Dia 1: Montes e vales
Raquel Anderson: Cristo experimentou tanto o sofrimento quanto a exaltação. Nancy DeMoss Wolgemuth diz que nossas vidas, como seguidoras de Jesus, também será assim.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Ao longo da vida cristã haverá fases de glória e fases de dor. A rica verdade de que somos lembradas é que Cristo passou por ambas — e que Ele vai conosco por ambas.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Buscando a Deus, na voz de Renata Santos.
Bem, antes de ontem foi o Domingo de Ramos, o dia em que celebramos a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém. É o primeiro dia do que chamamos de Semana Santa — os últimos sete dias do ministério terreno de Jesus. Vamos ler um pouco sobre esse dia em Mateus capítulo 21:
Trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então puseram em cima …
Raquel Anderson: Cristo experimentou tanto o sofrimento quanto a exaltação. Nancy DeMoss Wolgemuth diz que nossas vidas, como seguidoras de Jesus, também será assim.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Ao longo da vida cristã haverá fases de glória e fases de dor. A rica verdade de que somos lembradas é que Cristo passou por ambas — e que Ele vai conosco por ambas.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Buscando a Deus, na voz de Renata Santos.
Bem, antes de ontem foi o Domingo de Ramos, o dia em que celebramos a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém. É o primeiro dia do que chamamos de Semana Santa — os últimos sete dias do ministério terreno de Jesus. Vamos ler um pouco sobre esse dia em Mateus capítulo 21:
Trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então puseram em cima deles as suas capas, e sobre elas Jesus montou. E a maior parte da multidão estendeu as suas capas no caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pelo caminho. E as multidões, tanto as que iam adiante dele como as que o seguiam, clamavam: "Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!" E, quando Jesus entrou em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou. E perguntavam: ‘Quem é este?’ E as multidões respondiam: ‘Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia!’ (vv. 7-11)
Quando Jesus entrou em Jerusalém naquele jumentinho, Ele sabia que a cruz estava próxima. E enquanto as multidões estendiam suas capas pelo caminho e cortavam ramos de palmeira para preparar o caminho para o Rei Jesus, elas estavam preparando o caminho para Ele morrer por elas. Essa entrada triunfal foi um dos últimos momentos de glória que Jesus experimentaria antes do horror indescritível da cruz.
Mas, como você sabe, houve outro evento glorioso que aconteceu antes da Semana Santa chamado a Transfiguração, e olha, é algo incrível! Nancy vai nos contar tudo sobre isso. Nesta semana, vamos ouvir uma mensagem que Nancy apresentou em uma conferência para mulheres patrocinada pela Coalizão pelo Evangelho (The Gospel Coalition). Vamos ouvir a primeira parte da mensagem de Nancy intitulada Em outro Monte.
Nancy: Bem, o relato que estamos examinando — e permita-me convidar você a abrir sua Bíblia no Evangelho de Mateus capítulo 17 — pode ser o evento mais importante entre o nascimento de Jesus e Sua morte e ressurreição.
Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro e os irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. E Jesus foi transfigurado diante deles. O seu rosto resplandecia como o sol, e as suas roupas se tornaram brancas como a luz.
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com Jesus. Então Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus:
— Senhor, bom é estarmos aqui. Se o senhor quiser, farei aqui três tendas: uma para o senhor, outra para Moisés e outra para Elias.
Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia:
— Este é o meu Filho amado, em quem me agrado; escutem o que ele diz!
Ao ouvirem aquela voz, os discípulos caíram de bruços, tomados de grande medo. Jesus aproximou-se e tocou neles, dizendo:
— Levantem-se e não tenham medo!
Então eles, levantando os olhos, não viram mais ninguém, a não ser Jesus.
Ao descerem do monte, Jesus lhes ordenou:
— Não contem a ninguém o que vocês viram, até que o Filho do Homem ressuscite dentre os mortos.
Mas os discípulos perguntaram a Jesus:
— Por que, então, os escribas dizem ser necessário que Elias venha primeiro?
