Dia 1: A história de Dave e Linda
Raquel Anderson: Alguns anos atrás, Deus realmente chamou a atenção de Dave Carullo. Dave percebeu quantas vezes tinha falhado como marido, confessou seu egoísmo à esposa, Linda, e pediu perdão a ela.
Dave Carullo: O queixo dela literalmente caiu. Ela me olhou com uma expressão de espanto no rosto e disse: “Não acredito que você está dizendo isso. Eu orei especificamente por isso trinta anos atrás! Eu já tinha achado que a resposta era não, e aceitei. E agora você está dizendo exatamente o que eu orei!”
Raquel: Você já orou por algum relacionamento difícil. . . talvez até por anos? A história de Dave e Linda vai te lembrar que, com Deus, tudo é possível.
Estamos prestes a ouvir essa história no podcast Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Aqui no Aviva Nossos Corações nós amamos falar sobre avivamento. O que …
Raquel Anderson: Alguns anos atrás, Deus realmente chamou a atenção de Dave Carullo. Dave percebeu quantas vezes tinha falhado como marido, confessou seu egoísmo à esposa, Linda, e pediu perdão a ela.
Dave Carullo: O queixo dela literalmente caiu. Ela me olhou com uma expressão de espanto no rosto e disse: “Não acredito que você está dizendo isso. Eu orei especificamente por isso trinta anos atrás! Eu já tinha achado que a resposta era não, e aceitei. E agora você está dizendo exatamente o que eu orei!”
Raquel: Você já orou por algum relacionamento difícil. . . talvez até por anos? A história de Dave e Linda vai te lembrar que, com Deus, tudo é possível.
Estamos prestes a ouvir essa história no podcast Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Aqui no Aviva Nossos Corações nós amamos falar sobre avivamento. O que vem à sua mente quando você ouve essa palavra? Talvez você pense em pessoas reunidas ao redor do altar da igreja, orando e cantando juntas. Ao longo da história, o avivamento aconteceu desta forma.
Mas hoje, vamos ouvir sobre um avivamento pessoal que transformou completamente um casal. Para eles, o avivamento aconteceu sentados juntos no escritório de casa, conversando, confessando, perdoando e amando um ao outro como recém-casados, depois de décadas de dificuldades no casamento.
Se você tem vivido um relacionamento difícil, espero que continue ouvindo. Dave e Linda Carullo vão compartilhar conselhos práticos sobre como buscar o Senhor em meio às lutas. Você vai ouvir maneiras de amar seu cônjuge mesmo quando parece impossível amá-lo. E também será encorajada a continuar orando por seu marido, mesmo quando parece que ele nunca vai mudar.
Raquel: Essa história também vai encorajar você a continuar orando pelos filhos que não estão seguindo o Senhor. Os pais de Linda ensinaram a ela sobre Jesus, e ela professou fé. Mas depois, eles a viram fazer muitas escolhas erradas.
Linda Carullo: Quando me formei no ensino médio, estava envolvida em um relacionamento no qual eu não deveria ter me envolvido, e isso me levou a escolhas pecaminosas. Minha mãe e meu pai oraram para que eu saísse dessas situações. Sou tão grata por ter pais piedosos! Mas levou muito tempo. Espero que minha história encoraje os pais de filhos pródigos: “Não desistam de orar!”
Raquel: Linda havia deixado um relacionamento ruim, mas depois conheceu e se casou com Dave. Ele tinha estudado em uma escola religiosa tradicional.
Dave: Pouco tempo depois, eu realmente perdi todo interesse por qualquer coisa relacionada ao Senhor.
Linda: Eu sabia que ele não era cristão, mas eu sabia o que queria, e sabia que ele era o homem para mim. Eu ia fazer do meu jeito!
Dave: Eu comecei a jogar softball, e como faço com muitas coisas, me envolvi de cabeça. Lá estava eu, recém-casado, e saía com os amigos para jogar softball.
