eu, Nabucodonosor, louvo, engrandeço e glorifico o Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos são justos. Ele tem poder para humilhar os orgulhosos. (v. 37)
Qual é a lição de vida aqui? Confie e obedeça. Descanse na soberania de Deus. Renda-se à soberania de Deus. Faça disso um padrão, um hábito na sua vida. Aprenda a dizer:"Sim, Senhor. Eu recebo as circunstâncias que Tu trouxeste para a minha vida. Eu abraço esta dificuldade."
Veja bem, você não pede por dificuldades. Mas quando elas vêm, você as recebe. Você se humilha. Você se curva diante da disciplina de Deus, diante da mão de Deus, diante das escolhas de Deus, diante da vontade de Deus. Você se ajoelha. Você inclina o pescoço. Você curva o coração e diz: "Sim, Senhor, eu aceito o Teu controle sobre a minha vida."
Posso lhe dizer algo? Você nunca estará mais segura. Você nunca estará mais protegida. Você nunca será mais feliz, mais satisfeita do que quando estiver confiando e obedecendo. Descansando na soberania de Deus e se rendendo à soberania de Deus.
Outro ponto fundamental que eu quero principalmente transmitir à próxima geração, às mulheres mais jovens, sobre o que aprendi com meu pai e que foram bases na minha vida.
E esta próxima lição é muito prática e básica, mas também é essencial: as pequenas coisas importam muito. As pequenas coisas. Em minhas anotações, coloquei a palavra “pequenas” entre aspas. Porque são coisas que consideramos pequenas, mas que na verdade são significativas. E não apenas importam um pouco; importam muito.
Esse foi um dos pilares da vida do meu pai e da nossa criação. Ele enfatizava constantemente a importância das escolhas e dos hábitos — pequenas coisas, pequenas escolhas, pequenas decisões. Hábitos que parecem insignificantes. A importância das boas e más escolhas e hábitos. O problema dos hábitos é que eles são tão. . . habituais. Eles se tornam um padrão, e padrões moldam quem nos tornamos.
E o que acontece é que fazemos essas escolhas, tomamos decisões e realizamos ações que pensamos ser pequenas coisas, mas elas se tornam grandes quando viram hábitos. E isso funciona nos dois sentidos — para o bem e para o mal.
Meu pai costumava nos lembrar, inúmeras vezes, que hábitos ruins são fáceis de criar, fáceis de cair neles — basta uma série de pequenas escolhas, pequenas ações — mas são extremamente difíceis de quebrar. Eu ouvi isso quando tinha quinze, dezesseis, dezessete anos, assim como quando tinha oito, nove, dez anos. Mas agora eu realmente acredito nisso, porque tenho alguns hábitos na minha vida.
Alguns deles são bons hábitos porque fiz escolhas certas quando era jovem, ou ainda criança, e hoje colho os frutos desses bons hábitos. Sou muito grata por isso. Mas também fiz algumas escolhas erradas na infância, e agora luto contra hábitos que se tornaram difíceis de romper. Como eu gostaria de ter ouvido com mais atenção e seguido com mais consistência esse conselho sobre hábitos e escolhas! Os hábitos são o resultado de pequenas decisões individuais e ações que você fez aos dezesseis, vinte ou vinte e cinco anos. Naquele momento, você não acha que seja algo tão significativo.
Vou dar um exemplo prático, que pode parecer um pouco bobo, mas é uma questão real para muitas mulheres: meus hábitos alimentares. Essa é uma grande luta na minha vida, e tem sido por toda a minha vida adulta. E eu vou te dizer o motivo. Fiz muitas escolhas erradas sobre o que comer quando era adolescente e nos meus vinte anos.
Eu vivia num — não vou dizer o nome do lugar para evitar problemas legais para o Aviva Nossos Corações, mas era um restaurante de fast-food famoso por seus hambúrgueres gordurosos. Podia ser simples, duplo ou triplo. E eu vivia lá nos meus vinte anos. Naquela época, eu não via problema nisso. O que eu comia parecia ser uma pequena decisão.
Mas agora, isso se tornou um grande problema, porque adquiri maus hábitos que são muito difíceis de quebrar. Não, eu não vivo mais naquele fast-food. Mas essa tem sido uma grande luta na minha vida: adotar hábitos alimentares saudáveis.
Trata-se da lei da semeadura e da colheita. É um princípio que vem da Palavra de Deus: você colhe o que planta. Cada ação, cada escolha que faço, não importa minha idade, tem consequências. E olhando para algumas mulheres mais jovens, eu quero dizer a vocês: cada ato, cada escolha tem consequências. Você vai colher o que plantar.
Agora mesmo, você está semeando sementes — com o que faz com seu tempo, seus hábitos alimentares, seus hábitos de exercício, a forma como gasta seu dinheiro, como trabalha, seus hábitos de sono, como usa seu tempo livre. Tudo isso são hábitos que você está formando hoje.
Quantas pessoas mais velhas do que eu diriam que gostariam de ter formado hábitos diferentes quando eram mais jovens? Hábitos que agora são difíceis de mudar. Você colhe o que planta. As escolhas que você faz hoje, que parecem sem importância, terão consequências.
Cada ato, cada escolha é uma semente plantada. E essa semente vai dar frutos. O desafio é que a colheita geralmente não é imediata. Eu plantei muitas sementes nos meus anos mais jovens. Pela graça de Deus e pelo conselho sábio dos meus pais, plantei muitas boas sementes.