Jesus respondeu:
— De fato, Elias virá e restaurará todas as coisas. Eu, porém, lhes digo que Elias já veio, e não o reconheceram; pelo contrário, fizeram com ele tudo o que quiseram. Assim também o Filho do Homem irá sofrer nas mãos deles. Então os discípulos entenderam que ele estava se referindo a João Batista. (vv. 1–13)
Você provavelmente sabe que o relato da Transfiguração é registrado nos três Evangelhos sinóticos. E, como geralmente acontece nas Escrituras — e especialmente aqui — ele ganha maior significado no contexto do que o precede e do que imediatamente o segue. Essa mesma sequência é vista nos três Evangelhos: Mateus, Marcos e Lucas.
Então, vem comigo por um instante. Antes da gente chegar ao capítulo 17, volta um pouquinho para o capítulo 16 de Mateus, a partir do versículo 13. Quero só caminhar com você rapidamente pelo que acontece antes dessa história. Jesus deseja que Seus discípulos compreendam quem Ele é — Sua identidade. E então Ele lhes pergunta: “Quem os outros dizem que é o Filho do Homem?”
E, como acontece hoje, havia muita confusão — uma variedade de opiniões sobre essa questão. Mas o consenso, conforme relatado pelos discípulos, era que um grande profeta havia ressuscitado dos mortos. Jesus era visto como um grande homem, no mesmo nível dos grandes profetas do Antigo Testamento, ou talvez João Batista.
Versículo 14: “Uns dizem que é João Batista; outros dizem que é Elias; e outros dizem que é Jeremias ou um dos profetas.” Então você vê que as pessoas pensavam bem de Jesus. Mas também O consideravam apenas mais um entre muitos. No versículo 15, Jesus pergunta aos discípulos: “E vocês, quem dizem que Eu sou?” E é nesse momento que Pedro faz aquela ousada declaração de que Jesus é o Único — o Messias — o Ungido. Ele diz: “O Senhor é o Cristo, o Filho do Deus vivo.” Pedro entendeu, ao menos naquele momento, a gloriosa verdade da divindade de Cristo. E a razão pela qual Pedro entendeu é a mesma pela qual qualquer uma de nós entende uma verdade espiritual: porque foi revelada a ele pelo Pai.
Nos versículos 18–19, temos a primeira menção da Igreja no Evangelho de Mateus. E Jesus promete edificar e preservar Sua Igreja. Ele fala das chaves do Reino dos céus. E depois diz, no versículo 20, sobre tudo isso: “Guardem isso para vocês. Não contem a ninguém. Não evangelizem. Não digam a ninguém quem Eu sou”. Você vê, as expectativas judaicas sobre o Messias não tinham espaço para um Messias que sofresse e morresse. E Jesus não queria que ninguém ou nada O desviasse desse propósito.
Então chegamos ao versículo 21, que é um ponto decisivo nos Evangelhos. A partir daqui o curso do ministério de Jesus se volta de forma explícita, direta e intencional para quê? Para a cruz. Jesus explica aos Seus discípulos, neste parágrafo, o que está por vir. E o que vemos emergir aqui — e que continua nos capítulos seguintes — é esse tema de humilhação e exaltação: primeiro o sofrimento, depois a glória.
Primeiro a humilhação: aqui temos, começando no versículo 21, a primeira predição da morte de Jesus em Mateus. “Desde esse tempo, Jesus começou a mostrar aos seus discípulos que era necessário que ele fosse para Jerusalém, sofresse muitas coisas nas mãos dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, fosse morto. . .” Humilhação, sofrimento. . . e, então, “no terceiro dia, ressuscitasse.” Exaltação.
Pedro, falando em nome dos outros discípulos, não entende isso. Não faz sentido algum para ele, porque, como outros judeus, sua teologia não incluía um Messias que sofresse e morresse. Então, no versículo 22, ele repreende Jesus e diz: “De modo nenhum! Isso de modo nenhum irá lhe acontecer.” Ele claramente não ouviu a parte sobre a ressurreição, mas entendeu a parte sobre o sofrimento e a morte. “Isso nunca Te acontecerá.” Pedro não queria sofrimento. Ele queria exaltação sem humilhação. Queria glória sem sofrimento. Queria uma coroa sem cruz. E não é verdade que Pedro fala por nós? Nós também queremos as mesmas coisas, não é?
