Raquel Anderson: Nancy DeMoss Wolgemuth diz que temos testemunhado uma enorme mudança de atitudes em relação aos relacionamentos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Estamos experimentando hoje os efeitos a longo prazo de um esforço total, intencional e orquestrado para minar o que a Bíblia ensina em relação a gênero e sexualidade.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, coautora de Mulher: Design Divino - sua verdadeira feminilidade, na voz de Renata Santos.
Na conferência Mulher Verdadeira '08, o Revive Our Hearts apresentou um documento abordando necessidades sérias do nosso tempo, o Manifesto da Mulher Verdadeira. Naquela conferência, vários líderes se levantaram um por um para ler este importante documento.
Mulher 1: O casamento, como criado por Deus, é uma aliança vitalícia, sagrada e vinculadora entre um homem [do sexo biológico masculino] e uma mulher [do sexo biológico feminino].
Raquel: O Manifesto …
Raquel Anderson: Nancy DeMoss Wolgemuth diz que temos testemunhado uma enorme mudança de atitudes em relação aos relacionamentos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Estamos experimentando hoje os efeitos a longo prazo de um esforço total, intencional e orquestrado para minar o que a Bíblia ensina em relação a gênero e sexualidade.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, coautora de Mulher: Design Divino - sua verdadeira feminilidade, na voz de Renata Santos.
Na conferência Mulher Verdadeira '08, o Revive Our Hearts apresentou um documento abordando necessidades sérias do nosso tempo, o Manifesto da Mulher Verdadeira. Naquela conferência, vários líderes se levantaram um por um para ler este importante documento.
Mulher 1: O casamento, como criado por Deus, é uma aliança vitalícia, sagrada e vinculadora entre um homem [do sexo biológico masculino] e uma mulher [do sexo biológico feminino].
Raquel: O Manifesto possui um contexto histórico riquíssimo, e foi elaborado e aprimorado com todo cuidado. Significou muito para aquelas que o assinaram em 2008 e para aquelas que o assinaram desde então. Da mesma forma que um edifício precisa de uma base sólida, o Manifesto da Mulher Verdadeira é sustentado por algumas declarações sólidas e confiáveis.
Nesta série, Nancy vai nos conduzir pelos Fundamentos do Manifesto da Mulher Verdadeira. Aqui está Nancy.
Nancy: O Manifesto tem três partes.
- A primeira é uma parte com várias declarações de crença fundamentais. Essas declarações começam com: “Cremos que.”
- Depois há uma parte intermediária com um conjunto de afirmações. São vários pontos relacionados ao chamado que Deus nos deu como mulheres.
- A terceira parte envolve quinze declarações que expressam nossa consagração, nosso desejo de sermos mulheres verdadeiras de Deus. Essas declarações começam com a frase: “Iremos” — isto é o que concordamos em fazer.
Queremos percorrer o Manifesto da Mulher Verdadeira, ponto por ponto, apresentando a base bíblica que nos levou a essas afirmações, além de explicações adicionais e percepções, fazendo uma análise minuciosa deste documento. O motivo de dedicarmos esse tempo é que queremos que você entenda do que se trata este documento e o que cada um dos pontos significa.
Meu desejo é que você se aproprie do que este documento representa e que, então, esteja equipada para compartilhar essas verdades com outras pessoas e possa ajudá-las a entendê-lo e abraçá-lo — suas filhas, suas amigas, seu pequeno grupo, as mulheres da sua igreja. Este recurso, o Manifesto da Mulher Verdadeira, juntamente com este material de ensino, estará disponível para você usar no treinamento de mulheres em seu círculo de influência para serem verdadeiras mulheres de Deus.
Acessando o avivanossoscoracoes.com, você poderá imprimir uma cópia deste Manifesto e assiná-lo. Ao final deste episódio, explicaremos como obter um pacote de folhetos do Manifesto da Mulher Verdadeira. Dessa forma você poderá ter várias cópias para compartilhar com sua igreja e outras pessoas em seu círculo de influência.
Agora, quero começar esta série com algumas sessões introdutórias. Hoje vamos falar sobre o que nos levou a elaborar o Manifesto da Mulher Verdadeira, o que é um manifesto, por que precisamos de um documento como este, e um pouco sobre o que é o Manifesto da Mulher Verdadeira, e o que ele não pretende ser.
