Dia 2: Apenas mais um profeta?
Raquel Anderson: Na Transfiguração, Jesus apareceu com Moisés e Elias. Mas isso não significa que Jesus seja apenas mais um profeta. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Jesus, Moisés e Elias não são iguais. . . nem de perto. Jesus é o Único, o Incomparável Cristo!
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Buscando a Deus, na voz de Renata Santos.
Ontem, Nancy começou uma série de três partes chamada Em outro monte. Ela nos conduziu pela passagem que relata o momento em que Jesus foi glorificado.
Suas roupas brilhavam como relâmpago, e os discípulos ficaram maravilhados. Agora vamos ouvir a segunda parte dessa mensagem. Começaremos com uma breve revisão do ponto onde Nancy parou ontem.
Nancy: Esse foi o único momento na vida terrena de Jesus em que a plenitude da divindade brilhou através …
Raquel Anderson: Na Transfiguração, Jesus apareceu com Moisés e Elias. Mas isso não significa que Jesus seja apenas mais um profeta. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Jesus, Moisés e Elias não são iguais. . . nem de perto. Jesus é o Único, o Incomparável Cristo!
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Buscando a Deus, na voz de Renata Santos.
Ontem, Nancy começou uma série de três partes chamada Em outro monte. Ela nos conduziu pela passagem que relata o momento em que Jesus foi glorificado.
Suas roupas brilhavam como relâmpago, e os discípulos ficaram maravilhados. Agora vamos ouvir a segunda parte dessa mensagem. Começaremos com uma breve revisão do ponto onde Nancy parou ontem.
Nancy: Esse foi o único momento na vida terrena de Jesus em que a plenitude da divindade brilhou através do véu de Sua humanidade. Os discípulos tiveram um vislumbre da glória que Jesus possuía por toda a eternidade passada, mas também da glória que será dele por toda a eternidade futura.
Na verdade, nesse momento, eles receberam uma prévia de Sua futura volta em poder e glória, um prenúncio do dia em que a plena glória de Cristo será revelada para sempre, e Seu Reino Messiânico será estabelecido na terra — não em humilhação, mas em exaltação. O Leão da tribo de Judá, no trono, para todo o sempre. . .
Cerca de trinta anos depois, Pedro ainda estava tão impactado por esse acontecimento que se referiu a ele em sua segunda carta, dizendo: “Fomos testemunhas oculares da Sua majestade, pois estávamos com Ele no monte santo.”
O versículo 3 de Mateus 17 diz: “E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com Jesus.” Eram santos glorificados. Moisés havia morrido há cerca de 1.400 anos, e Elias havia sido levado numa carruagem de fogo mais de 900 anos antes. Mas vemos que ambos continuavam vivos — um lembrete da imortalidade da alma e da existência consciente dos santos após esta vida, incluindo os nossos entes queridos que morreram em Cristo e que ainda hoje estão muito vivos.
Moisés e Elias representavam, talvez, várias coisas. Certamente, a Lei e os Profetas — representantes daqueles que estarão com Cristo em Seu Reino vindouro: os santos do Antigo Testamento, os santos do Novo Testamento, os discípulos ali com Moisés e Elias. Moisés, talvez, um tipo daqueles que morreram e serão ressuscitados quando Cristo voltar; Elias, um tipo daqueles que ainda estarão vivos e serão arrebatados para se encontrar com o Senhor nos ares.
Você não amaria ter ouvido essa conversa? Moisés e Elias conversando com Jesus — sobre o que será que eles falaram? Lucas nos conta um detalhe. O Evangelho de Lucas diz: “falavam da morte de Jesus, que ele estava para cumprir em Jerusalém.” (Lc. 9.31)
Algumas traduções dizem “Sua partida”. Morte, partida — é disso que eles falavam. E algumas de vocês sabem que a palavra usada ali é “êxodo”. Eles falavam sobre o Seu êxodo — Sua saída, Sua morte, Sua partida. Em 2 Pedro 1, o apóstolo usa o mesmo termo para falar da própria morte que se aproximava.
Pense nisso: quase 1.500 anos antes, quando os filhos de Israel eram escravos no Egito, sob jugo cruel, Deus levantou um libertador, Moisés — o mesmo que agora estava ali conversando com Jesus no monte.
Moisés foi o libertador que conduziu o povo para fora do Egito, no que ficou conhecido como “o êxodo”. Agora, ele conversava com Jesus, o grande Libertador, sobre o Seu próximo êxodo — a morte de Cristo, seguida pela Sua ressurreição e ascensão aos céus — o êxodo através do qual Deus traria libertação à raça humana, escrava do pecado.