Eu jogava em dois times durante a semana e viajava em torneios nos fins de semana, então eu ficava fora de casa com muita frequência. Olhando para trás, vejo que aquilo era uma busca bem egoísta da minha parte, porque deixava a Linda sozinha por muito tempo.
Pouco depois que comecei com o softball, Linda engravidou da nossa primeira filha.
Linda: Eu a amava tanto!
Dave: Quando nossa primeira filha nasceu, Linda percebeu que precisava mudar algumas coisas em sua vida.
Linda: “Ah! Eu não estou criando-a do jeito que deveria! Preciso voltar para a igreja; preciso me acertar com Deus!”
Dave: Infelizmente, eu não tive a mesma convicção naquela época. Acho que ela se voltou novamente para o Senhor, e à medida que se aproximava dele, isso a afastava de mim.
Linda: Eu estava tentando mudá-lo.
Dave: Conscientemente ou não, acho que isso alimentou meu ressentimento, porque eu não queria ser manipulado. Eu não queria ser direcionado de um certo modo.
Linda: Eu podia olhar para as coisas externas: meu marido saía para beber, meu marido estava no bar, meu marido jogava softball demais, meu marido quase não ficava em casa. Eu podia ver tudo isso com facilidade o criticava bastante.
Mas o que eu não percebia eram as minhas atitudes e as palavras que eu dizia, que eram críticas e o afastavam demais.
Dave: Mais e mais ressentimentos começaram a se acumular.
Linda: Eu precisava mudar primeiro meus pensamentos. Porque a gente fala daquilo que o coração está cheio.
Raquel: Linda encontrou ajuda quando começou a voltar à igreja e conheceu uma nova mentora. Lois ensinava uma classe para mulheres.
Linda: Ela disse: “Queridas, nós não estamos aqui para salvar o casamento. Estamos aqui para ajudar vocês a se tornarem as mulheres que Deus quer que sejam!”
Raquel: Lois deu um desafio a Linda.
Linda: Fazer algo bondoso todos os dias sem pedir nada em troca! Aquele desafio era bem parecido com o Desafio de 30 dias, Encorajamento ao Marido do Aviva Nossos Corações. Eu encorajo qualquer pessoa a fazer isso!
Raquel: Linda foi desafiada a viver o que está em 1 Pedro 3, que diz que alguns maridos incrédulos “seja ganho sem palavra alguma, por meio da conduta de sua esposa, ao observar o comportamento honesto e cheio de temor que vocês têm” (vv. 1–2). E Deus continuou a chamar Linda para viver isso, mesmo quando as coisas em casa ficaram ainda mais difíceis.
Dave: Eu não estava nem um pouco satisfeito! Havia algo faltando na minha vida, e naquela época eu não sabia o que era.
Linda: Nós não estávamos nos dando bem. Eu estava tentando fazer algo gentil para o meu marido todos os dias sem pedir nada em troca. Ele trabalhava até muito tarde, e eu decidi — mesmo precisando acordar cedo com as crianças — ficar acordada até ele chegar em casa e confiar em Deus quanto ao meu sono.
Numa dessas noites, quando ele chegou (não lembro de toda a conversa), chegou o momento em que ele disse: “Linda, eu não quero mais estar casado com você.”
Dave: Linda não é de chorar; ela não costuma chorar. Mas naquela hora ela caiu em lágrimas, me olhou e disse: “Por que você não nos ama?” Essa foi uma pergunta muito certeira, eu pensei. E eu tive que considerar: “Por que será?”
Linda: Eu disse: “Eu quero, sim, continuar casada. Deus odeia o divórcio. E quem é você para lutar contra Deus?” Eu farei tudo o que puder para continuar casada!
Dave: Quando você se depara com uma situação assim, em que precisa considerar o próprio egoísmo e como ele afeta outras pessoas, isso tem um efeito profundo! Acho que tudo isso fez parte de uma sequência de eventos que aconteceram muito rapidamente, um após o outro.
Raquel: No momento mais sombrio de sua vida, a fé de Linda em Jesus se tornou mais real do que nunca.