No próximo episódio quero apresentar uma visão geral do propósito do Manifesto da Mulher Verdadeira.
Então, antes de tudo, por que elaboramos esta declaração? Acho que você concordaria que, por décadas, a cultura ocidental tem se afastado das bases bíblicas e espirituais que um dia possuiu.
Abandonamos a Palavra de Deus como nossa autoridade final, e agora estamos enfrentando um ataque generalizado contra os valores bíblicos e cristãos em nossa sociedade. Isso se torna ainda mais evidente em relação às questões de gênero, na definição do que significa ser homem, ser mulher e vivenciar isso no contexto da família e da cultura.
O movimento feminista e a ideologia por trás dele se tornaram predominantes. Estão no ar que respiramos. Se você tem menos de quarenta anos, provavelmente nunca conheceu outra maneira de pensar, a menos que tenha sido criada na Palavra e nos caminhos de Deus. Estamos experimentando hoje os efeitos a longo prazo de um esforço total, intencional e orquestrado para minar o que a Bíblia ensina em relação a gênero e sexualidade.
O próprio tecido do matrimônio e da família está se desfazendo em uma velocidade jamais vista na história do nosso país, gerando uma confusão sobre:
- o que significa ser mulher
- o que significa ser casada
- o que significa ter uma família
- os valores de Deus
- o pensamento de Deus nessas áreas
A confusão existe não apenas lá fora no mundo secular, mas, infelizmente, também na igreja, entre os cristãos, isso porque aceitamos e adotamos a tal ponto a filosofia do mundo, sua maneira de pensar e suas práticas — muitas vezes sem sequer percebermos.
Você pode até achar que não foi nem um pouco influenciada pelo movimento feminista, mas nós o assimilamos de maneiras que nem percebemos. Deixamos que esse pensamento entrasse em nosso sistema, e é por isso que queremos lançar luz sobre o sistema do mundo e então apresentar a luz do pensamento de Deus sobre essas áreas.
Enquanto estávamos desenvolvendo a primeira conferência Mulher Verdadeira, senti a necessidade de fornecer uma resposta escrita, ponderada e sincera a este momento que estamos enfrentando na história. Através do Manifesto da Mulher Verdadeira, nossa intenção é emitir um som claro, fornecer uma explicação bíblica, esclarecimento, definição, direção e correção quando necessário, e uma base para que mulheres de Deus se unam em um movimento de avivamento e reforma.
Assim, este Manifesto da Mulher Verdadeira é nossa tentativa de reunir uma declaração sucinta com o objetivo de:
- educar mulheres cristãs nos caminhos do pensamento de Deus
- inspirá-las
- motivá-las
- e nos mobilizar como mulheres para sermos um exército de mulheres de oração, mulheres verdadeiras em meio a esta cultura
Mas, afinal, o que é um manifesto? A palavra vem da palavra latina manifestus, que significa “claro, evidente”. Se algo é manifesto, é óbvio. Você pode vê-lo pelo que ele realmente é. Uma definição de um dicionário diz: “Um manifesto é uma declaração pública de intenções, opiniões, objetivos ou motivos”.
Isto é algo que declaramos publicamente como nossa posição. É isto que cremos que a Bíblia ensina.
Desde que lançamos o Manifesto da Mulher Verdadeira, há quem nos pergunte por que precisamos de um documento como este? Se temos as Escrituras, por que precisamos de outro documento escrito?
Mary Kassian publicou um artigo chamado: A Necessidade de um Credo: Reflexões sobre Credos, Confissões e Manifestos. Você pode acessar o artigo na transcrição deste episódio.
Quero dedicar alguns minutos aqui para resumir o que ela disse tão bem naquele artigo e extrair dele vários pontos-chave sobre a necessidade de um credo como o Manifesto da Mulher Verdadeira. “A palavra credo”, Mary Kassian apontou, “vem do latim credo, que significa, ‘crer.’”
Um credo, assim como um manifesto, é uma declaração de crenças, e Mary diz nessa publicação:
Ao longo da história, indivíduos e grupos escreveram seus credos. Eles têm sido chamados de diversas formas: Declarações, Resoluções, Afirmações, Declarações de Fé, Declarações de Missão, Confissões ou Manifestos. . . Credos desempenharam um papel vital. . . na história — na filosofia, na política e na cultura, assim como na Igreja.
