Alargando o coração para a eternidade, com Colleen Chao
Raquel Anderson: Jesus prometeu que prepararia um lugar no céu para o Seu povo. O sofrimento tornou essa realidade ainda mais bela para Colleen Chao.
Colleen Chao: Eu quase consigo ouvir a alegria na Sua voz e ver Seus olhos brilhando de entusiasmo. “Isso é o que eu mal posso esperar para te mostrar. Mal posso esperar para te levar para casa, para junto de mim.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de O céu reina, na voz de Renata Santos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Você já pensou em enfrentar a morte? E, quando pensa nisso, onde você busca esperança? Bem, é sobre isso que nossa convidada de hoje vai falar.
Colleen Chao é esposa, mãe e escritora, e compartilha muito sobre a bondade de Deus nos capítulos inesperados de sua vida. Ela escreveu um livro lindo, In the Hands …
Raquel Anderson: Jesus prometeu que prepararia um lugar no céu para o Seu povo. O sofrimento tornou essa realidade ainda mais bela para Colleen Chao.
Colleen Chao: Eu quase consigo ouvir a alegria na Sua voz e ver Seus olhos brilhando de entusiasmo. “Isso é o que eu mal posso esperar para te mostrar. Mal posso esperar para te levar para casa, para junto de mim.”
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de O céu reina, na voz de Renata Santos.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Você já pensou em enfrentar a morte? E, quando pensa nisso, onde você busca esperança? Bem, é sobre isso que nossa convidada de hoje vai falar.
Colleen Chao é esposa, mãe e escritora, e compartilha muito sobre a bondade de Deus nos capítulos inesperados de sua vida. Ela escreveu um livro lindo, In the Hands of a Fiercely Tender God (Nas mãos de um Deus extremamente terno, em tradução livre — ainda indisponível em português) e fala com honestidade sobre sua jornada com um câncer terminal.
Colleen buscou nas Escrituras e desenvolveu uma visão gloriosa de seu lar eterno. Ela sabe que provavelmente não demorará muito até que esteja lá. Colleen sabe que esse será um tempo de profundo luto para sua família, mas, como você está prestes a ouvi-la dizer, ela também sabe que haverá glória.
Aqui está Erin Davis para apresentar Colleen Chao.
Erin Davis: Como é possível enfrentar um sofrimento terminal, que muda a vida, e não deixar que esse sofrimento defina você? Não consigo pensar em ninguém melhor para nos ajudar a lidar com isso — e precisamos lidar com isso, porque é uma pergunta difícil — do que Colleen Chao, que enfrentou muitas estações de sofrimento e atualmente está lidando com um câncer terminal.
Colleen, se houvesse uma maneira de te abraçar através desta tela, eu faria isso! Mas estou muito feliz que você esteja aqui conosco esta noite.
Colleen: Ah, eu faria o mesmo! E ficaríamos em uma poça de lágrimas e risadas.
Erin: Ah, ficaríamos em uma poça de lágrimas, rindo, sim. Que imagem linda!
Bem, eu disse: “Você quer ter uma conversa? Ou só quer compartilhar o que está no seu coração?” E você disse: “Quero compartilhar o que está no meu coração agora.” Então queremos ouvir. Pode começar.
Colleen: Obrigada, amiga.
Sim, é uma grande alegria estar com todas vocês. Eu gostaria de puxar uma cadeira à minha mesa e servir uma xícara de chá quente ou café, o que vocês preferirem, mas este espaço é doce porque Deus está aqui conosco como só Ele pode estar, através do tempo e da distância.
Imagino que haja algumas mulheres aqui hoje que não sabem como vão acordar pela manhã para enfrentar mais um dia de sofrimento. Tenho orado por vocês. Vocês são preciosas ao meu coração, mesmo sem conhecê-las, porque Deus vê e Ele se importa.
Aquilo que transborda no meu coração, não apenas nesta jornada de um diagnóstico terminal, mas também nos vários sofrimentos que vieram antes e que caminharam ao lado desse. . . Porque geralmente não é só uma coisa, certo? É uma multidão de coisas que nos lança sobre a bondade e a misericórdia de Jesus.