Linda: Quando você tem uma identidade sólida em Jesus Cristo, não é que as dificuldades da vida não importam, mas elas não definem quem você é. Você pode ir a Efésios 1 e Efésios 2 e descobrir que Deus a ama. Deus a escolheu. Deus a redimiu. Ele a adotou, e você é filha do Rei!
Então, quando percebi que meu marido não me amava mais, que ele não queria mais ser casado comigo, sim, isso doeu! Mas não me definiu.
Raquel: Lois deu uma tarefa para Linda. “Faça uma lista de dez coisas pelas quais você pode agradecer a Deus sobre o seu marido, e depois agradeça a Deus por essas dez coisas.”
Linda: Eu só consegui pensar em duas coisas. Ela disse: “Então, Linda, louve a Deus por essas duas coisas.” E quando comecei a louvar a Deus por aquelas duas coisas, percebi: “Ah, aqui está mais uma!” Então adicionei uma terceira; adicionei uma quarta, e continuei louvando a Deus.
E, uau! Minha lista ficou maior do que dez, e ainda estou louvando a Deus por essas coisas. Você pode dar graças a Deus em todas as circunstâncias. Quando comecei a agradecer a Deus, passei a ter menos coisas para criticar no meu marido.
Dave: As coisas não eram tão ruins quanto eu pensava. Na verdade, acho que eu as tornava piores para justificar meus desejos egoístas e irresponsáveis.
Raquel: Uma noite, nessa época, Dave fez a si mesmo algumas perguntas importantes.
Dave: Parecia que eu tinha tudo o que alguém poderia querer na vida: uma esposa linda, dois filhos maravilhosos, um ótimo emprego. . . tudo isso seriam pontos positivos. Mesmo assim, eu estava muito infeliz!
Lembro-me claramente de olhar para cima, em direção ao teto do carro, e dizer: “Eu tô fazendo tudo errado! Jesus, por favor, entre na minha vida, e eu farei do Teu jeito!”
Linda: Deus respondeu aquela oração! E não só isso, mas meus pais estavam orando. Minha mãe estava morrendo de câncer. Eu sentia que tinha causado tanta dor a eles com a minha rebeldia contra Deus. Minha mãe estava no estágio final de câncer, e ela pôde ver as orações sendo respondidas!
Não apenas a sua filha pródiga tinha voltado para o Senhor, mas o meu marido havia aceitado o Senhor e seria batizado! Ela estava prestes a entrar na eternidade sabendo que suas orações haviam sido atendidas!
Raquel: Bem, parece que poderíamos encerrar o programa aqui. Dave e Linda eram novas criaturas em Cristo. Chamamos isso de “justificação.” Mas a história não terminou, porque esse casal ainda precisava crescer e se tornar mais parecido com Jesus. Chamamos isso de “santificação.” E Dave e Linda ainda não haviam lidado completamente com as feridas que haviam causado um ao outro.
Dave se tornou diácono na igreja. Ele entrou em tempo integral no ministério, mas algumas pessoas com quem trabalhou no ministério não viviam sua fé e o decepcionaram. Ele deixou o ministério em tempo integral, passou a ajudar na administração de uma fábrica e foi levando a vida.
Dave: Linda e eu chamamos aquele período de “nosso tempo de mediocridade.” Nós não estávamos em conflito. Não brigávamos nem tínhamos grandes problemas, pelo que podíamos perceber. Mas também não havia uma conexão profunda e genuína. Era mais como se estivéssemos apenas vivendo no piloto automático.
De forma imperceptível para mim, fui me afastando lentamente do Senhor. Eu não estava lendo a Palavra de forma consistente. Você pode ir à igreja, pode participar de estudos bíblicos e de outras atividades assim, mas se não tiver aquela comunhão íntima e pessoal com o Senhor por meio da Sua Palavra, você está em terreno instável. . . e eu estava.
Quando eu era mais jovem, antes de conhecer a Linda e depois que a conheci, eu me envolvi muito com festas, bebidas e drogas. Parei com tudo isso quando fui salvo e fiquei cerca de quinze anos sem me envolver com nada disso.