Basta observar a história para ver credos e manifestos que foram essenciais. Por exemplo, os Estados Unidos foram fundados sobre um credo chamado Declaração de Independência que diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, que são dotados pelo seu Criador de certos direitos inalienáveis”. Este era um credo, um manifesto.
O Manifesto Comunista — publicado pela primeira vez em 1848 — mudou dramaticamente o cenário político por gerações.
Pode ser que você não conheça tão bem os 'Manifestos Humanistas'. Houve dois deles: O primeiro Manifesto Humanista foi publicado em 1933; e o segundo em 1973. Eles foram assinados por muitos políticos, cientistas, filósofos e educadores de renome. O segundo Manifesto Humanista incluiu aquela famosa frase: “Nenhuma divindade nos salvará; devemos salvar a nós mesmos”.
Esta era a doutrina, a filosofia que estava sendo apresentada, e ao longo das últimas décadas, os princípios daqueles Manifestos Humanistas penetraram e se infiltraram em nossa cultura e se tornaram a cosmovisão predominante do nosso tempo.
Da mesma forma, os credos também têm sido importantes na história da Igreja. Houve muitos momentos críticos, quando heresias ou questões surgiram na Igreja, quando líderes da igreja perceberam que uma correção de rumo era necessária quando as pessoas se desviaram doutrinariamente. Esses credos buscaram esclarecer o que as Escrituras ensinam e chamar os cristãos a afirmar a sã doutrina.
Talvez você se lembre de um ou mais desses credos da igreja. O mais famoso provavelmente é o Credo Apostólico que foi escrito no primeiro ou segundo século. Embora a data exata seja incerta, esse credo enfatizava a plena humanidade de Jesus, que Ele não era apenas plenamente Deus, mas também era plenamente homem.
Foi um credo que foi escrito em resposta ao movimento gnóstico daquela época, que ensinava que o mundo físico era mau e que Cristo não havia realmente assumido a natureza humana. O Credo Apostólico foi escrito para corrigir essa heresia.
Depois, no quarto século, outra heresia surgiu. Os arianos eram um grupo de pessoas na igreja que ensinavam que Cristo não era plenamente Deus, então o Credo Niceno foi escrito para afirmar a divindade de Cristo.
Você se lembra das Noventa e Cinco Teses de Martinho Lutero? Aquilo foi um credo que se opôs à prática das indulgências e desencadeou a Reforma Protestante no século XVI, e aquele credo, afixado ali na porta da Capela de Wittenberg alterou radicalmente o curso da história.
Outro credo, A Declaração de Chicago sobre a Inerrância Bíblica, pode não ser tão familiar para você, mas foi um credo que foi assinado por centenas de estudiosos da Bíblia e líderes cristãos em 1978. Ele foi formulado para defender a igreja das influências da teologia liberal e da neo-ortodoxia, tornando-se uma importante correção de rumo.
Mary Kassian diz em seu artigo sobre credos:
A história demonstra que os credos são profundamente importantes. São documentos que desafiam as pessoas a mudar, enfrentar ou corrigir uma tendência atual de pensamento . . . Credos trazem clareza às crenças. Credos estabelecem direção. Credos dão origem a movimentos.
E é isso que estamos crendo que Deus fará em nossos dias — um movimento de mulheres verdadeiras de Deus.
Mary Kassian continua dizendo:
Credos são como placas de sinalização em um cruzamento. Elas exigem que os viajantes escolham e se comprometam com um caminho ou com outro. Em última análise, essa escolha determina se o viajante e aqueles que o seguem chegarão a um destino ou a outro completamente diferente, a quilômetros de distância do primeiro.
Há uma série de declarações significativas encontradas nas Escrituras, declarações públicas — “Eu creio . . . este é o meu credo”. Lembre-se de Josué capítulo 24, quando Josué chegou ao fim de sua vida e queria que a próxima geração na Terra Prometida vivesse de acordo com a Palavra de Deus. Ele lhes disse: “. . .escolham hoje a quem vão servir. . . Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR” (v. 15). Ele fez uma declaração pública: “É nisso que eu creio”.