Imagino o que eles disseram sobre a morte de Cristo. Teriam falado sobre como os profetas do Antigo Testamento, por séculos, haviam anunciado Sua morte? Sobre o motivo de Ele morrer? Sobre o que Sua morte realizaria na redenção das almas humanas? Toda essa conversa nos aponta para a cruz — o ponto decisivo da história humana, a humilhação e o sofrimento que precederam a exaltação e a glória finais de Cristo.
Apenas um parêntese, preciso me referir ao relato de Lucas 9: “Pedro e seus companheiros estavam caindo de sono; mas, conservando-se acordados, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele. (v. 32)
Aparentemente, Moisés e Elias apareceram enquanto os discípulos cochilavam. Os mesmos discípulos que, mais tarde, dormiriam também durante a agonia de Jesus no Getsêmani. Como puderam dormir naquele momento? E como puderam dormir agora, diante de algo assim?
Talvez a pergunta mais importante seja: como nós podemos “dormir” quando Cristo está revelando Sua glória ao nosso redor? Isso me faz querer orar: “Senhor, desperta-nos para ver a Tua glória, para ver a glória de Cristo.” Lucas 9 diz — antes do versículo 4 de Mateus 17 — que, “ao se retirarem Moisés e Elias, Pedro disse a Jesus: ‘Mestre, bom é estarmos aqui’.” (v. 33) Sim, é verdade.
“Façamos três tendas [ou tabernáculos ou coberturas]: uma para o senhor, outra para Moisés e outra para Elias” (v. 33). Você já teve aquela conversa com amigos à mesa: “Se você pudesse convidar três pessoas de qualquer época da história para jantar, quem convidaria e por quê?”
Bem, esse era o momento de Pedro. Jesus, Moisés e Elias — quem mais acrescentar a essa lista? Mas agora dois deles estavam indo embora, e Pedro não queria que partissem. Ele sabia que aquilo era algo grandioso, histórico, e queria prolongar a experiência, reter aquele brilho.
Mas será que Pedro se esqueceu do que Jesus acabara de dizer sobre Sua morte? Será que estava tentando impedir que isso acontecesse? Tentando evitar a cruz? Era bom estar ali, sim — mas ainda não era hora de permanecer ali. Todas nós já experimentamos momentos de comunhão doce, de adoração profunda, de uma presença especial de Cristo. Aqueles discípulos, com Pedro à frente, preferiam ficar ali, com aqueles três grandes homens, do que descer ao vale onde havia dor, incredulidade e um pai desesperado com um filho possesso.
Eles queriam o monte — não Jerusalém, onde Jesus sofreria e morreria. Quem os culparia? Mas será que essa não é a mesma motivação que levou Pedro, no capítulo 16, a repreender Jesus? O desejo de evitar o sofrimento? Querer glória sem dor, exaltação sem humilhação?
Mas posso te assegurar, não há como. Não existe um sem o outro. Lucas 9 diz que Pedro “não sabia o que estava dizendo”. E, muitas vezes, nós também não. Seu tempo estava errado. O plano de Deus era a cruz — e, graças a Deus, Jesus a abraçou de bom grado, em vez de permanecer ali no monte.
Falava ele [Pedro] ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me agrado.
Essas são as mesmas palavras que o Pai havia dito três anos antes, no batismo de Jesus: “Meu Filho amado, em quem Me agrado. Ouçam-no."
Você se lembra que, no Antigo Testamento, a nuvem era um símbolo visível da presença de Deus. Mas repare: quando a Lei foi dada no monte Sinai, era uma nuvem escura e espessa; agora, é uma nuvem luminosa — talvez um sinal de que, a partir desse momento, o que viria seria graça e misericórdia.
O Pai interrompe Pedro enquanto ele ainda falava — e deixa claro: Jesus não é um entre três grandes homens. Jesus, Moisés e Elias não são iguais. . . nem de perto. Jesus é o Único e Incomparável Cristo. Moisés e Elias foram servos na casa de Deus, mas Jesus é o Filho — o Filho amado, em quem o Pai tem prazer.
O Filho nunca, nem por um instante, desagradou ao Pai. Deus Se agradava do sacrifício que Jesus estava prestes a oferecer pelos pecados da humanidade — o sacrifício da Sua vida, uma oferta aceitável, agradável, de aroma suave diante de Deus.
E Deus disse: “Ouçam-no.” É melhor ouvi-Lo do que ver Moisés e Elias voltando dos mortos. Durante todo o Antigo Testamento, Deus falou por meio dos profetas, mas o povo se recusava a ouvir.
Agora, nestes últimos dias, Deus cumpriu o que prometeu em Deuteronômio 18, quando Moisés disse: “O Senhor, o seu Deus, levantará do meio de vocês um profeta como eu; a Ele vocês ouvirão.” Deus enviou Seu Filho unigênito e disse: “Ouçam-no. Porque, quando Ele fala, é Deus quem fala.”