Mas um dia, pensei: “Ok, fiquei quinze anos sem beber. Acho que já provei que posso parar quando quiser.” Então comecei a beber novamente. Linda ficou arrasada, porque sabia o quanto isso poderia destruir um relacionamento — e já tinha destruído o nosso antes.
Raquel: Em 2012 Linda participou de uma conferência promovida pelo Aviva Nossos Corações chamada True Woman ‘12, Mulher Verdadeira.
Linda: Eu me apaixonei pelo Aviva Nossos Corações! Eu nunca tinha ido a uma conferência como a do Aviva Nossos Corações. É tão rica em Escrituras, cheia de recursos, aplicável a qualquer circunstância que você esteja vivendo. Gente, eu nunca mais quero perder uma conferência do Aviva Nossos Corações!
Raquel: As mentoras de Linda haviam sido uma fonte estável durante alguns dos dias mais sombrios de seu casamento. E agora, Linda começou a discipular outras mulheres, usando os materiais do Aviva Nossos Corações.
Linda: Eu pude usar os materiais do Aviva Nossos Corações — seja o livro Mentiras em que as Mulheres Acreditam. . . Eu liderei grupos de mulheres com esse livro, individualmente ou em grupo, para encorajá-las em sua caminhada. Recentemente conduzi um grupo de mulheres com esse estudo, e é demais ver aqueles momentos que “a ficha caiu”, quando elas voltavam na semana seguinte dizendo: “Uau, eu estava acreditando em uma mentira, e estou fazendo mudanças!”
Uma das mulheres até escreveu um plano, tipo: “Estou mudando disso para isso. . . Vou fazer isso. . . Vou garantir que tenha tempo planejado com o Senhor e ler Sua Palavra todas as manhãs!”
Essa é a grande alegria: apontar as pessoas para a Palavra de Deus, para que possam experimentar um relacionamento pessoal com Jesus Cristo, e depois ver Jesus transformar suas vidas por meio das verdades da Sua Palavra. E usar os materiais do Aviva Nossos Corações, como Mentiras em que as Mulheres Acreditam, para ajudá-las a entender essas verdades.
Nancy em uma conferência Verdadeira Mulher: Algumas de vocês têm nos perguntado isso há anos: “Quando o livro Mentiras em que os homens acreditam vai sair?”
Linda: Eu estava em uma das conferências do Aviva Nossos Corações justamente quando o livro do Robert Wolgemuth foi lançado.
Nancy em uma conferência Verdadeira Mulher: Vamos ver como é esse livro!
Linda: Fiquei na fila, e ele o autografou para o meu marido. Eu sabia que, quando levasse para casa, meu marido não iria ler! Mas comprei mesmo assim.
Robert Wolgemuth na conferência Verdadeira Mulher: Você pode ou não querer ler, porque este sou eu e o seu marido — ou o homem da sua vida — tomando um café e falando a verdade, sem rodeios.
Linda: Colocamos o livro na estante junto com outros livros não lidos.
Dave: Comecei a ter pensamentos intrusivos, aqueles que ficam se repetindo em loop, sobre quando Linda e eu começamos a namorar. Havia coisas que ela tinha me contado sobre relacionamentos antes de nos conhecermos. Esses pensamentos começaram a vir com tanta força que achei que estava tendo algum tipo de crise mental, porque era implacável!
Raquel: Pela primeira vez em mais de trinta anos, Dave admitiu que se sentia ferido por algumas escolhas que Linda havia feito antes do casamento.
Mas, em vez de focar no pecado dela, Dave viu isso como uma oportunidade de ser honesto sobre as maneiras pelas quais ele mesmo havia causado dor.
Dave: De repente, foi como se uma represa tivesse se rompido. Comecei a pensar nos nossos primeiros dias — quando falei antes sobre ser egoísta e deixar Linda sozinha.
Passei a refletir sobre essas coisas de uma forma completamente diferente. Comecei a me perguntar: “O que foi que você fez?”