Bem, no versículo 23, Jesus repreende Pedro e lhe diz: “[Você] não leva em consideração as coisas de Deus, e sim as dos homens.” Pois, veja, o Reino de Deus não apenas avança apesar do sofrimento e da humilhação, mas, como vemos a teologia do sofrimento se desdobrando nas Escrituras, percebemos que o sofrimento e a humilhação — como acabamos de ouvir — a fraqueza, essas coisas são meios pelos quais o Reino e a glória de Deus avançam. No mistério de Deus, a morte traz vida.
Nos versículos 24 em diante — e tudo isso conduzindo ao Monte da Transfiguração — Jesus lembra aos Seus discípulos, ou explica a eles, que não apenas Ele deve sofrer, algo que já era incompreensível para eles, mas também que eles devem sofrer. Versículo 24: “Se alguém quer vir após mim, negue a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” Ele está falando aqui sobre o custo do discipulado. E diz: “Se você quer participar do Meu Reino, se quer participar da Minha exaltação, precisa trilhar o caminho da cruz. Não há outro caminho.”
Mas Ele também os lembra de que o caminho não termina na cruz. Veja, se a humilhação — o sofrimento — fosse tudo o que tivéssemos para esperar ou antecipar, nossas vidas seriam sombrias. Viveríamos em desânimo constante. Mas no versículo 27, Jesus os lembra, ou deixa claro, essa esperança de que a humilhação seria seguida pela exaltação. O sofrimento seria seguido pela glória. Isso é verdade para Cristo. É verdade para Seus discípulos.
Versículo 27: “Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá [ou galardoará, como dizem algumas traduções] a cada um conforme as suas obras”. Ele recompensará Seus seguidores fiéis. Ele punirá Seus inimigos. Você vê o tema aqui: primeiro a humilhação, depois a exaltação. Primeiro o sofrimento, depois a glória.
Agora, o versículo 28 conecta o versículo 27 com o versículo seguinte, o primeiro do capítulo 17. Temos aqui uma divisão de capítulo infeliz, pois Jesus diz no versículo 28: “Em verdade lhes digo que, dos que aqui se encontram, existem alguns que não passarão pela morte até que vejam o Filho do Homem vir no seu Reino.”
Essa promessa, uma promessa maravilhosa, é cumprida no parágrafo seguinte, quando alguns discípulos escolhidos terão um vislumbre antecipado de Cristo vindo em Seu poder e glória — exatamente o que Ele acabara de lhes dizer que faria. Eles terão uma prévia daquele momento — de como Ele viria e estabeleceria o Seu reino. Veja, a Transfiguração é uma revelação da glória do Rei. Desde o momento do Seu nascimento, Jesus havia estado revestido, até aquele instante, com a humilde veste da humanidade. Mas agora, esses poucos discípulos teriam um vislumbre das vestes reais da Sua divindade. Eles veriam a Sua glória.
Então chegamos ao capítulo 17, versículo 1 — tudo isso como contexto e introdução. “Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro e os irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte.”
O Evangelho de Lucas, aliás, nos diz que Jesus subiu a esse monte para orar. E é importante lembrar que foi nesse contexto de oração que a transfiguração aconteceu. E é um lembrete de que as experiências mais íntimas da glória de Deus raramente acontecem em meio à multidão. É preciso estar disposta a se afastar, a se retirar para esse monte elevado, a sós, para estar com o Senhor Jesus e ver a Sua glória.
Em breve esses mesmos três discípulos testemunhariam a humilhação de Jesus — Sua agonia no Getsêmani. Creio que a experiência de ver Sua glória no monte deve tê-los preparado para ver Sua agonia em Getsêmani. E ambas as experiências certamente os prepararam para o futuro ministério deles — para o nascimento e fortalecimento da Igreja e o avanço do Reino de Cristo.
Pense nisso: se eles tivessem experimentado apenas os sofrimentos do Getsêmani sem a glória da Transfiguração, teriam ficado desiludidos, desanimados e sem esperança. Mas, por outro lado, se tivessem experimentado apenas a exaltação da Transfiguração, sem a humilhação do Getsêmani, talvez tivessem se tornado excessivamente exaltados, como Paulo menciona em 2 Coríntios 12.