E a esperança do céu é tão real e tão preciosa para mim. Eu sinto como se a eternidade estivesse bem aqui. É um véu tão fino. Todas nós estamos prestes a atravessar esse véu e ver o Senhor Jesus. Eu tento encontrar palavras para essas coisas, mas são outras realidades. Estamos tentando tocar mistérios, não é? Não temos linguagem para essas realidades eternas.
Mas são essas coisas que nos sustentam nos piores dias e nas horas mais escuras: o fato de que há um lugar preparado na presença de Jesus que dará sentido a todo esse sofrimento. É uma esperança na qual podemos nos deleitar. Olhe para Deus: Ele está cuidando da nossa alma agora mesmo com essas verdades.
Talvez você conheça a alegoria de Platão chamada A Caverna. O filósofo Platão, há muitos anos, escreveu sobre uma caverna, e eu a reescrevi para mantê-la breve.
Havia um grupo de pessoas que estavam acorrentadas à parede da caverna desde que eram crianças pequenas, e havia um grande fogo ardendo em algum lugar atrás delas. E diante desse fogo, um caminho por onde pessoas e animais passavam todos os dias, projetando sombras na parede da caverna à frente dos prisioneiros.
Por causa das correntes, porém, nenhum deles podia se virar para ver o que havia atrás, então eles observavam atentamente as sombras, dando nomes às várias formas e movimentos que viam dia após dia, ano após ano.
Finalmente, um dos prisioneiros escapa da caverna e encontra o mundo exterior pela primeira vez, onde seus olhos são imediatamente cegados pelo fogo, que na verdade é o sol. O brilho ofuscante e a profundidade, as dimensões e os movimentos desse mundo exterior são insuportáveis para ele no início. São dolorosos e desorientadores. Mas, com o tempo, seus olhos se ajustam, e ele percebe que na verdade, nunca havia entendido a realidade.
Eu amo essa alegoria porque, quando estamos no meio de um grande sofrimento, as sombras parecem ser tudo. Elas parecem ser a realidade completa, e não conseguimos imaginar nada fora dessa caverna. É uma experiência completa, essas sombras, mas eu amo o fato de que elas são sombras pobres de uma realidade muito mais preciosa.
Eu amo como Jonathan Edwards expressou isso de forma tão bela. Você provavelmente já ouviu esta citação antes. Ele disse:
Ir para o céu, para desfrutar plenamente de Deus, é infinitamente melhor do que as acomodações mais agradáveis aqui. Melhor do que pais e mães, maridos, esposas ou filhos, ou a companhia de quaisquer ou de todos os amigos terrenos. Essas coisas são apenas sombras. Mas o desfrute de Deus é a substância. Essas coisas são apenas raios dispersos, mas Deus é o sol. Essas coisas são apenas riachos, mas Deus é a fonte. Essas coisas são apenas gotas, mas Deus é o oceano.
Acho que o que aprendi — e não sou nenhuma especialista em sofrimento. . . — mas acho que, por meio das minhas próprias experiências, o que aprendi é que a dor, o luto, a tristeza, o peso e a dificuldade, em toda forma e aspecto, tornam-se dons que começam a remover aquilo que bloqueia a visão da verdadeira realidade, das realidades eternas.
É tão fácil nos envolvermos com este mundo, nos apegarmos e pensarmos que merecemos certas coisas na vida e que outras coisas são injustas. Mas Deus, em Sua misericórdia terna e em Seu poder, pega exatamente aquelas coisas que evitaríamos a qualquer custo e usa circunstâncias difíceis para afrouxar o nosso apego apertado, cheio de medo e controle, aos nossos próprios planos, desejos e à nossa sensação de que estamos no comando.
Ele usa isso para nos mostrar que essa é a beleza da nossa fé: confiar em Jesus quanto às coisas que estou vendo. Ele está nos convidando. É como um convite caro e precioso para aquilo que é realmente real e mais substancial do que a mesa em que estou sentada agora. As realidades estão vindo sobre nós tão rapidamente e mais cheias de significado do que qualquer coisa que possamos tocar, ver, cheirar ou sentir. Mas elas estão além da nossa compreensão.