E daí comecei a pensar em muitas outras áreas em que eu tinha sido egoísta, em que não tinha sido um bom marido, em que não a tratei bem. E finalmente pensei: Eu preciso confessar isso a ela e pedir perdão! Então, um dia eu disse: “Linda, podemos subir para o escritório e conversar?”
Raquel: Ao longo de algumas semanas, “ir para o escritório” virou uma espécie de código para momentos de arrependimento. Dave e Linda literalmente iam até o escritório de casa. E Dave foi específico. Ele assumiu o pecado, confessou e pediu perdão.
Dave: Em algumas ocasiões, o queixo dela literalmente caiu. Ela me olhava com aquela expressão de espanto no rosto. Eu percebia e perguntava: “O quê?”
“Não acredito que você está dizendo isso. Eu orei especificamente por isso trinta anos atrás! Eu já tinha achado que a resposta era não, e aceitei. E agora você está dizendo exatamente o que eu orei!”
Durante esse período, havia um livro sobre a mesa onde costumávamos ter essas conversas. O título era Um Avivamento Inesperado. Então, passamos a chamar o que estava acontecendo em nossas vidas de “um avivamento inesperado.”
Deus continuou a me convencer de coisas. Eu percebia e dizia: “Ok, Linda, precisamos subir e conversar de novo!” Eu também dizia coisas como: “Eu falhei como líder espiritual da nossa família. Acho que precisamos ter devocionais diários e orar juntos.”
E novamente, o queixo dela literalmente caiu, porque mais uma vez, isso era algo pelo qual ela havia orado décadas antes — e agora estava acontecendo! Era quase como se fôssemos recém-casados de novo. Era como o primeiro ano de casamento deveria ter sido, no sentido de descobrir e compartilhar coisas um com o outro.
E em um determinado momento, Linda disse: “Deus vai te descascar como uma cebola, camada por camada, até chegar à raiz, ao centro do que Ele está buscando em tudo isso.” E nos meses seguintes, certos temas começaram a surgir. Acho que era o Espírito Santo me levando a focar em diferentes aspectos do meu caráter e do nosso relacionamento.
Naquele momento, perguntei à Linda: “Você sabe onde está aquele livro Mentiras em que os homens acreditam?”
Linda: Ele leu, e foi tão divertido vê-lo lendo!
Dave: Sem que ela soubesse, eu dei uma olhada no índice, porque havia um tema específico que achei que iria aparecer. Quase deixei o livro de lado, mas pensei: Não. Vamos colocar tudo em ordem. Vamos limpar o que está escondido no armário. Vamos lidar com isso. Então comecei a ler o livro.
E finalmente cheguei à seção que eu temia, a Mentira nº 18: O que ela não sabe não vai machucá-la. Até aquele momento, eu já havia lidado com muitas coisas que sabia que tinha feito e com as quais a havia magoado. Mas havia uma área que eu ainda não tinha tocado. Era uma área de pecado que eu havia cometido contra ela, e da qual ela não sabia. E era exatamente sobre isso que tratava essa mentira e esse capítulo.
Nunca houve um momento na minha vida em que senti a mão pesada da convicção de Deus mais do que naquele fim de semana!
Pedi que ela subisse comigo para termos outra conversa. Naquele momento, eu diria o que foi provavelmente a coisa mais difícil que já precisei fazer!
Porque o avivamento já estava acontecendo em cheio, e as coisas estavam indo tão bem. . . era como se eu a estivesse vendo de um jeito completamente novo. Ela estava incrivelmente linda para mim!
Mas chegou o dia 17 de junho, e fui convencido de que precisava ser verdadeiro. Se fôssemos levar isso até o fim, então tudo teria que vir à tona. Sentamos e tivemos essa conversa.
Fiquei extremamente grato e abençoado pela resposta graciosa dela! Acho que isso apenas solidificou o avivamento que estava acontecendo. Foi como se esse fosse o toque final — a peça que ainda faltava!
Como ela me disse inúmeras vezes depois: “Agora não temos nada a temer, porque está tudo às claras.” Sentimos um amor e uma intimidade um com o outro que nem sabíamos que eram possíveis!