Talvez tivessem criado expectativas irreais sobre o que significa ser seguidor de Cristo. Aqui vemos novamente o mesmo padrão se repetindo: primeiro a humilhação e depois a exaltação. Ao longo da vida cristã haverá estações de glória e estações de dor. A rica verdade de que somos lembradas é que Cristo passou por ambas — e que Ele vai conosco por ambas essas estações.
Creio que é significativo que essa experiência tenha ocorrido em um alto monte. Não foi a primeira vez que a presença de Deus foi revelada em um monte. Você se lembra de que foi no monte Moriá que Deus providenciou para Abraão e Isaque um sacrifício, apontando para o sacrifício de Si mesmo que ainda estava por vir. E foi no monte Sinai que Deus Se revelou a Moisés e aos filhos de Israel. E, se tivéssemos tempo, poderíamos explorar inúmeros paralelos entre o monte Sinai e o monte da Transfiguração. Você pode estudar isso depois.
Então chegamos ao versículo 2. Ele diz: “E Jesus foi transfigurado diante deles.” A palavra, como você sabe, é de onde vem “metamorfose” — mudança de forma — transformação. “E Jesus foi transfigurado diante deles, O seu rosto resplandecia como o sol, e as suas roupas se tornaram brancas como a luz.” Toda essa experiência foi a confirmação da confissão que Pedro acabara de fazer sobre quem Cristo era — “o Cristo, o Filho do Deus vivo.”
Essa experiência parece ter acontecido à noite. Jesus foi transfigurado de dentro para fora, enquanto a glória e o esplendor de Cristo resplandeceram e se tornaram visíveis. “O Seu rosto brilhou como o sol.” Eu imagino o sol surgindo por trás de nuvens escuras — e então vemos a glória, o esplendor, o brilho do sol.
E então há a questão das Suas vestes. Quando o rosto de Moisés brilhou com a glória de Deus, ele o cobriu com um véu. Mas a glória de Jesus era tão intensa — essa glória interior da Sua natureza divina, da Sua divindade — que Suas próprias roupas também brilharam. As Escrituras dizem que Suas vestes se tornaram brancas como a luz.
O relato de Lucas diz que Suas roupas ficaram resplandecentes e brancas. Essa palavra significa “reluzentes” — emitindo faíscas de luz, cintilando como relâmpago. O relato de Marcos diz que Suas roupas ficaram radiantes, intensamente brancas, como ninguém na terra poderia alvejar. Assim, você tem essa imagem de uma luz ardente, ofuscante, emanando do rosto de Jesus e, então, o brilho deslumbrante de Suas vestes.
Lembre-se: não foi como se um holofote tivesse sido aceso sobre Jesus. Essa era a manifestação da glória de Deus vinda de dentro dele. Até aquele momento, a glória de Cristo, enquanto Ele estava aqui na terra, havia sido velada por Sua humanidade — por Seu corpo de carne. Mas agora, o véu foi rasgado e Sua glória foi tornada visível aos olhos humanos — a glória de Deus revelada no rosto de Cristo, como Paulo diz em 2 Coríntios capítulo 4.
Um comentarista diz: “Essencialmente, isso não foi um novo milagre, mas a suspensão temporária de um milagre contínuo. O verdadeiro milagre era que Jesus, na maior parte do tempo, conseguia não mostrar essa glória.”
Pois bem, esse foi o único momento na vida terrena de Jesus em que a plenitude da divindade brilhou através do véu de Sua humanidade. E os discípulos tiveram um vislumbre da glória que Jesus possuía desde toda a eternidade passada. Temos algumas referências no Antigo Testamento a isso — passagens e descrições semelhantes.
Não vamos entrar nelas agora, mas você conhece a glória que Ele tinha na eternidade passada. Eles também estavam vendo a glória que seria Sua por toda a eternidade futura.