Em 2 Reis capítulo 23, lemos sobre o rei Josias que liderou Judá ao fazer uma aliança perante o Senhor, uma aliança de que eles Lhe obedeceriam e guardariam Seus mandamentos. Foi feita de forma pública. Foi coletiva. Foi uma placa indicativa dizendo: “É nisso que cremos hoje, e é esse legado que deixamos para as gerações futuras.”
Em Daniel capítulo 3, lembre-se da declaração pública daqueles três jovens hebreus diante do rei: “Não prestaremos culto a seus deuses nem adoraremos a imagem de ouro que o senhor levantou” (v. 18). Foi um divisor de águas. Foi um ponto de referência e uma sinalização clara.
Cada uma dessas declarações nas Escrituras foi feita diante de oposição. Às vezes era oposição cultural, oposição política, até oposição religiosa em certos momentos. Em cada caso havia um risco envolvido. Havia custo pessoal, mas às vezes há necessidade de fazermos uma declaração pública e coletiva, de traçarmos um limite, de estabelecermos um marco espiritual para que as gerações futuras olhem para trás e digam: “Essa é a verdade. É nisso que elas criam”.
Assim, o Manifesto da Mulher Verdadeira é o nosso divisor de águas. Como disse Mary Kassian, é uma placa de sinalização, e destaca alguns pontos principais sobre o que cremos que a Bíblia diz às mulheres. Ele desafia mulheres cristãs a se comprometerem a seguir nesta direção.
Agora, apenas algumas palavras sobre o que o Manifesto da Mulher Verdadeira não é. Em primeiro lugar, ele não tem a intenção de ser uma declaração abrangente da fé cristã. Ele não esgota todos os temas relevantes; para isso temos as Escrituras.
Ele também não cobre toda verdade importante que mulheres cristãs precisam abraçar. O que ele faz é destacar e abordar pontos específicos que cremos que precisam ser recuperados e enfatizados em nossos dias.
Então, o Manifesto da Mulher Verdadeira não tem a intenção de acrescentar ou substituir as Escrituras de forma alguma.
Nossa esperança é que este pequeno documento, falível como é, aponte as pessoas para a Palavra de Deus. Que as leve às Escrituras.
Este manifesto não é fruto de inspiração divina nem é infalível. Embora seus pontos se baseiem e sejam sustentados pela Bíblia (como você pode ver nas referências ao final do documento), ele é meramente um documento humano.
Ele foi cuidadosamente escrito. Contamos com a contribuição e a revisão de estudiosos da Bíblia e teólogos, mas como acontece com qualquer outro credo escrito por humanos, a escolha das palavras ou o que foi ou não foi incluído pode ser alvo de debate. Alguns sentirão falta de foco em certos temas, outros acharão que pesamos a mão em outros.
É possível que você não concorde com cada vírgula do Manifesto da Mulher Verdadeira. Aliás, você pode não concordar com tudo o que é declarado no Aviva Nossos Corações.
Somos falíveis, mas o que quero encorajá-la a fazer é considerar em oração este credo, este manifesto. E como deve ser feito com qualquer ensino, colocá-lo diante do padrão, do prumo, da Palavra de Deus.
Na medida em que ele corresponda à Palavra de Deus, então submeta e renda a sua vontade a ele, e diga: “Sim, Senhor. Esta é a Tua Palavra. Esta é a Tua verdade. Eu a aceito”.
O Manifesto da Mulher Verdadeira não é uma lista de regras. Não é uma estrutura legalista ou um sistema de moralismo de autojustificação — como se, ao assinar este documento, você se tornasse mais espiritual ou uma mulher verdadeira.
Ouça bem, ser uma mulher verdadeira é uma questão do coração. É uma questão do seu relacionamento com e da sua rendição ao senhorio de Jesus Cristo. Assinar este documento não faz de você uma mulher verdadeira. Escrever este documento não faz de mim uma mulher verdadeira. O que nos torna mulheres verdadeiras é sermos cheias do Espírito de Deus, vivendo nossas vidas de acordo com a Sua graça e a Sua Palavra.
Vale apenas um lembrete de que algumas de nós podemos precisar: O Manifesto da Mulher Verdadeira não tem a intenção de ser usado como uma arma para atacar aquelas que discordam de nós.
Este documento é contracultural. Estamos nadando contra a corrente e muitas pessoas não concordam com grande parte do que está neste manifesto. De fato, houve bastante reação na blogosfera desde que o manifesto foi lançado pela primeira vez.