Descemos até as profundezas, até a lama, para limpar algumas coisas. E isso se mostrou benéfico além de tudo o que poderíamos imaginar! Foi um avivamento realmente inesperado!
Raquel: É claro que ouvir essa confissão não foi fácil. É claro que doeu. Mas Linda sabia o que era ser perdoada. E ela pôde oferecer o mesmo tipo de perdão a Dave.
Nancy: Um livro que li há muitos anos descrevia o avivamento como “ter o teto aberto e as paredes derrubadas”. Ou seja: ser completamente honesta com Deus, humilde e disposta a se arrepender do pecado (teto aberto). E isso nos leva a ser honestas também com as pessoas ao nosso redor (paredes derrubadas).
Talvez você tenha ouvido a história de Dave, e, como ele, haja alguma área da sua vida que você tem mantido escondida. Quero convidar você a ser honesta diante de Deus (teto aberto). Ele já conhece a verdade. Você pode reconhecer seu pecado diante dele? Jesus morreu por esse pecado, e Deus, o Pai, será fiel e justo para perdoar você e purificá-la.
E em seguida, você pode pedir que Ele a ajude a dar um passo para acertar as coisas com outras pessoas (paredes derrubadas)? Assim como Dave, você vai experimentar uma nova alegria no seu relacionamento com Deus e com os outros.
Escrevi sobre avivamento pessoal em um guia de estudo chamado Buscando a Deus. Ao passar por esse livro, você será levada a um processo de honestidade e humildade diante de Deus e aprenderá como dar passos para limpar sua consciência.
Sei que isso pode parecer algo difícil de fazer, mas posso garantir: uma vez que o teto esteja aberto e as paredes derrubadas, você vai experimentar uma liberdade nova com o Senhor e com as pessoas. Visite o nosso site avivanossoscoracoes.com ou clique aqui na transcrição deste episódio para saber como adquirir o estudo Buscando a Deus.
É também lá que você encontrará o outro livro que foi tão importante para Dave: Mentiras em que os homens acreditam e a verdade que os liberta. Ele foi escrito pelo meu marido, Robert Wolgemuth. Mais uma vez, para obter esses dois recursos, visite avivanossoscoracoes.com.
Sou muito grata porque Deus usou o Aviva Nossos Corações para ajudar Dave e Linda — por meio deste programa, dos livros e das conferências. Tudo isso só é possível graças às pessoas que oram pelo ministério, compartilham a mensagem com outras pessoas, e contribuem financeiramente para o nosso ministério.
Queridas ouvintes como você, que têm um papel vital em ajudar este ministério a chamar mulheres para viverem em liberdade, plenitude e abundância em Cristo. Estes são alguns dos motivos pelos quais Dave e Linda estão tão felizes em cooperarem conosco.
Linda: O impacto que o Aviva Nossos Corações teve na minha vida, na vida do meu marido, no nosso casamento, na nossa família, e no ministério de mulheres onde sirvo. . . é algo inestimável! Tenho o privilégio de fazer parte disso!
Raquel: Dave e Linda tinham acabado de passar pela história que você ouviu hoje, e ficaram tentados a se perguntar se Deus ainda poderia usá-los, depois de terem cometido tantos erros na vida.
Linda: Bem, duas semanas depois, li no grupo do Facebook do Aviva Nossos Coraçōes que uma parceira do do ministério, Tessa Maki, havia postado dizendo que viajaria de onde morava até a Geórgia e depois voltaria. Ela queria saber se alguém disponibilizaria sua casa para que ela pudesse ficar hospedada.
Raquel: A viagem de Tessa para a Geórgia seria estressante. Ela estava viajando porque sua família estava em crise. Dave e Linda não apenas se disponibilizaram para hospedar Tessa, como também estavam dispostos a compartilhar suas vidas.
Linda: Talvez Deus use a nossa história para encorajá-la. Era como se Deus estivesse confirmando: “Sim, quero usar vocês. A história de vocês é valiosa.”
Raquel: Amanhã você vai ouvir a história de Tessa. Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.