É um conselho que precisamos muito hoje: “Ouçam a Jesus.” Foi o conselho que Pedro e os outros discípulos também precisaram ouvir.
- Quando você não souber o que dizer ou fazer — não fale, ouça Jesus.
- Quando estiver confusa e não souber no que crer — ouça Jesus.
- Quando os caminhos de Deus parecerem contrários ao seu modo natural de pensar — não confie no seu próprio coração, ouça Jesus.
- Quando estiver cercada de grandes mestres, escritores, pregadores e líderes espirituais — não os idolatre, ouça Jesus.
- Quando for tentada, como Pedro, a dar ordens a Deus — “isso nunca te acontecerá!” — ouça Jesus.
- Quando achar que sabe o que fazer — “vamos construir três tendas aqui” — abandone seus planos tolos e ouça Jesus.
Os versículos 6–8 dizem:
Ao ouvirem aquela voz, os discípulos caíram de bruços, tomados de grande medo. Jesus aproximou-se e tocou neles, dizendo: Levantem-se e não tenham medo! Então eles, levantando os olhos, não viram mais ninguém, a não ser Jesus.
Interessante, não é? Ninguém caiu com o rosto em terra quando Pedro falou, nem quando Moisés ou Elias falaram. Isso me faz pensar se uma das razões pelas quais as pessoas hoje não se prostram mais nas igrejas não seria porque não estamos ouvindo a voz de Deus.
Quando eles ouviram a voz de Deus, caíram com o rosto em terra e ficaram apavorados. Essa foi uma experiência que Ezequiel teve, que Daniel teve, e que o apóstolo João também teria no livro de Apocalipse. Eles foram dominados pela voz de Deus — ainda mais do que pela visão da glória de Cristo — um lembrete do poder da Palavra de Deus.
Mas, misericordiosamente, apesar do terror deles, não foram consumidos pela glória de Deus. Vemos a misericórdia de Cristo quando Ele os toca e diz: “Levantem-se e não tenham medo.” E então, eles não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Eu amo isso. Não é exatamente o que nós precisamos hoje?
Moisés e Elias já não eram mais necessários; o papel deles havia terminado. Agora, como discípulos, eles estavam a sós com Cristo. A obra que Ele realizaria na cruz seria suficiente, e Cristo completaria o plano redentivo de Deus.
Moisés e Elias — grandes homens de Deus — haviam ido embora, mas Cristo continuava com eles. Lembre-se: Cristo vai com você.
Enquanto desciam do monte, Jesus lhes ordenou: “Não contem a ninguém o que vocês viram, até que o Filho do Homem ressuscite dentre os mortos.” Era semelhante ao que Ele havia dito no capítulo anterior. Ele sabia que alguns tentariam torná-Lo rei antes de Sua morte e ressurreição.
Vejo em Jesus, descendo daquele Monte da Transfiguração, a submissão do Filho à vontade do Pai. Tivemos apenas um vislumbre do que Ele deixou para vir a esta terra — da glória que era Sua. E creio que, de uma perspectiva humana, Jesus poderia ter voltado ao céu naquele momento.
Havia o mais tênue dos véus entre Ele e o céu naquele instante. Humanamente falando, Ele poderia ter evitado a cruz. Mas Ele escolheu descer o monte, lidar com as necessidades humanas, com forças demoníacas, com o pecado, a morte e a doença — escolheu ir à cruz, à humilhação.
Qual é o impacto de toda essa cena magnífica sobre nossas vidas hoje? Há muitas coisas que poderíamos dizer, mas duas, em especial, têm estado em meu coração enquanto medito nesta passagem:
Primeiro, para aqueles que estão em Cristo, Sua transfiguração aponta para a nossa transformação. O propósito da Sua morte e da Sua ressurreição — é isso que Ele conversava lá no monte — Seu “êxodo”. O propósito do Seu êxodo, da Sua morte, era nos resgatar do pecado e destes corpos sujeitos à morte; redimir e renovar todas as coisas por meio do Seu sacrifício e da Sua ressurreição.
A transfiguração dele aponta para a nossa transformação — em um sentido passado, presente e futuro. No passado, aquelas de nós que estamos em Cristo somos uma nova criação — “as coisas velhas já passaram; tudo se fez novo” (2 Co. 5.17). Nosso espírito foi vivificado pelo Espírito dele. Chamamos isso de justificação — a transformação da morte para a vida, das trevas para a luz, de estar fora de Cristo para estar em Cristo. Justificadas. . . tornadas novas criaturas.
Há também uma transformação presente acontecendo agora, à medida que nossas almas estão sendo gradualmente transformadas, e a nova natureza dele vai se manifestando cada vez mais em nós. Chamamos isso de santificação — transfiguradas, metamorfoseadas, uma mudança completa de forma e aparência.