Na verdade, naquele momento, eles receberam uma prévia da Sua futura volta em poder e glória — um prenúncio do dia em que a plena glória de Cristo seria revelada eternamente. Seu reino messiânico seria estabelecido nesta terra, não em humilhação, mas em exaltação — o Leão da tribo de Judá entronizado para todo o sempre.
Cerca de trinta anos depois, Pedro ainda estava tão impressionado com esse evento que se referiu a ele em sua segunda epístola, dizendo: “Fomos testemunhas oculares da Sua majestade. Estávamos com Ele no monte santo” (2 Pe. 1.18). O apóstolo João expressou assim, no capítulo 1 do Evangelho de João: “O Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a Sua glória.” (v. 14)
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth tem falado sobre o que ela chama de o evento mais significativo que aconteceu entre o nascimento, a morte e a ressurreição de Jesus. Esta é a primeira parte de uma série de três dias intitulada Em outro monte. A série trará um novo entendimento sobre a Transfiguração, como você ouviu hoje.
Você sabia que há milhares de ouvintes que ajudam a tornar possível o ensino que você acabou de ouvir? Esses ouvintes apoiam o Aviva Nossos Corações financeiramente. Quando você contribui, está ajudando-nos a falar com mulheres reais em situações reais. Elas precisam de orientação bíblica — e você pode ajudar o Aviva Nossos Corações a fornecê-la. Você estará ajudando mulheres como Allison, que escreveu para Nancy.
Nancy: Allison nos contou que começou a ouvir o Aviva Nossos Corações antes de se casar. Isso foi há mais de quatro anos, e agora ela tem dois meninos pequenos. Ela disse:
O Aviva Nossos Corações é uma tábua de salvação para mim. Nos dias em que me pergunto o que foi que eu fiz comigo mesma ao ter esses bebês tão cedo na vida, o programa está lá me lembrando de que meus filhos são preciosas almas eternas.
O Aviva Nossos Corações me redireciona para uma visão do tamanho de Deus sobre o casamento e a maternidade.
Ela termina dizendo:
Obrigada, obrigada, e obrigada mais uma vez. Eu queria tanto poder fazer mais para apoiar financeiramente este ministério. Meu marido está estudando, e as finanças estão tão apertadas que não conseguimos fazer muito além de contribuir com a nossa igreja local e com os missionários que já ajudamos a sustentar.
Sou muito grata por Aviva Nossos Corações ter estado presente para falar a verdade ao coração dessa jovem mulher enquanto ela passava por grandes mudanças na vida — como o casamento e a chegada da maternidade. Eu amo o fato de que ela e o marido fazem questão de priorizar o apoio à igreja e aos missionários que Deus colocou em seus corações, mesmo neste tempo de aperto financeiro.
Por causa da fase em que está vivendo, Allison não pode contribuir com o Aviva Nossos Corações neste momento — mas talvez você possa. Quando você apoia este ministério, está nos ajudando a encorajar essa jovem mãe e milhares de outras mulheres como ela.
Então, considere orar ao Senhor e peça que lhe mostre como você pode contribuir, para que possamos continuar ajudando mulheres a descobrir, abraçar e se deleitar em Cristo e em Seu chamado para suas vidas?
Raquel: Obrigada, Nancy. Se você gostaria de fazer uma doação para apoiar o ministério Aviva Nossos Corações, é só visitar avivanossoscoracoes.com.
Em uma época de relativismo, muitos têm tentado reduzir Cristo ao status de apenas mais um grande profeta. Amanhã, Nancy vai nos apresentar a verdade que contrapõe essa ideia.
Nancy: Jesus, Moisés e Elias não são iguais. . . nem de perto. Jesus é o Único e Incomparável Cristo. Moisés e Elias foram servos na casa de Deus. Mas Jesus era o Filho — o Filho amado em quem o Pai tem prazer.
Deus sempre Se agradou de Seu Filho. O Filho jamais poderia, por um momento sequer, desagradar o Pai. Deus se agrada do sacrifício que Jesus estava prestes a oferecer pelos pecados da humanidade — o sacrifício de Sua vida, uma oferta aceitável, agradável, um perfume suave diante de Deus.
Aguardamos você amanhã aqui, no Aviva Nossos Corações.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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