Eu amo 1 Coríntios 2.9, onde Paulo cita Isaías e diz:
Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.
A gente não consegue imaginar. Pense nas coisas mais belas que você já viu — talvez um pôr do sol, ou o oceano, ou algo assim. Traga isso à mente e pense: isso nem chega perto da beleza que Ele preparou para nós. Ou pense no que você já ouviu — talvez a composição musical mais linda que você já escutou. Isso nem arranha a superfície. Nós não conseguimos. . . não existe categoria para aquilo que está vindo à nós na eternidade.
E meu coração transborda quando penso em João 14.2, onde Jesus diz: “Vou preparar um lugar para vocês.”
Uma das alegrias do meu coração é abrir minha casa. Quando minha casa está cheia, meu coração está cheio. Acho uma experiência extraordinária abrir a porta e criar esse espaço de pertencimento, alegria e segurança. Eu fico animada. Eu oro por isso e preparo meu coração. Ele se enche só com a expectativa.
Então, quando leio as palavras de Jesus: “Vou preparar um lugar para vocês”, eu quase consigo ouvir a alegria na Sua voz e ver Seus olhos brilhando de entusiasmo. “Isso é o que eu mal posso esperar para te mostrar. Mal posso esperar para te levar para casa, para junto de mim. Eu coloquei você aqui para fazer coisas muito valiosas, coisas que terão um valor eterno. Portanto, não quero que você venha cedo demais.”
Acho que a esperança do céu nos guarda daquelas ideias de: “Eu só quero acabar com isso logo.” Ela nos guarda porque o céu, aquilo que Deus está preparando para nós, significa que cada dia aqui é realmente muito valioso, mesmo que você esteja se arrastando até o fim do dia pela graça; mesmo que seja difícil imaginar, como eu disse antes, acordar para mais um dia de sofrimento. É tão valioso. Do outro lado, veremos por que importou nos agarrarmos a Jesus nesses dias mais difíceis.
Então, a pergunta é: “Se essas coisas são inconcebíveis, se não temos categoria para o que está vindo para nós na eternidade, como treinamos nossos olhos e nossos corações para o céu?” Como fazemos, como Paulo disse, para “fixar o coração e a mente nas coisas do alto”? Como fazemos isso se elas estão tão além da nossa compreensão?
Eu amo como Paulo nos ensina em Efésios 3 a conhecer as coisas que são insondáveis e a compreender um pouco mais as coisas que são incompreensíveis. Ele disse:
Oro para que, com todos os santos, vocês possam compreender qual é a largura, o comprimento, a altura e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento. . . àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos. . . (vv. 18, 20)
Estou pegando pequenas frases aqui, juntando tudo, mas a ideia é: não podemos conhecer o amor de Cristo. Ele é insondável. Então, oremos para conhecê-lo. E aqui temos o céu — ele é insondável. Oremos para que Ele nos permita ter vislumbres que transformem nosso coração e nos deem significado nos dias mais escuros.
Nós oramos, nós treinamos o nosso coração na Palavra. Dizemos: “Deus, amplia a minha capacidade para as realidades eternas, faz crescer o meu coração que é tão duro. Ele é tão lento. É tão propenso à amargura. É propenso ao egoísmo, ao desespero e à apatia, mas amplia-o para essas realidades.”
Eu amo como C. H. Spurgeon, quando estava ensinando sobre João 14.2, nos apontou para o caráter de Cristo. Ele escreveu o seguinte:
Ele fará isso bem. Quando Ele diz que vai preparar um lugar para nós, Ele o fará bem, pois conhece tudo a nosso respeito. Ele sabe o que nos dará a maior felicidade e o que melhor desenvolverá nossas faculdades espirituais para sempre. Ele também nos ama tão profundamente que, sendo o preparo deixado a Ele, sei que Ele não nos preparará nada de segunda categoria, nada que possa ser superado. Teremos o melhor do melhor, e em abundância. Teremos tudo o que até mesmo o Seu grande coração pode dar. Nada será mesquinho.