A importância da transfiguração de Cristo é que a glória de Deus em nós nos transforma completamente; ela nos torna diferentes. É uma palavra que aparece apenas em dois outros lugares no Novo Testamento fora dos Evangelhos: Romanos 12: “E não vivam conforme os padrões deste mundo, mas deixem que Deus os transforme [transfiguração, metamorfose] pela renovação da mente.” (v. 2)
E depois, em 2 Coríntios 3: “E todos nós, com o rosto descoberto, contemplando a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, que é o Espírito” (v. 18). A santificação — esse processo invisível de transformação — acontece em nós, cristãos, durante nossa vida aqui na terra, preparando-nos para a eternidade no céu.
Lembre-se: a transfiguração de Cristo aconteceu enquanto Ele orava. Como diz Oswald Chambers em seu livro O Cristo Incomparável: “Não é esse ainda o método da transfiguração? É quando fixamos nossos olhos em Cristo. ‘Todos nós, com o rosto descoberto, contemplando a glória do Senhor. . .’”
É por isso que Davi diz: “Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor.” É enquanto contemplamos Sua beleza que somos transfiguradas à Sua semelhança.
Raquel: Ouvimos Nancy DeMoss Wolgemuth, descrevendo o significado da Transfiguração. Esse evento nos chama a sermos mais parecidas com Jesus e a refletirmos Sua beleza. Essa mensagem é a segunda parte de uma série de três dias chamada "Em outro monte.”
Nancy nos ensinou hoje que Jesus conversou com Moisés e Elias sobre Sua morte lá no Monte da Transfiguração. Que conversa fascinante teria sido presenciar!
A Sexta-Feira Santa está chegando em poucos dias, e teremos a oportunidade de lembrar exatamente disso — a morte de Jesus em nosso lugar. Como Nancy disse, a morte de Cristo precisava vir primeiro, mas a glória viria depois. E é isso que celebraremos no domingo — a gloriosa ressurreição de Jesus!
Você aprecia ouvir ensinamentos como este? Gostaria de nos ajudar a continuar oferecendo esse tipo de conteúdo dia após dia? O apoio dos nossos ouvintes nos permite produzir e distribuir essas mensagens. Sua oferta nos ajuda a alcançar mulheres como a Beth. Ela nos escreveu contando sobre um período sombrio em sua vida. Ela disse:
"Eu era uma mãe jovem, com meu primeiro bebê, quando minha mãe foi diagnosticada com a doença de Alzheimer. Fiquei sobrecarregada de tristeza por causa dela, e ansiosa sobre como enfrentaria os anos pela frente sem poder contar com o apoio e o conselho da minha mãe."
Foi mais ou menos nessa época que o Aviva Nossos Corações começou a ser transmitido. Beth começou a ouvir no início dos anos 2000 e tem acompanhado fielmente desde então. Ela escreveu:
“Tenho certeza de que seria uma pessoa diferente hoje, se não tivesse estado sob os ensinamentos da Nancy todos esses anos.”
Deus usou Aviva Nossos Corações para dar direção e consolo à Beth durante aquele período sombrio. Agora, ela mesma está aconselhando outras mulheres jovens. Ela escreveu:
“Recentemente, Deus me conectou com uma jovem esposa e mãe que está passando exatamente pela mesma situação que eu vivi. A mãe dela também foi diagnosticada com Alzheimer, aos quarenta e sete anos de idade.”
Essa jovem perguntou à Beth se ela tinha alguma mulher mais velha em sua vida — uma “mulher de Tito 2” — já que não podia contar com o apoio da própria mãe. Beth respondeu:
“Os conselhos e os ensinamentos bíblicos da Nancy, por meio do Aviva Nossos Corações, foram o discipulado que Deus tinha para mim todos esses anos. Isso me moldou para ser a esposa e a mãe piedosa que eu esperava e orava para me tornar.”
Nancy, o que passa pelo seu coração quando você lê um e-mail como esse?
Nancy: Ouvir histórias como essa me faz profundamente grata ao Senhor. É Ele quem conecta este ministério às mulheres que precisam ouvir essa mensagem. É Ele quem torna possível que nos envolvamos na vida de mulheres por meio do rádio e da internet.
E Ele faz tudo isso por meio do apoio financeiro das nossas ouvintes — que nos permitem falar a verdade bíblica ao coração das mulheres justamente quando elas mais precisam ouvir.
Então, se você é uma dessas pessoas que têm contribuído financeiramente para este ministério, quero expressar um enorme “muito obrigada” da nossa equipe — e também em nome de mulheres como a Beth, cujas vidas foram profundamente impactadas por causa disso.
Raquel: É natural querer evitar o sofrimento, mas amanhã Nancy vai explicar por que devemos esperar que o sofrimento venha — e como desenvolver uma perspectiva piedosa para enfrentá-lo.
Aguardamos você amanhã aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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