Mas não vi os resultados de muitas delas até mais tarde na vida. Por outro lado, também plantei algumas sementes ruins, e hoje luto com algumas das consequências. A colheita está chegando.
Na maior parte, minha colheita é alegre — agradeço ao Senhor por algumas das escolhas que fiz. E, para ser sincera, muitas dessas escolhas meus pais me obrigaram a fazer. Minha mãe e eu brigamos a minha infância e adolescência inteira sobre manter meu quarto arrumado. Não quero que você pense que ela era uma fanática por limpeza, mas eu — olhando para trás — era completamente desleixada!
Pensando bem, eu nem sei como conseguia encontrar minha cama no meio daquela bagunça! E eu simplesmente não conseguia entender por que isso importava tanto para ela.
Mas agora eu entendo. Isso tem a ver com ordem, com refletir o caráter de Deus, com os caminhos excelentes de Deus. E percebo que esse simples hábito tinha implicações para outras áreas da minha vida. Mas só depois de adulta comecei a desenvolver algumas disciplinas sábias que poderia ter adquirido muito mais cedo se tivesse dado ouvidos à orientação da minha mãe.
Meu pai costumava dizer assim: “Essa questão dos hábitos, das escolhas e das pequenas coisas — você é aquilo que tem se tornado. Hoje, você é o resultado do que tem se tornado ao longo do tempo. E no futuro, você será aquilo que está se tornando agora.”
Então aceite um conselho de uma mulher mais velha, se quiser. E vocês, mulheres mais jovens, posso implorar a vocês que façam escolhas sábias agora? E se você estiver pensando: “Mas eu já sou bem mais velha e fiz escolhas erradas.” É para isso que a graça existe. Você se arrepende. Você confessa. Você recebe a graça de Deus, e começa de novo.
Pelo poder do Espírito Santo, todo hábito ruim pode ser quebrado. É para isso que Jesus morreu na cruz. É isso que o Evangelho significa. É para isso que a graça de Deus existe — para nos tornar novas criaturas.
Mas quão melhor é ouvir conselhos agora, recebê-los e permitir que eles impactem sua vida enquanto você ainda é jovem!
Raquel: As pequenas coisas importam. Nancy DeMoss Wolgemuth ouviu essas palavras de seu pai e tem refletido sobre elas nesta série chamada Os ensinamentos de um pai.
Pequenas coisas importam também para o ministério Aviva Nossos Corações. Quando ouvintes como você se envolvem, faz uma grande diferença. Suas orações e suas doações — mesmo que pareçam pequenas — nos ajudam a continuar transmitindo programas em sua região, produzindo podcasts e disponibilizando recursos bíblicos.
Aqui está um bilhete especial que recebemos de Nikki, que estava prestes a comemorar seu aniversário de vinte e cinco anos de casamento. Ela escreveu:
"Sou tão grata porque, ao olhar para o meu casamento, vejo a promessa de Salmo 1.3 se cumprindo cada vez mais, e uma grande parte disso se deve ao ensino bíblico que tenho recebido de vocês nos últimos nove anos."
Você provavelmente conhece o versículo em Salmo 1.3, que diz que a pessoa que medita e se deleita na Palavra de Deus será como uma árvore saudável e frutífera junto a um rio. Nikki continua:
"Quando conheci o Aviva Nossos Corações, Deus confrontou os traços de pensamento feminista que eu tinha, e desde então Ele tem trabalhado em mim.
Eu nem percebia quantas ‘áreas problemáticas’ havia em minha vida para Deus tratar, mas Ele tem sido gracioso ao me mostrar uma por uma — primeiro desafiando minha agenda e prioridades, depois minha necessidade de controle, depois meus medos em relação aos meus filhos e minhas ambições para que eles fossem ‘bem-sucedidos’ e o que isso realmente significa aos olhos de Deus. A lista continua. Estou louvando a Deus por Sua total fidelidade e por vocês.”
Nós também estamos louvando a Deus com Nikki e por como Ele tem usado esse ministério para agir em sua vida.
Quando você apoia o Aviva Nossos Corações, você está ajudando a fornecer verdades bíblicas atemporais para mulheres ao redor do mundo — verdades que geram impacto eterno. Visite nosso site e saiba como fazer a sua doação. avivanossoscoracoes.com.
O que está no seu coração hoje? Nancy diz que seja lá o que for, irá se revelar.
Nancy: Tudo na nossa vida flui do que está no nosso coração. O que você fala. O que você faz. Seu futuro inteiro brota do que está no seu coração. Não pecamos por causa do nosso ambiente. Não pecamos por causa da nossa criação. Pecamos porque o pecado está no nosso coração. Somos pecadoras, e é por isso que pecamos.
É por isso que Jesus disse que se você quer mudar seu comportamento, precisa de um novo coração. Mesmo depois de nos tornarmos filhas de Deus, precisamos trabalhar conscientemente para guardar o nosso coração.
O coração é sempre a primeira coisa a se desviar. É por isso que nos afastamos da vida cristã. É por isso que nos tornamos indiferentes espiritualmente. É assim que nossos corações se tornam duros e frios, quando um dia foram sensíveis e calorosos diante de Deus. Isso acontece quando não guardamos o nosso coração.
Raquel: E é sobre isso que falaremos amanhã, aqui no Aviva Nossos Corações. Espero você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.