(do livro de Spurgeon Nenhuma lágrima no céu)
E assim, nos poucos minutos que restam, eu quero passar algum tempo em algumas dessas Escrituras que estão ampliando o meu coração para a eternidade e me ajudando a ir até o fim em meio a um sofrimento que não termina e que possivelmente vai ficando mais e mais difícil. Não há alívio à vista. É aqui que a Palavra ganha vida. Ela se torna tão real. Sinto como se pudesse provar a eternidade, porque é nisso que preciso me agarrar. É isso que vai me levar até o céu. Eu creio que Jesus está me atraindo para casa.
Imagino que algumas de vocês estejam enfrentando — não precisa ser um diagnóstico terminal — mas coisas para as quais não há um fim à vista. Jesus vai se tornar mais precioso, mais real e mais querido quanto mais esse sofrimento continuar. Ele se torna melhor e mais palpável, e nós experimentamos isso em Sua Palavra.
À medida que nos aprofundamos nessa Palavra, haverá dias em que você não conseguirá fazer um grande estudo bíblico. É demais. É difícil demais. Há horas que são tão esmagadoras que tudo o que você consegue fazer é se agarrar a um versículo, e você vai se agarrar a ele. Essa única Escritura vai te segurar firme.
E haverá dias em que você poderá cavar fundo. Quando tiver esses dias, cave fundo. Guarde no coração. Tenha isso pronto. Eu ainda estou crescendo nisso. Quero ser mais fiel quanto a isso.
Deixe-me mergulhar nessas passagens. Vou compartilhar apenas um punhado de versículos para mergulharmos neles juntos agora. Vamos permanecer nisso e deixar que nos envolva. Pequenos vislumbres do que virá para nós quando chegarmos em casa.
O Salmo 16.11 diz:
Tu me farás ver os caminhos da vida;
na tua presença há plenitude de alegria,
à tua direita, há delícias perpetuamente.
Preciso dizer: a Escritura não é hiperbólica. Ela não exagera. Por exemplo, quando Jesus jejuou por quarenta dias, a Escritura diz que Ele teve fome (risos). Eu diria algo como: “Ele estava prestes a comer o próprio braço, porque estava faminto. Estava com uma fome voraz.”
Então as Escrituras não exageram, mas quando são usadas palavras grandes, pesadas, massivas, eu presto atenção — “alegria em abundância”, “prazeres eternos”. Novamente, se você pensar na maior alegria e no maior prazer que já experimentou, isso nem começa a descrever o que está sendo prometido aqui. É pobre, e nem arranha a superfície.
O Salmo 65.4 diz:
Bem-aventurado aquele a quem escolhes
e aproximas de ti, para que habite nos teus átrios.
Ficaremos satisfeitos com a bondade de tua casa
o teu santo templo.
E observe essas palavras: feliz, habitar, satisfeitos, bondade.
Uma coisa peço ao SENHOR
e a buscarei:
que eu possa morar na Casa do SENHOR
todos os dias da minha vida,
para contemplar a beleza do SENHOR
e meditar no seu templo.
E assim, com esse tipo de versículo — há mais alguns, vou terminar citando-os daqui a pouco —, com esse tipo de versículo, o que eu faço é tentar treinar o meu coração. Eu penso: “Ok, eu sou lenta para aprender. Sou teimosa, de coração duro. Então, Deus, o que significa contemplar a Tua beleza?”
Porque algumas pessoas diriam que isso parece um pouco entediante, e talvez esse seja o nosso impulso às vezes, mas vamos pensar naquela coisa que nos deixou de queixo caído e capturou nossos olhos. Não conseguíamos desviar o olhar porque era tão linda.
Agora, multiplique isso pelo infinito, e será uma beleza que nos hipnotiza, da qual não nos cansamos. Teremos tantas coisas que Deus preparou no céu, mas apenas olhar para Jesus satisfará todo desejo que já tivemos em nossa vida. E é isso que o salmista está dizendo. “É só isso que eu quero fazer. Eu só quero olhar para a Tua beleza”, e essa beleza vem ao nosso encontro. E vamos precisar de corpos ressuscitados — e olhos, como parte desses corpos — para suportar esse tipo de beleza.
E então o Salmo 73.28:
Quanto a mim, bom é estar perto de Deus.