Por exemplo, uma mulher disse que o Manifesto da Mulher Verdadeira é: “uma receita para transformar as belas, inteligentes e capazes criações femininas de Deus em capachos”.
Outra mulher disse que este manifesto encoraja: “todas as mulheres a serem bonecas infláveis sem mente, passivas, incapazes, condenadas a uma existência de comercial de TV dos anos 50”.
São palavras fortes. É claro que eu não concordo com essa avaliação, mas há aquelas que discordam veementemente do que estamos prestes a ensinar ao longo das próximas semanas. Nosso chamado não é impor essas verdades à força, mas conquistar seus corações vivendo, da maneira mais atraente possível, pela graça de Deus, o que está contido neste documento.
Assim, à medida que avançarmos por ele nos próximos dias, quero explicar o que significam (e o que não significam) algumas dessas afirmações para ajudar as pessoas a compreendê-las melhor. Espero que seja um recurso para esclarecer a nossa mensagem e a missão e o mandato de Deus em nossas vidas como mulheres — um chamado para realinhar as nossas vidas com o projeto que Ele nos deu em Sua Palavra.
Agora, permita-me lembrá-la de que, quer percebamos ou não, cada uma de nós está baseando a sua vida em algum credo e em algum conjunto de crenças. Muitas mulheres cristãs hoje, sem perceber, estão vivendo de acordo com credos que foram estabelecidos pelo movimento feminista secular.
Minha pergunta para você é:
- Qual é o seu credo?
- No que você crê?
- Você sabe no que crê?
- Se você diz que crê e aceita a Palavra de Deus como seu credo, seu manifesto, sua declaração de vida, então a pergunta é: sua vida reflete que esse é o seu credo?
O desafio ao longo destes próximos dias é avaliar no que cremos, pois aquilo em que cremos é evidenciado pela maneira como vivemos.
Senhor, eu peço que o Teu Espírito abra os nossos olhos, nossa mente e nosso coração. Dá-nos entendimento dos Teus caminhos e da Tua Palavra, e pelo poder do Teu Espírito e da Tua graça e do Evangelho, faz-nos mulheres verdadeiras de Deus para o louvor da Tua glória e para que o Teu nome seja conhecido em toda a terra. Eu oro em nome santo de Jesus, amém.
Raquel: Essa foi Nancy DeMoss Wolgemuth, iniciando uma série chamada Fundamentos do Manifesto da Mulher Verdadeira.
Se você está interessada em descobrir mais sobre o Manifesto e quer aprender como essas declarações podem ser vividas em sua vida diária, envie-nos um e-mail para contato@avivanossoscoracoes para receber informações sobre como obter suas cópias do Manifesto da Mulher Verdadeira.
Mas afinal, qual é o verdadeiro propósito do Manifesto da Mulher Verdadeira? Não é sobre o Aviva Nossos Corações. Não é sobre você ou sobre mim.
Nancy: Bem, a declaração introdutória afirma que este documento é:
Uma declaração pessoal e coletiva de fé, consagração e oração intencional, para que Cristo seja exaltado e que a glória e o amor redentor de Deus sejam exibidos no mundo inteiro.
Que Cristo seja exaltado, esse é o alvo, esse é o propósito. Em última análise, este credo, este manifesto, não é sobre nós. Não é sobre mulheres. É sobre Cristo, e o objetivo é exaltá-Lo ao Seu devido lugar como Senhor em nossos corações, em nossas igrejas e neste mundo.
Como Colossenses 1, versículo 18, diz:
Ele é a cabeça do corpo, que é a igreja. Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para ter a primazia em todas as coisas.
Deus O exaltou sobremaneira. O objetivo deste manifesto, o objetivo deste ministério, e deve ser o objetivo da sua vida, é que Cristo seja exaltado.
Entenda, se Cristo é exaltado, não importa o que as pessoas pensam sobre nós, se nossas vidas são fáceis ou difíceis. Não importa por quais circunstâncias passamos.
Paulo disse: “Irei para a prisão, morrerei, viverei, farei qualquer coisa, contanto que Cristo seja exaltado”.
Raquel: E é sobre isso que vamos falar amanhã. Esperamos você de volta ao Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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