Se já estamos experimentando a Sua presença, a Sua bondade, você consegue imaginar quando todo o pecado tiver ido embora? Mal posso esperar para ser livre do pecado! Eu sou uma pessoa vil. Sinto isso cada vez mais. E, à beira da eternidade, fico tão consciente de que não há nada de bom em mim. Tipo, não consigo fazer uma única coisa boa à parte de Deus.
O Salmo 16.2 diz isso, certo? “outro bem não possuo, senão a ti somente.” Eu sou um completo desastre à parte do Senhor. Mas a Sua bondade, a Sua presença, está me transformando e me atraindo para casa. E na Sua presença, em casa, a Sua bondade será tão assombrosa, porque estaremos sem nada que impeça a nossa experiência da Sua presença. Agora, nossos pecados nos confundem. Todas as coisas que nos impedem de experimentá-Lo em plenitude desaparecerão.
E deixe-me terminar com Isaías 35:
Eles verão a glória do Senhor,
o esplendor do nosso Deus. . .
Então se abrirão os olhos dos cegos,
e se desimpedirão os ouvidos dos surdos;
os coxos saltarão como as corças,
e a língua dos mudos cantará.
Pois águas arrebentarão no deserto,
e ribeiros, no ermo. . .
Os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião
com cânticos de júbilo.
Alegria eterna coroará a sua cabeça.
Ficarão tomados de júbilo e alegria,
e deles fugirão a tristeza e o gemido. (vv. 2, 5–6, 10)
Eu amo usar as orações de outras pessoas quando não sei como orar. Vou orar uma oração de Robert Hawker, um puritano que tem ministrado profundamente à minha alma. Vou encerrar com essa oração. E eu encorajo você, se ouviu essas referências, a passar algum tempo nessas Escrituras esta semana e dizer: “Deus, abre o meu coração para que eu anseie pela eternidade e consiga enxergar além desta dor aquilo que está por vir.” Vamos orar.
Senhor, Tu me ensinaste sobre o Teu amor, e sobre os meus privilégios em Ti, e assim me asseguraste da minha segurança eterna em Ti e da Tua salvação consumada. Tu me asseguraste que, quando tiveres realizado todos os Teus propósitos benditos a meu respeito, Tu me levarás para casa, para os Teus aposentos interiores de luz e glória, e eu jamais sairei de lá, mas habitarei neles e na presença de Deus e do Cordeiro para todo o sempre. Aleluia! Que manhã será essa — diferente de todas as outras!
Senhor, quantas vezes agora eu acordo com pensamentos terrenos, do pecado, de ninharias e de vaidade? Como abri meus olhos nesta manhã? Foi, querido Jesus, com pensamentos em Ti? Naquela manhã solene, não haverá mais sonhos como agora, nem mesmo em nossas horas de vigília, pois todas as fantasias infantis, sombras, dúvidas e medos terão desaparecido.
Precioso Senhor Jesus, faz com que, manhã após manhã, enquanto ainda estou na terra, eu desperte com pensamentos doces em Ti. Que o fim da noite e o início do dia sejam com o Teu querido nome no meu coração, nos meus pensamentos e nos meus lábios. E naquela manhã eterna, depois de ter adormecido em Jesus e em Teus braços pela fé, que eu desperte em Teus abraços e à Tua semelhança, para estar eterna e plenamente satisfeita em Ti. Amém.
Nancy: Ouvimos a minha querida amiga, Colleen Chao, nos ajudando a ampliar nossos corações para a eternidade.
Espero que você reserve um tempo para meditar nas passagens que Colleen compartilhou conosco. Elas estão listadas na transcrição deste programa que você tem acesso no nosso site, avivanossoscoracoes.com.
Rever essas passagens das Escrituras será especialmente significativo se você ou alguém que você ama estiver sofrendo e precisando de esperança e consolo.
Raquel: Amanhã vamos ouvir mais um testemunho maravilhoso da nossa querida Rebecca Ellerman. Rebecca levou seu filho, Will, a uma consulta médica no hospital. De repente, Will parou de respirar. Becky e o médico correram pelo hospital tentando chegar à emergência para salvar a vida de Will. Descubra por que você pode confiar em Deus em situações como essa.
Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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